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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Temer não pode continuar. Renúncia Já!


Temer nunca teve qualificativos morais para ser presidente da República. Colocado no cargo por um Congresso golpista e corrupto e por um judiciário igualmente corrupto e golpista, levou o país ao caos e ao desgoverno e perdeu as condições políticas e administrativas para continuar no governo. Está produzindo a ruína da economia e da sociedade ao provocar a greve dos caminhoneiros. Os prejuízos econômicos e o sofrimento social são incalculáveis. As perdas são bilionárias.

1- Renúncia imediata de Temer. Ela deve ser exigida pelos partidos e pelas entidades da sociedade civil. O Brasil não tem mais governo e Temer não tem nenhuma autoridade. Manter Temer significa prolongar a crise e o sofrimento do povo;

2 - Com a renúncia de Temer deve ser seguido o que diz a Constituição: Rodrigo Maia assume e convoca a eleição de um presidente pelo Congresso. Deveria ser escolhido um presidente neutro para formar um governo técnico e neutro, com a missão de levar o País até o final do ano e garantir o calendário eleitoral. Poderia ser escolhido alguém como Ayres Brito ou outro que fosse uma pessoa honrada e respeitada;

3 - Os partidos deveriam garantir a governabilidade desse presidente e ele não adotaria nenhuma medida além das absolutamente necessárias para garantir uma governabilidade mínima;

4 - Seria antecipada a posse do presidente eleito e do novo Congresso para 15 de novembro;

5 - Seria feito um acordo com os caminhoneiros válido até o final do ano;

6 - Junto com Temer deveriam renunciar todos os ministros, Pedro Parente e todos os demais presidentes de estatais;


Aldo Fornazieri, Cientista político e professor da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESPSP)


Fonte: CONTEXTO LIVRE

Política - Eleições 2018: Como os presidenciáveis reagiram à greve dos caminhoneiros?

Montagem: Arquivo / CartaCapital e Fabio Rodrigues Pozzabom / Agência Brasil
Ciro Gomes e Jair Bolsonaro
Ciro pediu a demissão de Pedro Parente, enquanto Bolsonaro se disse contra uma intervenção militar
Pré-candidatos variam entre apoio a movimento, críticas a intervencionistas e a Pedro Parente.
Em meio à greve dos caminhoneiros que paralisou estradas e comprometeu o abastecimento do país, os pré-candidatos ao Palácio do Planalto se manifestaram sobre a crise, alguns mais cedo, outros mais tarde.
Entre os primeiros a tratarem do assunto nas redes sociais, está Jair Bolsonaro, do PSL, que saiu na frente dos seus concorrentes ao postar um vídeo em seu Twitter na madrugada da segunda-feira, 21, primeiro dia da mobilização. 
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Listando as dificuldades da categoria, o ex-militar declarou sua solidariedade aos caminhoneiros antes de o movimento ganhar forte repercussão. Não à toa, o deputado federal foi o único ator político das eleições a “conseguir congregar certa relevância do debate” no Twitter, segundo relatório da Diretoria de Análise de Políticas públicas da FGV, que analisou a rede entre os dias 20 e 25 de maio – primeira semana na greve.
Seu discurso, no entanto, se alterou conforme a mudança dos ventos. Sexta-feira, 25, quando a situação do abastecimento de alimentos, remédios e combustível nas cidades já se encontrava crítica, Bolsonaro afirmou que "infiltrados do PT, MTST e da CUT" eram responsáveis pelos bloqueios nas rodovias. Também passou a fazer críticas mais aos governos, atual e passado.
O apoio da população à greve também não passou batido. Após o governo anunciar que começaria a multar empresas e caminhoneiros, além de autorizar as forças de segurança a recolher veículos que obstruírem as vias, o ex-militar não perdeu tempo e tuitou:
Nesta terça-feira, 29, sem deixar de elogiar os caminhoneiros, Bolsonaro recuou e pediu em vídeo publicado no Twitter que o movimento desbloqueie as vias pois “todos começam a perder”. No balaio, citou parte importante do seu eleitorado, o agronegócio, que perdeu aves e grande parte da produção leiteira.
À rádio BandNews, afirmou que “não colabora mais para esticar a corda” e declarou não defender a intervenção militar.
Em uma linha mais analítica, o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, veio à público com o tema da greve no quarto dia de mobilização, criticando a política de preços da Petrobras: 
Em julho de 2017, a Petrobras passou a reajustar os valores dos combustíveis com a cotação do mercado internacional, que fez com que o produto sofresse variações diárias. Desde então, o preço do diesel vem subindo, o que motivou a greve da categoria. 
A crítica de Ciro, entretanto, ganhou maior repercussão nas redes sociais na noite de segunda-feira, 28, após sua participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, onde pediu a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras.
Já o ex-presidente Lula, preso em Curitiba, tratou do tema de forma geral, na terça-feira, 29, segundo comissão de deputados federais que o visitou na sede da Polícia Federal. De acordo com os parlamentares, o petista comentou sobre sua preocupação com o desabastecimento e que os movimentos sociais permanecessem unidos. Nada mais que isso teria sido declarado.
Na mesma linha de Ciro, o pré-candidato do PSOL, Guilherme Boulos, e da Rede, Marina Silva, focaram as críticas a política de preço dos combustíveis do atual governo.
Durante sabatina do UOL/Folha/SBT, na quinta-feira, 24. A presidenciável da rede defendeu a criação de um projeto que estabelece um teto para o valor do ICMS nesse tipo de produto. E no seu Twitter ressaltou a insatisfação popular ao governo Temer.
A greve dos caminhoneiros é mais uma demonstração da insatisfação generalizada de milhões de brasileiros contra os serviços públicos precários e todas as injustiças a que são submetidos diariamente.
Ela lembrou ainda de sua bandeira, a sustentabilidade: “O Brasil tem vantagens comparativas e excelentes condições de atualizar sua matriz para combustíveis renováveis e menos poluentes, como o biodiesel, e não ficar refém das variações do mercado internacional de petróleo”, publicou em sua rede social.
Geraldo Alckmin, do PSDB, por sua vez só começou a falar do assunto no seu Twitter no oitavo dia da greve, segunda-feira, 28, quando defendeu a necessidade de haver um “colchão tributário” para proteger o governo de “grandes oscilações”.
Em novo post, no dia seguinte, o tucano publicou um vídeo afirmando que o governo federal demorou para compreender a gravidade da situação. E não deixou se colocar como o caminho da moderação entre “os radicais de direita e esquerda”. O pré-candidato chegou a cancelar sua agenda eleitoral por conta da greve.
O antigo aliado de Temer e também pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo DEM, Rodrigo Maia, foi direto ao ataque do emedebista. À imprensa declarou que o presidente dobrou a alíquota do PIS/Cofins em 2017. Na sexta-feira, 25, ele defendeu que o governo baixasse decreto zerando o PIS/Confins do diesel e voltando a alíquota anterior da gasolina e do etanol, reforçando sua posição em sua rede social