SOU FORTE, SOU GUERREIRO, SOU BRASILEIRO!

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Enquanto Houver Razões Eu Não Vou Desistir

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

PAULO FREIRE ERA DE ESQUERDA

Paulo Freire continuará gigante, imenso, com o prestígio intocado, e todos os ataques que sofre serão apenas mais um dado que enobrece sua já extensa biografia

ARTIGO
ALEXANDRE SANTOS DE MORAES, professor do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense.
O governo Bolsonaro é ambicioso na escolha de seus inimigos. Arriscaria dizer que é culpa da inocência, mas não posso negar a ignorância ou a absoluta falta de opção. Prova disso foi ter escolhido Paulo Freire como adversário. Os ataques são compreensíveis e coerentes, já que o Patrono da Educação Brasileira foi o perfeito oposto de tudo aquilo que eles são ou poderão ser: inteligente, trabalhador, humanista e mundialmente prestigiado. Não menos importante, Paulo Freire foi de esquerda e sempre defendeu a democracia. Essas duas variáveis não são acidentes do destino ou feliz coincidência pra quem luta contra o autoritarismo e a ganância, mas o alicerce de toda sua genialidade. Nesse 15 de outubro, dia das Professoras e Professores, é fundamental recordá-lo como homenagem e como símbolo de luta contra o atraso.
            Ao longo de sua vida, Paulo Freire escreveu dezenas de livros e artigos. Trata-se do intelectual brasileiro mais lido e conhecido da história. Sua principal obra, a Pedagogia do Oprimido, é a terceira mais citada nas Ciências Humanas do mundo, superando clássicos como Vigiar e Punir, de Michel Foucault, e O Capital, de Karl Marx. A inteligência de Freire rendeu inúmeras homenagens e prêmios no Brasil, Europa, África e Estados Unidos: foram pelo menos 35 títulos de Doutor Honoris Causa ao longo de sua vida ou in memoriam. Foi filiado ao Partido dos Trabalhadores e atuou como Secretário de Educação de Luíza Erundina durante seu mandato na Prefeitura de São Paulo (1989-1991). Dedicou-se, sobretudo, à alfabetização, sempre atento à necessidade de ensinar a ler não só a língua, mas também o mundo. Além de refletir a respeito, Freire praticou a Educação, pois a prática é o critério da verdade. 
            A paranoia obscurantista que tenta a todo custo demonizar seu legado intelectual só pode ser explicada pelos seus próprios textos. Contra o ódio daqueles que defendem, por exemplo, o projeto Escola sem Partido, Paulo Freire responde que ensinar exige respeito à liberdade do ser do educando: “O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros”. Contra a lógica cada vez mais perniciosa de uma educação técnica, voltada exclusivamente para a formação de mão de obra, Freire defendia uma pedagogia humanista, que ensinasse não apenas conteúdos, mas a pensar o lugar que cada um de nós ocupa no mundo: “Percebe-se, assim, a importância do papel do educador, o mérito da paz com que viva a certeza de que faz parte de sua tarefa docente não apenas ensinar os conteúdos mas também ensinar a pensar certo”.
            Contra o que chamava de “educação bancária”, que sepulta a criatividade de educandos e educadores, Paulo Freire defendia a necessidade de manter vivo nos estudantes o gosto da rebeldia, que aguça a curiosidade e estimula a capacidade de se arriscar e se aventurar.
            Outra grande lição de Paulo Freire, seguida por milhares de profissionais do magistério hoje homenageados, é que a Educação não é um processo unilateral, verticalizado, ao gosto daquilo que militares gostariam de ver em escolas militarizadas. Ensinar e aprender são anverso e reverso da mesma moeda: aprendemos enquanto ensinamos e ensinamos enquanto aprendemos. Os estudantes não são, na pedagogia de Freire, objetos passivos que devem se subordinar com disciplina aos professores e ao mundo. Mas, sobretudo, Freire sempre defendeu uma educação popular, emancipadora, que fosse capaz de libertar simultaneamente o oprimido e o opressor, capaz de recuperar a liberdade deles roubada e a humanidade que um mundo centrado na lógica da acumulação e na manutenção das desigualdades insiste em recusar. Por isso Paulo Freire foi de esquerda, como todos aqueles que prezam pela autonomia e que lutam contra as opressões.
            Vê-se com clareza a inocente ambição de Bolsonaro e seus ministros da Educação. Em breve, eles passarão. O futuro lhes reserva apenas a nota de rodapé da História. Paulo Freire, por sua vez, continuará gigante, imenso, com o prestígio intocado, e todos os ataques que sofre serão apenas mais um dado que enobrece sua já extensa biografia. O mesmo vale para nós, professores e professoras que seguimos conscientes da necessidade de educar para a liberdade e democracia, contra tudo e contra todos, sempre amparados no imperativo ético que nos fez escolher e permanecer nessa profissão cada vez mais difícil.
Fonte: Jornalistas Livres

Olavo de Carvalho deveria ser preso pela Interpol, diz Hildegard Angel


"Olavo de Carvalho tem de ser caçado pela Interpol e preso por terrorismo contra o Estado Brasileiro. Quem prega a volta do Ai-5 está infringindo a lei, comete crime. Não é permitido a qualquer cidadão brasileiro pregar a favor do Estado de Exceção, contra a Constituição", diz a jornalista pela Democracia, Hildegard Angel

Do Brasil 247 -

 A colunista Hildegard Angel, que integra o coletivo Jornalistas pela Democracia e foi vítima direta da ditadura militar, tendo a mãe Zuzu Angel e o irmão Stuart Angel assassinados pelo regime militar, defendeu a prisão de Olavo de Carvalho, guru de Jair Bolsonaro, que defendeu a volta de uma ditadura no Brasil, em torno do bolsonarismo. Confira:




Nos 174 anos de Assu, Governo entrega Central do Cidadão Por Robson Pires

Oito municípios da região do Vale do Açu serão beneficiados com a nova unidade da Central do Cidadão inaugurada nesta quarta-feira (16), na cidade-polo de Assu

O Governo do RN investiu mais de R$ 2 milhões em obras e equipamentos no novo órgão. A solenidade aconteceu durante as comemorações dos 174 anos de emancipação do município. “Quero dizer para a população de Assu e toda a região do Vale o que representa uma obra como esta. Representa atender a população com dignidade, simplificando os serviços e oferecer atendimento de qualidade com modernidade, conforto e eficiência. Que momento oportuno poder entregar a Central do Cidadão no dia do aniversário da Cidade”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

sábado, 12 de outubro de 2019

Unicef: 26% das adolescentes brasileiras casam-se antes dos 18 anos

Um relatório produzido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou que 26% das adolescentes brasileiras se casaram ou foram morar com seus parceiros antes de completar 18 anos de idade. O número é próximo da média na América Latina, de 25% de casamentos infantis e uniões precoces. O relatório Perfil do Casamento Infantil e Uniões Precoces foi publicado nesta semana.
A média da região é a mesma nos últimos 25 anos. E caso ela se mantenha, a América Latina terá, em 2030, a segunda maior taxa de casamentos infantis do mundo, atrás apenas da África Subsaariana, região composta por países como Ruanda, Burundi, República Centro-Africana e República Democrática do Congo.
O relatório alerta que a prática compromete o desenvolvimento dessas jovens nos anos seguintes. “As uniões precoces ou o casamento infantil tornam mais difícil para as meninas terem um projeto de vida”, disse o diretor regional do Unicef para a América Latina e o Caribe, Bernt Aasen. Segundo o estudo, essas jovens têm maior probabilidade de viver em áreas pobres, rurais e com menos acesso à educação.
O documento mostra a relação entre a união precoce e a gravidez na adolescência. Mais de 80% delas deram à luz antes do aniversário de 20 anos. Para Shelly Abdool, assessora regional de gênero do escritório do Unicef para América Latina e Caribe, o futuro dessas meninas é colocado em risco, alavancado pelo “forte impacto sobre a maternidade precoce, os altos riscos de violência por parte dos parceiros e as consequências de abandonar a escola”.
Para a Organização das Nações Unidas (ONU), é necessária criação de programas para apoiar a autonomia dessas adolescentes, além da formulação de políticas que impeçam o casamento infantil e as uniões precoces.
Fonte: Revista Fórum

Censura: EBC corta imagem de Marielle Franco em programa e demite diretor

Censura e tentativas de censura encampadas pelo governo Bolsonaro em órgãos públicos, produções culturais e na imprensa seguem a todo o vapor.
A censura voltou com força no Brasil após a chegada de Jair Bolsonaro ao Planalto. Ao longo do ano, foram inúmeros os exemplos de censura e tentativas de censura encampadas pelo governo em órgãos públicos, em produções culturais e também na imprensa. Desta vez, o alvo do “cala a boca” de Bolsonaro foi a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), rede pública vinculada ao governo federal.
Conforme aponta o jornalista Guilherme Amado, da Época, uma imagem da vereadora Marielle Franco, brutalmente assassinada em 2018 no Rio de Janeiro, foi censurada do programa “Antenize”, da TV Brasil, canal da EBC. Em seguida, Vancarlos Alves, diretor de programação da EBC, foi demitido.
Na primeira edição do programa que foi ao ar pela televisão em 31 de agosto, que era um especial sobre Jackson do Pandeiro, a imagem de Marielle Franco aparecia durante uma tomada que exibia uma série de cordéis. Vancarlos Alves foi mandado embora uma semana depois da veiculação do programa e, em 23 de setembro, a TV Brasil veiculou o programa em seu canal do YouTube, mas dessa vez com uma versão sem a imagem da vereadora do PSOL que, ao que tudo indica, foi assassinada em uma trama que envolvia milicianos próximos à família de Bolsonaro.
Além da censura e da demissão do diretor, a TV Brasil decidiu extinguir o programa “Antenize”, que era exibido aos sábados, às 21h30. No lugar, a emissora agora veicula o programa “Recordar é TV”.

Censura no governo Bolsonaro

Fonte: REVISTA FÓRUM

XII CEAS/RN REALIZADA EM NATAL FOI O MÁXIMO! CONFIRAM

 União do Grupo 3 de debates fizeram com que aprovassem na Plenária Final a maioria de suas propostas aprovadas no grupo!
 Grupo 3 atentos para as defesas de suas propostas na Plenária Final
Governadora FÁTIMA BEZERRA prestigiou a Abertura da Conferência dando todo o incentivo para que a mesma atinja seus objetivos rumo a Brasília e aproveitou para falar um pouco das ações do Estado e outras ações que serão executadas logo no inicio do ano de 2020, voltadas em sua maioria para a Educação, Saúde e Assistência Social.
Aprovação do regimento interno
 Oratória dos representantes da Mesa Oficial - Abertura


 Imagens da linda Praia de Ponta Negra nas primeiras horas da manhã do dia 11/10
Grupo 3 de debates sai fortalecido e unido rumo as lutas e defesa das políticas públicas voltadas para a Assistência Social

Eduardo Vasconcelos*

A XII Conferência Estadual de Assistência Social do RN, realizada nos dias 10 e 11 de outubro na Escola de Governo em Natal, superou todas as expectativas.  Dezenas de delegados vindas de vários município potiguares passaram dois dias de puro debates, responsabilidades e descontração!

O tema principal foi "ASSISTÊNCIA SOCIAL: DIREITO DO POVO com Financiamento Público e Participação Social, muito abordado e discutido, que no final aprovou 10 (dez) propostas que serão encaminhadas para a Conferência Nacional Democrática de Assistência Social, que será realizada em Brasília no mês de novembro.

Foram dois dias de muitos debates, descontração e aprovação de propostas tanto para o Estado e municípios como para a nível nacional.  O Rio Grande do Norte dá passos de união e defesa do SUAS e fortalecimento dos conselhos municipais, ferramentas importantíssimas para o processo democrático de direitos e principalmente em momentos nebulosos com perdas constantes de direitos garantidos com tantas lutas!

As propostas aprovadas no XII CEAS/RN serão divulgadas tão logo o CEAS/RN divulguem-as para as instituições e delegados.

Após aprovação das propostas foram feitos as eleições dos delegados para a Conferência Nacional prevista para novembro em Brasília.

Para Eduardo Vasconcelos, delegado pela sociedade civil, representando Nova Cruz foi um momento único e que fortaleceu laços para que o Estado Potiguar possa através deste debates plantar esperança para que mais políticas voltadas para a Assistência Social possam a virem ser concretizadas, apesar do momento turbulento que passa o Brasil, mas com a garra do povo brasileiro e com os homens de bem o Brasil (sistema) possa voltar a respeitar o povo brasileiro e que seus direitos conquistados com muita luta não sejam jogados na "lata do lixo" como alguns atos do executivo federal vem fazendo.

Unir, se conscientizar e lutar será caminhos para a retomada da luta e pelos direitos adquiridos com tanta luta e suor! Eduardo conclui que o momento foi super importante, pois as cidades presentes se uniram na defesa das Políticas Públicas para a Assistência Social, bem como a referida conferência serviu para fazer novas amizades e com isso ficamos mais fortes para a luta.  Disse Eduardo.

Nossos agradecimentos a todos do Grupo de debate 03 e em especial a Marli Nobre (Ipueira) pela sua postura e determinação quanto a defesa das propostas do Grupo 03.

Obs. Foram eleitos 12 delegados que irão em novembro para Brasília rumo a Conferência Nacioanl Democrática de Assistência Social.

* Eduardo Vasconcelos é presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, radialista, ativista, blogueiro, coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN, UFRN e IFRN na Região do Agreste Potiguar e atual Agente de Cultura em Nova Cruz.

RN tem 39 localidades contaminadas por petróleo, apenas quatro em processo formal de limpeza

Por Robson Pires, em

O relatório oficial do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) sobre o aparecimento de óleo cru em praias do Nordeste, identificou ocorrências em 39 áreas do litoral do Rio Grande do Norte entre os dias 7 e 24 de setembro.
Ainda conforme o documento elaborado pelo Ibama, que traz informações atualizadas até às 18h do dia 11 de outubro, das 39 áreas atingidas na costa potiguar quatro estão em processo formal de limpeza, 19 apresentam vestígios do óleo, em 14 áreas o material não foi mais observado em uma segunda vistoria, e duas áreas não possuem dados atualizados. As manchas de óleo cru começaram a surgir nas praias a partir do dia 2 de setembro, no RN o primeiro registro foi feito no dia 7.

Prédio inaugura mirante que oferece vista em 360° graus de João Pessoa (PB)

Por Robson Pires
Para quem gosta de contemplar belas paisagens vai se surpreender com a novidade que está enchendo os olhos de turistas e fotógrafos. É que João Pessoa agora conta com um dos maiores prédios do Nordeste, o local fica no bairro de Altiplano, em João Pessoa e oferece um mirante com uma vista de 360°. Com 54 andares e 183 metros de altura, o mirante mostra todas as áreas da cidade, com vista para o curso do rio Jaguaribe, para o Campus I da UFPB, para a Ponta do Seixas e também para a orla de Cabedelo.O prédio possui mais de 180 metros de altura e é aberto a visitação.
De acordo com a responsável pela empresa que construiu o prédio, Simone Gassmann, a ideia foi explorada depois que eles viram a beleza que a paisagem mostrava. “Quando a gente viu a altura, a vista maravilhosa, a gente pensou ‘por quê não transformar isso aqui em mais um ponto turístico?’ Aí foi a ideia de criar o mirante”, revelou.
Para quem quiser ter uma outra vista da bela João Pessoa por outro ângulo deverá desembolsar R$ 15 para acessar o local, a taxa é cobrada para manutenção da área.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Governadores acatam proposta de Fátima de Fundeb permanente e maior participação financeira da União

Reunidos no VII Fórum Nacional de Governadores, na manhã desta terça-feira, 08, em Brasília, os chefes de Executivos estaduais acataram sugestão da governadora do RN, Fátima Bezerra, de apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria um novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) de caráter permanente e com maior participação financeira da União.
O Fórum foi aberto com exposição da deputada federal Dorinha Seabra, relatora da PEC 15/15 na Câmara dos Deputados, a convite de Fátima Bezerra – indicada pelo colegiado de governadores para tratar do tema. Fátima explicou que o atual modelo da principal fonte de financiamento da educação básica termina em 2020. “É urgente criarmos um substituto que seja permanente, para que o Fundeb passe a ser política de Estado”, defendeu.
Fonte: Robson Pires

Diário do Bolso: a carta de despedida do PSL

José Roberto Torero*

Diário, hoje eu escrevi uma triste carta de despedida. Ficou assim:
“Quando a gente começou, você era tudo pra mim. Você me recebeu de braços abertos, não se importou com meus defeitos nem reclamou desse meu jeito meio estúpido de ser.
“Eu pensei que nós tínhamos sido feitos um para o outro. Você aceitou meus filhos como se fossem seus. E juntos nós fizemos coisas loucas. Chegamos ao ápice, ao cume, ao cúmulo, onde ninguém imaginava que a gente chegaria.
“Mas nada dura para sempre. E as brigas começaram. Você dizia que sem você eu não seria ninguém. Eu dizia que sem mim você não seria nada.
“Para piorar, você começou a implicar com meus garotos. E, poxa, eu simpatizo com eles. Até com aquele meio esquisito.
“Você começou a ser um fardo pra mim. Falavam mal de você à beça. E assim, se eu estava do seu lado, todo mundo já pensava que eu não podia ser grande coisa.
“Pouco a pouco a gente foi se afastando. Antes, você me apoiava 100%. Em tudo a gente combinava. Hoje em dia não é mais assim. Eu sinto que há uma divisão. Parte de você acredita em mim. Parte de você já não me quer mais.
“Enfim, acho que não dá mais para nós ficarmos juntos. O melhor é ir cada um para o seu lado. Vamos acabar com tudo!
“Só precisamos escolher a hora certa pra nós dois. Pra que ter prejuízo com uma separação, não é?
“De qualquer modo, a verdade é que nosso amor já terminou, PSL.
“Foi por isso que hoje, na saída do Palácio da Alvorada, eu falei para um garoto: “Esquece o PSL”. O moleque ainda insistiu e fez uma selfiedizendo: “Eu, Bolsonaro e Bivar juntos por um novo Recife!”. Mas eu falei: “Esquece esse cara, esquece o partido.”
“Sei que você vai me acusar, dizendo que eu te usei, assim como usei todos os que vieram antes de ti.
“Eu vou responder: é isso aí, pô. Adeus.”
Fonte: Jornalistas Livres

COMO BARROSO, FACHIN E FUX BLINDARAM A LAVA JATO NO STF

#VazaJato revelou como força-tarefa conseguiu atropelar a Constituição com consentimento de quem deveria protegê-la.


QUANDO SERGIO MORO e os procuradores da Lava Jato gravaram e vazaram ilegalmente a conversa entre o ex-presidente Lula e a então presidente Dilma, eles sabiam que estavam cometendo um crime, conforme revelou reportagem da Folha de S. Paulo em parceria com o Intercept. O procurador Andrey Borges de Mendonça comentou com seus colegas no Telegram que seria “juridicamente difícil de argumentar” sobre a validade da prova e disse “que o STF não a aceitaria”. Outro procurador, Carlos Fernando Lima, rebateu: “Nesta altura, filigranas não vão convencer ninguém”. A conversa continua até que o chefe da operação, Deltan Dallagnol, encerra o assunto com uma frase que é uma síntese da atuação da Lava Jato: “a questão jurídica é filigrana dentro do contexto maior que é político.”
Mendonça, ingênuo, acreditou que o STF trabalharia de acordo com a Constituição, enquanto Carlos Fernando e Dallagnol estavam certos de que os ministros julgariam com a faca no pescoço. A divulgação do áudio fazia parte da estratégia da Lava Jato de manipular a opinião pública e, assim, constranger os ministros. Àquela altura, graças ao apoio maciço e acrítico da grande imprensa — principalmente a Rede Globo —, a Lava Jato era inquestionável. Foi assim, pressionado por uma opinião pública manipulada, que Gilmar Mendes decidiu anular a posse de Lula como ministro com base em um grampo que até mesmo os procuradores sabiam ser ilegal. À época, o ex-presidente ainda não era indiciado, denunciado ou réu, mas o STF interpretou o áudio como tentativa de garantir foro privilegiado — a mesma interpretação não valeria posteriormente para Moreira Franco. A Lava Jato conseguiu colocar a sua estratégia política acima da Constituição com a conivência de quem deveria protegê-la.
Em agosto último, Gilmar Mendes admitiu a omissão do STF com a farra da Lava Jato: “É um grande vexame e participamos disso. Somos cúmplices dessa gente ordinária. É altamente constrangedor. Todos nós que participamos disso temos que dizer ‘nós falhamos’”.
Gilmar já dançou a popular valsa da Lava Jato, mas por pouco tempo. Acabou virando uma pedra no sapato da operação. Mas outros ministros foram grandes parceiros e atuaram sistematicamente em consonância com os arbítrios lavajatistas. Barroso, Fachin e Fux eram tratados como aliados de altíssima confiança no STF entre os procuradores, como mostram as conversas reveladas pela Vaza Jato. Dallagnol e alguns desses ministros mantinham uma relação próxima, porém secreta. Os fatos são conhecidos, mas acabam se perdendo em meio a tantas revelações neste Brasil 2019. É importante relembrar como parte do STF foi fundamental para que a Lava Jato hackeasse o ordenamento jurídico brasileiro e impusesse o seu projeto de poder.

A aliança secreta com Barroso

Barroso sempre foi o ministro mais fiel ao lavajatismo. Em muitas ocasiões, fez defesas apaixonadas da operação no tribunal, sempre ancoradas em um critério bizarro, estabelecido por ele mesmo: a interpretação da Constituição em “sintonia com o sentimento social” e “alinhado à vontade da maioria”. O juiz não resistiu à tentação de jogar para a torcida e ter uma presença privilegiada no Jornal Nacional.
Com a sociedade contaminada pelas manipulações dos procuradores, ficou fácil para Barroso matar no peito as bolas mais absurdas do lavajatismo. Bastava espremer a Constituição para que dela saísse o que a torcida esperava e correr para o abraço.

Integrantes da Lava Jato buscavam manter uma relação próxima e secreta com Barroso. Se Gilmar Mendes era visto como um inimigo a ser combatido, Barroso era um aliado importante a se cultivar. Uma reportagem da Vaza Jato — chamada por Barroso de “fofocada produzida por criminosos— revelou que o ministro convidou, em agosto de 2016, Moro e Dallagnol para participar de um jantar em sua casa. O ministro garantiu que o evento seria “reservado e privado”, com “máxima discrição”.
Os dois lavajatistas viajaram de Curitiba até Brasília para prestigiar a festinha. Reuniram-se ali, portanto, o acusador, o juiz de primeira instância e um juiz de terceira instância. O primeiro manipulava a opinião pública, enquanto o segundo e o terceiro atendiam aos anseios dela. Era um jogo ganho em que o cumprimento das leis era um detalhe irrelevante. Essa relação promíscua se dava de forma secreta, claro. Era preciso que o “sentimento social” continuasse alheio ao que eles faziam nas sombras.
Em março do ano passado, quando Barroso determinou a prisão de José Yunes, ex-assessor do então presidente Temer, Dallagnol comentou com os procuradores no Telegram: “Barroso foi para guerra aberta. E conta conosco como tropa auxiliar”.
Quando Dallagnol bancou o legislador e moveu mundos para promover as famigeradas “10 medidas contra a corrupção”, enviou mensagem aos colegas garantido o apoio de Barroso na divulgação. Sempre de forma secreta, é claro: “Caros, comentei com Bruno, mas isso tem que ficar entre nós três, please. Hoje falei com Barroso, que gostou muito da ideia das medidas e da campanha da Transparência Internacional e vai divulgar. Passei pra ele os arquivos e materiais.”

AHA! UHU! O Fachin é nosso!”

Dallagnol não conseguiu disfarçar a empolgação por ter garantido o alinhamento de um ministro do STF. Depois de se encontrar com Edson Fachin em julho de 2015, compartilhou a alegria com os colegas procuradores: “Caros, conversei 45 minutos com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso.” Era o chefe da Lava Jato comemorando com seus subordinados o fato de que um dos juízes que vai julgar suas denúncias estava alinhado com a acusação.
Dois anos após esse acordo, a morte de Teori Zavascki fez com que Fachin assumisse a relatoria dos casos da Lava Jato. E o alinhamento acordado naquela reunião com Dallagnol foi cumprido à risca. Fachin assumiu um papel punitivista e todas suas decisões se mantiverem alinhadas ao projeto político lavajatista.
Após as publicações da Vaza Jato, a defesa de Lula entrou no STF pedindo a sua liberdade diante das escancaradas evidências da falta de isenção dos procuradores da força-tarefa, mas Fachin negou. Óbvio, tratava-se de um jogo de cartas marcadas. Como revelaram os diálogos do Telegram, o ministro tinha um acordo para cumprir. Aha uhu!

“In Fux we trust!”

Quando Luiz Fux ignorou a Constituição e suspendeu a liminar que autorizava a entrevista de Lula à Folha na prisão, a justificativa foi do jeito que a Lava Jato gosta. Segundo ele, as decisões dos ministros do STF deveriam representar “o anseio da sociedade”. Mais uma vez, um ministro declara que a vontade popular norteia suas decisões. Fux também gostava de jogar pra galera. E Dallagnol sabia muito bem como domá-la: um vazamento aqui, outro ali, um e-mail para grupos militantes de direita e pronto! Temos um “anseio popular” para guiar as decisões no Supremo.
Em abril de 2016, um mês antes da queda de Dilma, Dallagnol se reuniu com Fux e enviou mensagem aos colegas procuradores relatando o alinhamento do ministro ao lavajatismo. Segundo a mensagem, Fux criticou Teori Zavascki por ter repreendido Moro quando ele grampeou e divulgou ilegalmente a conversa entre Lula e Dilma. Ou seja, um ministro do STF aprovou a jogada ilegal de Moro, que consistiu em vazar a conversa para a imprensa, influenciar a opinião pública e constranger o STF a aceitar a prova ilícita.
Ainda segundo Dallagnol, que pediu para os colegas que mantivessem o assunto em segredo, Fux afirmou também que a “Lava Jato poderia contar com ele”. Essa mesma mensagem foi encaminhada para Moro, que respondeu a frase que já se tornou um clássico do conluio lavajatista “In Fux we trust”. Era mais um juiz do Supremo com o qual a Lava Jato podia contar. Acusador, juiz de primeira instância e mais um juiz de última instância estavam unidos para burlar a lei e atender os anseios de uma sociedade que vinha sendo meticulosamente enganada.
Menos de um mês após a revelação dessa troca de mensagens, Fux não parecia incomodado. Em uma palestra para investidores, continuou jogando pra torcida e reafirmou o seu lavajatismo: “Quero garantir que a Lava Jato vai continuar. E essa palavra não é de um brasileiro, é de alguém que assume a presidência do Supremo Tribunal Federal no ano que vem, podem me cobrar.” Temos aqui mais um ministro do STF, cuja principal função é zelar pela Constituição, se colocando como garantidor de uma operação que comprovadamente violou de forma sistemática a…Constituição. Fux, que jamais negou o teor da conversa que teve com Dallagnol, não irá largar seus companheiros feridos na estrada. É nesse nível de promiscuidade e desfaçatez que o lavajatismo chegou.
Nessa semana, Gilmar fez questão de lembrar alguns desses episódios em um voto contra os arbítrios da Lava Jato. Para ele, os integrantes da força-tarefa são “gangsters” que levaram o Brasil a viver “uma era de trevas no que diz respeito ao processo penal”.
Gilmar ficou especialmente pistola com as revelações de que os procuradores comandaram uma caçada ilegal contra ele. Janot, um lavajatista de peso que chefiou o Ministério Público, confessou até que tentou assassiná-lo.
Passaram a investigar o ministro clandestinamente com o objetivo de reunir munição contra ele. Dallagnol articulou com o senador Randolfe Rodrigues, da Rede, a abertura de uma ação pelo impeachment de Gilmar. Em outra frente, a procuradora Thaméa Danelon foi convidada por um escritório particular para ajudar a redigir a ação de impeachment contra Gilmar Mendes. Diante da ilegalidade, seu chefe não só a aplaudiu como a orientou. “Sensacional Tamis”, “apoiadíssima”, “manda ver”, essas foram as palavras que Dallagnol escreveu ao saber que sua subordinada foi convidada para cometer um crime.
Barroso, Fux e Fachin não passaram por nada disso. Desfrutaram da tranquilidade de estarem alinhados ao núcleo político mais poderoso do país, com capacidade para investigar, mobilizar movimentos sociais e parte do congresso, e assassinar reputações através do braço midiático do conluio. Perceba que Gilmar não exagera quando compara com “gangsters”. O modus operandi é de máfia. Enfrentar a Lava Jato era enfrentar um monstro popular com conexões em todas as esferas de poder. O trio lavajatista do STF se curvou covardemente à violência institucional comandada pela força-tarefa.
Através de muitas ilegalidades, criou-se um clima no país em que qualquer um que ousasse contestar a Lava Jato era automaticamente jogado na vala dos defensores de bandido. Aqueles que topassem dançar a valsa lavajatista, estariam blindados. Barroso, Fux e Fachin foram os ministros que toparam a dança e, mesmo depois da Vaza Jato, continuam até hoje dançando à beira do precipício da democracia.
Fonte: Jornalistas Livres

domingo, 6 de outubro de 2019

Saiba quais regras vão vigorar nas eleições municipais de 2020

Por Robson Pires
A eleição, marcada para 4 de outubro de 2020, será a primeira em que os partidos não poderão fazer alianças para disputar as câmaras municipais – somente para as prefeituras.
Veja abaixo quais regras vão vigorar para as eleições municipais de 2020.
Data da eleição
Dia 4 de outubro de 2020. O 2º turno das votações será realizado no dia 25 do mesmo mês.
Cargos em disputa
Serão escolhidos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.
Partidos
Para participar das eleições, o partido tem que registrar seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até seis meses antes do pleito.
Coligações
Candidatos a prefeito poderão formar coligações com outros partidos para disputar as eleições.
No entanto, as coligações partidárias estarão proibidas para as eleições proporcionais – neste caso, de vereadores. Antes, os votos dados a todos os partidos da aliança eram levados em conta no cálculo para a distribuição das vagas.

ONDE O TRUMP VAI, O BOZO VAI ATRÁS. MAS, TAMBÉM NO IMPEACHMENT JÁ É EXAGERO...

josias de souza
LARANJAL DO PSL GANHA UM CONTEÚDO PRESIDENCIAL

O caso do laranjal do PSL mudou de patamar. Fez escala na caixa registradora da campanha de Jair Bolsonaro. Adquiriu, portanto, um conteúdo presidencial. 

De repente, a inexplicável permanência de Marcelo Álvaro Antônio no cargo de ministro do Turismo ganhou uma incômoda explicação. 

Notícia veiculada pela Folha de S. Paulo neste domingo (06/10) informa que a Polícia Federal suspeita que parte da verba desviada de candidaturas femininas fakes pode ter abastecido um caixa 2 compartilhado entre o ministro e o presidente nas eleições de 2018. 

Quer dizer: além de lavar as mãos, Bolsonaro pode ter ajudado a fazer desaparecer o sabonete. 

A PF dispõe de um depoimento e uma planilha que apontam para a existência da caixa clandestina mútua. Haissander Souza de Paula, ex-assessor parlamentar de Álvaro Antônio, coordenador da campanha dele a deputado federal por Minas Gerais, disse em depoimento acreditar que "parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Jair Bolsonaro". 

Sintomaticamente, o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Maurício Valeixo —aquele que Bolsonaro ameaçara de demissão—, esteve com o presidente no final da tarde de 6ª feira.
A conversa ocorreu nas pegadas da revelação de que o ministro do Turismo fora indiciado pela PF e denunciado pelo Ministério Público.
O encontro não estava agendado. Mas o Planalto incluiu o nome de Valeixo na agenda presidencial, às 17h. Na véspera, o próprio ministro do Turismo tivera uma longa conversa com o presidente. Depois, foi confirmado no cargo. Se quiser salvar as aparências, Bolsonaro terá de afastar o ministro. Ou convencê-lo a sair. 

Tarimbado em escândalos, o brasileiro vai adquirindo uma certa prática. Adapta-se à lógica da política. No fundo, sabe como tudo vai acabar, pois o Brasil não é mais um país imprevisível. Tornou-se tristemente previsível. Nele, a maioria dos políticos opera na base do um por todos, todos por huuummmmm. (por Josias de Souza).  - (por Josias de Souza

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DEBATE COM A DEPUTADA FEDERAL NATÁLIA BENAVIDES FOI MUITO PROVEITOSO - DEMOCRÁTICO E PARTICIPATIVO! CONFIRAM!


 O presidente do PT de Nova Cruz/RN, Delaias Barbosa foi quem presidiu os debates ao lado da Deputada Federal, Natália Benavides.
 Professor, ALAN na ocasião representando o IFRN de Nova Cruz/RN pautou sua intervenção solicitando a Deputada, Natália Benavies a sua preocupação quanto aos transportes escolares, haja vista as dificuldades que o alunado do IFRN vem sofrendo constantemente com a escassez dos transportes como quebrados por falta de manutenção, etc.  A deputada, Natália abraçou a preocupação de Alan prometendo levar a demanda apresentada pelo mesmo para discutir com a governador, Fátima Bezerra e o próprio MEC para sanar tal problema ora apresentado pelo Alan.
Coordenador Geral do SINTE de Nova Cruz/RN, Antonio Duarte, outro guerreiro que fez intervenções importantes, conclamando a todos a se unirem em torno aos projetos anti povo, que Governo Federal vem tentando impor de forma arbitrária e ante democrática, tirando direitos do povo brasileiro, principalmente com os professores brasileiros.
 Vereador de Passa e Fica/RN fez suas intervenções e pautou principalmente no Núcleo da UERN em Nova Cruz/RN, região do Agreste Potiguar, que ano passado fechou suas portas sem se reunir com a comunidade envolvida e muito menos comunicar aos poderes como Executivo e Legislativo, perdendo com isso a estudantada esperançosa em concluir o Ensino Superior, sonho de milhares de agresteiros, principalmente de Nova Cruz e Passa e Fica, sua cidade. A deputada, Natália ficou de analisar o pleito, mas mostrou-se preocupada e irá colocar em pauta esta discussão com a governadora, Fátima Bezerra. Edson vem se destacando como um dos vereadores mais atuante da Região do Agreste Potiguar, pelas suas ações, projetos e sua comunicação frequente com a população e autoridades para sanar os problemas urgentes de sua cidade.
Vereador, Edson Cazuza, liderança em Passa e Fica/RN

Ontem (5) o PT de Nova Cruz/RN promoveu um debate (roda de conversa) com a Deputada Federal, NATÁLIA BENAVIDES no auditório do SINTE Regional de Nova Cruz/RN, cujas pautas foram: Conjuntura Nacional, Eleições (2018), Reforma Previdência e Trabalhista, bem como o FUNDEB como principal tema.

A deputada foi muito objetiva em todas as pautas, inclusive mostrando suas preocupações em todas elas, ora imposta pelo presidente, Jair Bolsonaro.

Para a deputada foram anos de muitas lutas do povo brasileiro para garantir direitos nos últimos 10 anos e hoje vem um presidente anti povo e tenta a todo custo toirar esses direitos da noite para o dia com o apoio diga-se de passagem do próprio congresso, mas para Natália o CONGRESSO vem resistindo e fazendo mudança nas propostas impostas pelo governo, conseguindo diminuir com isso as perdas totais destes direitos adquiridos nos governos de Lula e de Dilma.

A Deputada, Natália mostrou-se preocupada com o futuro do povo brasileiro e pediu o engajamento da sociedade e instituições organizadas para se unirem, mostrando força para manter estes direitos, indo para as ruas, ocupar as praças, denunciando estes atos ante democráticos. Só assim podemos voltar a sonhar, garantindo direitos conquistados com muita luta, união, perseverança.

Para Eduardo Vasconcelos o debate foi muito proveitoso! Primeira parlamentar a convocar um debate para tratar de assuntos ligados diretamente ao povo, ouvindo o mesmo e abordando temas tão importantes como os discutidos na reunião/debate ontem. Que outros eventos deste venham a acontecer outras vezes, assim fortalece a ESPERANÇA do nosso POVO. Conclui, Eduardo.