SOU FORTE, SOU GUERREIRO, SOU BRASILEIRO!

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Enquanto Houver Razões Eu Não Vou Desistir

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Robinson Faria poderá disputar a vaga de Fábio Faria

Fábio e Robinson
Por Robson Pires
Pelo barulho que o ex-governador do Rio Grande do Norte Robinson Fariaestá fazendo nas Redes Sociais e o silêncio imposto pelo seu filho e deputado federal Fábio Faria dá pra ‘insinuar’ (eu DISSE… apenas ‘INSINUAR‘… nada mais…) que este último não será candidato à reeleição e cederá a vaga para seu pai disputar o cargo em 2022.
Fábio poderá então se transferir definitivamente para São Paulo (SP) onde já reside a maior parte do tempo quando está de folga depois da câmara dos deputados com a mulher e os filhos.

AGRAVA A POBREZA - Reforma da Previdência é nebulosa e tira R$ 17 bi da economia, diz professor

Economista Pedro Rossi, da Unicamp, afirma em comissão especial da Câmara que PEC da reforma de Bolsonaro e Guedes retira recursos de trabalhadores e impede crescimento
Publicado por Eduardo Maretti, da RBA.

Pedro Rossi> "Estamos tirando recursos que fazem girar a economia. Tirar recursos dessas pessoas não vai fazer a economia crescer"

São Paulo – O economista e professor Pedro Rossi, da Universidade Estadual de Campinas, afirmou que o debate em torno da “reforma” da Previdência no país está “muito nebuloso” quando trata da relação entre gasto público e desigualdade. Em audiência da comissão especial da Câmara que trata da Proposta de Emenda à Constituição que dispõe sobre a reforma, a PEC 6, Rossi alertou que, ao contrário do que prega o governo – sobre o pretexto de combater privilégios e desigualdades –  a reforma da Previdência atinge em cheio a renda dos mais pobres – retirando-lhes por ano R$ 17 bilhões do bolso e também da economia –  e não mexe em nada com o 1% mais rico da população.

Segundo Rossi, há “equívocos ideológicos” no debate. Pela proposta, as mudanças no abono salarial vão reduzir, em média, 5,7% da renda anual de 24 milhões de trabalhadores que ganham entre um e dois salários mínimos. Isso aumentaria a desigualdade social medida pelo índice de Gini de 0,5475 para 0,5489, de acordo com a análise do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (Cecon), do Instituto de Economia da Unicamp.

Segundo o estudo, as profissões que mais devem perder são cozinheiros, trabalhadores de serviços de manutenção, porteiros/vigias e recepcionistas, entre outros. Mais de 60% dos ajudantes de obras, por exemplo, perderão essa renda anual.

De acordo com o estudo exposto na comissão, com a reforma da Previdência seriam retirados até R$ 17 bilhões por ano da economia, com impactos muito negativos ao país ,impactos muito negativos ao país, já que esse dinheiro sairia do bolso de uma parcela da população que, consequentemente, deixaria de consumir.

“Grande parte dos assalariados vai perder o abono salarial e isso tem impacto distributivo e impacto macroeconômico”, disse Rossi. “Estamos tirando recursos que fazem girar a economia. Não tem argumento que me convença que tirar recursos dessas pessoas vai fazer a economia crescer. Crescimento é (formado por) consumo e investimento. Se tirar renda, as pessoas não vão consumir. Não entendo esse argumento.”

Segundo o economista da Unicamp, o problema não está em quem ganha salário mínimo. “O problema está no teto de gastos, com as limitações fiscais da Emenda Constitucional 95, que reduz o gasto público em 20 anos. O problema da desigualdade está nos 2% ou 1% mais ricos.”

De acordo com a pesquisadora Luciana de Barros Jaccoud, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a mudança proposta pelo governo de Jair Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), no texto original da reforma, vai ter grande impacto social. Hoje, o valor do benefício é de um salário mínimo (R$ 998), mas passaria a R$ 400 para quem tem 60 anos e só chegaria ao valor do salário mínimo para quem completar 70 anos.

A pesquisadora do Ipea ressaltou que os problemas econômicos vividos por quem tem pessoas fisicamente vulneráveis ou com deficiência “não são apenas individuais, são problemas familiares”. Os gastos dessas famílias com saúde, alimentos especiais e outros são maiores. Além disso, pessoas que têm dependentes nessas condições na família têm mais dificuldade de conseguir emprego. “Mães de crianças de portadores de doença ou dependente não conseguem trabalho”, exemplificou Luciana.

O deputado Darci de Matos (PSD-SC) afirmou ao relator da PEC da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), que “é consenso a manutenção do BPC para idosos”. Ou seja, não haveria mudanças nesse ponto. “O Parlamento jamais votaria contra os idosos e os especiais”, disse Matos.

Em sua intervenção, a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) afirmou que o argumento do governo de que a reforma objetiva acabar com privilégios “é uma farsa”.  “Só aos 70 anos os mais pobres passam a receber um salário mínimo. Quem ganha com isso? Talvez os banqueiros. Não podemos votar essa reforma. O que vamos dizer em nossos estados?.”

De acordo com o relator, a intenção é apresentar o parecer até o próximo dia 15 de junho. “Estamos trabalhando em cima do projeto que o governo enviou e vamos continuar assim. Se houver alterações, será apresentado um substitutivo, como sempre ocorreu na Casa, sem nenhum problema”, disse Moreira na segunda-feira (20), após reunião Paulo Guedes.


Fonte: Rede Brasil Atual

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Pesquisadores de Harvard iniciam apoio global às faculdades de sociologia brasileiras

Resultado de imagem para imagem e fotos Pesquisadores de Harvard iniciam apoio global às faculdades de sociologia brasileiras
Assinado por acadêmicos do mundo todo, o manifesto critica duramente a decisão do governo Bolsonaro de cortar investimentos em estudos de sociologia e filosofia.


Veja o texto na íntegra:

“Em 25 de abril, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, juntamente com seu ministro da educação, Abraham Weintraub, declarou a tentativa do governo de “descentralizar investimentos em filosofia e sociologia” nas universidades públicas e transferir apoio financeiro para “áreas que dão retorno imediato aos contribuintes”. como ciência veterinária, engenharia e medicina “.

Os autores, palestrantes, pós-graduandos, pós-doutorandos e outros acadêmicos em sociologia e disciplinas afins em faculdades e universidades dos Estados Unidos e do mundo todo, escrevemos para declarar nosso apoio inabalável ao financiamento contínuo de programas de sociologia nas universidades brasileiras. Nós nos opomos à tentativa do presidente Bolsonaro de desinvestir na sociologia, ou em qualquer outro programa nas ciências humanas ou sociais.

Como sociólogos históricos e contemporâneos, entendemos que a mercantilização de décadas do ensino superior convenceu muitos políticos – no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo – de que uma educação universitária é valiosa apenas na medida em que é lucrativa. Nós rejeitamos essa premissa.

O objetivo do ensino superior não é produzir “retornos imediatos” sobre os investimentos. O objetivo do ensino superior deve sempre ser o de produzir uma sociedade educada e enriquecida que se beneficie do esforço coletivo para criar o conhecimento humano. O ensino superior é um propósito em si.

Uma educação em toda a gama de artes e ciências é a pedra angular da educação em artes liberais. Isso é verdade tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, assim como em qualquer outro país do mundo.

Os departamentos de sociologia brasileiros produzem pensadores socialmente engajados e críticos, tanto no Brasil quanto no mundo. Os sociólogos brasileiros contribuem para a produção global do conhecimento sociológico. Eles são nossos colegas dentro da disciplina e dentro de nossos departamentos e instituições compartilhados. Quando sociólogos do exterior realizam pesquisas ou outros trabalhos acadêmicos no Brasil, somos bem recebidos pelos sociólogos brasileiros e por seus departamentos. Muitos de nossos próprios alunos recebem treinamento de nível internacional em sociologia nas universidades brasileiras.

A tentativa do presidente Bolsonaro de desfalcar os programas de sociologia é uma afronta à disciplina, à academia e, mais amplamente, à busca humana do conhecimento. Esta proposta é mal concebida e viola princípios de liberdade acadêmica que devem ser parte integrante dos sistemas de ensino superior no Brasil, nos Estados Unidos e em todo o mundo. Instamos o governo brasileiro a reconsiderar sua proposta.

Fonte: Jornalistas Livres

Justiça impõe derrota a delegada Erika Marena, amiga de Moro, e derruba censura a blog

Erika Marena e Sergio Moro (Reprodução)
A decisão comprova que notícias divulgadas pelo blog quando Érika coordenava a Operação Lava Jato são verdadeiras e estão calçadas em provas.As matérias teciam críticas aos vazamentos de informações e os atribuía à delegada.
A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais de Curitiba acolheu, por unanimidade, o voto da juíza Maria Fernanda Scheidemantel Nogara Ferreira da Costa e refez a sentença que condenou o blog do jornalista Marcelo Auler a pagar R$ 10 mil à delegada federal Erika Mialiki Marena, amiga de Sérgio Moro, que hoje chefia o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça.
A decisão comprova que notícias divulgadas pelo blog quando Érika coordenava a Operação Lava Jato são verdadeiras e estão calçadas em provas. Dessa forma, foi suspensa em parte a censura imposta ao Blog, desde março de 2016, pelo 8º Juizado Especial Civil de Curitiba.
As matérias em questão teciam críticas aos vazamentos de informações na operação e os atribuía à delegada. A censura foi imposta depois que Erika ingressou com ação solicitando reparação pecuniária e a retirada das matérias pois elas representariam uma “ofensa” à sua honra. Desde 2016, quando foi proferida a decisão da Justiça paranaense, o blogue mantém uma tarja de “censurado” no topo de sua home.
Com a decisão, foram liberadas duas reportagens: Novo ministro Eugênio Aragão brigou contra e foi vítima dos vazamentos (16/03/2016) e Carta aberta ao ministro Eugênio Aragão (22/03/2016).
No entanto, mesmo com o entendimento já reafirmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de que não pode haver censura, o Blog continua censurado em outras reportagens por decisões judiciais.
Os leitores permanecem sem acesso às reportagens “Juíza perdeu jurisdição e haitianos visitaram filhos“; “Juíza do PR imita Trump e separa haitianos“; “PM mineira: extorsão, sequestro e tortura“; “PMs de MG torturam a céu aberto; de dia“; e “PM de MG na trilha da PM do Rio: e agora, Pimentel?”.
Leia o caso completo e acesse as reportagens liberadas pela Justiça no Blog do Auler.
Fonte: REVISTA FÓRUM

Os sessenta anos de emancipação de Japi/RN e o Prefeito Jodoval Pontes

Advogado, Dr. EVANDRO BORGES

O Município de Japi no Estado do Rio Grande do Norte, distante de Natal a 142 km, com uma população estimada de 5.117 habitantes para 2018, localizada no Trairi, vizinho a Santa Cruz e fronteira com a Paraíba, o seu Prefeito atual é Jodoval Ferreira Pontes, sua população tem uma renda mensal de 1,8 salários mínimos, sua nomenclatura considerada de origem tupi-guarani mais comum representa uma ave.
 
O Prefeito Jodoval Pontes, sindicalista dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, conheço pessoalmente há algum tempo, suas lutas pelas desapropriações de imóveis para a Reforma Agrária, em terras do semiárido, as conquistas pelos programas e políticas públicas, no trabalho das organizações das comunidades, através das associações, nos açudes, pequenas barragens, e nas cisternas do programa de um milhão de cisternas.
 
Jodoval Pontes é conhecido desta maneira. É uma pessoa do meio popular, natural de Japi, sempre viveu no Município. É residente com a sua família na localidade, tem transformado a Municipalidade, fui recebido na sede da Prefeitura, em um prédio completamente reformado, com salas amplas, estruturadas, com ar condicionado, digna para receber os munícipes, autoridades e personalidades.
 
O Município foi fundado em 1959, completando esta semana seus sessenta anos, com uma vasta programação de inaugurações e participação da população, com variada iniciativas, com um governo austero, com o pagamento dos servidores em dia, possibilitando as contrapartidas e iniciativas próprias com recursos do tesouro municipal e verifiquei uma grande satisfação da população.
 
Em japi logo na entrada da cidade foi inaugurado um portal com alusão aos sessenta anos, visitei pessoalmente ladeado com o Prefeito e com o diretor do Hospital, Alcimar a Unidade Básica de Saúde do Alto da Bela Vista, todas as salas com ar condicionado, para o médico, dentista, enfermagem, sala de vacinas e curativos, muito acolhedora e da maior dignidade humana.
 
Em seguida subimos para um futuro mirante, com as ruas urbanizadas e calçadas pela atual gestão. Chegamos a um cruzeiro e na localidade no período natalino se acende uma arvore de Natal com um paisagístico deslumbrante de toda a cidade, muito aprazível, já contando o Município com o Conselho Municipal de Turismo, com um forte potencial para o segmento receptivo.
 
Ao anoitecer seguimos para o bairro de São Sebastião, localidade em que o Prefeito Jodoval Pontes residiu com a sua esposa Selma Felix, por um longo período, foi lançado no alto da Capela, com a presença da comunidade de forma efusiva, um sopão, pela Secretaria Municipal de Assistência Social, para beneficiar trezentas famílias, inicialmente uma vez por mês, mas, com a intenção de chegar ao mínimo uma vez por semana, com recursos do Tesouro Municipal.
 
O encontro com o Prefeito Jodoval Pontes e a sua família, identificados com a localidade e seu povo, com os Secretários Municipais satisfeitos, servidores laboriosos, com a população que recebia de forma carinhosa e respeitosa, e a constatação de um Município transformado, das Escolas Municipais e Secretarias reformuladas, mesmo diante de tantas crises e dificuldades é digno de registro.

Fonte: Potiguar Notícias

Enem 2019 regista 6,3 milhões de inscritos

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Imagem do Google
Por Robson Pires

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou mais de 6,38 milhões de inscritos para a edição de 2019. O prazo para os interessados se inscreverem terminou na sexta-feira (17). Os participantes, no entanto, têm até o dia 23 de maio para pagar a taxa de R$ 85. Por isso, o número final de confirmados só será divulgado no próximo dia 28.

domingo, 19 de maio de 2019

QUEIROZ TENTA EVITAR QUEBRA DE SIGILO


por Fernando Brito, Tijolaço 

A defesa de Fabrício Queiroz, notocia O Globo, pediu liminar ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para evitar a quebra do seu sigilo bancário e fiscal, decretada pelo juiz da 27a. Vara Criminal do Rio de Janeiro.

Salvo pela ação de “forças ocultas” o pedido deve dar em nada.

Funciona, porém, como estratégia para evitar que se quebrem os sigilos de Flávio Bolsonaro, o “Filho 01”, sem que ele apareça pedindo proteção, uma vez que diz que nada tem a esconder.

Os argumentos de que a decisão foi pouco fundamentada esbarram no fato de que, ao dizer que usava parte dos vencimentos de funcionários do gabinete para contratar, informalmente, outros “assessores” para Flávio, o cometiento de crime está confesso e, por isso, o exame das contas bancárias de Queiroz é obviamente indispensável para a colheita de provas que materializem o delito.

Ou seja, a sua declaração é motivo suficiente para embasar a devassa em suas contas.


Fonte: http://nogueirajr.blogspot.com

Deputado bolsonarista tumultua CPI das Universidades; irrita até colegas conservadores _+_+_Deputadas do PSL batem boca e se xingam publicamente


Deputado bolsonarista transforma CPI das Universidades em circo de horrores

Fã do astrólogo Olavo de Carvalho, Douglas Garcia consegue irritar até deputados do campo conservador.

por Lúcia Rodrigues, especial para o Viomundo.

O deputado estadual paulista Douglas Garcia (PSL) não cansa de causar constrangimentos.

Ele debutou na cena política no carnaval de 2018,, quando liderou um movimento de extrema-direita intitulado Porão do Dops, que queria fazer crer tratar-se de um bloco carnavalesco

Um episódio dantesco, do qual saiu derrotado pelo promotor Eduardo Valério, que conseguiu barrar na justiça o desfile do grupo, que entre outros absurdos defendia a tortura e a volta da ditadura militar.

Agora usa o cargo público para tumultuar os trabalhos da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e atormentar os parlamentares.

Em apenas dois meses de mandato, ele já conseguiu, por suas provocações, três processos no Conselho de Ética da Casa, que podem levar à sua cassação.

Na fotomontagem acima, Douglas aparece na primeira foto. Ele está na ponta da mesa, de terno azul.

Na última quarta-feira, 15, ele voltou à carga durante a reunião da CPI das Universidades.

Levou para o auditório, onde os deputados debatiam, uma claque do Direita São Paulo, grupo que dirige, para gritar o nome de seu guru, Olavo de Carvalho.

Ele conseguiu criar mais confusão que a própria claque.

Chegou a ser desautorizado pela própria colega de partido, Valéria Bolsonaro, que está ao lado de blusa cinza, ao pedir vistas em um requerimento, mesmo sendo suplente da parlamentar na CPI.

“Eu sou a titular”, reagiu Valéria, para na sequência pedir vistas sobre o mesmo item destacado por Douglas.

A insistência em querer atribuir poderes à CPI sobre investigações fora do escopo da Comissão rendeu-lhe um puxão de orelhas da professora Bebel (PT): “Isso só demostra que o senhor não está preparado (para ocupar uma cadeira no Parlamento)”.

Mas coube ao veterano conservador Barros Munhoz (cabelos brancos, ao lado de Valéria; ex-PSDB, atualmente no PSB) capitanear os torpedos mais pesados contra o bolsonarista.

Profundamente irritado com os chavões ideológicos repetidos insistentemente, Munhoz, com vários mandatos no currículo e que já presidiu a Casa em duas legislaturas, foi contundente:

“O senhor fala coisas, que juridicamente são absurdas. Não estamos numa terra sem lei. O que o senhor propõe, não cabe nem ao Congresso Nacional discutir. A autonomia universitária é consagrada no Brasil e em vários países do mundo”.

Douglas queria que os reitores das três universidades públicas paulistas fossem investigados pela CPI, porque segundo ele, estão por trás do movimento contra os cortes de verbas na educação imposto por Bolsonaro.

Para ele, os reitores incitam os estudantes a irem para a rua se manifestar contra o governo.

Munhoz retrucou, afirmando que quem toca fogo no país é o movimento de extrema-direita comandado a partir do exterior, numa clara alusão ao astrólogo Olavo de Carvalho, que vive na Virgínia, nos Estados Unidos:

“Querem incendiar o Brasil. Estamos regredindo à Idade da Pedra. Os templários querem dominar o Brasil a partir da Virgínia”.

A claque bolsonarista reagiu, gritando: “Olavo, Olavo, Olavo”.

Ao que Munhoz rebateu: “Pra mim, Olavo era o beque do Corinthians (que jogou no time na década de 50)”, silenciando a torcida extremista.

O desconhecimento de Douglas Garcia sobre o papel da Assembleia Legislativa também irritou os parlamentares.

Novamente coube a Barros Munhoz escancarar a ignorância do bolsonarista para a plateia, composta por professores e estudantes.

Munhoz não se conteve quando o deputado da extrema-direita propôs solicitar documentos ao Ministério Público, sem saber que esses papéis são justamente encaminhados ao Órgão pela Casa Legislativa.

“Isso é ridiculo”, enfatizou, levando o parlamentar extremista a amuar e fincar o queixo sobre as mãos em cima da mesa.

Quando a vergonha pela descompostura passou, ele voltou a tumultuar.

Os parlamentares aprovaram um texto que dizia que assuntos fora do escopo da CPI não seriam discutidos pela Comissão, numa clara tentativa de conter o tumulto provocado por ele.

“O deputado Douglas é um deputado de uma nota só. A toda hora quer fazer a discussão se os reitores incitam (os estudantes)”, criticou Paulo Fiorilo (PT).

De concreto pouco se discutiu na reunião.

O deputado Jorge Caruso (MDB) chegou, inclusive, a levantar uma questão de fundo, ao questionar a validade da CPI por não ter se baseado em nenhum fato determinado: “Esta CPI foi aberta em suposições. Quero saber o que tem de concreto para ter sido aberta”.

Essa também é a indagação da presidente da UEE-SP (União Estadual dos Estudantes de São Paulo), Nayara Souza.

Ela considera que não há motivo para a instalação de uma CPI para investigar as três universidades públicas paulistas, que são referências no país e internacionalmente em excelência nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.

“A CPI tem o propósito de perseguir a Universidade e sua autonomia”, critica a dirigente estudantil, que quase foi posta para fora da sessão por se manifestar em defesa da Educação.

A ordem para a expulsão partiu do presidente da CPI, Wellington Moura (PRB). Ele aparece no meio da mesa central dos trabalhos.

Wellington Moura afirmou ainda que, a partir daquele momento, os estudantes precisariam apresentar identificação comprovando a sua condição de discentes, para que pudessem entrar e acompanhar as reuniões da Comissão nas galerias.

Nenhuma das ameaças foi levada a sério por ninguém no auditório.

Os próprios policiais no local aguardaram a intervenção do deputado Barros Munhoz, que apelou ao bom senso e solicitou que Moura recuasse na decisão de expulsar Nayara do recinto.

A dirigente da UEE continuou na sessão e tem uma explicação para a perseguição contra ela, já que outras pessoas também se manifestaram:


“Fiz parte da ocupação da Assembleia Legislativa há três anos, para pressionar pela aprovação da CPI da Merenda. Ele me reconheceu”.

“Eles [os parlamentares] se recusavam a investigar o escândalo do roubo da merenda, mas agora querem investigar as universidades, que têm autonomia”, ressalta o contrassenso.

“Essa CPI foi articulada pelo governo Dória para armar um circo para o time de Bolsonaro”, ressalta o professor João Chaves, que preside a Adunesp (Associação dos Docentes da Universidade Estadual Paulista).

“É uma tentativa de destruição do pensamento crítico, para estabelecer o controle ideológico. Ambos elegeram a educação como inimiga”, enfatiza o docente.

João Chaves destaca que o verdadeiro problema que atinge as universidades — a queda no repasse de recursos para as instituições — é ignorado pela CPI.

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Deputadas do PSL batem boca e se xingam publicamente


O compartilhamento de um texto no WhatsApp pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), que fala em país ingovernável sem alinhamento a conchavos aos quais ele se recusa a fazer parte, elevou a tensão em todo o ambiente político.

O jornalista Ygor Salles, em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, relata que os conflitos ganharam um novo patamar no final da noite de sexta-feira (17), quando a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) fez uma thread no Twitter (sequência de posts conectados) questionando a omissão da também deputada pelo PSL Joice Hasselmann sobre a derrota que a MP 870 (que trata da reconfiguração dos ministérios) está prestes a sofrer.




Joice respondeu, e não foi nem um pouco elegante. Não usou a palavra burra, mas entendedores entenderão.




Na sua opinião, qual o motivo de tanto stress no PSL? Bateu o desespero?

Apoiadores de Bolsonaro convocam atos pró-governo no dia 26

Por Robson Pires
Perfis de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro iniciaram, na quarta-feira, 16, um movimento nas redes sociais para promover atos a favor do governo no dia 26. No Twitter, ao menos 12 contas ligadas à rede bolsonarista usaram a hashtag #dia26nasruas para convocar simpatizantes do presidente à manifestação.
O texto disparado por Bolsonaro no WhatsApp nesta sexta-feira, 17, é visto por esses apoiadores como sinal de motivação para a realização dos atos. Partidos integrantes do Centrão e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), classificados pelos organizadores como “inimigos do Brasil”, estão na mira dos manifestantes. Eles também defendem o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a Medida Provisória 870 (da reforma administrativa) e a reforma da Previdência.
“Bolsonaro sangrou por este País, mas seus inimigos acham pouco. Querem enterrá-lo. No dia 26, vamos às ruas em protesto contra o Centrão, o STF, e todos os inimigos do Brasil e deste governo, que se faz tão necessário”, diz uma mensagem do Movimento Brasil Conservador (MBC) no Twitter.
A iniciativa é uma resposta às manifestações contra o governo na última quarta-feira, 15. O movimento, porém, não tem a adesão dos principais grupos que lideraram os atos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff: Vem Pra Rua, NasRuas e MBL. Memes anônimos com o logotipo dessas organizações circularam pelas redes sociais convocando para uma marcha em defesa do governo em Brasília dia 26.
“Apoiamos a nova Previdência, a reforma tributária e o pacote anticrime. Como a grande maioria dos brasileiros queremos que o País dê certo e se desenvolva. Não estamos aderindo a esta manifestação pois achamos as pautas confusas e dispersas. Somos apartidários”, disse Tomé Abduch, porta-voz do movimento NasRuas.

Decreto de Bolsonaro cria polêmica em universidades









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Por Robson Pires
Decreto assinado nesta semana pelo governo Jair Bolsonaro tem causado polêmica sobre possíveis implicações nas escolhas para funções de direção dentro das universidades federais. O texto se refere a nomeações para cargos em comissão e funções de confiança em órgãos ligados à administração federal. Segundo o governo, o decreto não altera os procedimentos nas instituições de ensino.
Embora não mencione explicitamente as instituições de ensino superior, um dos artigos do decreto dá poder ao ministro da Casa Civil para fazer nomeações dos chamados cargos de nível 5 e 6 do grupo DAS (Direção e Assessoramento Superiores). Nas universidades, estes são cargos de alto escalão.
Até então, essas nomeações eram de competência do reitor. Especialista em Direito Constitucional, a professora da Universidade de São Paulo (USP) Nina Ranieri diz que o decreto altera a forma de nomeação de lideranças nas universidades.
“Reitores e diretores (de faculdades) não estão no decreto, mas qualquer outra nomeação para função ou cargo de confiança é alcançada (pelo texto).” Segundo ela, especialista em autonomia universitária, o decreto pode mudar a forma de escolha de nomes para cargos como os de coordenadores de cursos e pró-reitores, que são os responsáveis por coordenar áreas como a pesquisa e a graduação.
O decreto também dá poderes à Secretaria de Governo (Segov), hoje comandada pelo ministro Santos Cruz, para avaliar as indicações aos cargos e “decidir pela conveniência e oportunidade administrativa quanto à liberação ou não das indicações submetidas à sua avaliação”.
Segundo Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da Fundação Getulio Vargas (FGV), “o impacto do decreto é tornar mais eficiente e sistematizado o controle político sobre a burocracia das universidades”. Ele entende que, por meio do decreto, a Segov ou o Ministério da Educação (MEC) poderão avalizar nomes indicados para cargos de gestão – até mesmo para reitor – e vetá-los.
Caso o decreto seja aplicado às universidades, pode ser considerado inconstitucional, segundo especialistas. A Carta de 1988 garante que as instituições tenham autonomia administrativa e de gestão. “É um nível de controle altíssimo. Toda a administração pública no mundo vai se descentralizando e aqui vemos um movimento contrário, que é a centralização na Presidência de todos os funcionários em cargos de confiança do governo federal, incluindo os da universidade”, diz Nina.
Até então, os nomes escolhidos para cargos de chefia dentro das universidades não passavam pelo crivo do governo federal. As instituições de ensino têm órgãos internos para avaliar as nomeações.
Já o secretário executivo do MEC, Antonio Vogel, afirmou anteontem que o texto não muda a prática – apenas regulamenta procedimentos que já existem. “Os sistemas para nomeações de pessoal já existiam. A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e CGU (Controladoria-Geral da União) já são consultadas há anos para nomeações, elas fazem análise formal. Já passa na Segov há anos, inclusive nos governos anteriores. É rigorosamente a mesma coisa.”
Medo

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sábado, 18 de maio de 2019

Fake news ainda vão trazer desinformação nas próximas eleições, dizem especialistas

Por Robson Pires
As fake news são um fenômeno que continuará a causar desinformação nas próximas eleições. O combate delas por meio das leis penais é insuficiente e ineficiente. O WhatsApp é a plataforma em que o enfrentamento é mais difícil. A solução não deve ser por meio de censura, mas pelo uso de ferramentas de checagem e pela prática do jornalismo profissional.
Essas são algumas das previsões e conclusões de especialistas que participaram, nesta sexta-feira (17), de um seminário internacional promovido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em parceria com a União Europeia para discutir as fake news.
Representantes de três das principais plataformas, WhatsApp, Facebook e Twitter, apresentaram no evento iniciativas tomadas para coibir a propagação de informações falsas, especialmente em período eleitoral.
“O WhatsApp não é uma plataforma pública, ele é desenhado para ser um app de mensagens particulares, diferentemente do Facebook e do Twitter, que são uma praça pública”, disse Ben Supple, gerente de políticas públicas do WhatsApp, ao tratar das dificuldades encontradas.
Segundo ele, nem o próprio aplicativo vê as mensagens trocadas, o que faz a empresa ter conhecimento limitado sobre quem são os usuários e quais são seus comportamentos.
Algumas medidas, porém, foram tomadas, como a limitação de encaminhamentos simultâneos, segundo Supple. Nas eleições de 2018 no Brasil, uma mensagem podia ser repassada para apenas 25 usuários por vez.
Ainda segundo Supple, o WhatsApp bane cerca de 2 milhões de contas por mês, por meio de inteligência artificial empregada para identificar condutas suspeitas.

Bolsonaro cai como Jânio ou como Collor? Qual o destino traçado para o fim do 'Mito'

Jânio, Bolsonaro e Collor


Desde a semana passada, o presidente Jair Bolsonaro vem sentindo a pressão do cargo sobre seus ombros. Anunciou um tsunami para essa quarta e o tsunami, ao que parece, foi o pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal de seu filho Flávio, sua mulher Michele, seu amigão, o motorista e policial Queiroz, família e mais dezenas de pessoas, num total de quase cem. Investigação que cobre um período de doze anos, de janeiro de 2007 a dezembro de 2018. O início das apurações já mostrou que vem muita sujeira por aí.

Ontem, Bolsonaro esteve em Dallas, Texas, EUA, numa viagem fracassada, para receber um prêmio esvaziado, e foi declarado persona non grata pelos prefeitos de Nova York e Dallas, e várias personalidades se negaram a se encontrar com ele ou fizeram pior, declararam Bolsonaro persona non grata naquelas cidades.

Na chegada ao Brasil, deprimido, Bolsonaro distribuiu a suas listas de WhatsApp texto [que pode ser lido aqui] de uma pessoa, que é quase como o antigo argumento que Jânio Quadros usou para renunciar, de que o Brasil é ingovernável graças às "forças ocultas" (Jânio) ou às "corporações", no texto endossado por Bolsonaro.

A verdade é que o governo mal começou e já acabou, e só se discute agora qual seu final: Bolsonaro renuncia, como Jânio, alegando ser impossível governar o país, pondo a culpa nas corporações, no "marxismo cultural" e no PT?

Ou Bolsonaro vai aguardar que as investigações avancem sobre as relações "pouco republicanas" de suas famílias, inclusive com as milícias, e o motorista Queiroz abra o jogo e faça como Eriberto França, o motorista que denunciou todo o esquema de corrupção que levou ao impeachment de Collor?

Collor durou dois anos. Jânio, nem sete meses. Quanto tempo ainda vai durar o governo Bolsonaro?

Fonte: https://blogdomello.blogspot.com/2019/05/bolsonaro-cai-como-janio-ou-como-collor.html (Blog do Mello)