SOU FORTE, SOU GUERREIRO, SOU BRASILEIRO!

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Enquanto Houver Razões Eu Não Vou Desistir

domingo, 30 de setembro de 2018

Morre a cantora Angela Maria, aos 89 anos

Segundo publicação no UOL, morreu ontem aos 89 anos em São Paulo a cantora Angela Maria, em decorrência de uma infecção. A informação foi confirmada por seu produtor, Thiago Marques Luiz, e pelo marido da artista, o empresário Daniel D’Angelo, em vídeo postado na página oficial da cantora no Facebook.
“É com o coração partido que eu comunico a vocês que a minha Abelim Maria da Cunha e a nossa Angela Maria partiu. Foi morar com Jesus”, disse D’Angelo. “Ela teve uma trajetória de 34 dias no hospital. Estava sofrendo muito e hoje nos deixou.”
De acordo com a família, o velório ocorrerá a partir das 10h deste domingo no Cemitério Congonhas, também na zona sul de São Paulo, onde o sepultamento será realizado às 16h.
Fonte: DCM

Pesquisa CNT/MDA revela que Haddad e Bolsonaro estarão no segundo turno. Por Joaquim de Carvalho


Fernando Haddad e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/Fotos Públicas

A pesquisa CNT/MDA divulgada neste domingo revela que Fernando Haddad e Jair Bolsonaro deverão estar no segundo turno. Em relação à pesquisa anterior, realizada entre 12 e 15 de setembro, Haddad foi de 17,6 para 25,2% dos votos e Bolsonaro se manteve nos 28,2. Esta pesquisa, realizada entre 27 e 28 de setembro, mostra, portanto, empate técnico entre os dois, com Haddad em trajetória de alta.
Outros resultados: Ciro Gomes oscilou negativamente de 10,8 para 9,4, Alckmin foi de 6,1 para 7,3, Marina Silva caiu. Estava com 4,1% e agora tem 2,6, e está tecnicamente empatada com Henrique Meirelles, que oscilou de 1,7% para 2. Já Álvaro dias tinha 1,9% e agora tem 1,7%. Veja a pesquisa completa abaixo.
Além da confirmar que o cenário mais provável será o de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, a pesquisa chama a atenção pela queda de Marina. A luta dela agora será para não terminar a corrida eleitoral atrás de Meirelles e Álvaro Dias, em sétimo lugar. Ou talvez oitavo, se João Amoêdo, do Novo, subir um pouquinho.
Em respeito ao passado que Marina teve — a senadora mais jovem a se eleger pelo Acre, ex-ministra do Meio Ambiente, política mundialmente conhecida pelo discurso ambientalista —, alguém precisa avisá-la de que ela morreu politicamente, e necessita de um sepultamento menos indigno.
Para isso, precisaria se realinhar às ideias de seu tempo e tentar fugir da armadilha em que se colocou, ao adotar um discurso parecido com o de Álvaro Dias e se apresentar como uma representante da Lava Jato.
Marina insiste em rotular Lula e o PT como protagonistas do maior esquema de corrupção do sistema solar, no momento que se apresenta como cristalina a ideia de que ambos foram alvos de uma campanha de perseguição, resultado da união do jornalismo de guerra da velha mídia com o ativismo político de setores do Ministério Público e do Judiciário.
O combate à corrupção é sempre uma boa bandeira eleitoral, mas, no caso da Lava Jato, esse discurso passou a emitir sinais de farsa.
Para Marina, uma farsa ainda maior, diante de um fato que lhe tira toda credibilidade: a foto dela tendo a mão beijada por Aécio Neves, no segundo turno da eleição de 2014.
O ocaso de Marina Silva deveria emitir um sinal de alerta para Ciro Gomes, o candidato do PDT, que também parece ter se perdido em meio à frustração por não ter do eleitorado a resposta que talvez esperasse.
Só o desespero explica a resposta que deu em uma entrevista coletiva sobre a absurda decisão do ministro Luiz Fux de proibir a entrevista de Lula e da publicação de qualquer declaração do ex-presidente dirigida à imprensa.
É uma decisão que, segundo juristas, afronta a Constituição. Mas Ciro a endossou.
Pareceu tão inverossímil que Ciro tivesse aderido ao pelotão de fuzilamento de Lula que era preciso verificar se houve, de fato, esta declaração.
E houve, está no site da CBN. Pode conferir. Diz Ciro:
“Eu acho que é uma aberração o Lula querer dar uma entrevista a 5, 6, 7 dias da eleição. Acho mesmo, francamente. O que o PT está querendo com isso?”.
Um repórter lembrou:
“A imprensa solicitou”.
“Sim, a imprensa solicitou também do cara que deu a facada no Bolsonaro… Há um limite. Um mínimo de civilidade no processo eleitoral. Vamos raciocinar exatamente assim… O PT adora um mimimi de vitimista. Mas vamos lá: o juiz autoriza o maluco lá que deu a facada no Bolsonaro, e um de vocês pergunta: Quem mandou você dar a facada? E ele diz: foi a turma do PT. E aí?
Um jornalista pergunta se a decisão de Fux não atentaria contra a liberdade de imprensa.
“É não, é não, liberdade de imprensa tem limite.”
Sim, a liberdade de expressão tem limite. Ninguém pode gritar “fogo” num cinema lotado, sob pena de provocar uma tragédia.
Mas não é este o caso — a entrevista a Lula foi solicitada, logo depois de sua prisão, pela Folha de S. Paulo, Rede TV e pelo DCM.
A juíza Carolina Lebbos negou, sob argumento de dificuldades de infraestrutura — a Superintendência da PF não teria espaço adequado para a entrevista.
É um argumento inidôneo, na expressão do ministro Ricardo Lewandowski, já que não é incomum que presos deem entrevistas, mas este não é o ponto.
É uma desonestidade intelectual comparar a entrevista de Lula com a de Adélio Bispo de Oliveira, que deu a facada em Bolsonaro.
Ciro Gomes poderia comparar Lula a Fernando Henrique Cardoso, que dá entrevista toda hora e expõe as suas preferências eleitorais, mas não com um homem perturbado mentalmente.
Ciro, para desgaste dele próprio, engrossa a corrente que concorda com a violência que significa retirar do ex-presidente o direito garantido pela Constituição de se expressar livremente. Já não bastava terem lhe tirado direito à liberdade e também o direito político de se candidatar a presidente?
É claro que Ciro está de olho no impacto eleitoral que uma entrevista de Lula teria. Mas não poderia haver também impacto eleitoral no que diz Fernando Henrique?
O que Ciro defende não é uma questão de princípio. É temor da força da palavra dita por Lula, incomparavelmente superior à de FHC.
Esta eleição se dá em torno de Lula, e assim será durante muito tempo, gostem ou não os adversários.
Por isso, Ciro Gomes deveria mirar um pouco adiante. Bem além do dia 7 de outubro. Para não correr o risco de se transformar numa Marina, hoje um zumbi político que vaga entre nós falando da Lava Jato.

Bolsonaristas em Natal querem superar manifestação de ontem (29) contra o candidato

Vinte e quatro horas depois da concentração convocada no sábado, 29, pelo movimento de mulheres contra o candidato à presidência, Jair Bolsonaro, no cruzamento do Midway Mall, um ato na mesma hora e local, em defesa do candidato do PSL, acontece a partir das 14 horas deste domingo, 30, convocada pelo movimento #somostodosbolsonaro.
O movimento é organizado pelo grupo Força Democrática em parceria com outros grupos de direita do Rio Grande do Norte. Carlos Reny, um dos organizadores, assegura que o ato não tem ligação com políticos locais.
“Vários grupos se uniram para manifestar o apoio a Bolsonaro porque quiseram calar a voz dele, mas não vão calar a nossa. Nós então vamos às ruas para clamar pela sua vitória”, pontua.
É o resultado de uma luta travada nas redes sociais. O movimento de mulheres contra a candidatura Bolsonaro também ganhou força com a criação um grupo no facebook – e que atualmente conta com mais de 3,4 milhões.
Os organizadores da concentração Bolsorano, que se repete neste domingo por todas as capitais brasileiras, espera superar em muito os pouco mais de 10 mil manifestantes que o movimento contra ele dizem ter conseguido colocar no cruzamento da Midway Mall na tarde deste sábado.
AgoraRN
Fonte: ROBSON PIRES

Styvenson é considerado prepotente e arrogante em Caicó

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Por Robson Pires, em

Caiu a máscara do candidato a senador Styvenson Valentim durante sua passagem meteórica ontem (29) por Caicó. Ele ainda esteve circulando por algumas ruas e até chegou próximo do movimento #ELENÃO que estava sendo realizado na cidade. Quem o conheceu de perto prestou atenção que o seu TAMANHO é do TAMANHO da sua arrogância e prepotência. Muitos eleitores reclamaram de suas atitudes até ‘grotescas”. Alguns que imaginavam votar nele desistiram. Ignorou até a imprensa. Tinha uma entrevista agendada e ‘furou’.
Fonte: ROBSON PIRES (O Xerife). (http://www.robsonpiresxerife.com/notas/styvenson-e-considerado-prepotente-e-arrogante-em-caico/ )

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

CUIDADO!!! Golpe no WhatsApp se espalha prometendo acesso a pesquisa eleitoral

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Imagem do Google
Por Robson Pires, em

O golpe é simples, bastante similar a tantos outros que circulam pelo WhatsApp há um bom tempo. A vítima recebe uma mensagem de um conhecido ou de um grupo do qual ela faz parte com um link para responder à pesquisa de intenção de voto.
Nesta página, há um formulário com cidade, estado e candidato em que pretende votar.
Depois de confirmar sua opinião, o usuário é orientado a compartilhar o link com seus contatos e grupos, que é a forma usada para disseminação da página. Só assim a pessoa pode supostamente ver os resultados da pesquisa.

Precisaremos de três gerações para sepultar novamente o fascismo no Brasil. Por Afrânio Silva Jardim

Manifestante nos protestos contra Dilma
PUBLICADO NO FACEBOOK DO AUTOR
Acho que mais grave do que um candidato Capitão boquirroto dizer tantas asneiras e defender preconceitos odiosos, bem como incentivar a violência e aceitar expressamente a tortura, é termos de reconhecer que milhões de eleitores brasileiros aplaudem todas estas barbaridades, milhões de brasileiros assimilaram a “cultura do ódio” e apostam na violência como forma de atender às suas intolerâncias.
Desta forma, não temo tanto a “verborragia” do Capitão, até porque ele não tem chance concreta de se eleger presidente de nossa república.
O meu temor é a sequela social que ele está deixando.

Repito: o que mais lamento é a sequela social que ele está deixando. Ele criou danos à nossa sociedade que, somente após umas três gerações. poderão ser ultrapassados e esquecidos pelas novas gerações. São danos de lenta e difícil reparação.
Assim, teremos de conviver com uma parcela de nossa população cultuando os valores do brutal nazismo, que deu causa à morte de mais de 50 milhões de jovens e espalhou ódios raciais por todo o mundo.
Eles podem até não saber, até porque a maioria é desinformada e sem instrução, mas os “seguidores” do Capitão estão cultivando valores próprios de fascismo, cultivando práticas próprias do fascismo.
Enfim, por muitos anos, muitos de nós não terão paz; por muitos anos, as minorias sociais não terão paz; por muitos anos, aqueles que pensam diferente destes brutamontes obscuros não terão paz. Eles vão infernizar a nossa sociedade e conflitos serão inevitáveis.
Solução? só o tempo nos dará … Entretanto, não baixaremos a guarda e estaremos sempre prontos a defender os nossos melhores valores, legitimadores de uma sociedade mais justa, democrática, generosa e solidária. A luta por justiça é perene.
.x.x.x.x.
Afranio Silva Jardim, professor de Direito da Uerj.
Fonte: DCM

Genial/Brasilis: Bolsonaro e Haddad estão empatados no 1º turno e petista vence no 2º

Fernando Haddad e Jair Bolsonaro. Foto: AFP
De Marcos Mortari no InfoMoney.
A dez dias do primeiro turno, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) voltou a crescer e agora está em situação de empate técnico com o deputado Jair Bolsonaro (PSL), hospitalizado há 21 dias após ser vítima de um ataque a facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).
É o que mostra pesquisa instituto Brasilis realizada nos dias 25 e 26 de setembro. De acordo com o levantamento, Bolsonaro oscilou negativamente 3 pontos percentuais em relação à semana passada e agora tem 27% das intenções de voto. Já Haddad saltou de 17% para 22% no mesmo período, diminuindo para 5 pontos percentuais uma diferença que era de 13. Considerando a soma das margens de erro para cada candidato, o quadro é de empate técnico. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-00592/2018 e tem margem de erro de 3,5 p.p. para cima ou para baixo.
“A nova rodada da pesquisa revela um fortalecimento consistente da candidatura de Fernando Haddad. Ao mesmo tempo, há sinais de que Bolsonaro passou a sentir tanto o golpe dos ataques de Alckmin quanto sua ausência da campanha em função da convalescença da facada”, observa o cientista político Alberto Almeida, sócio-diretor da Brasilis. O resultado da pesquisa reforça a tendência de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro.
(…) 
“Para que um dos demais candidatos se torne capaz de ir ao segundo turno, deslocando ou Bolsonaro ou Haddad, é preciso retirar para si, ao menos, 0,8 ponto percentual por dia dos candidatos favoritos a se qualificarem para o segundo turno. Não há sinais consistentes de que isso possa ocorrer”, avalia Almeida.
Na simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o petista aparece à frente por diferença fora da margem de erro: 44% contra 36%. Uma semana atrás, os dois empatavam tecnicamente, com o deputado numericamente à frente por placar de 42% a 40%.
Para ver a íntegra da pesquisa, contratada pela Genial Investimentos, clique aqui.
Foram realizadas 1000 entrevistas por telefone em todas as regiões do país nos dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro máxima é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, o que significa que, se o questionário fosse aplicado mais de uma vez no mesmo período e sob mesmas condições, esta seria a chance de o resultado se repetir dentro da margem.
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

TSE autoriza a utilização do slogan “Haddad é Lula” na propaganda do PT

Por 6 votos a 1, ministros rejeitaram uma representação apresentada pelo Partido Novo, questionando propagandas da coligação “O Povo Feliz de Novo”.

A campanha à presidência da República, da coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PCdoB/PROS), vai poder utilizar o slogan “Haddad é Lula”. Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou, na noite desta quarta-feira (26), o uso da frase nas propagandas de Fernando Haddad.
Depois de analisarem, os ministros rejeitaram representação do Partido Novo, que questionou as propagandas da coligação. Eles, por fim, deliberaram que a assinatura “Haddad é Lula” não provoca nenhuma confusão entre os eleitores a respeito de quem é o candidato à presidência escolhido pela legenda.
O único que votou contra foi Sérgio Banhos, ministro e relator da matéria. Os outros seis votaram a favor do uso do slogan: Edson Fachin, que disse que “não se verifica no caso qualquer desinformação”, Alexandre de Moraes, Jorge Mussi, Og Fernandes, Tarcísio Vieira de Carvalho e Rosa Weber.
“A figura do apoiador vitaminado, hipertrofiado é ilícita? Não é. Gera confusão? Não gera. Fica muito claro que o candidato Haddad se socorre do ex-presidente Lula para obtenção de votos. Mas em momento algum aqui parece há tentativa de se ter Lula como candidato. Olha, eu sou o candidato do Lula. Em alguns locais Haddad é chamado de Andrade, mas é chamado de candidato do Lula. Não dizem que é vice de Lula. É escancarado que Haddad é o candidato do Lula”, afirmou Alexandre de Moraes.
Fonte: Revista Fórum

Ciro diz que não quer governar com o PT e Haddad rebate: “Me convidou para vice”

Perguntado sobre nomeações e acordos em seu governo, Ciro Gomes disse no debate do SBT, Folha e UOL que não quer governar com o PT; Fernando Haddad, então, rebateu: "Há poucos meses, me convidava para vice-presidente de sua chapa e a chamava de 'dream team'"

Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) trocaram farpas no debate entre presidenciáveis promovido pelo SBT, Folha e UOL no início da noite desta quarta-feira (26).
Peguntado por um jornalista se faria acordos com outros partidos e nomeações em seu eventual governo, Ciro afirmou: “Se eu puder governar sem o PT, prefiro”. O pedetista explicou que os governos petistas teriam criado a atual polarização política e que esse conflito entre PT e Bolsonaro “vai levar o Brasil para o fundo do poço”. Ele ainda afirmou que pretender “destruir” o MDB pelos “caminhos democráticos”.
Depois, foi a vez de Haddad ser perguntado por um jornalista. Ele foi questionado sobre sua relação com o ex-presidente Lula. Na resposta, o petista aproveitou para rebater a fala de Ciro sobre o PT. O ex-prefeito lembrou que, antes de sua candidatura ser oficializada, o pedetista chegou a o convidar para ser seu vice.
“Acabo de ver o Ciro Gomes dizer que não pretende governar com o PT, mas há poucos meses, me convidava para vice-presidente de sua chapa e a chamava de ‘dream team’, ou time dos sonhos”, rebateu Haddad.
Acompanhe o debate ao vivo aqui.
Fonte: Revista Fórum

terça-feira, 25 de setembro de 2018

CPC/RN CONVOCA ASSEMBLEIA GERAL


O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, em reunião realizada no dia 01 de setembro do ano em curso em sua sede - Nova Cruz/RN, deliberou convocação de Assembleia Geral, que ocorrerá dia 20 de outubro próximo, conforme Edital Publicado no Diário Oficial do Estado (DOE/RN), no último dia 22 de setembro, conforme EDITAL e CARTAZ acima exposto.

Dando assim ciência nos termos estatutários aos demais diretores, associados, convidados.e a sociedade em geral.

domingo, 23 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018: Diga não ao retrocesso! LEIAM E TIREM SUAS CONCLUSÕES!!!


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Imagem Google

Estou chegando agora do supermercado, como sempre me meto na conversa alheia. Eis que na minha frente, uma Sra. pobre ( facilmente reconhecível ) estava descendo o pau nos governos petistas, claro a operadora de caixa concordando. Então me fiz de rico, e disse:" Esse governo foi a nossa desgraça, onde já se viu construir casa para pobre, por isso não conseguia alugar meus imóveis, pobre tem que morar de aluguel; onde já se viu pagar faculdade para filho de pobre, tá errado, pobre tem mesmo é que trabalhar no pesado; e o salário mínimo? Que aumentava todo ano um absurdo , bom mesmo era na época do FHC, que não dava nem 400 reais, assim nós não aguentamos; E as cotas para pobres, negros, índios e quilombolas, está errado, quem deveria ocupar as vagas é o filho de quem gastou dinheiro com escolas particulares. Meu filho teve que fechar dois dos cinco postos de gasolina, porque o PT controlou os aumentos, o preço da gasolina aumentava toda semana na época do PSDB.

Onde já se viu gastar um dinheirão fazendo a transposição do Rio S. Francisco para levar água para nordestinos, eles tinham era que morrer de sede e fome. As duas não concordaram comigo, "Também não é assim", eu continuei , Nem domésticas nós não conseguimos mas , as preguiçosas agora querem é fazer faculdade pelo tal Prouni e Fies, dormir no emprego também não querem se dormem querem hora extra por conta daquela maluca que assinou a PEC das domésticas, desse jeito não dá. Desejo que esse governo não volte nunca mas! Até os aeroportos foram invadidos por pobres, era horrível viajar ao lado de alguém suado, com uma renca de catarrentos ao lado, ainda bem que o atual governo já desfez metade desses projetos que beneficiava esses melequentos . Elas arregalaram os olhos e sem argumentos fecharam a cara. Acho que se pudessem tinham me matado. Somente assim para abrir os olhos de pobres alienados. 

Diga não ao retrocesso!
Vote 13
Vote Haddad
Para o Brasil votar a sorrir!

Autor Magali Salviolene

Fonte Professor RÔMULO/SINTE - VIA FACEBOOK

SEMINÁRIO PROMOVIDO PELO CPC/RN ATINGIU SEUS OBJETIVOS! CONFIRAM!!!


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Plenária do Seminário
 Eduardo Vasconcelos-CPC/RN: "A importância da juventude no resgate da cultura é primordial" 
Eduardo - CPC/RN e 

 Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos

 Jovens presentes ao seminário
Plenário do seminário
Participantes atentos as discussões

Estudantes, sindicalistas e artistas das regiões agreste e litoral sul se reuniram na cidade de Baía Formosa, durante todo o dia do sábado, 22 de Setembro no auditório da Escola Estadual Paulo Freire para debaterem o Sindicalismo e a Cultura atuais.
O evento foi promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN que tem sede em Nova Cruz.
Os estudantes a sua maioria da Escola Estadual Rosa Pignataro de Nova Cruz, pioneira no ensino integral na região, tiveram uma participação bastante ativa nos debates o que chamou a atenção dos organizadores.
Intervenções ótimas do diretor da E. E. Rosa Pignataro - Nova Cruz/RN
Para Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura, o evento foi um sucesso o que demonstra o crescimento das ações do mesmo em prol da cultura potiguar. Dirigentes sindicais do SINDAS/RN
Entrega dos certificados
Uma lembrança de Baía Formosa/RN - Mirante - Praia do Porto

O evento é uma das etapas que o CPC/RN pretende desencadear nas regiões, cujo objetivo é de incentivar as entidades sindicais a transmitir através de suas secretarias ou departamentos culturais atos/ações que possam repassar através de uma peça teatral, dança, música, entre outas suas lutas, preocupações, o mesmo mostrar talentos entre os seus filiados ou mesmo entre suas famílias pessoas que tem talento. Outros virão!

A participação do SINDAS/RN e membros da Escola Estadual ROSA de NOVA CRUZ foram fundamentais para o debate. Foi criado uma comissão que em breve irão visitar a comunidade indígenas de Sagi - Baía Formosa.

Estiveram presentes as cidades de Baía Formosa, Nova Cruz, Natal, Nisia Floresta e Arês.

Nossos agradecimentos aos SINDICATOS - SINDAS/RN, CTB/RN, ADURN, SINDHOTELEIROS/RN, SINTE/RN, SINTRACOMM-Mossoró, SENALBA/RN, STRAF/NOVA CRUZ, SINTE/REGIONAL DE NOVA CRUZ, Prefeitura de Nova Cruz, SME - SMAD, SMAS - Escola Estadual PAULO FREIRE - BAÍA FORMOSA, Escola Estadual ROSA PIGNATARO, Escola Municipal NESTOR MARINHO, ambas de Nova Cruz; Escola Estadual ÀGUIDA SUCUPIRA e Escola Municipal JOÃO ANACLETO ambas de Baía Formosa e  ao comércio: Material de Construção GOMES e aos Supermercados FIGUEREDO, Quero Mais e Vera Avelino e família.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Haddad terá que ser mais que o reflexo de Lula, por Aldo Fornazieri

Haddad terá que ser mais que o reflexo de Lula
por Aldo Fornazieri
Maquiavel o ensinara com ênfase e a História está cheia de exemplos de que quem chega ao poder pela força (pelas mãos) de outro líder tende ao fracasso. Existem inúmeros exemplos que comprovam esta tendência e o último foi o de Dilma Rousseff. Em 2010, após a vitória de Dilma, publiquei um artigo (Estadão 09/11/2010), chamando a atenção para esta tendência e indicando que o principal problema da presidente-eleita seria de ordem política. No final do artigo fiz uma advertência que depois soou quase profética: o principal risco que ela deveria evitar era um processo de impeachment, pois "presidentes com escassa força política própria são sempre suscetíveis de enfrentar investidas seja de forças da oposição, seja até mesmo de forças aliadas, desejosas de mais espaço e poder". Mas a total falta de prudência do governo e do PT impediu que esta variável estivesse presente de forma permanente no cálculo político.
Fernando Haddad tem alguns problemas semelhantes aos de Dilma e algumas vantagens. A probabilidade é a de que ele irá para o segundo turno, com razoável chance de ser eleito presidente, devido a força eleitoral e política de Lula. Desconhecido do grande eleitorado nacional até o início da campanha, Haddad está sendo impulsionado nas intenções de voto pela tática de transferência de voto sintetizada na consigna de que "Haddad é Lula". Havia outra saída? Aparentemente não, pois a manutenção da candidatura Lula até as últimas consequências foi correta. O que poderia ter sido feito era definir antes a candidatura de Haddad como vice de Lula para projetá-lo por mais tempo.
Haddad tem também outros três desafios que foram enfrentados insatisfatoriamente por Dilma. Na base desses desafios está a condição sine qua non do êxito político: a disponibilidade de força política (ou militar) própria. O primeiro diz respeito ao fato de que Haddad não comanda o PT como Lula o comanda. O segundo é que Haddad não tem uma liderança social própria, o que o impedirá de usá-la no jogo de pressões, ardis, astúcia e chantagem em face de aliados e adversários. O terceiro diz respeito a possibilidade, se for eleito, de não ter maioria no Congresso, pois é improvável que os partidos progressistas elejam essa maioria. Neste caso dependeria de forças auxiliares ou mercenárias, como Dilma dependeu e, em certo sentido, Lula também. Isto limita a ação do governo e do presidente.
Os problemas de Haddad são insolúveis? Não, se tiver consciência deles, se os enfrentar desde já, com muita prudência e coragem, as duas virtude cardeais a atividade política. A primeira questão a ser resolvida é como Haddad se apresentará na campanha. Se for um mero reflexo, uma máscara, um espelho de Lula não contribuirá muito para enfrentar os desafios. Haddad terá que se fazer Haddad, construindo sua personalidade política própria, tornando-se um líder singular. Não se trata de desvincular-se de Lula, seja porque, de fato, Haddad herda o seu imenso capital político, a força da sua liderança, o legado do seu governo. Haddad e o PT têm em relação a Lula o dever de uma lealdade devida. Mas Haddad não poderá passar a ideia de que será o herdeiro que manterá ou dissipará a herança recebida. Terá que dizer e mostrar que a multiplicará, que a inovará, que a fará frutificar.
Haddad terá que projetar a imagem de um inovador, de um líder forte e corajoso, pois a sociedade quer mudança e a mudança, dada a natureza da atual conjuntura, só será proporcionada por líderes inovadores, fortes e corajosos. Sabidamente, Haddad tem pouca capacidade de emocionar, algo que Lula é mestre incomparável. Haddad é visto como um tipo mais frio, professoral, racional. Então terá que explorar essas características como virtudes de um líder que o Brasil precisa neste momento. A partir delas e com elas terá que ter a capacidade de persuadir, convencer,  com argumentos convincentes acerca do que irá fazer e de que o que irá fazer é o melhor para o Brasil e para o povo.
O que se quer dizer é que Haddad não pode ser reduzido a um ventríloquo de Lula, pois se for visto assim chegará ao segundo turno como alguém fraco e, se for eleito, será posto a prova a todo momento com testes e confrontações pela oposição. Aqui Haddad leva vantagem em relação à Dilma. O fato de ter sido prefeito e candidato duas vezes à maior e mais importante prefeitura do país atesta que ele não é neófito na arte de comandar e liderar como era a ex-presidente. Espera-se que Haddad tenha extraído duras lições, tanto na vitória e no comando da prefeitura, quanto na derrota de 2016. Na democracia, a derrota é  jogo. Lula perdeu duas vezes no primeiro turno para FHC antes de se eleger duas vezes consecutivas.
Para se tornar um líder autêntico, um grande líder capaz de deixar uma marca singular na história do Brasil, Haddad terá que abandonar uma prática que adotou à frente da Prefeitura de São Paulo: terá que deixar de ser um general de gabinete para ser um general de campo. Todos os grandes líderes, nas diferentes épocas históricas - de Alexandre o Grande a Júlio César, de Carlos Magno a Napoleão Bonaparte, de Lincoln a Mao Tsé-Tung, de Roosevelt a Stalin,  de Charles De Gaulle a Churchill, de Mandela a Lula, só para citar alguns - foram muito mais generais de campo do que generais de gabinete. Um líder político não é um gestor. A principal qualidade que se exige de um líder é comandar e dirigir pessoas, grupos, classes, massas, multidões, exércitos, povos, nações.
Das esperanças de um Brasil melhor que surgiram com a redemocratização e com a Constituição de 1988 só restam escombros. A Constituição rasgada, direitos vilipendiados, um Judiciário parcial e partidarizado, democratas que apoiaram o golpe, militares pressionado de forma indevida o jogo político, apelos a intervenções militares, tutela judicial-militar sobre a política, retorno de epidemias, desemprego, crescimento da miséria e da pobreza, um país que queima sua história nas labaredas da incompetência e do abandono, um país sem futuro. Fracassamos enquanto nação. Fracassamos enquanto país. A direita, o centro e a esquerda fracassaram. Uns mais outros menos, é verdade, e com imputações morais diferentes. Mas não é possível nos eximirmos da responsabilidade.
O Brasil é carente de heróis e líderes autênticos, de dimensão nacional e popular, em sua história. Os heróis dos povos são importantes, pois são fontes anímicas, forças simbólicas e potências de ação para enfrentar os momentos de tragédias e desesperanças ou para construir a grandeza de um país. Hoje, o maior líder do nosso tempo, um líder autenticamente popular, está preso injustamente. É nesse espaço histórico e político que Haddad se apresenta. Ele terá que medir a sua responsabilidade e a sua missão por três metros: pelas profundezas abissais das nossas tragédias; pela imensidão dos nossos desafios e pela estatura da liderança de Lula.
A Deusa Fortuna está oferecendo a Haddad uma ocasião singular que, talvez, nunca mais se lhe apresente na vida. Ela não quer apenas que Haddad chegue num segundo turno ou vença uma eleição. Ela quer que Haddad, qual um Moisés, conduza o povo pelo deserto, rompa o Mar Vermelho e o leve até uma terra prometida. O primeiro passo consiste em castigar os opressores com a praga da derrota eleitoral. Mas a Deusa só se enamora daqueles que agem com ousadia e coragem, daqueles líderes que lutam com ferocidade e impõem não só respeito, mas temor. Haddad precisa fazer-se temido, como indicou no Jornal Nacional. A política brasileira está transformada numa batalha campal. É preciso coragem e virtù para triunfar.
Aldo Fornazieri - Professor da Escola de Sociologia e Política (FESPSP).
Aldo Fornazieri
Fonte: jornalggn.com.br