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terça-feira, 8 de agosto de 2017

11 anos da Lei Maria da Penha: Instituto lança relógio da violência no Brasil

11 anos da Lei Maria da Penha: Instituto lança relógio da violência no Brasil
Foto: Reprodução/Relógios da Violência
Violência contra a mulher (Foto: Thinkstock)
Foto: http://revistamarieclaire.globo.com
Violência contra a mulher: Lei Maria da Penha completa 11 anos em 7 de agosto (Foto: Thinkstock)
Há 11 anos foi aprovada a Lei Maria da Penha (11.340/06), que torna crime a violência doméstica e familiar contra a mulher. Para comemorar a data e aprofundar melhor nos dados sobre o tema, o Instituto Maria da Penha lançou nesta segunda-feira (7) o projeto Relógios da Violência, que estima quantas mulheres são diariamente agredidas física ou verbalmente no Brasil. 
O projeto é baseado em um levantamento realizado pelo Instituto Datafolha, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que mostra que a cada dois segundos uma mulher sofre violência. E por este motivo, o relógio do site funciona com metade da velocidade de um aparelho normal.
Além disso, o site traz – de maneira simples e didática – informações sobre os 6 tipos diferentes de violência contra a mulher, sendo física, verbal, psicológica, patrimonial, sexual, e moral. Explica-se ainda o ciclo de violência e quais são as maneiras de prevenir e combater a situação.
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Até a publicação dessa matéria, às 17h50 da segunda-feira, o relógio já marcava “32.741 mulheres já foram agredidas física ou verbalmente hoje”. Uma vez que os dados são alarmantes – o Brasil, por exemplo, é o 5º país mais violento com mulheres – o Instituto acredita que é necessário “pulverizar a informação para que homens e mulheres se conscientizem do cenário violento que vivemos”.
Segundo Maria da Penha Fernandes, “a informação é uma grande aliada das mulheres quando o assunto é violência doméstica e familiar: é preciso conhecer as diversas formas de agressão e promover o acesso à Lei Maria da Penha em larga escala”.
“Para a mulher, a lei trouxe o reconhecimento de que ela [a mulher] está em um situação especial de vulnerabilidade e naquela circunstância necessita de ajuda. E ainda que, se você não encarar a violência dessa forma, a mulher pode vir a ser uma vítima de feminicídio”, conta a promotora Fabíola Sucasas.
Para impulsionar o apoio ao projeto, o Instituto Maria da Penha lançou também a hashtag #tanahoradepararVeja mais aqui
Carta Capital

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