“A obesidade está no cérebro”, ressaltou a diretora do programa de metabolismo e genética da obesidade do Charles Bronfman Institute for Personalized Medicine, de Nova York, Ruth Loos, em um Simpósio Internacional realizado em Madri (Espanha).
A médica explicou que as pesquisas hoje estão voltadas a descobrir novos genes para entender melhor a biologia da obesidade, e assim poder dirigir os esforços de maneira mais racional. Segundo ela, com a informação disponível atualmente, não é possível prever de maneira precisa quem será ou não obeso, e só é possível estimar de 5% a 20% da genética da obesidade.
Fonte: SINDSPUMC
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