terça-feira, 20 de novembro de 2018

VÍDEO: Discurso de Bolsonaro de 2013 prova que ele mente agora sobre o Mais Médicos

Publicado por Joaquim de Carvalho
Este vídeo, de um discurso de Bolsonaro em 2013, desmente o que Bolsonaro disse há pouco, ao afirmar que havia imposto como uma das condições para a permanência dos médicos cubanos no Brasil a possibilidade de trazerem cônjuge e filhos. No discurso, Bolsonaro se manifesta contra esse direito. E não só. Segundo reportagem do Catraca Livre, ele apresentou projeto de emenda à medida provisória do Mais Médicos para proibir que os parentes dos médicos pudessem trabalhar no Brasil.

Em entrevista à TV Record, no dia 29 de outubro, há havia dito que achava desumanidade os médicos cubanos não poderem trazer seus familiares. Era uma mentira, porque podiam. Bolsonaro se revela cada vez mais um pessoa que não tem o mínimo compromisso com a verdade.



Fontes:


https://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com/2018/11/video-discurso-de-bolsonaro-de-2013.html
Fonte: ajusticeiradeesquerda.blogspot.com/

Significado do Dia da Consciência Negra - O que é o Dia da Consciência Negra:

CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN
O Dia da Consciência Negra é uma data celebrada no Brasil no dia 20 de Novembro. Este dia está incluído na semana da Consciência Negra e tem como objetivo um reflexão sobre a introdução dos negros na sociedade brasileira.
O dia 20 de Novembro foi escolhido como uma homenagem a Zumbi dos Palmares, data na qual morreu, lutando pela liberdade do seu povo no Brasil, em 1695. Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, foi um personagem que dedicou a sua vida lutando contra a escravatura no período do Brasil Colonial, onde os escravos começaram a ser introduzidos por volta de 1594. Um quilombo é uma região que tinha como função lutar contra as doutrinas escravistas e também de conservar elementos da cultura africana no Brasil.
Em 2003, no dia 9 de Janeiro, a lei 10.639 incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar. A mesma lei torna obrigatória o ensino sobre diversas áreas da História e cultura Afro-Brasileira. São abordados temas como a luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira, o negro na sociedade nacional, inserção do negro no mercado de trabalho, discriminação, identificação de etnias etc.
Aprenda mais sobre os significados de discriminação, racismo, xenofobia e etnia.
Em inglês, a tradução literal de Dia da Consciência Negra seria "Black Awareness Day". No entanto, nos Estados Unidos e Canadá existe o "Black History Month" (Mês da História Negra), que é celebrado todos os anos em Fevereiro.

Feriado no Dia da Consciência Negra

Em 2011, a presidente Dilma Roussef sancionou a lei 12.519/2011, que criou a data, mas que não obriga que ela seja feriado. Isso significa que ser feriado ou não vai variar de cidade para cidade. O Dia da Consciência Negra é um feriado em mais de 800 cidades brasileiras.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Assessor de Bolsonaro sugeriu auxílio a idosos e pessoas com deficiência só a partir de 85 anos

Conhecido como BPC (Benefício de Prestação Continuada) e igual a um salário mínimo, o auxílio é garantido a partir dos 65 anos a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.
Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição deste domingo (18), informa que o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Arthur Bragança de Vasconcelos Weintraub, que foi convidado por Paulo Guedes para assessorar o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sugeriu no ano passado restringir o acesso ao benefício assistencial pago pelo governo a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.
Conhecido como BPC (Benefício de Prestação Continuada) e igual a um salário mínimo, ele hoje é garantido a partir dos 65 anos. Weintraub sugeriu elevar a idade mínima para 85 anos, reduzindo o valor do benefício a frações para os mais novos.
Weintraub, que é especialista em Direito Previdenciário e atua na equipe de transição formulando uma nova proposta para o regime de aposentadoria.
O professor está  processando por dano moral, com pedido de indenização, uma estudante universitária por uma publicação no Facebook em que ela o chama de “mau caráter” por querer interditar o próprio pai.
Fonte: Revista Fórum

Bolsonaro repassa R$ 2 mi em emenda para Santa Casa

Por Robson Pires
Ainda no mandato de deputado federal pelo PSL do Rio de Janeiro, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, destinou R$ 2 milhões em uma emenda individual parlamentar para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG), hospital que prestou o primeiro atendimento após o então candidato à Presidência levar uma facada durante um ato de campanha na cidade mineira em setembro.
Como parlamentar, Bolsonaro tem direito a direcionar R$ 15,4 milhões em emendas ao Orçamento da União de 2019, sendo que metade do valor tem de ser destinada para ações e serviços públicos de saúde, como determina a Constituição.
Logo após ter se recuperado do ataque, Bolsonaro chegou a dizer que “nasceu de novo” no hospital. Ele também quis doar para a instituição um valor do montante arrecadado para sua campanha e que acabou não ocorrendo. Esse tipo de doação não é permitida pela legislação eleitoral por se tratar de recursos de campanha.
A emenda para a Santa Casa de Juiz de Fora, no entanto, difere de grande parte das rubricas orçamentárias historicamente apresentadas por Bolsonaro ao longo dos 27 anos em que é deputado federal. Ele sempre priorizou o repasse para instituições de saúde, de educação e de outras áreas ligadas às Forças Armadas.

Bolsonaro, enquanto deputado, propôs retirar direitos de familiares de médicos cubanos

Jair Bolsonaro (PSL) (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Publicado originalmente no Brasil de Fato
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que na última quarta-feira (14) ofereceu “asilo” a cidadãos cubanos, tentou dificultar a permanência de familiares de médicos da ilha caribenha no Brasil durante seu sétimo mandato como deputado federal. Por meio de uma emenda, apresentada em 5 de maio de 2016, o então parlamentar do Partido Social Cristão (PSC) propôs que os dependentes legais dos médicos intercambistas fossem proibidos de “exercer atividades remuneradas, com emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social pelo Ministério do Trabalho e Emprego”.
Na justificativa da emenda, assinada em conjunto com o filho Eduardo Bolsonaro (PSC, hoje PSL), o capitão reformado declarou que o intuito era “limitar o estabelecimento de vínculos permanentes” no Brasil. A proposta não foi acatada, e os familiares dos médicos cubanos mantiveram o direito de trabalhar legalmente – conforme expresso no quarto capítulo da Lei nº 12.871, de outubro de 2013, que institui o Programa Mais Médicos.
O contexto de apresentação da emenda era a discussão da Medida Provisória 723/2016, que prorrogou por três anos o prazo de atuação dos profissionais do Programa Mais Médicos contratados por meio de intercâmbio. Das 28 emendas ao texto do relator Humberto Costa (PT) apresentadas, três eram de autoria da família Bolsonaro. Além da proibição das atividades remuneradas, a dupla Jair e Eduardo Bolsonaro propunha que os médicos estrangeiros só pudessem “receber valores do Governo brasileiro em conta aberta em instituição bancária nacional, sendo vedado o envio de recursos de qualquer natureza para governos ou instituições oficiais no exterior”, e que o prazo de dispensa da revalidação dos diplomas fosse estendido por um, e não três anos.
A MP foi aprovada no plenário do Senado no dia 24 de agosto de 2016. A única emenda acolhida pelo relator, de autoria do deputado Alan Rick (PRB), estabeleceu que médicos brasileiros, formados no Brasil ou com diploma revalidados em território nacional, deveriam ter prioridade no preenchimento das vagas remanescentes dos processos de seleção.
“Mercenários”
Na última quarta-feira (14), o governo cubano anunciou a ruptura do convênio com o governo brasileiro e sua retirada do Programa Mais Médicos, após declarações “ameaçadoras e depreciativas” do presidente eleito. Os profissionais atuavam em 2.857 municípios, dos quais 1.575 contavam apenas com atendimentos de médicos cubanos – a maioria deles, em regiões de difícil acesso.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) estima que 28 milhões de pessoas, de todas as regiões, serão afetadas pela saída dos médicos cubanos do país.
Conforme registrado no Diário da Câmara dos Deputados em 23 de agosto de 2016 – véspera da aprovação da MP no plenário do Senado –, Jair Bolsonaro fez uma série de críticas ao Mais Médicos e levantou suspeitas sobre a intenção dos profissionais cubanos ao emigrar. “Com este programa, V.Exas. [Vossas Excelências] estão botando dentro da sua cozinha uma cascavel. Já foi levantado que há militares e agentes cubanos neste programa. V.Exas. podem ser surpreendidos, mais cedo ou mais tarde, com ações desta gente aqui no Brasil”, disse. “V.Exas. estão entregando o Brasil para pouco mais de 12 mil agentes cubanos. Que isso fique bem claro! A tradição de Cuba é exportar mercenários”, completou Bolsonaro.
No texto da emenda, Jair e Eduardo Bolsonaro dizem discordar do programa “em sua totalidade”.
De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), a maior parte dos municípios brasileiros onde os cubanos atuam têm 20% ou mais da população em condições de extrema pobreza. O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) apelaram para a manutenção dos profissionais cubanos no Brasil sob risco de faltar atendimento à população.
Em Cuba, a Atenção Primária à Saúde (APS) cobre 100% do território. No país socialista, um médico de família atende, no máximo, 1,5 mil pessoas, que moram no mesmo bairro que o médico. No Brasil, esse número chegava a 4 mil pessoas.

O orçamento previsto para rede pública de saúde no Brasil este ano foi de R$ 131 bilhões. Jair Bolsonaro tomará posse como presidente da República em 1º de janeiro de 2019 e não prevê ampliação de recursos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

Exclusivo: Defesa de Lula recorre para evitar que substituta de Moro sentencie o ex-presidente. Por Joaquim de Carvalho

A defesa do ex-presidente apresentou habeas corpus ao Tribunal Regional Federal da 4a. Região na última sexta-feira para impedir que Gabriela Hardt sentencie Lula no processo sobre o terreno que seria do Instituto Lula e do aluguel de um apartamento vizinho ao do ex-presidente.
A defesa alega que Lula sofre constrangimento ilegal da parte da juíza Gabriela Hardt.
Lula foi ouvido neste processo no dia 13 de setembro do ano passado, em audiência presidida por Sergio Moro.
No início do mês, Moro saiu de férias depois de acertar sua entrada no governo de Jair Bolsonaro, a que servirá como ministro da Justiça.
Na semana passada, com a repercussão negativa da decisão de se manter magistrado enquanto encaminha a transição do governo, pediu exoneração.
Ao mesmo tempo, a substituta de Moro tocou os processos da Lava Jato e, com o processo do terreno concluído, ela determinou a conclusão dos autos, o que significa que se prepara para dar a sentença.
O problema, entretanto, é que o Código de Processo Penal, alterado em 2008, garante ao réu o direito de ser sentenciado pelo juiz que tomou seu depoimento.
É o que se chama, no direito, de princípio da identidade física do juiz.
Os advogados de Lula fizeram essa lembrança à substituta de Sergio Moro, ao pedir que o ex-presidente seja ouvido novamente.
Entretanto, ela indeferiu o pedido, contrariando, segundo a defesa, os artigos 196 e 399 do Código de Processo Penal, bem como no Pacto de San Juan da Costa Rica.
Para Gabriela Hardt, o principio da identidade física do juiz não seria absoluto. Na internet, se encontram artigos de juristas de dão razão a ela, porém um julgamento recente no Tribunal Regional Federal do Distrito Federal, citado pela defesa de Lula, resultou na anulação de uma sentença de primeiro grau, pelo fato de que a sentença foi dada por uma magistrado que não aquele que ouviu o réu.
Ao negar o pedido, Gabriela usou um argumento que pode ser entendido como pueril. “Os depoimentos das testemunhas e dos acusados foram todos gravados em mídia audiovisual e estão à disposição do Juízo, que irá analisa-los oportunamente, antes da prolação da sentença”, disse.
Ora, nessa caso, para que interrogatório presencial? Basta o juiz formular as perguntas para que o réu grave em vídeo, e seu advogado junte no processo.
Nesse episódio, destaca-se também uma balança de dois pesos e duas medidas presente na 13a. Vara Federal Criminal do Paraná.
Sob autoridade de Moro, o ex-diretor Renato Duque foi ouvido mais de uma vez, no mesmo processo, a pedido de seus advogados.
O juiz concordou, mas, naquele caso, não era para se defender, mas para acusar, numa tentativa de obter os benefícios de um acordo de delação premiada. Se, no viés de acusação, a Justiça aceita novo depoimento, por que não no de defesa?
Além disso, que prejuízo haveria para o processo um novo interrogatório? Só a pressa justifica a negativa de Gabriela Hardt.
Mas este não é o único problema levantado no habeas corpus para tentar impedir que a pressa da juíza incorra em mais uma condenação de Lula sem provas, e que possa ser interpretada como o desfecho de um jogo de cartas marcadas, um processo em que Lula já estava condenado antes mesmo da apresentação da denúncia pelo Ministério Público Federal.
Gabriela Hardt foi autorizada a substituir Moro através da portaria número 587, de 6 de junho de 2018.
Entretanto, a portaria não permite que ela atue no processos da Lava Jato. A vedação é expressa, ao estabelecer que ela exerceria a função “sem prejuízo de sua jurisdição, no período de 08 de junho de 2018 a 07 de dezembro de 2018, processar e julgar os processos distribuídos ao Juízo Federal da 13ª Vara Federal de Curitiba, com exceção daqueles relacionados à denominada Operação Lava Jato”.
Isso significa que, em tese, todos os atos praticados por ela nos processos da Lava Jato, inclusive os de Lula, seriam nulos.
É uma alegação que o Tribunal Regional Federal da 4a. Região terá de enfrentar nos próximos dias, ao julgar o HC.
Essa portaria repete outras, que também autorizaram Gabriela Hardt a substituir Moro, mas sempre com vedação a atos da Lava Jato.
Quando Moro entrou de férias, recentemente, foi aberta uma exceção: ela poderia atuar nos processos da Lava Jato, mas apenas entre 5 e 18 de novembro (Portaria nº 1.151, de 06 de novembro de 2018, editada pela Dra. Eliana Paggiarin Marinho, DD. Juíza Auxiliar da Corregedoria Regional do TRF4).
Nesse caso, Gabriela Hardt deixa de ter autoridade sobre a Lava Jato hoje. Outra portaria estabelece que, entre amanhã e 21 de novembro, caberá à juíza Carolina Moura Lebbos, da 12a. Vara Federal substituir Moro. Todas as portarias foram assinadas quando Moro ainda era o juiz titular, mas ele pediu demissão na semana passada.
Por isso, no HC impetrado sexta-feira pela defesa de Lula, os advogados dizem não saber perante que magistrado Lula se apresentará para fazer sua defesa.
“A instrução do feito foi conduzida sem imparcialidade por juiz agora exonerado e o Paciente está impedido, pela decisão impugnada nestes autos, de realizar sua autodefesa perante o juiz(a) que irá sentenciar o feito — o qual sequer é possível identificar neste momento segundo as designações em vigência e segundo as regras para o provimento do cargo de juiz da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba, vale dizer, segundo a garantia do juiz natural.  Essa situação agrava o constrangimento ilegal imposto ao Paciente (Lula).”
O TRF 4, procurado pelo DCM, informou:
“A portaria foi publicada no dia em que Juiz Moro pediu  férias. O documento designava a Dra Gabriela  para substituí-lo somente até hoje, pois ela tinha férias marcadas, referente à escala do segundo semestre de 2018 (aprovada em maio de 2018), previstas para 19/11 a 18/12. Na mesma ocasião, foi designada a Dra Carolina Lebbos para substituição da Dra Gabriela, no período de 19 a 21, período inicial de férias marcado pela Dra Gabriela. Devido à necessidade de serviço, foram interrompidos os dias 19 a 21/11, 29/11 a 03/12 e 10 a 18/12 de férias da Dra Gabriela . Ou seja, ela estará em férias do período incialmente marcado apenas nos dias 22 a 28/11 e 04 a 09/12. Quem a substituirá será Dra Carolina, da 12ª, que já fora inicialmente designada para o período cheio. Carolina substituirá sem prejuízo da própria jurisdição na 12ª. Porém, agora, por motivo de interrupção parcial das férias da Dra Gabriela, será publicada  nova Portaria dando conta das alterações.?
Sobre a vedação de atos de Gabriela Hardt na Lava Jato, o TRF 4 informou que será analisado no julgamento do HC impetrado pela defesa de Lula.
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

domingo, 18 de novembro de 2018

Papa pede que se ouça ‘grito do pobre sufocado pelo do rico’

CIDADE DO VATICANO, 18 NOV (ANSA) – O papa Francisco afirmou neste domingo (18) que “a injustiça é a raiz da pobreza” e pediu para os fiéis ouvirem o “grito dos pobres, cada dia mais forte, mas também menos escutado, sufocados pelo barulho de alguns ricos” A declaração foi dada durante a missa na Basílica de São Pedro, no Vaticano, pela ocasião da 2ª edição da Jornada Mundial dos Pobres, dia instituído pelo Pontífice.
“O clamor dos pobres é diariamente cada vez mais forte, mas a cada dia menos escutado, já que é dominado pelo barulho de alguns ricos, que são cada vez menos, mas mais rico”, alertou.
Francisco também pediu para os fiéis clamarem por “graça para ouvir o grito de quem vive em águas tumultuosas”. “É o grito dos muitos Lázaros que choram, enquanto diversos ricos fazem banquetes com aquilo que justamente pertence a todos”, acrescentou.
A celebração contou com a presença de pelo menos seis mil pessoas, entre elas sem-abrigo, indigentes, imigrantes, além de voluntários e representantes das associações que prestam diariamente assistência às minorias.
Fonte: ANSA

Reservas hídricas do Rio Grande do Norte só vão até setembro de 2019

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Imagem do Google - Barragem Armando Ribeiro Gonçalves
O diretor-presidente do Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN), Josivan Cardoso, afirmou que a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves não corre risco de entrar em volume morto ainda neste ano ou mesmo antes do período chuvoso do próximo ano. Segundo ele, mesmo que não ocorra qualquer recarga no inverno de 2019, a barragem ainda conseguirá chegar ao mês de setembro de 2019 antes de entrar em volume morto.
Josivan Cardoso disse também que não se pode prever um eventual colapso no abastecimento do RN. Ele esclarece que no período anterior à quadra invernosa deste ano, o estado chegou ter apenas 12% do total das reservas hídricas estaduais superficiais, nos grandes reservatórios, que são monitorados pelo Igarn. Consequentemente, isso prejudicou os abastecimentos de diversas cidades potiguares, além dos usos diversos e produções, porque realmente não havia água em quantidade e qualidade para manter os abastecimentos dentro de uma regularidade.
“Neste ano, estamos com 24% do total das nossas reservas hídricas, estamos mantendo todo o controle realizando o monitoramento cotidiano dos volumes, fiscalizações para coibir usos indevidos, realizando rodízios em cidades com maior dificuldade de abastecimento e algumas cidades com o uso dos carros-pipa, devido à já entrada em colapso, pois a situação hídrica é regionalizada. Não se pode estimar um colapso de uma maneira geral porque em algumas regiões os reservatórios tiveram melhor recarga e poderão manter os abastecimentos”, disse.
Para o diretor-presidente do Igarn, o plano emergencial de segurança hídrica também prevê abastecimentos de forma alternativa por adutoras emergenciais que foram construídas, além da implantação de poços onde isso foi possível. Com isso, foi possível uma melhoria, pelo menos, para mitigar a situação de abastecimento quando da redução dessas reservas hídricas como está havendo em algumas cidades.
Por Robson Pires

“Eu também sou réu no Supremo. Tenho que renunciar? Ela já foi julgada? Indaga Bolsonaro

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
Por Robson Pires
O presidente eleito Jair Bolsonaro disse hoje (18) que a futura ministra da Agricultura, a atual deputada Tereza Cristina (DEM-MS), “goza de toda a confiança” de sua equipe. Confirmada há 11 dias para assumir o ministério no futuro governo, a parlamentar teve o nome citado na imprensa por suposto acordo firmado com a JBS.
“Eu também sou réu no Supremo. Tenho que renunciar? Ela já foi julgada? É apenas um processo representado, [assim] como já fui representado umas 30 vezes na Câmara e não colou nenhuma”, afirmou Bolsonaro ao deixar a Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, depois de acompanhar as finais do evento de Jiu-Jitsu Abu Dhabi Grand Slam Rio.
Em seguida, o presidente acrescentou que: “Sou um ser humano e posso errar. Se algum ministro tiver uma acusação grave comprovada a gente toma uma providência. No momento ela goza de toda a nossa confiança.”
A deputada federal é citada por delatores da JBS em acordo firmado no ano passado sobre incentivos fiscais do governo do Mato Grosso do Sul, de acordo com reportagem publicada na imprensa.
Segundo a reportagem, os delatores entregaram à Justiça documentos com a assinatura da parlamentar no período em que ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção do Mato Grosso do Sul.
Fonte: ROBSON PIRES

sábado, 17 de novembro de 2018

Ação de Bolsonaro deve deixar 611 cidades brasileiras sem médicos

Foto: Reprodução Youtube
Este é o número total de municípios que só possuem profissionais de saúde cubanos, que agora terão de deixar o programa Mais Médicos e o país.
A saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos, provocada por uma ação desastrosa de Jair Bolsonaro deve provocar um caos na saúde pública brasileira, especialmente entre as pessoas mais pobres e que moram em municípios afastados dos grandes centros. Das 3.228 localidades alcançadas pelo projeto, 611 correm sério risco de ficar sem nenhum profissional na rede pública já a partir do Natal. De acordo com Mauro Junqueira, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), esse é o número de cidades que só possuem médicos cubanos.
Representantes do Conasems, segundo informações de André de Souza, Cleide Carvalho e Rafael Ciscati, de O Globo, devem se reunir nesta segunda-feira (19) com o Ministério da Saúde, que se apressou em divulgar a abertura de edital para que médicos formados no Brasil ocupem as vagas que eram dos cubanos. Em uma fase posterior, serão chamados brasileiros formados no exterior.
Uma das alternativas será a tentativa de atrair médicos formados pelo Programa de Financiamento Estudantil (Fies). A ideia é costurar uma espécie de troca: os profissionais participariam do programa e, em contrapartida, abateriam parte da dívida.
Para Junqueira, o desafio agora será conseguir repor o mais rapidamente possível os profissionais cubanos, que atendem, principalmente, comunidades em áreas de vulnerabilidade social, comunidades quilombolas, indígenas, ribeirinhos e moradores de áreas de floresta.
“Algumas regiões possivelmente ficarão sem médico por um período entre 60 e 90 dias. Tudo vai depender da celeridade do Ministério da Saúde e do número de inscritos na primeira chamada. O Conselho Federal de Medicina afirmou que tem médicos disponíveis no Brasil, vamos torcer para que todos se inscrevam”, afirmou Junqueira.
A Defensoria Pública da União (DPU) ingressou com uma ação civil pública, na Justiça Federal de Brasília, para manter as regras atuais do Mais Médicos.
Fonte: Revista Fórum

Política - Sub-representação - Menos de 12% do total, mulheres governam cidades menores e mais pobres

Menos de 12% do total, mulheres governam cidades menores e mais pobres
Alzira Soriano foi a primeira mulher latino-americana a ser eleita prefeita. Foi em 1928, na cidade de Lages, no interior do Rio Grande do Norte. O mesmo estado foi o único a colocar uma mulher, Fátima Bezerra, no poder como governadora nas eleições deste ano. 
Passadas nove décadas desde Alzira, o Nordeste ainda é a região com o maior percentual de prefeitas, 16%. Também tem o maior número absoluto: 288, diante de 1.505 prefeitos. Em todo o País, os municípios governados por prefeitas de cidades que abrangem somente 7% da população. 
As mulheres estão no comando de apenas 11,7% das prefeituras no Brasil, apesar de serem 51% da população. Quando se analisa as mulheres negras, o número é mais disforme. Elas são 27% da população, mas governam apenas 3% das prefeituras.
Os dados são da pesquisa Perfil das Prefeitas no Brasil 2017-2020, realizada pelo Instituto Alziras, que ouviu 45% das 649 das prefeitas eleitas em 2016.
As prefeitas acumulam experiência na política em sua trajetória - 88% delas tinham atuação política antes de serem eleitas -, têm mais anos de estudo do que os prefeitos homens - 71% delas têm ensino superior completo e, 42%, pós-graduação.
Elas superam enormes desafios em municípios pequenos e sem recursos - 91% foram eleitas em municípios com até 50 mil habitantes - e têm patrimônios declarados 55% menores em relação aos homens.  
O dossiê traz números que ajudam a entender, para além do perfil destas mulheres, quais são seus maiores desafios e traz uma mostra do machismo: o que elas enfrentam no dia a dia passa longe das dificuldades de um homem na política. Uma em cada cinco prefeitas, por exemplo, destacaram que o trabalho doméstico é uma das principais dificuldades enfrentadas em sua carreira política.
Percalços diários
Segundo Flávia Biroli, professora do instituto de ciência política da UnB e integrante do Instituto Alziras, a divisão sexual do trabalho, que ainda é mais forte principalmente nas cidades pequenas, retira das prefeitas eleitas tempo e recursos. “Elas encontram dificuldades para conciliar a vida política com as expectativas ainda existentes quanto ao papel das mulheres na sociedade”, explica.
Das prefeitas brasileiras, 87% têm pelo menos um filho e 74% estão casadas ou em união estável. Segundo a expectativa de uma sociedade calcada nos estereótipos de gênero e na lógica patriarcal, muitas dessas mulheres acabam fadadas a jornadas duplas ou triplas.
“É interessante notar o baixo percentual de Prefeitas que podem compartilhar com um cônjuge as distintas tarefas domésticas. Essa parcela é de 7% para a limpeza doméstica e para a lavagem de roupas, equivale a 8% na cozinha, subindo para 22% nos cuidados com crianças, idosos e pessoas com deficiência e 18% no caso das compras de mercado.”
Elas também relataram outros percalços que impactam sua vida política. Dentre as prefeitas entrevistadas, 53% já sofreu assédio ou violência política pelo simples fato de ser mulher e 30% foram vítimas de assédio e violências simbólicas no espaço político.
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Atuação dentro dos partidos
“Os partidos políticos investem menos em suas candidaturas do que nas dos homens, abrem menos espaço para elas na propaganda partidária e nas ações de campanha e, com poucas exceções, não adotam medidas para reduzir preconceitos e violências contra elas”, comenta Flávia Biroli, 
Das entrevistadas, 48% reclamou de falta de recursos para campanha, 24% sente falta de espaço na mídia, em comparação com políticos homens. Além disso, 23% relatou já ter sentido desmerecimento de seu trabalho ou de suas falas e 22% sente falta de apoio do partido e/ou base aliada.
Segundo a pesquisa, a posição no espectro ideológico ou a adoção de uma linha progressista não tem refletido necessariamente em uma postura igualitária dentro dos partidos. Em todos eles, há predominância de homens eleitos para o cargo de prefeito. Dentro do PT, elas são 12%, no PSDB, são 10%, por exemplo.
O dossiê não fala sobre candidatas laranja nas prefeituras. Desde 2009, quando o Tribunal Superior Eleitoral exigiu 30% de diversidade de gêneros nas candidaturas, os partidos correm atrás da meta. Além disso, 30% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha deve ser destinado às candidaturas femininas.
Com as candidaturas laranja, os partidos tentam para burlar as regras, registrando qualquer candidata - saiba ela ou não - e invisibilizando as candidaturas, dando pouco ou quase nenhum dinheiro a elas. Nem todas recebem parte da fatia do fundo de financiamento, que é repassada para outro candidato.
Tomando espaços
Apesar dos desafios, a pesquisa traz dados positivos em relação à uma superação, ainda que lenta, da sub-representação das mulheres na política. Das prefeituras chefiadas por mulheres, 69% tem ações específicas para esse público.
Ainda é objeto de estudo na Ciência Política se mulheres governam necessariamente para outras mulheres. A pesquisa mostra, entretanto, que a participação de mulheres na política estimulam outras a também tomarem esse espaço para si.
De acordo com o dossiê, 55% das prefeitas tem seu secretariado composto por mais de 40 % de mulheres. Além disso, das entrevistadas, 53% citou como figuras de inspiração mulheres que estiveram ou estão na carreira ou atuação política. De Zilda Arns a Angela Merkel.   
Para Flávia Biroli, o tema da sub-representação das mulheres na política no Brasil entrou no debate público apenas com a transição para a democracia, ainda nos anos 1980. “Embora as mulheres continuem em larga desvantagem na política, a sub-representação aparece como problema no debate público”, afirma.
Fonte: CARTA CAPITAL

Mais Médicos: Conselho de Segurança dos EUA elogia Bolsonaro

Jair Bolsonaro presta continência à bandeira dos Estados Unidos em Miami, nos Estados Unidos / Reprodução
Nota divulgada pela Reuters dá conta de que o Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSC, na sigla em inglês), um órgão de assessoria direto do presidente norte-americano, elogiou o presidente eleito Jair Bolsonaro pela “posição” que ele adotou contra o governo cubano na questão do programa Mais Médicos.
“Elogiamos o presidente eleito do Brasil, @JairBolsonaro, por tomar posição contra o regime cubano por violar os direitos humanos de seu povo, incluindo médicos enviados para o exterior em condições desumanas”, escreveu o órgão, em português, em sua conta no Twitter, logo após um texto com o mesmo teor em inglês.
Na mesma rede social, Bolsonaro agradeceu o elogio do NSC em inglês.
Para ambos, parece não importar que 28 milhões de brasileiros ficarão sem atendimento médico.
O elogio mostra que Bolsonaro tem hoje conexão direta com a administração de Donald Trump. Ontem, o Departamento de Estado já havia se manifestado.
Durante a pré-campanha, o presidente eleito já havia batido continência para a bandeira norte-americana e, nesta semana, nomeou para chefiar o Ministério das Relações Exteriores um diplomata inexpressivo que é admirador de Donald Trump.
Por trás desse alinhamento, está Steve Bennon, conselheiro de Donald Trump, que ajudou na campanha de Bolsonaro, um estrategista de comunicação que criou O Movimento, de direita, para influenciar na política em todo o mundo.
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

domingo, 11 de novembro de 2018

General Villas Bôas confessa que exército esteve no limite de intervenção caso Lula fosse solto

General Villas Bôas confessa que exército esteve no limite de intervenção caso Lula fosse solto
A eleição de Jair Bolsonaro coloca desafios radicais para os meios de comunicação progressistas. Entre eles, o de realizar uma cobertura muito mais atenta do que se passa na capital da República.
É em Brasília por onde passam leis, decretos, medidas provisórias e acontecem debates que podem mudar o país. Que podem enterrar direitos conquistados à base de muita luta.
Bolsonaro já deu todos os sinais que pretende implantar uma agenda ao mesmo tempo ultraliberal na economia e de inspiração fascista no tocante à política e ao comportamento.
Fórum quer contribuir com seu jornalismo sério e comprometido para que isso não aconteça.
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Fonte: REVISTA FÓRUM

Depois da eleição de Bolsonaro, os demônios interiores saíram para passear

Eleitores comemoram vitória de Bolsonaro
Eu acompanhava uma amiga no aeroporto, em São Paulo. Os elevadores que levavam do estacionamento aos terminais demoraram. Quando finalmente entramos, estava lotado. Um homem com um bebê no colo, possivelmente seu neto, gritou: “Quando Bolsonaro assumir, isso aqui vai andar rápido!”. E acrescentou: “Pá! Pá! Pá!”. Abri a boca para perguntar: “Você está atirando no seu neto?”. E então percebi que não poderia fazer isso sem me arriscar a sofrer violência. O homem e a família que o rodeava realmente pareciam acreditar que Bolsonaro dará “um jeito em tudo”, dos “comunistas” que supõem existirem aos milhões, à velocidade dos elevadores.

A eleição de Jair Bolsonaro, o populista de extrema direita que será o próximo presidente do Brasil, liberou algo no país. Um ressentimento contido há muito – por muitos. Todo o tipo de recalque emergiu dos esgotos do inconsciente e hoje desfila euforicamente pelas ruas, escolas, universidades, repartições públicas, almoços de família.

Gays são ameaçados de espancamento se andarem de mãos dadas, ou simplesmente por existir, mulheres com roupa vermelha são xingadas por motoristas que passam, negros são avisados que devem voltar para a senzala, mulheres amamentando são induzidas a esconder os seios em nome da “decência”. Aquele amigo de infância de quem se guardava uma boa lembrança escreve no Facebook que chegou a sua vez de contar o quanto o odiava em segredo e que pretende exterminá-lo junto com a sua família de “comunistas”. Um conhecido que passou a vida adulta acreditando merecer mais sucesso e reconhecimento do que tem, agora espalha sua barriga no sofá da sala e vocifera seu ódio contra quase todos. Outro, que se sempre se sentiu ofendido pela inteligência alheia, sente-se autorizado a exibir sua ignorância como se fosse qualidade.

Mensagens no Facebook anunciam que vão caçar todos os que votaram contra Bolsonaro e jogá-los na fronteira. Aqueles que se opuseram ao autoritarismo são tratados por essa multidão enraivecida como se fossem estrangeiros – e o país tivesse deixado de pertencer também a eles. Como nos princípios do regime totalitário do cada vez mais atual 1984, clássico de George Orwell: “Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força”.

A atmosfera tóxica do Brasil atual pode ser resumida por um trecho da carta que chegou ao Centro Acadêmico da Geografia, na Universidade Federal do Pará, em Altamira: “Bem vindos ao fascismo! Agora é a nossa vez, agora é o nosso momento, vocês vão ter que engolir porque vamos passar por cima de cada um de vocês, cada gay, cada sapatão, preto e preta. Vamos exterminar cada um de vocês. (...) Vão morrer um por um, cada preto e preta que acham que podem sair da senzala”. A carta anônima termina com: “Viva Bolsonaro! Viva a ditadura! Viva o Fascismo! Viva o Carlos Alberto Brilhante Ustra!”.

Como as palavras se esvaziaram de sentido no Brasil, “comunismo” e “comunista” virou o nome para tudo e todos que se odeia, seja pela orientação sexual, pela cor da pele ou pela atuação política. O termo não tem mais nenhuma relação com seu conceito, mas foi apropriado como o pecado da parcela da população que denunciou o autoritarismo criminoso de Bolsonaro, um apologista da tortura e dos torturadores. E assim o Brasil inaugura um outro tipo de Guerra Fria.

O pacto civilizatório, aquele que permitia a convivência, já vinha sendo rompido nos últimos anos no país. Agora foi rasgado por completo. Este é o primeiro sinal.

Eliane Brum

No El País

Fonte: contextolivre.com.br

Assinaturas: 2 milhões contra aumento de ministros

Uma campanha online contra o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já conta com mais de 2 milhões de assinaturas. A iniciativa foi feita pelo Partido Novo, que também peticionou o presidente Michel Temer contra o aumento. aumento de salário do STF
Segundo a legenda, o aumento de salário do STF “causa enorme impacto fiscal em todos os Estados brasileiros, devido a alteração do teto de salários do funcionalismo público”. Se sancionado o projeto de lei que prevê o aumento, a remuneração dos ministros passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais.
Fonte: Robson Pires