segunda-feira, 8 de junho de 2015

"A democracia está em crise porque o dinheiro controla governos"

Criador do movimento Occupy Wall Street, o ativista Micah White culpa a influência de corporações nos governos pela crise política e afirma que os protestos são ineficazes e precisam se reinventar
Uma onda de revoltas contra o sistema político tomou o mundo desde 2010, com protestos se estendendo de Túnis a Brasília, passando por Madrid, Atenas e Nova York. Apesar de separados por milhares de quilômetros, os atos possuem elementos comuns. Para Micah White, ativista e criador do Occupy Wall Street, as revoltas e protestos expõem odescontentamento da população em relação à representação política e à influência do dinheiro das corporações nos governos.
Segundo o ativista, as diversas manifestações, que aconteceram em diferentes continentes e em um espaço curto de tempo, são um sintoma de um "sentimento contagiante de descontentamento" e só "foram possíveis graças à internet". Contudo, tanto a Primavera Árabe, em 2010, quanto o 15M na Espanha, em 2011, ou as manifestações de junho de 2013, no Brasil, foram incapazes de produzir os resultados esperados. "Estamos vivendo o período com mais protestos da história humana, porém eles não estão funcionando. E quando se alcança esse momento, em vez de repetir os comportamentos tradicionais, de gritar e segurar cartazes, é preciso inovar", afirma Micah White em entrevista aCartaCapital, na qual fala também sobre seu livro, O fim do protesto.
CartaCapital: Existe uma crise nas democracias representativas de hoje em dia?
Micah White: Com certeza. Além de uma crise na democracia representativa, existe uma crise no modelo de ativismo, de como as pessoas protestam. Existe uma crise no poder dado às pessoas para forçar os governos a fazer o que elas querem. Como não há uma forma para que pessoas comuns protestem e aprimorem ou mudem os governos, de certa forma, não existe democracia. Essa realidade gerou o Occupy Wall Street e diversos outros protestos que estão acontecendo ao redor do mundo.
CC: O problema é que a democracia já não funciona mais ou que não temos instrumentos de democracia direta?
MW: No caso dos Estados Unidos, eu realmente não acho que haja democracia no sentido de pessoas conduzindo o governo. O que realmente acontece é que o dinheiro conduz o governo e é impossível se eleger sem ter muito dinheiro. A outra ponta dessa realidade é que quem gasta mais dinheiro vence as eleições. Essa é a crise de representatividade. Com isso, também temos o problema de corporações e associações poderem financiar partidos políticos de forma ilimitada. Na verdade, nós não temos uma democracia. Temos alguma outra coisa, algo mais distante.
CC: Isso significa que o sistema democrático não funciona mais?
MW: Eu não acho de forma alguma que o sonho da democracia esteja morto. O sonho da democracia vem acontecendo desde o princípio da civilização e os humanos sempre estiveram lutando por democracia. Por cinco mil anos derrubamos faraós, reis e tiranos à procura de democracia. Agora, estamos em um daqueles momentos da história em que temos um ponto baixo de democracia, mas haverá um ponto alto de democracia logo. Isso requer, contudo, um tipo de inovação dentro de nossos conceitos de ativismo.
CC: Como é possível reduzir o poder de corporações no governo, seja por meio de financiamento de campanha, seja por meio dos lobbies dentro do Congresso?
MW: A única forma de remover o poder das corporações em nossa sociedade seria criar um movimento social capaz de vencer eleições. Como movimentos e como ativistas, nós temos evitado a única solução, que é: nós temos que construir movimentos sociais que também possam funcionar como partidos. Essa é uma necessidade que não queremos ouvir. Pensamos que podemos apenas organizar protestos baratos e ficar realmente bravos. O Occupy Wall Street foi um evento que acontece uma vez na vida e não funcionou porque estávamos perseguindo uma falsa teoria de como mudanças sociais acontecem. Nós acreditamos, ou quisemos acreditar, que um grande número de pessoas indo para as ruas causarão possíveis mudanças em seus governos, mas quando se alcança isso percebe-se que isso não é verdade. A única forma de vencer é criar algo híbrido entre um movimento social e um partido político. Algo que não tenha líderes, mas que tenha porta-vozes e uma organização que dure mais do que seis meses.
CC: Como é possível alcançar mudanças sociais por meio dos protestos?
MW: Hoje, os movimentos sociais pedem para que seus participantes façam coisas muito básicas e pequenas, como ir às ruas, segurar cartazes ou gritar. Esses são comportamentos muito básicos e que não possuem mais efeito. O Occupy Wall Street e o 15M, na Espanha, trouxeram comportamentos mais complexos, como participar de assembleias gerais ou com gestos de mãos, mas ainda são coisas muito simples. Eu acho que temos de pedir mais dos participantes. Temos de mostrar que movimentos sociais requerem coisas difíceis, como vencer eleições, escrever legislações, governar nossas cidades... Precisamos de comportamentos que envolvam um investimento maior do que apenas aparecer, e a internet nos permite isso. Graças às redes sociais, é hora de tratar os participantes como capazes de desenvolver comportamentos sofisticados e ensiná-los a fazer isso.
CC: As redes sociais podem ter um novo papel para organizar e promover as comunicações dos protestos?
MW: Absolutamente. Eu acho que o papel da internet é espalhar emoções contagiantes. Se olharmos para a Primavera Árabe e o Occupy Wall Street parece que o gatilho do movimento foi uma sensação que se espalhou pelo mundo inteiro e era uma sensação de basicamente perder o medo. Pessoas diziam “eu não me importo, este é o momento” e iam às ruas. Isso é o que as redes sociais fazem: elas nos permitem transferir essa sensação para o mundo todo. O outro poder é nos permitir inovar nossas táticas em tempo real. A partir do momento em que pessoas vêm algo nosso surgir em um lugar, elas podem reproduzi-lo em outro. Foi assim com o Occupy Wall Street.
CC: A internet pode se tornar algo maior do que uma rede na qual sentimentos são espalhados?
MW: Existe uma esperança que talvez a internet nos permita uma democracia eletrônica. Essa é a ideia do Movimento 5 Estrelas, na Itália. Os participantes vão aos debates eleitorais, mas também usam a internet para decidir sobre a legislação e até eleger os candidatos das eleições. A ideia de a internet ser um grupo decisão é muito interessante, mas difícil de atingir.
CC: Algumas pessoas preferem um ativismo digital a sair às ruas. O que você acha disso?
MW: Nos estágios iniciais, a internet foi muito importante para os movimentos sociais. Contudo, com o tempo, a internet passou a ser prejudicial porque as coisas começaram a parecer melhor na internet do que na vida real. Com o Occupy foi assim. O protesto parecia melhor no Facebook do que ele era nas ruas. Isso é negativo porque as pessoas começam a preferir a experiência online à do mundo real. Por isso, é uma faca de dois gumes. A internet é uma arma, que não está totalmente sobre o nosso controle, e que é muito difícil de usar.
CC: Você acredita que o avanço do neoliberalismo ajudou a reduzir a importância dos movimentos sociais pelo mundo?
MW: Protestos são uma forma de guerra e guerra é a política por outros meios. Protestos são formas de influenciar o sistema político por métodos não convencionais. E a revolução é uma mudança no regime legal. É transformar o legal em ilegal ou o ilegal em legal. Ou seja, é uma forma de estado de guerra. Por isso, é claro que as forças que estão no poder irão usar todos os meios possíveis para destruir os movimentos sociais. O problema é que não vemos os protestos no contexto de guerra. Nós os vemos como uma grande festa ou coisa do tipo, enquanto o outro lado percebe a importância disso. O mais importante, contudo, não é culpar os outros, mas culpar a si mesmo. Movimentos sociais não falharam porque a polícia era muito forte. Durante a história, pessoas derrubaram governos com uma polícia muito mais forte, seja porque eles descobriram uma forma ou porque conseguiram fazer com que a polícia mudasse de lado. Por isso, quando falhamos é porque nossa teoria estava errada e não porque o outro lado era mais forte.
CC: Occupy Wall Street nasceu em 2011 e influenciou diversos movimentos pelo mundo. Até hoje, temos diversos movimentos sociais surgindo na Europa ainda influenciados pelo 15M ou pelo Occupy. Você atribui isso à internet?
MW: O que aconteceu é que uma nova tática surgiu e funcionou, por isso, se espalhou. Occupy Wall Street combinou táticas usadas no Egito com as da Espanha e aplicou nos Estados Unidos. A polícia não soube responder a essa nova estratégia e é por isso que o movimento funcionou. Uma vez que a polícia descobre como responder, ela destrói todos os movimentos da mesma forma. É guerra constante de novas estratégias de ataque e contra-ataque. O interessante do momento em que estamos é o aumento da frequência dos protestos, assim como da repressão. Isso é muito bom, mas por outro lado, é preciso ser cético porque estamos vivendo o período com mais protestos da história humana, porém eles não estão funcionando.
CC: Você acredita que podemos estar em momento histórico de ruptura?
MW: O que eu imagino é o nascimento de um movimento social que ganhe eleições em um país e depois começa a ganhar eleições em múltiplos países. Aí você terá Podemos, Syriza ou o Movimento 5 Estrelas em cinco, seis ou dez diferentes países. É... eu realmente acho que é sobre esse enredo de um movimento social global.
CC: Você não se acha muito otimista?
MW: Eu acho que vivemos em um momento em que as pessoas estão tão focadas naquilo que parece possível que nós não alcançamos nada. É preciso incomodar o poder e não agir apenas com aquilo que é seguro. Foi isso que Occupy Wall Street e a Primavera Árabe fizeram. O melhor ativismo é aquele que mexe com as coisas que temos medo.
Fonte> Carta Capital

CTBs estaduais se preparam para o Conselho Nacional da CTB, em setembro

A CTB nacional convida as CTBs estaduais a se mobilizarem para o próximo Conselho Nacional da Central a se realizar do dia 29/9 a 1/10 deste ano. O encontro define as estratégias e projetos da CTB para o próximo biênio.
Os debates estaduais são realizados até o dia 31 de julho, período em que também são eleitos os delegados que vão participar do Conselho Nacional e serão responsáveis por encaminhar subsídios, ideias e contribuições de cada estado para enriquecer o debate nacional.
O documento que norteia as discussões deste ano é intitulado “Democracia e Desenvolvimento com valorização do trabalho”, tese defendida pela central em sintonia com a atual conjuntura socioeconômica e política do país.
"É deste debate coletivo que se cria a estratégia que irá orientar as ações da Central até o próximo Congresso", diz o secretário geral da CTB, Wagner Gomes. 
Fonte: CTB

PAGAMENTO DO ADIANTAMENTO DE 40% DO 13º DA CATEGORIA


Confira a data do pagamento dos 40% do seu 13º Salário

A direção do SINSP fez uma longa peregrinação durante toda a semana passada buscando garantir o pagamento do adiantamento dos 40% do seu 13º Salário dos servidores da administração direta do estado.

De acordo com Janeayre Souto (presidenta do SINSP), após visita realizada pela direção do SINSP na SEPLAN na tarde da última sexta feira (5), foi confirmado que o pagamento dos 40% do seu 13º Salário, será sexta-feira (19), independente de faixa salarial. Esse pagamento contemplará servidores ativos, inativos e os pensionistas.

Fonte: SINSP

sábado, 6 de junho de 2015

Comissão da Verdade da UNE lança relatório



CONTRA O EXTERMÍNIO DA JUVENTUDE NEGRA
por Bruno Huberman. 

Iago Montalvão, estudante de direito na UFG e diretor da UNE, leu uma carta enviada pela esposa e pelos filhos de Ruy. O colega de militância e ex-presidente da UNE Javier Alfaya discursou em memória do amigo.

O baiano Ruy Cézar, ex-presidente da UNE morto em 2013, foi o grande homenageado do ato. Ruy foi o responsável pela condução do Congresso de reconstrução da entidade em 1979, em Salvador.

“A UNE fez exatamente o que nós da CNV gostaríamos: dar continuidade às investigações e avançar. A legitimidade que a UNE tem deve ser colocada a serviço dessa missão que o Brasil tem com seu passado, da reconciliação que nossa sociedade precisa”, afirmou Dallari.José Carlos, da Comissão de Anistia, defendeu a reabertura de processos como forma de fomentar a justiça no presente. “É preciso um novo debate sobre a responsabilização dos torturadores, um novo conceito de anistia para finalmente punir os torturadores”, afirmou.

O coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari, participou do ato e congratulou a UNE pela iniciativa.

Ato no 54º Conune e publicação prestam homenagem aos estudantes que resistiram à ditadura militarA memória dos estudantes brasileiros que resistiram e tombaram em defesa da democracia durante o regime militar (1964-1985) foi lembrada nesta sexta-feira (5) no ato de lançamento do relatório final da Comissão Nacional da Verdade da UNE.Balões com os rostos de Honestino Guimarães e Helenira Rezende, militantes estudantis que desapareceram pelas mãos da ditadura, compuseram o cenário do teatro de arena montado na Praça Universitária, em Goiânia. A comissão da UNE sistematizou as principais informações disponíveis sobre as mortes dos dois líderes – e de outros 83 estudantes.“A UNE somos nós, nossa força, nossa história e nossa voz”, bradou a coordenadora da comissão, Raisa Marques, ressaltando a história ao brado da entidade.

RUY CÉZAR,
PRESENTE

O ato organizou ainda uma performance contra o extermínio da juventude negra das periferias — um legado da ditadura, como apontou a presidenta da UNE, Vic Barros. “A truculência e a violência da nossa polícia é a mesma d a ditadura: uma herança maldita daqueles tempos que nós temos a missão de combater. Relembrar a ditadura significa fortalecer a luta de hoje. Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça”, disse Vic.

Fonte> UNE

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ana Maria aproveita 'colinho' de Ítalo Ferreira, surfista da trupe de Filipe Toledo


Surfistas do Brazilian Storm, incluindo o campeão da etapa Rio do Mundial, ainda fizeram bonito pulando corda com recordista do 'jump rope'


Segunda-feira (18/5), Filipe Toledo foi ao Mais Você acompanhado por seus pais, Mary Ellen Toledo e o bicampeão brasileiro de surf, João Ricardo Toledo. Depois de falar da sua conquista no último domingo, o vencedor da etapa carioca do campeonato mundial de surfe chamou mais quatro amigos do Brazilian Storm(apelido dado a essa nova e talentosa geração de surfistas brasileiros) e, quando Ana Maria acomodou os convidados, percebeu que estava sem lugar para sentar. Bem-humorada, a apresentadora aproveitou a "deixa" para brincar com Ítalo Ferreira e disse: "Vou sentar no seu colo".

Aos 20 anos, Filipe contou à apresentadora que aprendeu muito observando seu irmão mais velho surfando e que percorreu um longo caminho até chegar a essa vitória. "Para conquistar os objetivos, tem que abrir mão de muita coisa, mesmo sendo muito jovem e querendo aproveitar", comentou ele, acrescentando que este representa um momento marcante na sua trajetória: "Ouvir todo aquele público gritando na praia foi uma das melhores sensações da minha vida".
Filipe Toledo surpreendeu e mostrou que também tem talento para pular corda (Foto: TV Globo)
Outra campeã Outra campeã também esteve no estúdio do Mais Você: nascida na Hungria, Vivien Vajda é filha de brasileira e detentora do recorde da modalidade 'jump rope' - uma forma de pular corda bem dinâmica, que envolve acrobacias e movimentos diferenciados - com a marca de 992 pulinhos com corda em três minutos. Após a apresentação de Vivien, Ana Maria convidou os surfistas a entrarem na brincadeira. Seguido pelos amigos, Filipe Toledo foi o primeiro a se arriscar e surpreendeu, saindo-se muito bem nos movimentos. Pentacampeã mundial, Vivien é a única mulher do mundo a fazer um movimento em que, com um único pulo, passa a corda de cinco maneiras diferente por baixo dos pés!

A reeleição acabará sem choro nem ranger de dentes

Reeleição (Foto: Arquivo Google)

Tem tucano emplumado por aí reclamando do fim da reeleição para presidente da República, governador e prefeito.
Proposta nesse sentido já foi aprovada pela Câmara dos Deputados com o apoio da bancada do PSDB.
Falta ser aprovada pelo Senado. Se for, como tudo indica, será sancionada pelo Congresso e entrará em vigor.
Em que consiste a reclamação de alguns tucanos de raiz? Ninguém foi visto com cartazes pedindo o fim da reeleição.
Não se tem notícias de manifestos com o mesmo propósito. Nem de pesquisas sugerindo que a população é contra a reeleição.
É só por isso?
Ora, faça-me o favor!
Quando o PSDB, no fim do primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, saiu-se com a ideia da reeleição ninguém aqui de fora falava nada a respeito.
Foi uma solitária invenção do PSDB, logo apoiada por seus aliados, com o objetivo de permanecer mais tempo no poder. Apenas isso.
Artificialmente como começou, a reeleição poderá terminar. Não haverá choro nem ranger de dentes.
Por Ricardo Noblat

PSDB usa mesma estratégia do PT

pt-braco-esquerdo-da-direitaO PT cresceu ao longo de sua história disputando eleições em todas as cidades com mais de 200 mil eleitores. Era raro o partido abrir mão da disputa para apoiar um aliado. Agora, quem está com essa estratégia é o PSDB. O partido de Aécio Neves bateu martelo e vai disputar as prefeituras de todas as grandes cidades brasileiras no ano que vem. A ideia é espraiar o discurso anti-PT e bater forte no governo Dilma Rousseff.
Alertados, os petistas se preparam para fazer o inverso: centrar a atenção nas alianças e nos problemas de cada localidade, o que, aliás, rezam as leis do marketing, costuma surtir mais efeito. Em tempo: O único lugar onde os tucanos podem abrir mão da disputa é o Rio de Janeiro.
Fonte: ROBSON PIRES

Robinson visita CEASA hoje sem nenhum “puxa-saco” de lado

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, corre atrás de popularidade nestes tempos de crise. Amanheceu o dia visitando a CEASA para saber como anda o funcionamento e ouviu vendedores e consumidores.
Ouviu muita reclamação, mas também elogios. O governador foi sozinho. Sem nenhum puxa-saco de lado.
Fonte: Robson Pires

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Luciana Santos discursa na Câmara como nova presidenta do PCdoB

LUCIANA SANTOS - PC DO B/RN, eleita Presidenta Nacional do PARTIDO
“E, agora, me honra muito a responsabilidade de fazer jus a esse glorioso legado do Partido Comunista do Brasil”, disse a deputada em discurso na Câmara.
“Nesses quase 100 anos, o sentimento que nos moveu foi o sentimento por justiça e liberdade, o sentimento de que o Brasil tem jeito, o sentimento por um Brasil mais solidário”, declarou a deputada, destacando a trajetória do ex-presidente do Partido, Renato Rabelo, “um líder respeitado no campo político e progressista.”
“Nesses 13 anos, nunca cometeu nenhum erro estratégico. Zelou pela unidade e pela democratização interna do partido. Hoje, nós temos mais de 300 mil filiados, mais de 100 mil militantes, existimos nas 27 unidades da Federação, com presença em mais de dois mil municípios. Somos também o partido dos movimentos, da luta de ideias e das frentes de massa”, anunciou a líder comunista.
“Nós somos um partido capilarizado na luta de massas. Isso, sim, é que deveria ser critério da cláusula de barreira”, discursou a deputada, destacando a atuação do Partido nos movimentos estudantil, de mulheres, de negros, indígenas, LGBT e na luta em defesa das conquistas e dos direitos dos trabalhadores.
“E, agora, me honra muito a responsabilidade de fazer jus a esse glorioso legado do Partido Comunista do Brasil”, disse ainda a deputada para, em seguida, recitar o poema de Pablo Neruda, que, segundo ela, retrata bem o significado do Partido Comunista do Brasil: “Fizeste-me ver a claridade do mundo e a possibilidade da alegria. Tornaste-me indestrutível, porque, graças a ti, não termino em mim mesmo.”
Revolucionário e socialista
A nova presidenta nacional do PCdoB, deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), discursou, na noite desta segunda-feira (1º/6) no plenário da Câmara, para anunciar o resultado da 10ª Conferência Nacional do PCdoB, , que aconteceu nesse final de semana, em São Paulo. “Venho aqui para celebrar que, nesses 93 anos de história, nós tivemos 60 anos na clandestinidade e 30 anos de tempo contínuo de legalidade, todos eles marcados pela ousadia, pelo vanguardismo e pela combatividade.”
 Agência Câmara
 Mais cedo, outros parlamentares do PCdoB usaram a tribuna da Câmara para registrarem a eleição de Luciana Santos à Presidência do Partido. A deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), ao defender o fortalecimento dos partidos políticos dentro da proposta de reforma política, anunciou que “o PCdoB é um partido revolucionário. O PCdoB quer superar o capitalismo. O PCdoB quer construir uma sociedade socialista de igualdade.”
E acrescentou: “ Mas o PCdoB compreende que tem que realizar essas alternativas a partir da construção da realidade concreta do Brasil. E é exatamente por isso que, quando a Luciana Santos tomou posse, ela reafirmou que a esperança e o caminho para a felicidade era construir um país desenvolvido”, disse a deputada.
Jô Moraes foi seguida pelo deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), que reafirmou que “nós continuamos defendendo o socialismo como o melhor sistema político-econômico para a humanidade. E a nossa insígnia, a nossa luta, vai ser: Frente Ampla em Defesa do Brasil e do Desenvolvimento da Democracia.”
Para o deputado, “reclamações tanto da Oposição como da Situação são legítimas, mas nós devemos pensar em como sair desta embrulhada econômica na qual nos metemos, porque a queda do Brasil, o fracasso do Brasil, é do povo brasileiro. Então, a Oposição e a Situação podem fazer oposição ao Governo, mas não ao País”, concluiu Lopes.
Fonte: RENATO RABELO

"Transformei xingamento em luta", diz jovem vítima de racismo na internet

"Depois do que aconteceu, ouvi vários relatos, do Brasil todo, e tenho que continuar lutando contra o racismo", Cristiane Damaceno

Jornalista alvo de ofensas racistas ao postar foto em rede social fala com exclusividade ao Correio. Ela não apagou a imagem e, até hoje, recebe mensagens de ódio

Em 2015, já foram registrados 46 casos denúncias de injúria racial e racismo no Distrito Federal. Entre eles, dez ocorreram em maio. Os dados são do Núcleo de Enfrentamento à Discriminação (NED), referentes a cidades como Ceilândia, Águas Claras, Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Lago Norte, Gama e Taguatinga. Isso sem contar os casos da jornalista Cristiane Damaceno, 25 anos, agredida nos comentários de uma foto que postou em uma rede social, e de uma estudante de 30 anos do Instituto Federal Brasília (IFB) que foi chamada de macaca por uma colega de sala do curso de secretariado escolar, ambos em abril. A ofensa aconteceu por mensagem de celular. A Polícia Civil investiga as ocorrências.

Leia mais notícias em Cidades

Cristiane falou com exclusividade ao Correio sobre as agressões que sofreu. Ela disse que se sentiu abalada à época, mas que transformou os xingamentos em motivos para lutar contra o racismo. Um grupo de desconhecidos deixou comentários ofensivos, como “quanto custa essa escrava?”, e chamando-a de “macaca”. A jornalista decidiu não apagar a foto e, até hoje, recebe mensagens de ódio. “Para nós, mulheres negras, lutar contra o racismo não é uma opção. Eu não tenho como seguir minha vida sem que isso esteja na minha história. Tenho transformado o que passei em algo concreto, pois é minha responsabilidade. Depois do que aconteceu, ouvi vários relatos, do Brasil todo, e tenho que continuar lutando contra o racismo”, declarou.



O caso da jornalista foi registrado na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia) como injúria racial, embora ela acredite que se trate de um caso de racismo (leia O que diz a lei). “As pessoas não me conheciam. Mas a escolha delas não foi aleatória. Escolheram uma mulher negra e atacaram a imagem dela. Isso também aconteceu em Minas Gerais, com uma mulher negra que postou uma foto com o namorado”, relatou. No caso da estudante do IFB, a agressão aconteceu via celular, após um desentendimento entre colegas. Com medo de sofrer alguma represália, por conviver diariamente com a agressora, a mulher preferiu não se identificar.

A estudante registrou ocorrência na 11ª DP (Núcleo Bandeirante) e entregou para a polícia uma cópia da mensagem que dizia: “Bom dia, Márcia gatinha. Se é que eu posso chamar de gatinha, porque está mais para uma...”. Após o texto, a agressora enviou duas fotos de macaco para a vítima. “Eu fiquei com medo de registrar um boletim de ocorrência. Só tomei coragem cerca de um mês depois, ao falar com uma amiga. Se eu não fizesse isso, quantas pessoas mais ela ofenderia? Não é fácil sentar diariamente ao lado de alguém que te ofendeu dessa forma”, desabafou.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

Fonte: Correio Braziliense

Contraponto 16.899 - "Aula de Constituição e Democracia"


Aula de Constituição e Democracia


Em entrevista, ministro do STF Marco Aurélio rejeita impeachment, critica Sérgio Moro e diz que Câmara de Deputados não poderia ter votado, pela segunda vez em 2015, emenda que autoriza financiado privado para partidos

No final da entrevista do ministro Marco Aurélio Mello ao Espaço Público, programa da TV Brasil exibido nesta terça-feira, tive a certeza de haver presenciado um depoimento histórico, em companhia dos também entrevistadores Florestan Fernandes Junior e Felipe Recondo.

Com a experiência de quem irá completar 25 anos de Supremo Tribunal Federal, a entrevista de Marco Aurélio foi uma aula de 58 minutos, construída a partir de argumentos lógicos e princípios claros, na qual o ministro não perdeu a oportunidade de confirmar uma de suas afirmações favoritas, aquela que diz que “a coragem é a maior das virtudes.” Pela importância do entrevistado, pela relevância dos assuntos que abordou, seu depoimento tem a força de um fato político.

Sem perder-se em raciocínios rebuscados e terminologia incompreensível, que costumam atazanar aparições públicas de tantas autoridades do judiciário, Marco Aurélio falou com firmeza e segurança a respeito de temas atuais, de alta importância política. Perguntando sobre um possível impeachment da presidente Dilma Rousseff, o ministro disse que não via fatos capazes de autorizar uma investigação da presidente. Sem deixar de manifestar a vontade de que possíveis irregularidades sejam investigadas e esclarecidas, Marco Aurélio deixou claro que duvidava das vantagens, para o país, enfrentar um segundo impeachment desde o retorno das eleições diretas, em 1989.

Uma semana depois que a Câmara aprovou a PEC que autoriza as contribuições de empresas privadas para partidos políticos, em segunda votação em 48 horas, o ministro não teve o menor receio de encarar o assunto, talvez o mais relevante daquela expressão (“reforma política”) que enganosamente dominou as conversas de Brasília nas últimas semanas.

Considerando que o artigo 60 da Constituição impede a reapresentação de uma emenda constitucional na mesma seção legislativa, o ministro lembrou um fato ululante, que sequer deveria ser discutido por pessoas sérias: a regra escrita na Constituição deve prevalecer acima de outras deliberações. Em outras palavras, a segunda votação sequer deveria ter acontecido e seu resultado não tem o menor valor legal.

É uma visão que dá uma perspectiva real de sucesso a uma solicitação de 64 deputados já apresentada ao STF, questionando a PEC do financiamento de campanhas, derrotada por uma diferença de 76 votos na primeira votação. Pela interpretação de Marco Aurélio, baseada em artigos redigidos de forma cartesiana pelos constituintes de 1988, os festejos do rolo compressor de Eduardo Cunha nessa matéria terão vida curta. (Ele também criticou a atitude de Gilmar Mendes em engavetar o voto sobre o tema por um longo período. Lembrou que os pedidos de vistas devem servir para a reflexão do magistrado e incluir um período razoável de tempo — em vez de servir para tentativas de modificar uma situação politica desfavorável).

Em seu conjunto, a entrevista — que será reprisada neste domingo a partir das 23 horas — é uma oportunidade rara de compreender em profundidade um ponto de vista que se opõe a visão hegemônica que tem sido apoiada pela maioria dos meios de comunicação desde o julgamento da AP 470 e também sobre a Operação Lava Jato — onde é fácil enxergar atitudes que lembram um linchamento em praça pública, sem relação com o distanciamento e serenidade que devem acompanhar decisões civilizadas.

Entre seus onze pares no Supremo, Marco Aurélio é hoje o principal porta-voz do pensamento garantista, aquele que, sem deixar de reconhecer a relevância de punir o crime e os criminosos, coloca a defesa dos direitos e garantias individuais como principal obrigação de todo juiz.

Durante o regime militar, este pensamento denunciava os abusos — que incluíam a tortura — como técnica de interrogatório de prisioneiros. Nos dias de hoje, a defesa dos direitos individuais inclui a condenação de abusos — como longas prisões preventivas — destinadas a convencer prisioneiros a fazer delações que podem diminuir suas penas, num exercício que vários especialistas definem como tortura psicológica.

Em 2012, Marco Aurélio foi um aliado solidário de Ricardo Lewandovski em decisões relevantes, como a defesa do desmembramento do julgamento. Ontem, respondeu a várias questões sobre a AP 470, feitas pelos entrevistadores e também pelo público, através das redes sociais. O ministro demonstrou uma satisfação — difícil de disfarçar — por sua postura na época, o que era inteiramente compreensível em minha opinião.

Se, em vez de rejeitar o desmembramento por 9 votos a 2, o Supremo tivesse aceito favorável aquela medida, poderia ter sido possível evitar o vergonhoso final com dois pesos e duas medidas — o julgamento dos réus ligados ao Partido dos Trabalhadores, condenados e recolhidos a Papuda para o cumprimento de suas penas, e os acusados ligados ao PSDB, que até agora sequer receberam uma primeira condenação.

A entrevista ao Espaço Público foi realizada dois meses depois que o ministro publicou um artigo chamado “Prender e Soltar”, no qual deixava claro seus questionamentos às longas prisões preventivas em vigor em nosso sistema prisional e também na Lava Jato. Ontem, respondendo a uma questão colocada pelo advogado Nelio Machado, Marco Aurélio fez críticas sempre respeitosas mas diretas ao juiz Sérgio Moro. Falando com a segurança de quem domina os próprios argumentos e estudou demoradamete o ponto de vista adversário, fez ressalvas às delações premiadas, lembrando que o depoimento de um co-réu mais pode ser visto como única prova para sustentar uma acusação criminal. Marco Aurélio deixou claro ter sérias dúvidas sobre o destino das acusações quando forem examinadas por tribunais superiores, inclusive pelo STF.

O ministro ainda lembrou um ponto de princípio do Estado de Direito, que determina a separação entre o trabalho de investigar, acusar e julgar, para deixar claro seu inconformismo com a supremacia do Ministério Público, que comanda a investigação e depois faz a acusação. Empregando o bom senso que alimenta boa parte de seus argumentos, Marco Aurélio recordou um aspecto óbvio: por mais bem intencionado que seja, o sujeito encarregado de montar uma acusação está condenado a dirigir uma investigação — que deveria ser neutra e isenta — para seus propósitos finais.

Claro que, na condição de apresentador do Espaço Público, sou suspeito para falar. Mas duvido que seja possível negar que Marco Aurélio Mello produziu 58 minutos imperdíveis sobre Direito, Justiça e Cidadania..
Fonte: ContrapontoPIG
.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Blatter decide deixar presidência da Fifa e convoca novas eleições - "Ja sai tarde!"

É o fim de uma era. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, surpreendeu o mundo do futebol ao entregar seu cargo de presidente da Fifa nesta terça-feira. Ele convocou novas eleições ao comando da entidade – que preside desde 1999 – e informou que não concorrerá neste novo pleito. Até lá, porém, seguirá no cargo, para o qual foi reeleito na semana passada.

“Tenho o mandato, mas não sinto que esse mandato seja de todo o mundo do futebol, de torcedores, jogadores, clubes, das pessoas que vivem, respiram, amam futebol tanto quanto nós na Fifa. Por isso, decidi entregar meu cargo a um congresso de um comitê extraordinário. Continuarei exercendo minhas funções como presidente da Fifa até lá”, disse Blatter em pronunciamento nesta terça-feira em Zurique, na Suíça.

Fonte: Robson Pires

CTB vai à Conferência da OIT, na Suíça, e denuncia ampliação irrestrita da terceirização no Brasil

O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, lidera a delegação da central que viajou a Genebra (Suíça) para participar da 104ª reunião anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT) entre os dias 1 e 13 de junho.Durante o evento, a CTB irá denunciar a tentativa de se aprovar a institucionalização da terceirização geral no Brasil, além de defender os direitos sindicais em países como a Venezuela e Cuba, que são constantemente atacados pelo imperialismo norte-americano e seus aliados. Conforme alerta o secretário de Relações Internacionais da CTB e coordenador da Federação Sindical Mundial (FSM) para o Cone Sul, Divanilton Pereira. “O capital realiza todos os esforços para inviabilizar o direito à greve e usa este espaço [da OIT] contra os governos progressistas”, frisou o dirigente, um dos membros da delegação que representa a CTB no encontro.“Mesmo reconhecendo os limites da concepção que norteia a OIT, consideramos um espaço importante de disputa”, disse o secretário de Relações Internacionais. 

O secretário adjunto da pasta, José Adilson Pereira, que representa a central como conselheiro técnico, também compõe a delegação cetebista junto a representantes de diversas categorias.

Na abertura, desta segunda (1º/6), José Adilson (foto) fez uma exposição sobre a definição das Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Segundo ele foram levantados os seguintes pontos para serem abordados no relatório: a legalização das empresas, a representação dos trabalhares e negociação coletiva e política de emprego para os jovens.
 
Participam do evento 185 estados-membros da OIT que deverão debater a situação dos trabalhadores nos territórios árabes ocupados; o direito de associação na agricultura e a convenção das organizações dos trabalhadores rurais; pequenas e médias empresas e criação de emprego decente e produtivo; a transição da economia informal à economia formal, entre outros temas.

Fonte: Portal da CTB

 Foto: Da esquerda para a direita: José Adilson (Presidente Nacional da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e Divanilton Pereira - SINDIPETRO/RN

"Nós norteriograndenses ficamos orgulhosos em ver um Potiguar brilhar a nível mundial através do Movimento Sindical!  Camarada, Divanilton Pereira (SINDIPETRO/RN) e FUP, parabéns amigo! Que Deus continue lhe dando luz para nos representar de maneira eficaz, dinâmica e objetiva, como sempre tens feito! Estaremos sempre aqui torcendo por você e por tantos outros potiguares que brilham no Sul do País!" Eduardo Vasconcelos - Radialista - Blogueiro - Ativista

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL - GRANDES BANDIDOS SÃO MAIORES E USAM TERNO E GRAVATA

Não consta que os grandes bandidos desse país sejam menores de idade. 
Ao contrário, eles são MAIORES, inclusive boa parcela deles com idade superior aos 50 anos, alguns já ultrapassando a casa dos 60, 70...e roubando e matando há várias legislaturas, digo, décadas.
Não consta ainda que eles usem roupas esfarrapadas ou bermuda e boné, e sim que se apresentem sempre em IMPECÁVEIS TERNOS com vistosas GRAVATAS.
 
O TEMA MAIORIDADE PENAL não passa de CORTINA DE FUMAÇA para encobrir e manter impunes os GRANDES e PERIGOSOS LADRÕES e HOMICIDAS que andam por aí, alguns escamoteados pelos termos EXCELÊNCIA, outros por DOUTOR, INCLUSIVE DAS LEIS HUMANAS e RELIGIOSAS, e muitos outros até chamados de "EMPRESÁRIOS", quando na verdade não passam de AGIOTAS, CONTRABANDISTAS, CONTRAVENTORES, ESCRAVAGISTAS e EXPLORADORES do sangue e suor do trabalhador.
 
É certo que algo precisa ser feito pela nossa infância e juventude. É inegável que limites precisam ser impostos e que não se pode assistir inerte aos atos violentos que muitos menores praticam. Sim, eles devem ser detidos e punidos de início, nos limites de suas responsabilidades, passando por um processo de reeducação e reinserção social.
 
É justo aí que a PORCA TORCE O RABO. Onde estão os estabelecimentos em que se fará esse processo de REEDUCAÇÃO ? Em que tipo de SOCIEDADE queremos reinserir esse menor ? Nessa sociedade EGOÍSTA, DEPRAVADA, DESUMANA e DESONESTA dos MAIORES de IDADE ?
 
Que tipo de exemplo damos aos menores ? Oferecemos a eles diariamente que tipo de mensagem ? A do consumo do ÁLCOOL ? A da porcaria das NOVELAS da GLOBO ? A BANHEIRA DO GUGU ?
 
Redução de idade penal é proposta de quem não quer enfrentar e minimizar, por agora, para resolver no futuro, o problema da violência e criminalidade. É mais fácil então jogar para a GALERA dos RAIVOSOS e RADICAIS, propondo ENFIAR nos PRESÍDIOS que são MASMORRAS MEDIEVAIS todos eles, de onde sairão um dia MAIORES e BEM PIORES do que entraram.
 
Ou nós reformamos o nosso sistema PENAL e o CARCERÁRIO, e criamos uma rede de CONSELHO TUTELAR EFETIVA,  prosseguindo maciçamente investindo em EDUCAÇÃO, CIDADANIA e no campo SOCIAL, ou caminharemos para o CAOS.
 
MAIS PUNIÇÃO para menores que roubam com faca, com impunidade e IMUNIDADE para MAIORES que roubam (E MATAM) com CANETA, é ação de DESLAVADA HIPOCRISIA e FALTA DE VERGONHA. Isso é o que já acontece e, pelo noticiário, já vimos que não está dando certo.
Fonte: 007BONDeblog.

As dificuldades do orgasmo feminino

As mulheres definitivamente estão mais liberadas sexualmente. De acordo com um levantamento feito com cerca de 2 mil brasileiras, 80% delas não estão conversando sobre seus desejos e fetiches sexuais apenas com as amigas, mas, principalmente, com seus parceiros.
O sucesso da saga “50 tons de cinza” entre as mulheres também foi um fator contribuinte para que o público feminino passasse a consumir mais produtos eróticos, apontou a pesquisa feita pela Hibou, uma empresa especializada em monitoramento e pesquisas de mercado.
Desmistificando o conceito de que o mercado cultural sexual é majoritariamente consumido pelos homens, na pesquisa, quase 90% das mulheres entrevistadas revelaram abertamente que consomem produtos eróticos como livros, filmes, revistas, óleos e brinquedos para realizarem suas fantasias sexuais, e dois terços afirmaram concordar com a presença de brinquedos durante o ato sexual.
Outros dados curiosos da pesquisa mostram que 94% das mulheres entrevistadas gostam de ouvir obscenidades ao pé do ouvido; 75% já toparam ou topariam usar venda nos olhos durante o sexo; 72% já fizeram sexo por mensagem de texto, o sexting; 65% já levaram ou deram palmadas no bumbum, 48% já tiraram fotos eróticas; 46% já usaram gelo no sexo e 20% topariam ir à uma casa de swing.
Apesar da desenvoltura feminina quando o assunto é sexo, apenas 36% das mulheres com menos de 35 anos tiveram o primeiro orgasmo no mesmo ano que iniciaram a vida sexual, contra 42% das mulheres acima de 35 anos. Entre as mulheres de até 35 anos, 20% levaram entre três e quatro anos de vida sexual ativa até atingir o primeiro orgasmo. (Delas)
Gilv@n Vi@n@