A Política é uma ARTE, mas devemos ficar de olho naqueles "políticos" COPA DO MUNDO que fazem da Política uma ARTIMANHA! EDUARDO VASCONCELOS DE OLHO NA POLÍTICA! AS PRINCIPAIS NOTÍCIAS EM UM SÓ LUGAR! Confira!
O professor Josué de Oliveira Moreira não se candidatou às eleições e ganhou cargo para reitor temporário.
O Ministério da Educação (MEC) ignorou o resultado das eleições para a reitoria do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) e nomeou para o cargo de reitor pro tempore o professor Josué de Oliveira Moreira, que nem sequer participou do pleito. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira 17.
O vencedor pelas urnas foi o professor José Arnóbio de Araújo Filho, com 48,25% dos votos. O docente havia concorrido com Wyllys Farkatt Tabosa, que tentava a reeleição, além de José Ribeiro de Souza Filho e Ambrósio Silva de Araújo.
Ao jornalTribuna do Norte, o professor José Arnóbio de Araújo Filho afirmou que irá à Justiça para buscar a garantia de posse. Segundo o veículo, Josué Moreira é filiado desde 2018 ao PSL, antigo partido do presidente Jair Bolsonaro. Já o reitor democraticamente eleito é filiado ao PT.
“Foi um movimento orquestrado, por movimentos que se dizem apartidários, mas não têm nada de apartidários. A instituição está sendo prejudicada. Tivemos uma votação bastante expressiva e fomos pegos de surpresa”, declarou José Arnóbio Araújo ao jornal do estado.
A campanha eleitoral na instituição teve início em outubro de 2019, com votação para reitor e representantes nos 21 campi do IFRN. O resultado ocorre a partir da participação de estudantes e trabalhadores da instituição no processo eleitoral.
Esta
semana, um ex-conselheiro da OAB entrou com ação no STF para que a Corte
obrigue o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a analisar um dos pedidos;
partidos de oposição já avaliam abraçar bandeira "Fora, Bolsonaro",
A participação de Jair Bolsonaro na manifestação que pedia o fechamento do Congresso, uma intervenção militar e um novo AI-5 aqueceu as discussões sobre um processo de impeachment contra o presidente.
Desde que Bolsonaro tomou posse, a Câmara dos Deputados já recebeu 17 pedidos diferentes de impeachment, a maior parte deles protocolados nos últimos meses. Apenas um deles foi arquivado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os outros aguardam análise.
Na segunda-feira (20), o ex-conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o jurista José Rossini Campos do Couto Correa, protocolou uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Corte determine a análise do pedido de impeachment que protocolou na Câmara.
Na ação, Correa pede para que o Supremo dê 15 dias para que Maia analise o pedido, acusando o presidente da Câmara de omissão.
“A omissão do Excelentíssimo Sr. Presidente da Câmara dos Deputados em colocar termo aos abusos e reiterações delitivas quanto aos reiterados crimes de responsabilidade, demanda pronta resposta por parte deste Supremo Tribunal Federal”, escreveu na ação.
O jurista acusa Bolsonaro de quebra de decoro, ataques contra jornalistas, contrariedade às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e apoio a atos que pedem o fechamento do Congresso e o STF.
Partidos de oposição já têm discutido maneiras de abraçar a bandeira do “Fora, Bolsonaro” e, para isso, estão traçando estratégias, que passam por ações no STF, impeachment e até mesmo pedidos de renúncia.
“Não podemos aceitar um presidente que governa contra a Constituição que jurou defender. Ele passou de todos os limites, por isso, a questão da saída dele está posta. Como fazer isso, vamos avaliar, chamar as forças políticas mais amplas, os movimentos sociais”, afirmou o líder da Minoria na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE).
Na noite de domingo, o ex-presidenciável Fernando Haddad e a presidenta do partido, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), se manifestaram a favor da adoção da bandeira “Fora, Bolsonaro”.
Em entrevista ao programa Fórum Debate, o líder do PDT no Senado, Weverton Rocha (MA), afirmou que seu partido também está discutindo formas concretizar uma retirada de Bolsonaro do poder.
Apesar das discussões, partidos de esquerda e centro-esquerda estão receosos quanto a um pedido de impeachment, pois a concretização do processo dependeria do centrão – ala de deputados e senadores ligada a partidos de direita e centro-direita. Além disso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, teria o entendimento de não querer aprofundar a crise entre o Legislativo e o Executivo, pois essa seria justamente a vontade de Bolsonaro à fim de polarizar a discussão e aumentar seu respaldo entre apoiadores.
Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, determinou a instauração de inquérito para apurar a organização de atos contra a democracia no último domingo, 19. Ele atendeu ao pedido de investigação feito pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.
Em sua decisão, o ministro afirmou que o fato, tal como narrado pelo procurador-geral da República, revela-se gravíssimo, pois atenta contra o Estado Democrático de Direito brasileiro e suas instituições republicanas.
Moraes também apontou que a Constituição não permite o financiamento e a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional e ao Estado Democrático nem a realização de manifestações visando ao rompimento do Estado de Direito, com a extinção das cláusulas pétreas constitucionais – voto direto, secreto, universal e periódico; separação de Poderes e direitos e garantias fundamentais.
Salientou que a liberdade de expressão e o pluralismo de ideias são valores estruturantes do sistema democrático. A livre discussão, a ampla participação política e o princípio democrático estão interligados com a liberdade de expressão e por objeto não somente a proteção de pensamentos e ideias, mas também opiniões, crenças, realização de juízo de valor e críticas a agentes públicos, no sentido de garantir a real participação dos cidadãos na vida coletiva.
Os protestos aconteceram em várias cidades e pediam o fechamento do Congresso Nacional e do STF, intervenção militar e um novo AI-5, o ato institucional que endureceu ainda mais a ditadura militar no Brasil. Jair Bolsonaro participou do ato que aconteceu em Brasília. O inquérito, porém, tem como foco a organização dos protestos, não seus participantes, mas sim o envolvimento de deputados na mobilização desses atos. O inquérito correrá sob sigilo. Bolsonaro não é citado como alvo das investigações.
Ontem, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também apresentou uma representação, só que contra Jair Bolsonaro na Procuradoria-Geral da República pela participação na manifestação. Randolfe se baseará no artigo 268 do Código Penal, o qual versa sobre “infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”. Até agora, Aras não manifestounenhuma atitude referente a denúncia.
A postura antidemocrática de Bolsonaro não é de hoje. Bolsonaro e seus aliados não podem ficar impunes diante de tanta irresponsabilidade.
Arthur Virgílio Neto (Foto: Mário Oliveira/SEMCOM)
Emocionado, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM), chorou ao falar do caos sanitário que se abate sobre a cidade. Ele ainda desabafou contra Bolsonaro e seu apoio ao AI-5: "o AI-5 cassou meu pai, cassou Mário Covas, pessoas acima de quaisquer suspeitas, e que serviam o país"
247 - Arthur Virgílio está desolado. Ele diz que a capital do Amazonas não vive uma emergência, mas um estado de calamidade. A cidade tem, até o momento, 1.664 casos de contaminação pelo coronavírus, além de 156 óbitos. O estado tem taxa de ocupação de 90% de seus leitos de UTI, número que Virgílio considera otimista.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “no domingo (19), 17% das 122 pessoas enterradas em Manaus morreram em suas casas. Na segunda (20), a taxa subiu para 36% dos 106 mortos.”
Sobre esse dado, Virgílio diz: “são números que mostram o colapso. Estamos chegando no ponto muito doloroso, ao qual não precisaríamos ter chegado se tivéssemos praticado a horizontalidade da quarentena, no qual o médico terá que se fazer a pergunta: salvo o jovem ou o velho?"
A matéria ainda acrescenta que “nem todas os casos de mortos citados pelo prefeito receberam até o momento a confirmação de terem relação com o coronavírus. No entanto, Virgílio diz acreditar que, sim, a contaminação pelo Covid-19 seria o motivo.
Virgílio reuniu-se nesta segunda-feira (20) com o vice-presidente, Hamilton Mourão, para apresentar as demandas da cidade na pandemia. Pediu tomógrafos, pessoal treinado, equipamentos de proteção individual e remédios. "O Tamiflu (nome comercial do oseltamivir) estamos dando contado", diz.”
Assinada por Bolsonaro em novembro, a MP foi fortemente criticada pela oposição por reduzir direitos trabalhistas
Depois que o presidente Jair Bolsonaro declarou guerra ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acusando-o de planejar um golpe contra ele, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) entregou ao líder do PT na Casa, Rogério Carvalho (SE), a relatoria da medida provisória 905, do contrato Verde-Amarelo.
A MP foi assinada por Bolsonaro em novembro do ano passado e, desde então, sofreu duras críticas da oposição.
Parlamentares de esquerda e sindicalistas acusam o projeto de reduzir garantias relacionadas aos acidentes de trabalho, além de modificar, de 8% para 2%, a alíquota de contribuição ao FGTS paga pelo empregador.
A decisão de Alcolumbre, portanto, retrata o primeiro revés de Bolsonaro no Congresso Nacional após seus ataques a Maia e demissão de Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde.
O governador do Pará, Hélder Barbalho (MDB), que testou positivo para Covid-19, seguiu as dicas do maranhense e comprou 400 respiradores também com parada na África.
Governadores do Ceará, Piauí, Amapá e Amazonas ligaram nesta quinta-feira (16) para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), para saber como importar respiradores chineses sem que o lote fosse desviado ou vendido aos Estados Unidos, ou ainda confiscado por Jair Bolsonaro.
O interesse coletivo na estratégia de Dino vem após o governo maranhense colocar em prática uma verdadeira operação de guerra para levar ao estado em tempo recorde 107 respiradores e 200 mil máscaras compradas da China em março.
Com a ajuda de uma importadora maranhense, Dino negociou diretamente com uma empresa chinesa, que enviou os equipamentos e suprimentos médicos para a Etiópia, escapando da rota que passaria pela Europa – onde poderia ser desviada.
Inspirado na estratégia do Maranhão, o governador do Pará, Hélder Barbalho (MDB), que testou positivo para o Covid-19, aguarda a chegada de 400 respiradores até o final da próxima da semana, também com parada na África.
“Temendo qualquer intercorrência que pudesse colocar em risco a chegada dos equipamentos comprados pelo governo do estado, também adotamos procedimentos cautelares. Contratamos frete aéreo exclusivo para nossos equipamentos, que chegarão diretamente a Belém”, diz Alberto Beltrame, secretário estadual de Saúde do Pará, em entrevista ao Painel, da Folha de S.Paulo.
O presidente Jair Bolsonaro e o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, durante pronunciamento no Palácio do Planalto (Foto: Marcello Casal Jr/EBC)
O presidente Jair Bolsonaro anunciou, na tarde desta quinta-feira (16), o médico Nelson Teich como novo ministro da Saúde, no lugar de Luiz Henrique Mandetta, que ficou pouco mais de 16 meses no cargo. Teich assume o cargo em meio à pandemia do novo coronavírus, que já infectou mais de 30 mil pessoas no país, levando cerca de 1,9 mil pacientes a óbito. Em um pronunciamento no Palácio do Planalto, ao lado do novo auxiliar, Bolsonaro ressaltou que é preciso combinar o combate à doença com a recuperação econômica e garantia de empregos, e defendeu uma descontinuidade gradativa do isolamento social em vigor em todo o país.
“O que eu conversei com o doutor Nelson é que gradativamente nós temos que abrir o emprego no Brasil. Essa grande massa de humildes não tem como ficar presa dentro de casa, e o que é pior, quando voltar, não ter emprego. E o governo não tem como manter esse auxílio emergencial e outras ações por muito tempo”, afirmou.
De acordo com Bolsonaro, houve um “divórcio consensual” entre ele e Mandetta, e destacou que o ex-ministro “se prontificou a participar de uma transição a mais tranquila possível, com a maior riqueza de detalhes que se possa oferecer”.
Em seu discurso após o presidente, Nelson Teich disse que não haverá uma definição “brusca ou radical” sobre a questão das diretrizes para o isolamento social, mas enfatizou que a pasta deve tomar decisões com base em informações mais detalhadas sobre o avanço da pandemia no país. Nesse contexto, ele defendeu um amplo programa de testagem para a covid-19 e ressaltou que está completamente alinhado ao presidente Jair Bolsonaro, na perspectiva de retomar a normalidade do país o mais breve possível.
“Existe um alinhamento completo aqui, entre mim e o presidente, e todo o grupo do ministério, e que realmente o que a gente está aqui fazendo é trabalhar para que a sociedade retome cada vez mais rápido uma vida normal”, disse.
Perfil
O novo ministro da Saúde é médico oncologista e empresário do setor. É natural do Rio de Janeiro, formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com especialização em oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca). Também é sócio da Teich Health Care, uma consultoria de serviços médicos.
Teich chegou a atual como consultor informal na campanha eleitoral de Bolsonaro, em 2018, e foi assessor no próprio Ministério da Saúde, entre setembro do ano passado e janeiro deste ano.
Repercussão
A troca no comando do Ministério da Saúde repercutiu entre políticos, representantes da área médica e da sociedade civil. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o do Senado, Davi Alcolumbre, ambos do mesmo partido de Mandetta, divulgaram nota conjunta elogiando o trabalho do médico à frente da pasta, classificando-o como “guerreiro”.
“O trabalho responsável e dedicado do ministro foi irreparável. A sua saída, para o país como um todo, nesse grave momento, certamente não é positiva e será sentida por todos nós”, declararam os comandantes das duas casas do Congresso Nacional.
Partidos e lideranças do Congresso também divulgaram comunicados com avaliações positivas sobre o ex-ministro e sua gestão como o líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), a bancada do PSB na Câmara, o primeiro-vice-presidente do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG) e o DEM.
Já deputados da base do governo, como o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PRB-RJ) elogiaram a mudança e deram boas-vindas ao novo ministro em seus perfis nas redes sociais.
O governador de São Paulo, João Dória, disse que a troca é uma “perda para o Brasil” e desejou sorte ao novo ministro, recomendando que “siga procedimentos técnicos e atenda às recomendações da OMS”. Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, lamentou a saída de quem “coordenou com competência a política de enfrentamento à covid-19”.
A Associação Médica Brasileira (AMB) divulgou nota em apoio a Nelson Teich e informou que participou da reunião entre ele e o presidente Jair Bolsonaro ocorrida na manhã de hoje.
“É um nome que conta com nosso total apoio e pelo qual temos muita simpatia. Respeitado na classe médica, eminentemente técnico, gestor e altamente preparado para conduzir o Ministério da Saúde”, afirma o presidente da entidade, Lincoln Ferreira.
Já o Conselho Nacional de Saúde, órgão do SUS com a participação de diversos segmentos da sociedade, considerou “irresponsável” a demissão de Mandetta frente ao cenário de agravamento da pandemia no território nacional.
“A decisão reafirma que o governo sobrepõe o discurso econômico diante da vida da população, no momento em que se aprofundam as contradições da sociedade já marcada pela desigualdade e pela exploração humana, em especial para as populações mais vulnerabilizadas, que podem ter aumento exponencial em número de óbitos por serem as que mais sofrem os efeitos desta conjuntura”, diz o texto do órgão.
A Oxfam Brasil, organização da sociedade civil, expressou “preocupação” com a substituição no que chamou de momento crucial da gestão da crise da saúde pública provocada pelo coronavírus.
Enquanto o país se preocupa com a pandemia do Covid19, na madrugada desta quarta-feira (15) na Câmara Federal, os deputados passaram o rodo nos direitos trabalhistas e aprovaram a MP da chamada "carteira verde e amarela", reduzindo de 40 para 20% a multa do FGTS, aumentando a jornada de trabalho de bancários, reduzindo os TACs trabalhistas de 3 para 2 anos, excluindo gorjetas do cálculo de salário e previdência, considerando acidente no trabalho apenas se em veículo da empresa, diminuindo encargos trabalhistas e previdenciários para contratos de pessoas entre 18 e 29 anos e com mais de 55 e parcelando as férias e 13° em até 12 vezes.
Foi mais uma reforma trabalhista deste governo e do centrão, para agradar o bolso do patronato, em épocas de aumento do desemprego da classe trabalhadora por conta do Coronavírus.
Fonte: Waltssap - Tribuna Livre
Confira mais notícia sobre o assunto: https://infonet.com.br/noticias/politica/na-madrugada-camara-aprova-mp-do-contrato-verde-e-amarelo/
Ontem (15) á noite participei de uma Conferência Virtual (Ciclo de Debates Virtuais), promovida pelo PCdoB/RN, cujo tema de suma importância foi "A crise sanitária , social, econômica e política no Brasil".
Sob a coordenação de Divanilton Pereira, presidente do PCDOB/RN.
O palestrante convidado foi o ex senador e atual Secretário Estadual Ciência e Tecnologia do Governo do Ceará, INÁCIO ARRUDA!
Participaram mais de 70 (setenta) cidades dividas em diretórios e comissões provisórias do PCdoB/RN.
Após três horas de debates todos parabenizaram o PCdoB pela iniciativa e é claro a excelente palestra proferida pelo nobre camarada, INÁCIO ARRUDA e a competência da do Diretório Estadual do PCdoB/RN.
Outras virão! O PCdoB/RN vai se firmando como um dos partidos que mais se identifica com a sociedade potiguar. E isso é público e notório pelas suas últimas filiações e o compromisso com a sociedade, principalmente em momento tão difícil que o Brasil enfrenta.
Inácio Arruda focou não só na Conjuntura Internacional, mas como na Nacional e é claro com o CORONAVIRÚS 19!
No final todos os participantes elogiaram não o companheiro, Inácio Arruda, bem toda a direção do PCdoB. Que outras sejam realizadas, visando o avanço na CONSCIÊNCIA POLÍTICA!
Axé Camaradas!
Eduardo Vasconcelos
Vice Presidente do Comitê/Diretório do PCdoB de Nova Cruz/RN
Aliados do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), no Congresso Nacional são contrários a medidas rígidas de isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus no Brasil.
Para O assunto veio à tona no UOL Debate de hoje. O programa reuniu os deputados federais Coronel Tadeu (PSL-SP), Major Vitor Hugo (PSL-GO), Osmar Terra (MDB-RS) e Carla Zambelli (PSL-SP) e o senador Eduardo Gomes (MDB-TO). A mediação foi do colunista Tales Faria, do UOL.
Osmar Terra, “essa quarentena é de ficção”. “Só vale para a classe média, que tem geladeira cheia e dinheiro no banco. Os pobres estão muito mais preocupados com a fome do que com o vírus”, criticou.
Ainda segundo o deputado e ex-ministro, é necessário manter a economia o mais ativa possível. “Quanto tempo o governo vai ter dinheiro pra repassar se não tem arrecadação?”, questionou.
O deputato Coronel Tadeu também sinalizou com a possibilidade de relaxar as medidas de restrição, confrontando as posições de diversos governadores. Segundo sua análise, o Brasil já caminha para o fim da pandemia.
“Temos desde o dia 8 queda no número de casos. Estou olhando em cima de números. Será que esses governadores querem declaradamente fazer uma campanha contra o governo? Eles são do PT e infelizmente não vão consegui entender”, atacou, indo além.
“Os gráficos estão aí. (O número de casos) vem caindo. Temos que acompanhar. O governo vem fazendo um trabalho magnífico com ações coordenadas, e fazendo com que a população não fique em pânico.”
“Há necessidade de verdade de trancar todo mundo em casa quando não está acontecendo nada no município?”, questionou.
O isolamento social é defendido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal medida de combate à pandemia da covid-19. Segundo o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom, a precaução “é a única opção que temos” frente ao contágio internacional. “É vital respeitar a dignidade do próximo. É vital que os governos se mantenham informados e apoiem o isolamento”, defendeu.
Segundo dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde, o Brasil registra 22.169 casos do novo coronavírus, com 1.223 óbitos.
Em breve parada em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro ainda ouviu bençãos de um pastor e agradeceu aos apoiadores: "Imbrochável, né?", ouviu de um deles
“Eu nção assisto a Globo”, disse a bolsonarista que indagou sobre a entrevista, levando outros apoiadores a aplaudí-lo. “Vou perder tempo da minha vida assistindo TV Globo agora?”, complementou.
Bolsonaro ainda ouviu bençãos de um homem que se identificou como bispo da Igreja Fonte da Vida e agradeceu aos apoiadores: “Imbrochável, né?”, ouviu de um deles.
Em processo de fritura intensa pelo presidente, a fala de Mandetta, de que as pessoas não sabem se escutam o ministro da Saúde ou o presidente, despertou novamente a ira de Bolsonaro, que deve repercutir com ministros mais próximos e com os filhos na manhã desta segunda-feira (13) os novos lances do jogo de xadrez contra o ministro.
A entrevista também é vista como resposta à provocação de Bolsonaro a Mandetta e ao governador do Estado, Ronaldo Caiado (DEM), que rompeu recentemente com o presidente, mas o acompanhou na visita à construção de um hospital de campanha em Águas Lindas, em Goiás.
Na ocasião, Bolsonaro cumprimentou pessoas e tirou a máscara, que usava inicialmente. O presidente ainda tentou abraçar Caiado, mostrando a mesma atitude que vem tendo nas ruas, o que irritou o governador demista.
O evento causou constrangimento a Mandetta, que disse a interlocutores que passará a evitar eventos com Bolsonaro a partir de agora.
A diretoria executiva do PSL em Mato Grosso excluiu de suas fileiras o secretário e tesoureiro do partido no município de Tabaporã (657km de Cuiabá), Adonias Correa Santana, que agrediu um morador de rua em Sinop e filmou toda ação. Não contente, o homem ainda postou o vídeo e zombrou da vítima nas redes sociais.
Segundo o presidente do partido, Aécio Rodrigues, a medida foi tomada assim que a cúpula tomou conhecimento do ato cometido por Adonias. "Foi excluído no ato", resumiu.
O vídeo foi publicado na internet na manhã de quinta-feira (9). As imagens mostram Adonias conversando com um pedinte. Ele pergunta se o homem quer R $20 e quanto ele consegue ganhar na rua por dia. Logo depois, outro homem, que está filmando, fala para que o madeireiro dê mais R$ 5.
Com uma nota de R$ 5 na mão, Adonias pede para que o homem chegue mais perto. Neste momento, lhe dá um tapa no rosto, e diz: “vai trabalhar, vagabundo!”. O pedinte fica sem reação.
O vídeo foi compartilhado em diversas páginas de todo o Brasil, causando indignação. As pessoas revoltaram-se por um ato deste, principalmente em meio a uma pandemia e recessão econômica.
Ministro Roberto Barroso durante sessão da 1ª turma do STF. (Foto: Nelson Jr./SCO/STF
O ministro Luis Roberto Barroso, que assume a presidência do TSE em maio, fala em adiamento por apenas algumas semanas, por enquanto.
247 – O ministro Luís Roberto Barroso, que será presidente do Tribunal Superior Eleitoral em maio, admitiu pela primeira vez a possibilidade de adiamento das eleições para prefeitos e vereadores. "A gente não deve fechar os olhos à realidade. Se chegarmos em junho sem um decréscimo substancial da pandemia, é possível ter que fazer esse adiamento, que não deve ser por um período mais prolongado do que o absolutamente necessário para fazerem eleições com segurança. Gostaria de trabalhar com a ideia de que não seja necessário adiar e que, se necessário, que estejamos falando de algumas semanas e nada mais do que isso", afirmou, em entrevista à Folha de S. Paulo.
Barroso também contestou os ataques de Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas. "O sistema de urnas eletrônicas funciona primorosamente bem, mas depende de testes de segurança ao longo do período. Temos como marco junho para fazermos os testes e correções. Já temos o número de urnas suficiente para fazermos as eleições. A despeito disso, periodicamente se substitui uma parte das urnas que vão ficando antigas. Se isso não for possível, apenas teremos que aumentar o número de eleitores por urna", apontou.
Luiz Henrique Mandetta e Jair Bolsonaro (Foto: José Dias/PR | Adriano Machado/Reuters)
247 – Uma reportagem de Talita Fernandes e Renato Onofre, publicada na Folha de S. Paulo, revela os bastidores da tensa relação entre o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, e Jair Bolsonaro. Segundo o texto, Bolsonaro ficou mudo ao ser indagado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) sobre o motivo pelo qual não o demitiu.
De acordo com quatro auxiliares de Bolsonaro, ele "arregalou os olhos, ficou em silêncio e demonstrou surpresa diante do questionamento direto de Mandetta", que na prática conseguiu emparedar o chefe. "O ministro seguiu. Disse que Bolsonaro cobrava confiança da equipe, mas que isso era uma via de mão dupla.
Também questionou o motivo de sua nomeação, se ele não o ouvia para questões de saúde. Ali, transparecia sua irritação por ter sido excluído de reunião do presidente com médicos no Palácio do Planalto para tratar da hidroxicloroquina, medicamento no centro das discussões sobre possíveis tratamentos do novo coronavírus", relatam os jornalistas.
(Não sei quem é o gênio que o escreveu...mas lê-lo, é excelente! Principalmente nesta altura de Pandemia!).
Em Agosto, numa pequena cidade, caía uma chuva torrencial e há vários dias que a cidade parecia deserta.
Fazia tempo que a crise vinha castigando este lugar, todos tinham dívidas e viviam à base de créditos.
Por sorte chega um milionário cheio de dinheiro e entra no único e pequeno hotel do lugar, pede um quarto, põe uma nota de 100 reais na mesa da recepcionista e vai ver se o quarto agrada.
- O chefe do hotel agarra a nota e sai correndo para pagar as suas dívidas com:
- O marceneiro
Este pega na nota e sai correndo para pagar a sua dívida com:
- O criador de porcos.
A seguir este sai correndo para pagar o que deve ao:
- Moleiro - que produz alimentos para os animais.
O dono do moinho pega na nota e vai correndo para liquidar sua divida com a:
- Maria, a prostituta da rua, porque fazia tempo que não lhe pagava, em tempos de crise até ela oferecia serviços a crédito...
A prostituta com a nota na mão sai para:
- O pequeno hotel, onde havia trazido os seus clientes nas últimas vezes, e que não tinha pago, e entrega a nota:
- Ao dono do hotel.
Neste momento desce o milionário que acaba de ver os quartos, diz que não gostou de nenhum, e pega na nota de novo.
"Ninguém ganhou um centavo, mas agora toda a cidade vive sem dívidas e olha para o futuro com confiança"!!!
MORAL:
SE O DINHEIRO CIRCULA NA ECONOMIA LOCAL, A CRISE ACABA.
Consumamos mais nos pequenos comércios e mercados.
- Deixa de besteira!
- Consome o que teus amigos e seu país produz !!!
- Se o seu amigo tem uma micro-empresa , compra dele!
- Se o seu amigo vende roupa, compra dele !
- Se o seu amigo vende sapatos, compra dele!
- Se o seu amigo tem uma pastelaria, compra dele!
- Se a sua amiga faz unhas, vai e leva a tua mãe!
- Se o seu amigo é escritor, vai e compra um livro!!
- Se o meu amigo fosse dono de um restaurante... O que acha? Eu comeria lá!
- Se um amigo meu tivesse um bar * lá eu estaria!
- Se um amigo meu tivesse uma loja, iria lá comprar!
Na próxima vez que entrar numa grande pastelaria, lembre-se do seu amigo, irmã, prima, tio que vende empadas, pastéis, bolos e que são deliciosos.
Ao final do dia, a maior parte do dinheiro fica com as grandes empresas. Mas quando vc compra de um empreendedor, a uma pequena e media empresa e aos seus amigos, vc os ajuda, e todos ganhamos e ajuda toda nossa economia.
Apoiemos o empreendimento
Apoiemos o consumo local ....
Apoiemos a produção nacional..
Autor Desconhecido. Compartilhado da Internet. Texto original em espanhol Tradução e adaptação Rodrigo Lessnau.
Carlos Heitor Cony escreveu um artigo no finado Correio da Manhã três dias depois do golpe de 64 que é particularmente brilhante.
O título: Revolução dos Caranguejos.
Já que o Alto Comando Militar insiste em chamar isso que aí está de Revolução – sejamos generosos: aceitemos a classificação. Mas devemos completá-la: é uma Revolução, sim, mas de caranguejos. Revolução que anda para trás.
Que ignora a época, a marcha da história, e tenta regredir ao governo Dutra, ou mais longe ainda, aos tempos da Velha República, quando a probidade dos velhacos era o esconderijo da incompetência e do servilismo. Quando até os vasos de nossos sanitários, as louças de nossos mictórios públicos tinham o consagrador made in England.
O Brasil foi para a frente, ganhou campeonatos do mundo, firmou uma presença industrial, subiu ao plano internacional – mas tudo isso é fruto do comunismo: há de regredir aos tempos da Baronesa, Leopoldina Railway, das tesourinhas Sollingen, do retrato do Santo Padre concedendo indulgências plenárias pendurado nas salas de visita.
Lembro o poema de Apollinaire sobre o caranguejo: “recuamos, recuamos”. E a sensação que predomina no País é esta: um recuo humilhante que deverá ser varrido muito mais cedo do que os medrosos e os imbecis pensam. Não se podia esperar caráter e patriotismo dos políticos: são coisas que a estrutura de um político não pode possuir, assim como a estrutura do concreto armado não pode possuir bolsões de ar.
Mas dos militares – não há como negar, sente-se patriotismo e algum caráter. Um patriotismo adjetivado, sem substantivos, que se masturba com os gloriosos feitos históricos, feitos cada vez mais discutíveis.
Um patriotismo estéril, que não leva a nada, que não constrói nada: lembro a patriotada do marechal Osvino mandando que os postos de gasolina hasteassem a bandeira nacional. É quase uma anedota, mas é típico da espécie deste patriotismo que rege nossas Forças Armadas.
Com algum caráter e algum patriotismo, é possível que os próprios militares compreendam o mau passo que estão dando, desmoralizando o Brasil perante o mundo inteiro, e, o que é pior, destruindo o que de melhor temos como Nação, e como povo: a vergonha.
Não se compreende que os militares, hoje no poder, em nome da ordem queiram impor tamanho retrocesso. Estúpida concepção da ordem essa, a de que a ordem se basta a si mesma. A ordem só é válida quando conduz a alguma coisa: ordo ducit. Mas a ordem que os militares desejam é uma ordem calhorda, feita de regulamentos disciplinares do Exército e de estagnação moral e material.
Até agora, essa chamada Revolução não disse a que veio. As necessidades do País, que levaram o governo inábil do Sr. João Goulart a atrelar-se à linha chinesa do comunismo internacional, não receberam uma só palavra do Alto Comando.
Falam em hierarquia, em disciplina, e consideram a Pátria salva porque os generais continuarão a receber continência e medalhas de tempo de serviço – à falta de condecorações mais bravas.
Sabemos que o governo deposto, se realmente enveredou o País para o caminho do caos, em parte tinha real cobertura dos anseios populares que o Sr. João Goulart não soube interpretar nem zelar.
Esses anseios não desaparecerão porque o general Fulano depôs o general Sicrano. Afinal, o Brasil – já o disse aqui – não é um quartel de oito milhões de quilômetros quadrados. Quadrados são os que desejam fazer do País um prolongamento do quartel.
Sem medo, e com coerência, continuo afirmando: isso não é uma revolução. É uma quartelada continuada, sem nenhum pudor, sem sequer os disfarces legalistas que outrora mascaravam os pronunciamentos militares. É o tacão. É a espora. A força bruta. O coice.
Que os caranguejos continuem andando para trás. Nós andaremos para a frente, apesar dos descaminhos e das ameaças. Pois é na frente que encontraremos a nossa missão, o nosso destino. É na frente que está a nossa glória.