sábado, 26 de outubro de 2019

Mara Gabrilli tem interesse pessoal na questão Celso Daniel _+_+_ Barões da catraca: família de Mara Gabrilli denunciou extorsão após perder contrato de 4 décadas -DCM

A família Gabrilli não perdeu apenas o patriarca. Perdeu um contrato de décadas e, somente depois disso, resolveu vir a público com a denúncia de propina (ou "extorsão")

Jornal GGN – Mara Gabrilli teria sido, segundo informações de Joaquim de Carvalho no DCM, a fonte de Veja para produzir uma capa associando Lula à morte de Celso Daniel.
A reportagem se sustenta em uma delação premiada de Marcos Valério, que supostamente teria dito que o empresário Ronan Maria Pinto “ameaçava” entregar o ex-presidente como “mandante” do assassinato que aconteceu em 2002.
Veja já foi desmentida, nesta sábado (26), por 3 fontes: o delegado que tomou o depoimento em outubro de 2018, o promotor que encaminhou a delação ao Gaeco, em São Paulo, e o empresário Ronan Maria Pinto, que afirmou que Valério, se disse o que disse, foi porque quer benefícios da Justiça, já que está preso indefinidamente em Minas Gerais.
Mara não é a fonte mais confiável para falar qualquer coisa sobre a morte de Celso Daniel. A empreitada da senadora neste campo é pessoal.
A tucana é filha de empresário do ramo de transportes de Santo André que faleceu. Há décadas, a senadora diz que a saúde do pai foi impactada pelo que aconteceu nos tempos de PT numa das maiores cidades do ABC Paulista, que costumava ser um “cinturão vermelho” antes da Lava Jato.
O pai de Mara teve concessão para operar linhas de ônibus no município por 40 anos. Somente quando perdeu a licitação, resolveu acusar em público o que chamou de “extorsão” por parte de Ronan e ex-secretários de Celso Daniel.
Extorsão é a palavra preferia de Mara para a defesa pessoal e política da família. Mas pela régua da Lava Jato, a empresa de transporte era mais uma pagadora de propina e integrante de um esquema de fraude a licitações.
Recentemente, Ronan Maria Pinto foi condenado em primeira instância por conta deste esquema. O processo correu na Promotoria de Santo André.
A família Gabrilli não perdeu apenas o patriarca. Perdeu um contrato de décadas e, somente depois disso, resolveu vir a público com a denúncia de propina (ou “extorsão”), que Mara afirma que servia para abastecer o caixa de campanhas petistas.
A empreitada da senadora é tão pessoal que ela fez questão de entregar um dossiê sobre o caso ao ex-juiz Sergio Moro. Mensagens vazadas pelo Intercept Brasil mostraram ela pressionando a Lava Jato em Curitiba para desenterrar o caso Celso Daniel.
Barões da catraca: família de Mara Gabrilli denunciou extorsão após perder contrato de 4 décadas

Mara Gabrilli. Foto: Arquivo Pessoal

Mara Gabrilli teria sido, segundo informações de Joaquim de Carvalho no DCM, a fonte de Veja para produzir uma capa associando Lula à morte de Celso Daniel.

A reportagem se sustenta em uma delação premiada de Marcos Valério, que supostamente teria dito que o empresário Ronan Maria Pinto “ameaçava” entregar o ex-presidente como “mandante” do assassinato que aconteceu em 2002.

Veja já foi desmentida, nesta sábado (26), por 3 fontes: o delegado que tomou o depoimento em outubro de 2018, o promotor que encaminhou a delação ao Gaeco, em São Paulo, e o empresário Ronan Maria Pinto, que afirmou que Valério, se disse o que disse, foi porque quer benefícios da Justiça, já que está preso indefinidamente em Minas Gerais.

Mara não é a fonte mais confiável para falar qualquer coisa sobre a morte de Celso Daniel. A empreitada da senadora neste campo é pessoal.

A tucana é filha de empresário do ramo de transportes de Santo André que faleceu. Há décadas, a senadora diz que a saúde do pai foi impactada pelo que aconteceu nos tempos de PT numa das maiores cidades do ABC Paulista, que costumava ser um “cinturão vermelho” antes da Lava Jato.

O pai de Mara teve concessão para operar linhas de ônibus no município por 40 anos. Somente quando perdeu a licitação, resolveu acusar em público o que chamou de “extorsão” por parte de Ronan e ex-secretários de Celso Daniel.
Extorsão é a palavra preferia de Mara para a defesa pessoal e política da família. Mas pela régua da Lava Jato, a empresa de transporte era mais uma pagadora de propina e integrante de um esquema de fraude a licitações.

Recentemente, Ronan Maria Pinto foi condenado em primeira instância por conta deste esquema. O processo correu na Promotoria de Santo André.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

ESCOLA MUNICIPAL NESTOR MARINHO-NOVA CRUZ-RN FECHOU COM CHAVE DE OURO CULTURALMENTE FALANDO!

"Quando todos se UNEM o sucesso é inevitável" - Eduardo Vasconcelos 

O evento contou com várias atrações culturais mostradas/apresentadas pelos alunos e convidados

O envolvimento de todos os profissionais foram fundamentais para o SUCESSO do evento!

Dedicação e profissionalismo acima de tudo

A Escola Municipal NESTOR MARINHO de Nova Cruz/RN promoveu ontem (24) um dos MAIS LINDOS eventos culturais já realizado na referida escola.

O Projeto Escolas Conectadas Intercâmbio no Combate ao RACISMO vem abordando temáticas, entre elas o Tema " FEMINICÍDIO NÃO TEM COR, NEM CONDIÇÃO SOCIAL", em alusão ao NOVEMBRO PRETO!".

O evento ocorreu durante toda a manhã e tarde na quadra de esporte da referida escola com envolvimento de alunos, funcionários, professores, diretores, coordenadores e c a sociedade convida.  Não deu outra! SUCESSO TOTAL!

Foi SHOW! LINDO! ~ Fazendo brilharem os olhares dos presentes! Evidentemente que o sucesso atingido são frutos de longos debates, trabalho, dedicação e UNI]AO!

É bom lembrar que este projeto terá continuidade indo para outras escolas, como a Escola Estadual ROSA PIGNATARO, ALBERTO MARANHÃO, entre outras, fortalecendo cada vez mais essa luta no fortalecimento da campanha.

PARABÉNS A DIREÇÃO DA ESCOLA, AOS PROFESSORES/AS e em especial aos professores, Francinaldo Soares e Lene Rosa pela determinação e luta CONTRA O RACISMO e a todo tipo de DISCRIMINAÇÃO.

O presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e Agente de Cultura da Casa de Cultura, Eduardo Vasconcelos PARABENIZA a todos os envolvidos neste GRANDIOSO projeto pela garra, compromisso e determinação de uma campanha tão salutar como esta! Conclui, Eduardo Vasconcelos.

Setor público vai parar segunda (28) por causa do Dia do Servidor

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"Parabéns pelo seu dia, SERVIDOR PÚBLICO - Eduardo Vasconcelos, radialista, blogueiro, ativista e presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN"

Na próxima segunda-feira (28), comemora-se o DIA DO SERVIDOR PÚBLICO, seja ele municipal, estadual ou federal!!!  Portanto não haverá expediente nas repartições públicas. Apenas plantões e serviços de urgências e emergências, como  hospitais, entre outros.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

AGENDA DAS PRÓXIMAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DO PCDOB/RN - CONFIRAM!!!

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25/10, sexta:
Parnamirim

26/10/19, sábado:
Currais Novos, Areia Branca, Lucrecia

27/10, domingo:
Lagoa Nova e Ceará-Mirim

30/10, Quarta:
Boa Saúde, Lagoa de Velho

03/11, domingo:
Ruy Barbosa, Martins, Porta Alegre, José da penha e
Encanto

08/11/19, Sexta:
Baia Formosa

09/11/19, Sábado :
Natal
22 e 23/11, sexta e sábado
CONFERENCIA ESTADUAL EM NATAL

Enviado por JOSÉ DIVANILTON PEREIRA DA SILVA, presidente estadual

'UMA ESCOLHA DIFÍCIL' A foto da “arminha” de Bolsonaro contra Moro e os dois demônios

O Estado de S. Paulo usou a foto de Gabriela Biló para ilustrar uma reportagem de capa daquele dia tratando de uma das recentes crises ocorridas no governo. Essa, especificamente, dizia respeito a ação da Policia Federal, comandada por Moro.
 
A fotógrafa Gabriela Biló já é forte candidata ao prêmio da melhor foto do ano. Ela fixou para a posteridade uma cena de elevado simbolismo. No último dia 15, durante uma cerimônia de hasteamento da bandeira nacional, o presidente da República fez o seu característico gesto de armas nas mãos apontando para o ministro Sérgio Moro, sob os risos do colega Paulo Guedes. De cabeça baixa o ex-juiz passa a impressão de total submissão e desamparo.
O Estado de S. Paulo usou a foto para ilustrar uma reportagem de capa daquele dia tratando de uma das recentes crises ocorridas no governo. Essa, especificamente, dizia respeito a ação da Polícia Federal, comandada por Moro, contra o presidente do partido de Bolsonaro, o PSL, Luciano Bivar. A foto permite diferentes interpretações, entre elas a da rendição total de Moro ao presidente.
Somada à declaração do ministro Gilmar Mendes de que o ex-juiz “virou personagem que Bolsonaro leva para jogo do Flamengo” e da mensagem cifrada da mulher do próprio Moro escrevendo para ter “coragem de dizer eu ‘mereço mai’’ e vá embora” forma-se um quadro sintomático do enfraquecimento daquele que foi considerado no início do governo um superministro.
Mas da parte do jornal pode-se buscar outras interpretações para a publicação da foto com tanto destaque, além, é claro, da sua qualidade jornalística. O Estadão já há algum tempo desembarcou da canoa do presidente, formulando críticas duras em editoriais contra sua forma de governar, especialmente na questão dos costumes.
Todavia, poupa o ex-juiz de Curitiba. Ele, na foto, pode ser visto como se estivesse cercado por seus algozes, necessitando de apoio e proteção. Se essa foi a interpretação dos leitores, o jornal teria conseguido através de uma imagem deixar claro o seu distanciamento do presidente e, ao mesmo tempo, a sua proteção ao ex-juiz.
O que não seria nada incoerente. Mesmo após as revelações dos atropelos de Moro na condução da Lava Jato, grande parte da mídia continua o protegendo. Organizações como a Globo, por exemplo, mantêm-se fiel a ele. Afinal foram cinco anos de uma ação conjunta entre os veículos da empresa, o então juiz federal de primeira instância e os procuradores de Curitiba. Esses laços, amarrados por fortes interesses políticos e econômicos, não se desfazem tão facilmente.
As eleições presidenciais do ano passado contaram com a participação decisiva da Lava Jato. Se os desvios legais cometidos pelos integrantes da operação tivessem sido conhecidos naquela época, os resultados certamente teriam sido diferentes. Seria muito mais difícil para a mídia construir a “teoria dos dois demônios”, colocando como simétricos os dois candidatos que foram para o segundo turno.
Em editorial, o Estadão, chegou a dizer que a escolha entre eles “era difícil”. Lamentando a inexistência de um candidato de centro, o jornal dizia que havia “de um lado, o direitista Jair Bolsonaro (PSL), o truculento apologista da ditadura militar; de outro, o esquerdista Fernando Haddad (PT), o preposto de um presidiário. Não será nada fácil para o eleitor decidir-se entre um e outro”.
Não só para o Estadão, mas para a quase totalidade da mídia corporativa, os dois demônios só existiam porque, de um lado, um dos candidatos era apoiado por um “presidiário”.  Agora, com as revelações do site The Intercept Brasil deixando cada vez mais evidente o teor político do processo e da prisão ex-presidente Lula, a afirmação do jornal chega a ser ridícula.
Mas foi ela, com toda a sua fragilidade, a base da argumentação usada para equiparar o candidato Fernando Haddad a Jair Bolsonaro, ainda que fosse mencionada a sua truculência, representada pelo apoio à ditadura militar. Apoio não só dele mas de praticamente de toda a mídia, é sempre bom lembrar. No entanto, a diferenciação entre o candidato da extrema-direita, categorização que a mídia se nega a usar, e o da esquerda vai muito mais longe. Na verdade estava-se diante de uma candidatura protofascista, cujos sinais já eram evidentes durante a campanha, tornando-se palpáveis depois da vitória.
Quem não se lembra de Bolsonaro, em discurso transmitido em telões na Avenida Paulista, definindo a esquerda como inimiga a ser destruída, com ameaças de exílio ou prisão para os seus integrantes. Tendo a violência como base de suas ações e a imagem da arminha feita com as mãos, seu símbolo de campanha, o candidato deixava claro que sua política seria do ‘nós’ e ‘eles’, cerne do fascismo. Como está sendo demonstrado desde janeiro.
Ao se completar um ano das eleições presidenciais que levou ao poder pela primeira vez, por meio do voto, um candidato de extrema-direita, a imagem da “arminha” apontada pelo presidente ao seu ministro revela não só a desagregação do governo eleito.
Mostra também as nefastas incoerências da mídia que impuseram à sociedade uma equivalência inexistente entre candidaturas, facilitando a vitória daquele do qual agora alguns tentam se afastar. Para a soberania nacional e a sobrevivência da democracia, pode ser tarde.
Fonte: Rede Brasil Atual

Sem agenda oficial, Bolsonaro faz turismo no Japão e é ignorado: “Sabe quem eu sou?”, “não”


Bolsonaro desembarca em Tóquio (Foto: José Dias/PR)

Presidente brasileiro foi ao templo xintoísta Meiji, em Tóquio, onde passou por um ritual de purificação e foi ignorado pela população local. Bolsonaro ainda preferiu jantar em uma lanchonete, por não gostar de comida japonesa.

Ao lado do fiel escudeiro, o deputado Hélio Negão (PSL-RJ), Jair Bolsonaro fez turismo pelo Japão nesta segunda-feira (21). Sem agenda oficial, ele foi ao templo xintoísta Meiji, em Tóquio, onde passou por um ritual de purificação e foi ignorado pela população local.
Segundo o jornalista Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo, durante passeio pela rua Takeshita, conhecida como o coração da cultura pop de Tóquio, Bolsonaro se aproximou de uma adolescente e perguntou: “Sabe quem eu sou?”, recebendo uma negativa após tradução de um assessor brasileiro.
Bolsonaro ainda foi jantar com a comitiva brasileira em uma lanchonete, por não gostar da culinária japonesa. “Peixe só se for frito”, comentou
O presidente brasileiro ficará três dias na capital japonesa. Nesta terça-feira (22), ele participará de cerimônia de entronização do novo imperador, Naruhito.

Notícias relacionadas:

Fonte: Revista Fórum

Polícia Civil inicia semana de comemoração dos 38 anos de fundação no RN



A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PC/RN) comemora, no dia 21 de outubro de 2019, 38 anos de fundação no Estado. Com o objetivo de compartilhar aspectos relevantes da história da Instituição ao longo desses anos e comemorar os feitos em prol da sociedade potiguar, foi iniciada, no sábado (19), a semana de comemorações dos 38 anos da PCRN, com a Aula de Defesa Pessoal – “Faixa Rosa”, promovida pela Academia de Polícia Civil (Acadepol).
“Sementes do Futuro”
Na manhã desta segunda-feira (21), a programação contou com a iniciativa intitulada “Sementes do Futuro”, com apoio da Delegacia Especializada em Proteção ao Meio Ambiente (DEPREMA). Na ocasião, foram plantadas mudas no terreno da sede, por filhos de policiais civis e alunos da Escola Estadual Jerônimo de Albuquerque, simbolizando o início de um novo tempo para a Polícia Civil do RN. Além disso, houve a entrega do espaço “consciência ambiental”, com painel sobre compostagem.
Fonte: Robson Pìres

domingo, 20 de outubro de 2019

PCdoB de BAÍA FORMOSA-RN PROMOVERÁ SUA CONFERÊNCIA DIA 08 DE NOVEMBRO NA CÂMARA MUNICIPAL - PARTICIPEM!

CONVITE DO PCDOB DE BAÍA FORMOSA-RN
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PCdoB de BAÍA FORMOSA-RN

No dia 08 de novembro do ano em curso o PCdoB de Baía Formosa/RN, promoverá sua Conferência Municipal pela manhã no Plenário da Câmara Municipal a partir da 17 horas ás 19 horas, onde serão discutido a Conjuntura Nacional, Estadual e Municipal e Eleição de sua Diretoria.

Desde já, a Camarada, Roberta reforça o CONVITE a todos e a todas os/as formosenses para que prestigie este momento democrático e conheça um partido de tradição e resistência de luta na Defesa da Democracia, buscando sempre um mundo melhor e em igualdade plena.

Saudações,

Roberta e demais membros do PCdoB de Baía Formosa/RN.



Neta de líderes camponeses, Alexina de Paula Witt se filia ao PCdoB

 

Por Jana Sá*

“O que a gente pode fazer?” A inquietação é de Alexina de Paula Witt, médica pelo programa Mais Médicos, nascida em Cuba, mas de origem pernambucana. Morando a 96 km da capital potiguar, na bela enseada que forma a única baía do Estado, a neta da recifense Alexina Lins Crêspo de Paula e do líder camponês e congressista Francisco Julião encontrou no Partido Comunista do Brasil um escoadouro para sua cotidiana militância na área da saúde.


Mulher comum, mãe, profissional de saúde da família, a imagem de Alexina nem de longe se assemelha a da trajetória valente e abnegada que precisou enfrentar junto a suas maiores referências, sua mãe, Anataílde, e sua avó, Vivi (como gostava de ser chamada pelos netos).

A vida política dos avós levou a família a diversos países. De Cuba, onde nasceu enquanto a avó fazia treinamento militar, foram viver no Chile e na Suécia antes de voltarem ao Brasil, já após a promulgação da Lei de Anistia.

Orgulhosa da avó, Alexina ressalta o papel de matriarca que Vivi exercia, do cuidado que tinha com os feridos das Ligas Camponesas que recebia em sua casa, em Pernambuco, mas sobretudo do seu empenho guerrilheiro.

Mulher de convicções bem definidas, Crêspo teve papel fundamental na luta pela terra e na organização dos trabalhadores, depois de abandonar a vida confortável proporcionada pela família. Na busca pelos direitos dos camponeses e pela Reforma Agrária, a militante tornou-se referência e esteve com grandes lideranças políticas de esquerda, como Che Guevara, Mao Tsé Tung e Fidel Castro.

Seguindo os passos da avó, que dizia viver “coerentemente com o que pensava, queria e imaginava”, Alexina de Paula Witt se filia agora ao PCdoB para contribuir de “forma mais concreta e palpável” com esse momento de grande efervescência política que o país atravessa. Junto a Alexina, seu filho Raul Calle também oficiará a sua entrada ao Partido em um ato público a ser realizado no próximo dia 18 de outubro, no município de Baía Formosa.

*Jornalista e dirigente estadual do PCdoB/RN

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Zenaide defende no Senado trabalhadores e destaca situação dos professores


Na última terça-feira (15), no plenário do Senado, muito se comentou a expectativa sobre o julgamento, pelo STF, da legalidade de prisão após condenação em 2ª instância, em sessão marcada para a quinta-feira, dia 17. Mas a senadora Zenaide Maia (Pros-RN) preferiu chamar atenção para outro tipo de condenação: a dos trabalhadores pela proposta da Reforma da Previdência.

Na tribuna, Zenaide se referiu àquela que recai sobre os trabalhadores, em especial, sobre as mulheres, se a Reforma da Previdência for aprovada pelo Senado do jeito que está. Ela também falou da situação dos professores e professoras – mais de dois milhões e meio de docentes – que não têm muito o que comemorar neste 15 de outubro: “Mais de 70% dos professores do País são mulheres e uma das maiores violências contra as mulheres se chama: Reforma da Previdência. Eu não sei nem que instância é essa de condenação, mas é uma condenação que está sendo aprovada aqui. Mais de 30,5 milhões de mulheres são chefes de família e fazem tudo, trabalhando 12 horas por dia ou mais. Por que condenar essas mulheres a passarem mais sete anos para poderem se aposentar?”, questiona Zenaide, que cita dado sobre o corpo docente brasileiro do Censo Escolar do Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

O debate, em segundo turno, da PEC nº 6/2019, da Reforma da Previdência, deve ser finalizado nesta semana e a votação da proposta, no Plenário do Senado, pode ocorrer já na próxima terça-feira, dia 22.
Para os professores que já estão em sala de aula, a Reforma aumenta em dois anos (de 50 para 52) a idade mínima de aposentadoria para mulheres e mantém os 55 para homens. Além disso, há o “pedágio” de 100% sobre o tempo de contribuição que falta para se aposentar pelas regras atuais: se faltam dois anos, por exemplo, será preciso trabalhar mais dois. Para quem virar professor após a Reforma, as idades mínimas serão 57 anos para mulheres e 60 para homens, com 25 anos de contribuição, no mínimo.

Potiguar Notícias

Adaptado pelo eduagreste.blogspot.com , em 18/10/2019.

A reativação da Região Metropolitana de Natal - Por EVANDRO BORGES - Advogado

Dr. EVANDRO BORGES - Advogado

A Governadora do Estado trouxe para se a reativação da Região Metropolitana de Natal, instituída pela iniciativa da então Deputada Estadual Fátima Bezerra, lei com base em dispositivo da Constituição Republicana, promulgada no Rio Grande do Norte, na época pelo então Deputado Estadual, Presidente da Assembleia Legislativa Álvaro Dias, hoje Prefeito de Natal.

O Conselho Gestor da Região de Natal passou anos sem reunir, sem a devida compreensão dos Prefeitos Municipais, que colocavam as divergências politicas partidárias, seus projetos individuais acima da problemática da Região, mesmo assim com algumas iniciativas, aqui e acolá, sendo passível de registro a do incansável  Vereador George Câmara que representava ao Parlamento Comum da Região, hoje, Secretário Adjunto de Planejamento.

George Câmara tentou reunir de todas as formas o conselho, articulou audiências públicas em todas as Câmaras Municipais da Região, envolveu a UFRN com um seminário tratando sobre a Região Metropolitana de Natal, lançou recentemente, um livro sobre o Saneamento da Região, fruto da dissertação do Mestrado sobre Gestão Pública do curso da UFRN.

Desta vez a instalação do Conselho da Região é de iniciativa da Governadora, dando um maior peso a providência, dos seis Municípios iniciais, completamente agregados a Natal e cinco conurbados, tais como: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Extremoz, com transbordamento e com relações entrelaçadas, com a população se relacionando, inclusive na empregabilidade.

Há problemas a serem resolvidos de toda a natureza, sendo a mais sentida pela população a mobilidade urbana, mesmo funcionando os trens urbanos e o VLT, nas duas linhas existentes, não há transporte de massa com qualidade na Região, devendo ser revistos os itinerários com as tarifas, ensejando inclusive, a possibilidade de uma PPP – Parceria Pública Privada, bem articulada e capaz de resolver o desafio.

O saneamento da Região, em todas as suas dimensões, desde o esgotamento sanitário, que foi iniciado concretamente em Natal e Parnamirim, mas principalmente a coleta do lixo, com um aterro sanitário incipiente em Ceará Mirim, até hoje sem os queimadores, sendo manifesto a criação de outro em nova localidade da Região em condições ambientais mais adequadas e contemporâneas como existem em outras Regiões.

A infraestrutura para acesso ao Porto, à utilização efetiva do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, o meio ambiente e a recuperação do Rio Potengi, a integração do turismo na Região que conta com a porta de entrada em Natal, a industrialização, o pleno desenvolvimento da agricultura familiar em face do mercado intenso com muitas possibilidades, contando com uma população de um milhão e meio, gerando renda e postos de trabalho.

O Planejamento da Região Metropolitana de Natal precisa ser realizado sua segunda edição, com a participação efetiva dos Municípios, sem a cor partidária, buscando a formação de consensos e unidades, com definições de políticas públicas, estando a sociedade civil  pronta para colaborar, já com diversas iniciativas, podendo citar a da FIERN, o sistema social patronal, a FETARN, as Universidades, as igrejas e outras instituições.

O desafio está lançado, o Conselho deve se reunir com uma boa articulação, os arranjos institucionais existem, gestores públicos comprometidos com a causa são significativos, a legislação federal editada e em vigência como o Estatuto das Regiões Metropolitanas, a lei do consórcio público pode ser utilizada inspirados nos Governadores do Nordeste, portanto, vamos ter esperança do verbo esperançar, parafraseando o educador Paulo Freire.

Fonte: Potiguar Notícias

Às vésperas do afastamento de Dilma, Lava Jato rejeitou delação contra Temer

Foto: Agência Brasil
 
Duas semanas antes de Michel Temer assumir a presidência interinamente devido ao afastamento de Dilma Rousseff pelo processo de impeachment na Câmara em 17 abril de 2016, a Operação Lava Jato recebeu um "anexo-bomba" de uma delação premiada que, se aceito, poderia ter mudado os rumos da história recente do país. Conversas entre procuradores da Lava Jato no Telegram, obtidas pelo The Intercept e analisadas em conjunto com o EL PAÍS, permitem rastrear o momento exato em que a procuradoria teve em mãos informações que poderiam levar a uma investigação do então vice-presidente por suspeita de corrupção. Na época, porém, os procuradores consideraram que as declarações não atendiam ao "interesse público" e não aceitaram a proposta de delação. Mas, três anos depois, essa mesma delação foi utilizada pela Lava Jato para uma ação penal contra Temer e para pedir a prisão preventiva dele, já na condição de ex-presidente.
 
A delação, rejeitada em abril 2016 com anuência do Procuradoria Geral, mas que deu suporte à prisão de Temer em março de 2019, foi feita pelo empresário José Antunes Sobrinho, sócio da construtora Engevix, que relatou um pagamento de propina para Temer. As conversas no chat “Acordos Engevix” no Telegram mostram que os procuradores de Curitiba, Rio e Brasília receberam a proposta de Antunes em 4 de abril de 2016. O menção a Temer, que viria a ser batizada de “anexo-bomba” mais tarde, dizia que Antunes fez um pagamento de 1 milhão de reais para atender a interesses de Temer, como compensação por um contrato na usina nuclear Angra 3, da estatal de energia Eletronuclear.
 
O pagamento, segundo Antunes, foi entregue a um amigo do ex-presidente, o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. O dinheiro não saiu direto dos cofres da Engevix para Temer, mas de uma companhia prestadora de serviço do Aeroporto de Brasília, que era controlado pela Engevix. A empresa em questão era a Alúmi. O relato não convenceu os procuradores.
 
No dia seguinte, 5 de abril de 2016,  eles comunicaram aos advogados de Antunes que as negociações da delação estavam encerradas. “Pessoal de BSB e Lauro, o Antunes apresentou, neste momento, mais 2 anexos. Eles estão forçando a barra aqui. Informo que a opinião de CWB é contrária ao acordo”, afirmou o procurador Athayde Ribeiro, da força-tarefa de Curitiba no dia 5 de abril de 2016. Em resposta, o procurador Lauro Coelho, da então incipiente força-tarefa do Rio de Janeiro, respondeu apenas: “Ciente do teor”.
 
No exato dia em que procuradores do Paraná receberam o documento da delação contra Temer, em 2016, o então advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fazia a defesa de Dilma Rousseff na comissão do impeachment da Câmara dos Deputados. Marcelo Odebrecht já havia sido condenado pela Lava Jato e o ex-presidente Lula também fora alvo de um mandado de condução coercitiva. Temer, por sua vez, era apontado como um dos articuladores do impeachment. Neste cenário, a acusação contra ele não era um evento trivial. Naquele ano, a Lava Jato fechou pelo menos 108 acordos de delação, segundo a planilha Colaboração_Todos (19.12.2017) compartilhada no Telegram pelos procuradores. Isso sem contar os acordos de leniência com empresas.
 
Era um momento peculiar, o auge da operação, como relata o ex-procurador-geral Rodrigo Janot em suas memórias recém lançadas Nada mais que Tudo. “Eu só não diria que éramos mais populares que Jesus Cristo porque não quero cometer o mesmo erro de um dos Beatles, que ousou tocar em um mito religioso, sem se dar conta do peso da religião”, escreveu Janot, no livro. “O fato é que nós, procuradores, juízes e policiais, experimentávamos uma popularidade nunca vista antes no meio jurídico”, acrescentou.
 
Em 21 de junho de 2017, e com Temer já no poder e enfrentando problemas com Janot, o procurador Athayde Ribeiro disse nas conversas de Telegram que a menção ao então vice feita um ano antes era um “anexo-bomba”. Àquela altura, Temer já era presidente oficial desde agosto de 2016, quando o Senado confirmou o impeachment de Dilma. “Leo, so rememorando q Rj, PR e BSB ja haviam negado acordos pra Engevix e executivos. Os anexos da epoca nao se mostraram interessantes; e tb pq nao se mostraram confiaveis, tentando jogar c "anexos bomba" aos 45 do segundo tempo, tentando nos intimidar c a Veja e por n ter apresentado provas de corroboracao”, disse o procurador Athayde Ribeiro ao procurador Leonardo Cardoso de Freitas no Telegram —a grafia original usada nos chats foi preservada. A menção à Veja parece remeter, na verdade, a uma reportagem da revista Época (semanal que concorre com a Veja) que publicou em abril de 2016 as revelações que Antunes tinha em sua proposta de delação.
 
Diante da postura de procuradores da Lava Jato de Curitiba, Brasília e do Rio de Janeiro de rejeitar insistentemente o acordo de delação premiada com Antunes em 2016, seus advogados protocolaram ainda naquele ano uma petição no Ministério Público Federal no Paraná para reiterar que o empreiteiro continuava interessado no acordo. Em resumo, os advogados de Antunes pediram que, caso a proposta fosse rejeitada definitivamente, os procuradores assumissem por escrito que essa recusa partiu deles e prometessem que eles não usariam as informações em nenhuma investigação contra o empreiteiro.

Fonte: DANIEL HAIDAR | MARINA ROSSI | REGIANE OLIVEIRA | PAULA BIANCHI (THE INTERCEPT) - EL PAIS
http://www.potiguarnoticias.com.br

Liga Contra o Câncer Inaugura hoje sua nova ala de UTI na policlínica

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Por Robson Pires, em

A Liga Norte-Rio-Grandense Contra o Câncer inaugura hoje (18), às 10h, na Policlínica, sua nova Unidade de Terapia Intensiva. A UTI Dr. Hellen Costa contará com 12 leitos, totalmente equipados para atender pacientes, sendo dois deles destinados à hemodiálise.
Fruto de recursos oriundos do Ministério Público Federal do Trabalho, a unidade é uma conquista que representa o fortalecimento do ciclo de tratamento do paciente oncológico, que agora conta mais suporte dentro da instituição, diminuindo a necessidade de transferências, garantindo mais segurança para os pacientes que lutam contra o câncer e mais conforto para suas famílias.