sábado, 28 de novembro de 2020

Os Ministros de Bolsonaro que já pegaram Covid-19; saiba

 


A assessoria do Ministério da Infraestrutura informou nesta sexta-feira (27) que o ministro Tarcísio Gomes de Freitas foi diagnosticado com o novo Coronavírus.

Segundo a assessoria, o ministro está assintomático e fará teletrabalho.

“O ministro Tarcísio Gomes de Freitas testou positivo para Sars-CoV2, informação confirmada na noite desta sexta-feira (27/11). O ministro está assintomático e deve seguir com suas funções em teletrabalho”, informou a pasta.

Conforme o site do ministério, Tarcísio Gomes de Freitas participou nesta sexta-feira de três agendas em Minas Gerais: inauguração da pavimentação da BR-154, entre Ituiutaba e Cruscilândia; vistoria nas obras do Aeroporto Ten. Cel. Aviador César Bombonato; e visita às obras de um viaduto na BR-365.

Além de Tarcísio Gomes, outros 13 ministros do governo já foram diagnosticados com o coronavírus:

André Mendonça (Justiça e Segurança Pública)

Eduardo Pazuello (Saúde)

Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo)

Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional)

Bento Albuquerque (Minas e Energia)

Milton Ribeiro (Educação)

Onyx Lorenzoni (Cidadania)

Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações)

Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União)

Braga Netto (Casa Civil)

Jorge Oliveira (Secretaria-Geral)

Marcelo Álvaro Antônio (Turismo)

Fábio Faria (Comunicações)

Além dos ministros, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi diagnosticado com coronavírus, em julho deste ano.

G1

C/ Robson Pires

Escrito por Robson Pires em . Postado em Brasil.

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

2º Turno São Paulo: Análise do cenário eleitoral com o cientista Paulo N...


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=vAI4fdq7GYM&feature=youtu.be

Rússia começa a vacinar - Postado em Mundo. Deixe um comentário

A Rússia começou a vacinar seus militares contra o novo coronavírus, anunciou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, nesta sexta-feira (27). O imunizante desenvolvido pelo país foi batizado de Sputnik V.

No total, mais de 400 mil soldados serão vacinados nesta campanha, lançada por determinação do presidente Vladimir Putin, disse Shoigu, citado no comunicado do Exército russo.

Até agora, mais de 2.500 militares foram vacinados. O número chegará a 80 mil até o final do ano, segundo a mesma fonte.

No início de setembro, o próprio ministro disse que se vacinou com a vacina russa Sputnik V, preparada pelo centro de pesquisas Gamaleya de Moscou, em parceria com o Ministério da Defesa.

Atualmente em ensaios clínicos de fase 3, a vacina russa é 95% eficaz, de acordo com seus criadores.

A Rússia, quarto país em número de infecções, atrás de Estados Unidos, Índia e Brasil, registrou novo recorde de 27.543 casos de contágio detectados em 24 horas, além de 496 mortes.

O país acumula 2.215.533 casos de Coronavírus desde o início da epidemia, com 38.558 óbitos.

Por ROBSON PIRES

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

AGENTE DE CULTURA DE NOVA CRUZ/RN E PRESIDENTE DO CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS REUNIU-SE COM ARTISTAS SOBRE A LEI EMERGÊNCIAL DA CULTURA POTIGUAR!

Agente de Cultura, Eduardo Vasconcelos reuniu-se com os artistas novacruzenses inscritos na Lei Aldir Blanc

Hoje (25) a tarde o Agente de Cultura da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz e presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos reuniu-se com artistas cantores e representantes de Grupos de Capoeira e Dança, cujo assunto foi as suas habilitações na primeira fase da Lei Aldir Blanc, através da Fundação José Augusto.

A reunião aconteceu na Casa de Cultura seguindo as orientações da Secretaria Estadual de Saúde Pública do Estado, cujo objetivo era discutir os futuros passos a serem dados para os recentes inscritos permanecerem até a fase final, quando tudo dando certo terão direitos ao Auxilio Emergencial da Cultura, lançado pela Fundação José Augusto - FJA.

Após duas horas de reunião todos deram as mãos para continuarem na segunda fase, que ocorrerá em uma semana.  Todos estão torcendo para dá tudo certo, pois os mesmos precisam muito deste apoio do Estado em virtude das suas paralisações artistas com a chegada da Pandemia.

Tão logo saia a lista dos habilitados na segunda fase eles voltarão a se reunirem! Com a esperança dos demais chegarem na fase conclusiva e ai receberem o Auxílio Emergencial da Cultura Potiguar.

Vamos aguardar! Eles merecem! Pois essa ajuda chega em um bom momento.

Brevemente será marcada a segunda reunião tão logo a FJA divulguem a nova lista dos felizardos. Nova Cruz sem dúvida estará entre os contemplados. 

GAROTA DE 14 ANOS VENCE CONCURSO EM JOINVILLE COM A SEGUINTE REDAÇÃO: “CERTA NOITE, AO ENTRAR EM MINHA SALA DE AULA, VI NUM MAPA-MUNDI, O NOSSO BRASIL CHORAR”!

 

Imagem: http://sindfaz.org.br

O que houve, meu Brasil Brasileiro? Perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo... Antes, os meus bosques tinham mais flores e meu seio mais amores. Meu povo era heroico e os seus brados, retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. 

Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. 

Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula. 

Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. 

Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais.... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz? Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido."

Obs. Reprodução

STRAF - NOVA CRUZ-RN JUNTAMENTE COM A CONTAF E FETARN ENTREGA CHEQUES AOS SÓCIOS GANHADORES DO AMPARO SOCIAL - CONFIRA MATÉRIA!

 

Dirigente da FETARN conversa com a ganhadora, Severina Barbosa
Equipe do STRAF de Nova Cruz/RN: "A união faz a força!"
Entrega das premiações (cheques) aos ganhadores entregues pela CONTAG/FETARN/STRAF
Diretoria do STRAF de Nova Cruz/RN ao lado dos ganhadores após entrega dos prêmios
Momento único! STRAF DE NOVA CRUZ NA LUTA COM VOCÊ!

Edmilson Gomes da Silva, carinhosamente chamado de Negão- STRAF Nova Cruz: Entrega dos cheques no valor de 500,00 reais do amparo social, foram dois ganhadores. Iniciativa da CONTAG, cuja ação denominada de Amparo social.

Foram os felizardos: a senhora, Severina Barbosa do Sítio Barbosa e o Senhor, João Arnoud do Sítio Lagoa dos Currais, que hoje receberam seus cheques nos valores de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada.

O STRAF de Nova Cruz/RN vem se destacando no âmbito social, cuja visão sempre voltada para os seus associados, seja ele aposentados, seja ele na ativa!

A CONTAG também vem desenvolvendo um trabalhos excepcional em favor dos seus filiados, sempre com ações dirigidas e em parceria com as federações, sindicatos e é claro aos associados de modo geral.

Para Edmilson (Negão) essas ações são sempre salutar, pois incentiva e ajuda aqueles que realmente merece o nosso apoio.

Outras ações virão, garante, Edmilson Silva, mas antes ele lembra da importância de seus associados manterem suas mensalidades em dia, pois é desta forma que o STRAF terá condições de lutar sempre a favor de seus filiados/associados. Concluiu, Edmilson Gomes da Silva.

Não fique ai parado, SEJA SÓCIO!

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Marighella, de Wagner Moura, ganha exibições em Salvador para Semana da Consciência Negra

(Foto: Divulgação)

247 - Previsto para estrear no Brasil em abril de 2021, o filme Marighella, de Wagner Moura, ganhará sessões especiais a partir desta quinta-feira, 19, em Salvador, no Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha.

As exibições do filme sobre o militante, guerrilheiro, negro e comunista Carlos Marighella ocorrem por conta da Semana da Consciência Negra e seguem até o dia 25 deste mês.

O longa-metragem Wagner Moura, seu primeiro como diretor, passou por festivais em cinco continentes e é estrelado por Seu Jorge e conta com a participação de nomes como Herson Capri, Bruno Gagliasso, Adriana Esteves e Humberto Carrão.

Fonte: Brasil 247

SP ESCOLA DE TEATRO CELEBRA 10 ANOS COM ESPETÁCULOS ONLINE

Programação conta com grupos e artistas egressos da escola. Multiplicidade cultural vai da temática negra à linguagem circense; reservas para assistir às apresentações gratuitas na plataforma Sympla

Referência internacional em formação profissional para o mercado de artes cênicas, a SP Escola de Teatro celebra, neste mês, 10 anos de existência com resultados robustos: 3.495 estudantes atendidos 1.433 artistas convidados, 146.156 horas/aula nos cursos regulares e um modelo de gestão copiado em equipamentos públicos de países como a Finlândia.

Os números reforçam a solidez da trajetória da escola, que se tornou um dos símbolos culturais da cidade de São Paulo. Para celebrar esse marco, a Mostra Teatral SP 10 Anos será realizada de 17 a 28 de novembro, com um novo espetáculo todo dia, gratuito e online. As reservas são gratuitas e podem ser feitas via Sympla.

Ivam Cabral, diretor executivo da SP Escola de Teatro, ressalta a importância do evento e do encontro entre teatro e internet para persistir no fazer teatral. “É fundamental essa mostra porque revela a vida que veio em função dos nossos trabalhos, evidencia a luta dos coletivos, a resistência por se manter trabalhando. Todos eles mantiveram a alegria e o encanto pelo teatro. Atualmente, vivemos em um mundo complicado com a pandemia e tivemos que responder com ações para continuar o processo de formação, para manter o teatro vivo. A tecnologia foi uma saída para continuar fazendo arte de maneira heroica”.

A programação da Mostra Teatral SP 10 Anos conta com grupos e artistas profissionais egressos da SP Escola de Teatro durante sua década de história. Neste leque de multiplicidade cultural, o público vai poder conferir espetáculos que se inspiram na diversidade, tocando da temática negra à linguagem circense. Confira:

*Grupo Pandora de Teatro (Comum, terça-feira, 17 de novembro, às 20h);

*Gargarejo Cia Teatral (Espetáculo: Bertoleza, quarta-feira, 18 de novembro, às 20h);

*Coletivo C.A.S.A (Espetáculo: Na Cama, quinta-feira, 19 de novembro, às 20h);

*Clã do Jabuti (Espetáculo: Eleguá, Menino e Malandro, sexta-feira, 20 de novembro, às 20h);

*Cia Teatro da Investigação (Espetáculo: A Casa De Farinha Do Gonzagão, sábadjo, 21 de novembro às 20h);

*Coletivo Caracóis (Espetáculo: Elas), no domingo, 22 de novembro, às 19h;

*Zózima Trupe (Espetáculo: O Silêncio das Coisas Quietas, segunda-feira, 23 de novembro, às 20h); *Estopô Balaio (Espetáculo: Ex-Nordestines – Abertura De Processo, terça-feira, 24 de novembro, às 20h);

* Cia do Caminho Velho (Espetáculo: Tradução Bonita, quarta-feira, 25 de novembro, às 20h);

*Núcleo Absurda Confraria (Circo De Bolso, quinta-feira, 26 de novembro, às 20h);

*Trupe Ânima (Espetáculo: Ânima, sexta-feira, 27 de novembro, às 20h);

*Daniel Veiga (Espetáculo: A Estrangeira, sábado, 28 de novembro, às 20h).

“A SP Escola de Teatro tem um papel importante na formação de grupos, e a mostra tem tanto coletivos que nasceram aqui quanto integrantes que se formaram na escola e constituíram suas Cias. A programação procurou representar todas as turmas de cada ano de vida da instituição, evidenciar as diversas linguagens e temas que esses profissionais pesquisam. A experiência digital reforça a formação de público ampliando a interação e alcance para além da cidade de São Paulo”, conta Elen Londero, responsável por Projetos Especiais da escola.

Daniel Veiga faz direção, dramaturgia e sonoplastia para A Estrangeira, uma das atrações da mostra. O profissional tem uma carreira artística bem atrelada à SP Escola de Teatro, lugar onde se formou, e é um dos artistas que fazem parte do corpo docente desde 2019.

“Venho de uma família humilde, onde a cultura não tinha muito espaço. Creio que senti que tinha uma vocação para a arte, mesmo em um emprego corporativo, ela estava em minha vida. Em 2014, na SP Escola de Teatro pude, de fato, ter um contato profissional com o teatro e a dramaturgia. É um centro de formação das diversas artes do palco, não fica restrita somente na atuação, forma artistas com artistas, mistura toda essas experiências, capacita de uma maneira impossível de quantificar na cena cultural”, enfatiza Veiga.

A Mostra Teatral SP 10 Anos é realizada na semana do dia da Consciência Negra (20 de novembro), e não faltam representantes como opção. A Gargarejo Cia Teatral traz um outro olhar sobre a obra O Cortiço, de Aluísio Azevedo, e coloca como protagonista Bertoleza: mulher, negra e escravizada, na quarta-feira, 18 de novembro, às 20h.

“A SP Escola de Teatro é um dos principais expoentes da minha formação em decorrência de sua estrutura e experimentação prática que engloba todas as áreas teatrais. Mais de 70% da Gargarejo Cia Teatral passou ou está passando pela escola, nas funções dentro e fora do palco. É imprescindível a mostra, pois traz vários talentos que estão ligados à ‘SP’. Bertoleza é mais uma história do povo negro que precisa ser contada para a nossa sociedade, em quanto mais lugares ela estiver, é melhor”, conta o diretor Anderson Claudir.

O Clã do Jabuti encena Eleguá, Menino e Malandro, na sexta-feira, 20 de novembro, às 20h. A pesquisa consolidou-se a partir de uma pesquisa sobre a figura de Exu, segundo o olhar da mitologia afro-cubana.

Veja a programação completa:

Mostra Teatral SP 10 anos

Grupo Pandora de Teatro

Espetáculo: Comum

Terça-feira, 17 de novembro, às 20h

Duração: 60 minutos
Reservas: Clique aqui

Três histórias ligadas à descoberta de uma vala comum clandestina criada no período da Ditadura Militar Brasileira. A busca de um filho por informações de seus pais desaparecidos políticos. O dilema de dois coveiros encarregados da criação de uma vala. Uma jovem estudante que se aproxima do ativismo político. 1970/1990 épocas distintas se entrelaçam nos fragmentos dessas histórias e evidenciam causas e consequências. Inspirado na história da vala comum do Cemitério Dom Bosco no bairro de Perus, São Paulo/SP.

Em 2020 o Grupo Pandora de Teatro comemorou 16 anos de trabalho de pesquisa e criação teatral no bairro de Perus. Fundado em julho de 2004 a partir do Projeto Teatro Vocacional da Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, desenvolve trabalho contínuo de pesquisa e criação, fortalecendo parcerias com polos culturais e artistas da região.

Criação: Grupo Pandora de Teatro. Texto e direção: Lucas Vitorino. Elenco: Filipe Pereira, Rodolfo Vetore, Rodrigo Vicente, Thalita Duarte e Wellington Candido. Design De Luz e Música: Elves Ferreira. Operação de Luz: Caroline Alves. Edição de Vídeo: Filipe Dias. Figurino: Thais Kaori. Cenografia: Lucas Vitorino e Thalita Duarte. Cenotécnica: Eprom Eventos e Luis Fernando Soares. Operação de Vídeo: Lucas Vitorino. Treinamento corporal: Rodrigo Vicente e Rodolfo Vetore. Preparação corpo e voz: Paula Klein. Produção: Caroline Alves e Thalita Duarte.

Gargarejo Cia Teatral

Espetáculo: Bertoleza

Quarta-feira, 18 de novembro, às 20h

Duração: 60 minutos
Reservas: Clique aqui

Adaptação musical de O Cortiço, de Aluísio Azevedo, obra clássica da literatura naturalista brasileira, em que o protagonismo é invertido. A voz agora é de Bertoleza: mulher, negra e escravizada que se relaciona com João Romão, um português ambicioso e oportunista. Bertoleza é o dedo na ferida, é o nó expulso da garganta, a voz que pergunta: E a Bertoleza?

A Gargarejo Cia Teatral é um coletivo de artistas interessados em produzir arte popular, focado em uma perspectiva étnico-racial refletindo sobre colonização versus identidade. Articulando a vivência periférica na cena como protagonista.

Direção e Adaptação: Anderson Claudir. Dramaturgia: Le Tícia Conde e Anderson Claudir. Direção Musical: Eric Jorge. Elenco: Lu Campos, Eduardo Silva, Ananza Macedo, Cainã Naira, Palomaris, Taciana Bastos, Bruno Silvério, David Santoza, Edson Teles, Gabriel Gameiro, Matheus França e Welton Santos. Coreógrafo: Emílio Rogê. Assistente Coreográfica: Taciana Bastos. Preparação Vocal e Assistência de direção musical: Juliana Manczyk. Coordenadora de Produção: Claudia Miranda. Produção Executiva: Andréia Manczyk. Assistente de Produção: Marina Pinho. Cenografia e Figurino: Dan Oliveira. Assistente de cenário e figurino: Gabriela Moreira. Produção de figurino: Victor Paula & Rangeu. Visagismo: Victor Paula. Iluminação: Andressa Pacheco. Assistente Iluminação: Stella Pollitti. Vídeo: Aline Almeida. Técnico de Palco: Maria Clara Venna. Assessoria de Imprensa: Agência Fática.

Coletivo C.A.S.A

Espetáculo: Na Cama

Quinta-feira, 19 de novembro, às 20h

Duração: 65 Minutos
Reservas: Clique aqui

A trama conta a história de um casal habitante de um mundo assolado por uma pandemia. Impossibilitados de sair de casa, os dois passam a viver apenas na cama, convivendo intensamente e redescobrindo um ao outro. Eles vivem sua rotina dentro desse “novo normal”, transformando o antigo, entendendo o atual e se preparando para um futuro que nenhum dos dois sabe o que será.

Criada, produzida e performada por Bárbara Salomé e José Sampaio, artistas casados na vida real e idealizadores do [C A S A _ coletivo de arte]. A montagem busca possibilidades para essas perguntas através do humor. Sua linguagem e estética são inspiradas no cinema mudo e toda a ação se dá pelo humor físico, pelo jogo do palhaço e pela trilha musical.

Criação: Bárbara Salomé e José Sampaio. Direção, Dramaturgia, Direção de Arte e Pesquisa de Trilha: Bárbara Salomé e José Sampaio. Atuação: Bárbara Salomé e José Sampaio. Edição: José Sampaio. Produção: [C A S A _ coletivo de arte]

Clã do Jabuti

Espetáculo: Eleguá, Menino e Malandro

Sexta-feira, 20 de novembro, às 20h

Duração: 65 Minutos
Reservas: Clique aqui

A peça consolidou-se a partir de uma pesquisa sobre a figura de Exu, segundo o olhar da mitologia afro-cubana. Em Cuba, Exu se chama Eleguá e é representado como uma criança. O grupo Clã do Jabuti foi fundado em 2011, ainda na SP Escola de Teatro e de seu primeiro processo de investigação surge a peça “Não vim no mundo pra ser pedra”, com dramaturgia de Airá Fuentes Tacca. O trabalho do coletivo foca no processo de formação do povo brasileiro e investiga histórias relacionadas com a ancestralidade, as manifestações ritualísticas de música, tradição oral, canto e dança das religiões afro-brasileiras, afro-ameríndias e caribenhas.

Direção e Dramaturgia: Antonia Mattos. Direção musical e composições: Jonathan Silva. Desenho de luz: Luciana Ponce. Cenário e figurino: Éder Lopes. Direção de movimento e preparação em danças afro-cubanas: Alexei Ramos. Elenco: Verônica Santos, Renato Caetano, Rubens Alexandre, Rômulo Nardes e Jonathan Silva. Técnico de som, luz e cenário: Edson Luna. Produção: Antonia Mattos e Roberta Marangoni. Fotos: Vanderlei Yui

Cia Teatro da Investigação

Sábado, 21 de novembro, às 20h

Espetáculo: A Casa De Farinha Do Gonzagão

Duração: 60 minutos https://www.sympla.com.br/a-casa-de-farinha-do-gonzagao__1050164

Peça teatral baseada na obra de Luiz Gonzaga. Os personagens das músicas de Luiz Gonzaga são transportados para uma casa de farinha, a cozinha do sertão, e lá, em sua intimidade criativa, tem a chance de contarem seus “causos”, suas vidas. A cia foi fundada em 2003, desenvolve desde então pesquisa continuada de experimentação cênica e dramatúrgica, que investiga o homem e a mulher comum do Brasil.

Dramaturgia e Direção: Edu Brisa. Elenco: Carol Guimaris, Cris Camilo, Geovane Fermac, Gustavo Guimarães, Harry De Castro e Edu Brisa. Músicos: Trio Marrom (Café, Curisco E Zé Luiz). Cenário: Edu Brisa E Geovane Fermac. Figurinos: Ana Cristina Ramos e Selma Paiva. Direção Musical: Carol Guimaris. Preparação Musical: Fernando Alabê (Bloco Afro Afirmativo Ilu Inã). Preparação Corporal e Vocal: Carlos Simioni – Lume Teatro. Treinamento de Máscaras: Cida Almeida – Clã Estúdio Das Artes Cômicas. Orientação Em Teatro Popular: Ednaldo Freire – Fraternal Companhia De Arte E Malas-Artes

Coletivo Caracóis

Espetáculo: Elas (estreia)

Domingo, 22 de novembro, às 19h

Duração: 60 minutos
Reservas: Clique aqui

Brasil, 2020. Elas não estão juntas. O que eram dias, se tornaram meses e elas já perderam as contas. Apesar dos quilômetros que as separam, um encontro é marcado em uma plataforma virtual: o olho no olho, o toque, o cheiro, a possibilidade de um último beijo não existe. E se tudo isso não tivesse acontecido, como estaríamos agora?

O Coletivo Caracóis começou sua jornada em 2018, como um núcleo de experimentação dentro da SP Escola de Teatro. A partir do trabalho realizado com os experimentos cênicos apresentados no âmbito da SP, construiu seu primeiro espetáculo, “O Despertar dos Caracóis Logo Após As Tempestades Artificiais”. Em março de 2020 o coletivo iniciou os ensaios de um novo projeto, a continuidade do processo foi interrompida pela pandemia do Covid-19. A nova estreia foi concebida inteiramente de forma remota.

Criação: Carina Murias, Carol Moreno, Fernanda Heitzmann, Maria Carolina Ito, Náshara Silveira e Sol Faganello. Direção: Náshara Silveira e Sol Faganello. Dramaturgia: Carina Murias. Texto e atrizes: Carol Moreno e Fernanda Heitzmann. Iluminação e Sonoplastia: Maria Carolina Ito. Arte Gráfica E Vídeos: Sol Faganello. Produção e Realização: Coletivo Caracóis.

Zózima Trupe

Espetáculo: O Silêncio das Coisas Quietas

Segunda-feira, 23 de novembro, às 20h

Duração: 75 minutos
Reservas: Clique aqui

O novo trabalho deseja desenhar seus trajetos a partir do ser e o estar solitário de espaços: Bar, Templo, Mirante e Parque. Cada um desses espaços-personagens possuem uma perspectiva diferente, uma experiência distinta do que terá sido, de súbito, ver-se em isolamento. Cada um tem um sonho, uma crença, um desejo e, juntos, esses fragmentos compõem o cenário de um mundo em crise. O ambiente urbano, tocado pela mão do ser humano, guarda em si um discurso. Desde 2007, o grupo pesquisa o ônibus urbano como espaço cênico, espaço de descentralização e democratização do acesso às artes.

Artistas pesquisadores: Anderson Maurício, Cleide Amorim, Junior Docini, Maria Alencar, Priscila Reis, Tatiane Lustoza e Tatiana Nunes; Direção: Anderson Maurício. Dramaturgia: Cláudia Barral e Marcos Barbosa. Crítico e Editor: Amilton de Azevedo. Vídeo: Leonardo Souzza. Direção Sonora:

Gregory Slivar. Arquiteto: Eduardo Pizarro. Iluminação: Tomate Saraiva. Direção de Arte: Nathália Campos. Designer: Nando Motta. Produção Geral: Tatiane Lustoza. Assistente de Produção: Amanda Azevedo e Jonathan Araújo.

Estopô Balaio

Espetáculo: Ex-Nordestines – Abertura De Processo

Terça-feira, 24 de novembro, às 20h

Duração: 25 minutos
Reservas: Clique aqui

Obra é um é um mergulho profundo para dentro do Coletivo Estopô Balaio. Dando continuidade ao olhar que o grupo tem sobre a memória migrante que habita a cidade de São Paulo, a peça é uma distopia a partir da trajetória de seus integrantes, experimentando novas formas de criação e de investigação do tema que sempre norteou as suas criações: a migração como componente fundante dos territórios. O espetáculo parte da premissa que o Nordeste sumiu do mapa do Brasil e que nessa distopia ninguém, com exceção dos ex-nordestines, têm consciência do que ocorreu.

O dispositivo do sumiço da região é um gatilho para a discussão sobre a ausência de memória da nossa história, sobre a naturalização de erros exploratórios consequentemente repetidos, sobre a racialização do nordestino. O coletivo é um grupo de artistas formado em 2011 na cidade de São Paulo que conta em sua maioria com a participação de artistas migrantes. É por esta condição de vida, a de um ser migrante, que a cia tem o desejo de aferir um olhar sobre a prática artística encontrando como estrangeiros a distância necessária para enxergar o olhar de destino de desejos.

Diretora: Quitéria Kelly. Dramaturgo: Henrique Fontes. Elenco: Adrielle Rezende, Ana Carolina Marinho, Anna Zêpa, Badu Morais, Breno da Matta, Juão Nyn. Assistente De Direção: Rodrigo Silbat. Produção Executiva: Wemerson Nunes. Produção: Corpo Rastreado e Coletivo Estopô Balaio.

Cia do Caminho Velho

Espetáculo: Tradução Bonita

Quarta-feira, 25 de novembro, às 20h

Duração: 40 minutos
Reserva: Clique aqui

O texto foca especialmente na figura de Bonita, que abandona um marido opressor e inaugura a presença da mulher no cangaço. A peça concentra-se nos aspectos da vida dos cangaceiros integrantes do bando liderado por Lampião que atuou durante as décadas de 20 e 30 no nordeste brasileiro. Assim como um mito que é constantemente reconstruído na fala das pessoas, a peça dá saltos no tempo e no espaço, pois se volta para o poder criador da palavra na boca do ator.

Este trabalho será uma tradução para o on-line da encenação realizada pela Cia.

Dramaturga: Dione Carlos. Diretor e Iluminador: Alex Araújo. Atriz: Carolina Erschfeld. Ator: Diego Gonçalves. Sonoplasta: Carlos Ronchi. Cenógrafa e Figurinista: Paloma Neves. Edição e Co-direção da tradução: André Okuma.

A Cia do Caminho Velho está sediada em Guarulhos dentro do campus de Humanas da Universidade Federal de São Paulo, no bairro dos Pimentas. Investiga caminhos que apontem para uma inovação formal do mecanismo dramatúrgico, e uma cena centrada na sensibilidade e a singularidade da fala, do gesto e do movimento do ator.

Núcleo Absurda Confraria

Espetáculo: Circo De Bolso

Quinta-feira, 26 de novembro, às 20h

Duração: 60 minutos
Reserva: Clique aqui

Trata-se de um espetáculo com base na comédia física e elementos circenses em uma estrutura narrativa poética e minimalista. A encenação traz um compêndio de formas acrobática e movimentos físicos mimodinâmicos encenados por um duo de artistas sendo eles, um acrobata-músico e uma palhaça arauto. A montagem homenageia e rememora artistas que realizam seu espetáculo em cantos inimagináveis do mundo, por mínimos elementos cênicos, forte fisicalidade e simplicidade. Um real Circo de Bolso que trata dos poetas e personagens invisíveis das cidades e seus guetos.

A Absurda Confraria foi criada em 2002 por Daniela Biancardi e Luciana Viacava no intuito de dar continuidade à sua pesquisa em Teatro Cômico e Gestual. Absurda Confraria assume hoje uma frente de artistas cujas linguagens e vetor estético sejam com base na comédia física, teatro da máscara, palhaçaria, improviso, circo, performance, música ao vivo e flexibilização de suas apresentações para também espaços não edificados ao palco.

Atriz e Cocriadora: Angélica Müller. Ator e Cocriador: Pedro Vinicius. Iluminador: Dede Ferreira. Grupo: Núcleo Absurda Confraria

Trupe Ânima

Espetáculo: Ânima

Sexta-feira, 27 de novembro, às 20h

Espetáculo: 60 minutos
Reserva: Clique aqui

Quais são as tradições que estão sendo perdidas? Ânima é um espetáculo que visa tocar o espectador em sua memória circense e emocional e trazer o questionamento sobre o apagamento do riso como elemento orgânico da sociedade. Na trama, uma trupe itinerante perde uma de suas principais integrantes, diante da necessidade criam um anúncio e quem responde é uma jovem “clown”. A jovem percebe que a trupe está em frangalhos, mas é convidada a acompanhar o ensaio do espetáculo e descobrir o que movimenta a vida dos artistas que ali estão.

A Trupe começou sua história em 2018, quando alguns estudantes e artistas egressos da SP Escola de Teatro, enxergando a potência de um experimento cênico do qual fizeram parte, decidiram dar continuidade ao processo iniciado em núcleo, desenvolvendo a pesquisa e criação, para, juntos, produzirem um espetáculo e fundarem um coletivo.

Direção: Isaac Ruy. Dramaturgia: Fernanda Suaiden. Assistência de Direção: Malu Frizzo. Músicos: Maike Marques e Ju Navarro. Maquiagem: Mirielen Dollvik. Figurino: Isaac Ruy. Cenário: Malu Frizzo e Pablo Azevedo. Elenco: Fernanda Stéfano, Fernanda Suaiden, Isaac Ruy, Ju Navarro, Malu Frizzo, Maike Marques, Mirielen Dollvik, Pablo Azevedo. Composição e Trilha Original: Maike Marques, Gustavo Rodrigues, Pedro Canales e Ju Navarro. Comunicação: Fernanda Stéfano. Produção: Trupe ÂNIMA.

Daniel Veiga

Espetáculo: A Estrangeira

Sábado, 28 de novembro, às 20h

Espetáculo: 40 minutos
Reserva: Clique aqui 

Uma brasileira está soterrada numa terra estranha após um ataque aéreo. Seu marido está soterrado sob ela. Ela está grávida de oito meses. Ela não fala a língua dos homens desta terra. Sem ter meios para pedir ajuda, ela não sabe qual será seu futuro.

Homem trans e preto, Daniel Veiga é dramaturgo, roteirista, ator e diretor teatral. Acaba de ganhar um Kikito no Festival de Cinema de Gramado como Melhor Ator no curta Você Tem Olhos Tristes, de Diogo Leite, e está escrevendo o roteiro para a Ocupação Lima Duarte no Itaú Cultural. Em 2016 formou-se em dramaturgia pela SP Escola de Teatro e, desde 2019, a convite da escola, passa a ser um dos Artistas Docentes deste mesmo curso.

Dramaturgia, Sonoplastia e Direção: Daniel Veiga. Elenco: Fabiana Neves. Assistência de Direção: Natália Martins. Luz: Léo Moreira Sá.

A Mostra Teatral SP Escola é uma realização da SP Escola de Teatro, projeto gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura da Cidade de São Paulo.

Serviço:

Mostra Teatral SP 10 anos

Celebração pública dos 10 anos da Escola SP de Teatro

Quanto: de 17 a 28 de novembro;
Ingressos: gratuitos
Reservas: Clique aqui