terça-feira, 16 de maio de 2023

Projeto poderá instituir o Dia do Brega no RN; proposta foi apresentada na ALRN pelo deputado Ubaldo Fernandes

 Foto: Divulgação ALRN

Instituir no Calendário Oficial do RN o Dia Estadual do Brega, a ser comemorado em 1º de junho, é a proposta do projeto de lei do deputado Ubaldo Fernandes (PSDB). Na sessão plenária desta terça-feira (16), na Assembleia Legislativa, o deputado defendeu seu projeto, que está em pauta.

“Quero fazer referência a esse projeto que está em pauta e se trata se um ritmo importante, para valorizar um ritmo no qual o RN tem grandes expoentes. Com o projeto de lei, os artistas vão receber mais incentivos, poder participar de eventos públicos e fazer convênios”, defendeu o deputado.

Ubaldo comparou o RN com outros Estados nos quais ritmos como MPB, samba e forró têm incentivo. “Temos representantes potiguares muito talentosos, de renome nacional, como Fernando Luiz, Carlos Alexandre, Bartô Galeno, entre tantos outros, precisamos valorizar nossa música”, disse Ubaldo.

De acordo com o seu projeto, a sugestão é para que o Dia Estadual do Brega seria comemorado em 1º de junho, em homenagem ao saudoso Carlos Alexandre, que nasceu neste dia, em Nova Cruz, no ano de 1957.

História e trajetória

Pedro Soares Bezerra (Carlos Alexandre) nasceu em Nova Cruz, no dia 1º de junho de 1957 e viveu toda a sua vida na Cidade da Esperança. Em 1977, foi rebatizado como Carlos Alexandre por  Carlos Alberto, que o levou para a gravadora RGE, pela qual gravou um compacto simples com as canções "Arma de Vingança" e "Canção do Paralítico" que vendeu 100 000 cópias, seguindo-se o grande sucesso, "Feiticeira", com 250 000 cópias vendidas.

O cantor morreu em 30 de janeiro de 1989, em um acidente de carro, entre São José de Campestre e Tangará, quando voltava de um show em Pesqueira, no estado de Pernambuco. O velório ocorreu no ginásio de esportes de Cidade da Esperança e o enterro, que reuniu milhares de fãs, foi no Cemitério do Bom Pastor, no dia 31 de janeiro daquele ano.

Carlos Alexandre tornou-se um ídolo popular e teve uma trajetória que poucos artistas alcançaram: em 12 anos de carreira, gravou 14 discos: 2 compactos e 12 LP’s e ganhou Discos de Ouro em todos os discos que lançou. Depois da sua morte, ainda foram lançados vários discos e até mesmo CD’s com músicas suas: em 1993 Carlos Alexandre Especial; em 1998 Carlos Alexandre 20 Super Sucessos Vol. 1 e Super Sucessos Vol. 2; em 2000 Carlos Alexandre Coleção Pérolas; em 2001 Carlos Alexandre – Grandes Sucessos. Em Pernambuco, no mês de maio de 2017, a chamada música “brega” transformou-se em Patrimônio Cultural do Estado de Pernambuco. A lei começou a tramitar em 14 de fevereiro, data escolhida por ser o dia do nascimento de Reginaldo Rossi, um dos grandes expoentes da música “brega”.

Outros intérpretes

O Rio Grande do Norte tem a tradição de revelar ao Brasil grandes intérpretes românticos: Trio Irakitan, Núbia Lafayette, Gilliard, Bartô Galeno, Carlos André, Carlos Alexandre (o maior entre todos) e, atualmente, Zezo. Durante décadas, nossos intérpretes do estilo chamado “Brega”, contribuíram muito para que o RN tivesse alguns nomes que colocaram nosso estado em evidencia na cena musical brasileira.

Por alguma razão, ao contrário do que aconteceu com Reginaldo Rossi em Recife e com a banda Calypso no Pará – para citar só dois exemplos – nossos astros do brega, apesar de toda a contribuição que deram à Musica do nosso estado, não têm aqui o reconhecimento que merecem. E os cantores populares, considerados cantores de Brega, sempre foram discriminados. Eu fui um deles, e senti na pele o quanto dói ser descriminado como cantor popular. Aqui no nosso estado, em 2021 foi instituído o Dia Estadual do Forró no RN, que é comemorado anualmente no dia 13 de novembro, dia de nascimento do cantor e compositor potiguar Elino Julião.

Carlos Alexandre é para a música brega o que Elino Julião é para o Forró, com um detalhe: o cantor de Feiticeira, consagrado em todo o Brasil, nunca deixou Natal, - embora tivesse tido várias oportunidades para isto – e fosse um dos artistas mais queridos do nosso país. A criação do Dia do Brega Potiguar a ser comemorado anualmente na data de aniversário de nascimento de Carlos Alexandre, - uma proposição do deputado Ubaldo Fernandes - irá resgatar definitivamente a memória do artista mais popular de nosso estado em todos os tempos, como também contribuirá para abrir o mercado pra inúmeros artistas do nosso estado que são descriminados simplesmente por que cantam um tipo de música simples, que fala ao coração, mas que é um estilo imortal, e que cada vez mais, apesar dos modismos, se fortalece e conquista mais espaço junto às novas gerações.

*Com a colaboração de Fernando Luiz - Cantor, compositor e apresentador do programa Talento Potiguar.

Fonte: Assembleia Legislativa

Com POTIGUAR NOTÍCIAS

sábado, 13 de maio de 2023

13 de Maio – Abolição sem Emancipação não é Liberdade

 Todo Caveirão tem um pouco de Navio Negreiro

Há 135 anos atrás, um decreto da Princesa Regente, Isabel, a Lei Áurea, decretava extinta a escravidão no Brasil. Um decreto que tem, obviamente, uma importância e significado histórico, mas que por si só, em termos práticos, consistiu numa abolição incompleta. O ato de “generosidade” da princesa branca não reflete o que foi a luta abolicionista e nem garantiu dignidade aos negros libertos.

A lei Áurea libertou cerca de 700 mil escravos que ainda existiam no Brasil em 1888 e proibiu a escravidão no país, no entanto não foi acompanhada de medidas de integração e garantia de direitos para os negros libertos na sociedade brasileira. Depois da lei Áurea, o Estado abandonou os negros e negras à mercê da própria sorte, sem teto para viver, sem ter o que comer, forçando-os a subir os morros, originando as favelas e não os incluindo em um projeto de nação. O dia seguinte à abolição não foi de festa, foi de luta. Lua pela sobrevivência.

E hoje o que temos ainda é essa luta! É nas favelas que o caveirão enviado pelo Estado leva o terror e o medo para a população negra. São os negros que são confundidos por reconhecimento fotográfico e encarcerados em massa por um sistema judiciário extremamente racista, por uma polícia assassina, e por um estado com a marca da omissão em suas pautas!

Nesse 13 de maio, a CTB ergue os punhos com o movimento negro e saúda os verdadeiros heróis da luta abolicionista. Saúda Luís Gama, ex-escravo que virou advogado e libertou mais de 500 negros e dedicou a vida para lutar pelo abolicionismo! Saúda André Rebouças, o engenheiro que defendeu doação de terra aos libertos! Saúda Adelina, a charuteira espiã que atuava os movimentos abolicionistas do Maranhão. Saúda Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar, e toda luta abolicionista do Ceará!

Artigo: CTB-RJ

EUA mantêm centro de treinamento de tortura com cobaias humanas em Guantánamo, denuncia The Guardian

 

Cobaias humanas dos EUA em Guantánamo

País que se avoca o direito de ditar as regras sobre o que é ou não democracia no mundo, os Estados Unidos mantêm uma escola de aperfeiçoamento em técnicas de tortura em Guantánamo, e utilizam prisioneiros como cobaias humanas, mostra reportagem do britânico The Guardian, um dos mais prestigiosos jornais do mundo.

A reportagem se baseia em um relatório distribuído pela defesa de um dos prisioneiros, Abu Zubaydah, há 21 anos sob custódia dos EUA sem acusações, torturado e humilhado sexualmente, sem perspectiva de libertação.

A notícia em si não é novidade. Em 2010, o WikiLeaks de Julian Assange liberou material que denunciava essas torturas, que comentei aqui em Há 10 anos, Assange e WikiLeaks divulgavam ao mundo crimes de guerra dos Estados Unidos e aliados. Esse é um dos motivos da perseguição os Estados Unidos a Assange.

Mas antes disso, há 16 anos (blog antigo tem dessas vantagens...), em 2007, publiquei aqui que o então presidente Bush (aquele das "armas químicas" que "justificaram" o massacre dos EUA no Iraque) vetou uma lei aprovada pelo Congresso dos EUA proibindo a tortura. Isso mesmo, você não entendeu errado: Bush proibiu a proibição da tortura.

“Limitar as técnicas de interrogatório da CIA impediria que os Estados Unidos conduzissem interrogatórios legais de terroristas importantes da al-Qaeda para obter informações necessárias para proteger americanos de ataques” - nota oficial do governo Bush.

Voltando ao Guardian. Abu Zubaydah entregou a seu advogado croquis das técnicas de tortura que foram utilizadas nele e em outros prisioneiros e as descreveu em detalhes. Seu advogado, o professor Mark Denbeaux, reuniu o material num relatório: American Torturers: FBI and CIA Abuses at Dark Sites and Guantánamo.

Abu Zubaydah criou uma série de 40 desenhos que narram a tortura que ele sofreu em vários locais obscuros da CIA entre 2002 e 2006 e na Baía de Guantánamo. Na ausência de uma contabilidade oficial completa do programa de tortura, que a CIA e o FBI trabalharam durante anos para manter em segredo, as imagens fornecem uma visão única e marcante de um período terrível da história dos Estados Unidos.

Os desenhos, que Zubaydah anotou com suas próprias palavras, retratam atos horríveis de violência, humilhação sexual e religiosa e terror psicológico prolongado cometido contra ele e outros detentos. Eles foram esboçados de memória em sua cela em Guantánamo e enviados a um de seus advogados, o professor Mark Denbeaux.

Juntamente com seus alunos do Centro de Política e Pesquisa da faculdade de direito da Seton Hall University, Denbeaux compilou as imagens e palavras de Zubaydah em um novo relatório. O The Guardian está publicando o relatório American Torturers: FBI and CIA Abuses at Dark Sites and Guantánamo, pela primeira vez, juntamente com um conjunto de esboços nunca antes vistos.

Você pode baixar o relatório na íntegra aqui, em inglês. São 40 desenhos e as técnicas criminosas de tortura em seres humanos realizadas pelo governo dos Estados Unidos.

Vamos ver o que a ONU e a "imprensa livre" do Ocidente têm a dizer sobre ele.

Fonte> Blog do Mello

Mossoró Cidade Junina 2023 acontece de 03 a 24 de junho com diversas atrações locais e nacionais

  Foto: Reprodução/internet

A Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Cultura, divulgou nesta quinta-feira (11), a programação completa do Mossoró Cidade Junina 2023. O evento deste ano terá início no dia 3 de junho com o “Pingo da Mei Dia” e se estenderá até o dia 24 com o “Boca da Noite”. Ainda no dia 24, além do “Boca da Noite” acontecerão shows no polo Arraiá do Povo na Feira do Bode.

De acordo com a agenda de shows divulgada, o “Pingo da Mei Dia” terá as seguintes atrações: Bell Marques, Raí Saia Rodada e Dan Ventura. Neste ano, a programação de shows do MCJ 2023 acontecerá em dois polos, Estação das Artes e Arraiá do Povo (Feira do Bode). O bloco “Boca da Noite” terá como atrações: Cláudia Leite e Parangolé.

POLO ESTAÇÃO DAS ARTES:

Dia 7 - Adna Santana, Dorgival Dantas, Tarcísio do Acordeon e Simone Mendes;

Dia 8 – Werick Mendes, Eric Land e Xand Avião;

Dia 9 – Aline Reis, Zé Vaqueiro e Felipe Amorim;

Dia 10 – Chama as Meninas, Nilson Viana, Zé Cantor e Joelma;

Dia 15 – André Luvi, Iguinho e Lulinha, Taty Girl e Mari Fernandes;

Dia 16 – Guilherme Ferri, Desejo de Menina e Nattan;

Dia 17 – Nataly Vox, Márcia Fellipe, Wallkyria Santos e Mara Pavanelly;

Dia 22 – Jackson Menezes, Felipe Grilo e Leonardo;

Dia 23 – Guto Fortunato, Júnior Vianna e Michele Andrade.

POLO ARRAIÁ DO POVO (FEIRA DO BODE):

Dia 10 – Bonde do Brasil;

Dia 11 – Cavaleiros do Forró;

Dia 17 – Kátia Cilene;

Dia 18 – Waldonys, Amazan e Bartô Galeno;

Dia 24 – Ferro na Boneca e Marina Elali.

Fonte: Prefeitura de Mossoró

Com POTIGUAR NOTÍCIAS

quinta-feira, 11 de maio de 2023

PROMOÇÃO DA IGUALDADE Coletivo de Combate ao Racismo da CNTE debate desafios da política racial nas escolas

 

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O Coletivo de Combate ao Racismo “Dalvani Lellis”, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), se reuniu nesta quarta-feira (10), em Brasília, para traçar o planejamento de ações e como será feita a política de combate ao racismo nas escolas.

Os integrantes propuseram 13 atividades de mobilização, eventos ou pesquisas, cujo plano de ação com datas será posteriormente validado e compartilhado pelo grupo.

Como estímulo ao debate, os participantes assistiram à palestra da diretora de Articulação Interfederativa do Ministério da Igualdade Racial (MIR), Isadora Bispo, sobre os desafios da promoção da igualdade racial no Brasil; e da diretora de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI) do Ministério da Educação (MEC), Lucimar Dias, sobre os 20 anos da Lei 10.639/03 e suas dificuldades de implementação. Essa Lei estabelece diretrizes para incluir na rede de ensino a história e a cultura afro-brasileira.

Participaram da reunião representantes de diversas entidades: SINTEP/MT, APEOESP, SINTE/PI, SINDEDUCAÇÃO, APP, SINDIUTE/CE, CPERS, SINTET, SINTEPE, SINPRO/DF, SINTER/RR, SINTESE, SIMPERE, SINTERO e SINDIUPES.

De acordo com Carlos Furtado, secretário de Combate ao Racismo da CNTE, a discussão sobre esse tema é ainda mais importante depois do desmonte das políticas de combate ao racismo. Ao destacar que a CNTE é protagonista nesse debate, ele disse que o combate ao racismo tem que começar nas escolas, para refletir na sociedade.

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“Esse assunto ficou esquecido nos últimos quatro anos. Criou-se a ideia da falsa democracia do racismo. Mas existe, sim, o racismo no Brasil. Isso precisa ser debatido e a escola é o nosso lugar de atuação. Vamos ensinar o conteúdo do respeito, da gratidão, do reconhecimento, de sentir o outro como ser humano, independente da cor, do sexo, da religião e do pensamento político", explicou Furtado.

Iêda Leal, ou professora Ieda, coordenava a Secretaria de Combate ao Racismo da CNTE até assumir a Secretaria de Gestão de Promoção da Igualdade Racial do MIR. Ela disse que essa luta não é fácil, mas quando existe a participação e a generosidade das pessoas, é possível ir mais longe. “A gente tem que fortalecer a luta, colocar as mulheres negras em todos os lugares junto com os homens negros por conta da violência que a gente tem. Nós temos que combater o racismo. Temos que fazer a discussão nos Estados. Não podemos ficar só aqui em Brasília”, afirmou.

Segundo o presidente da CNTE, Heleno Araújo, a batalha de combate ao racismo é grande e, para enfrentá-la, é preciso ter um exército e uma base para isso. “Esse é um tema que deve envolver todo mundo. Essa nossa luta é intensa dentro de uma sociedade de maioria de negros e negras, que tem os direitos negados todos os dias.”

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Secretária-geral da CNTE, Fátima Silva lembrou que esse momento é importante para que o colegiado possa efetivar ações de combate ao racismo dentro do movimento sindical e também como política pública. “Nós temos uma caminhada de conquistas, embora ela seja insuficiente para pagar a dívida histórica de reparação. Estamos vivendo os frutos dessas conquistas, mas merecemos muito mais. Temos que ventilar essas políticas de combate ao racismo e de igualdade nos espaços que nós ocupamos.”

IGUALDADE RACIAL

Isadora Bispo abordou o contexto histórico do racismo até ele chegar ao Brasil e quem são os responsáveis juridicamente por isso. Para ela, o Estado não tem cuidado com a população negra e precisa ser responsabilizado. “É uma tarefa que temos que nos organizar enquanto movimento. A CNTE pode ter uma atuação frente a isso”, afirmou.

Ela reforçou que é preciso “cobrar a fatura” de todo esse atraso e desrespeito. “Se nós temos, hoje, um grande índice de mortalidade de jovens negros, o Estado tem que ser responsabilizado.”

Isadora acredita que para essa pressão ser feita é preciso entender o que é o nexo causal. A diretora explicou que isso é toda uma cadeia produtiva de racismo que causa o dano e gera o nexo de causalidade. “É a responsabilidade civil que tem que ser imputada e o Estado também tem que pagar por isso e reparar a população negra.”7

LEI 10.639/03

Lucimar Dias explicou que, com relação à Lei 10.639, a tarefa da SECADI é incidir sobre as políticas a partir das temáticas trabalhadas. Uma delas é atuar na concepção de educação, de mudança conceitual, de perspectiva, de incidência em toda a educação.

Mas, além disso, entrar na política de alimentação para garantir que quilombolas e comunidades do campo cheguem ao percentual que devem chegar, no transporte escolar, na formação de professores e na formação continuada no campo curricular. “Para o ano que vem, a ideia é construir uma política nacional de formação para educação das relações étnico-raciais”, acrescentou.

Ela garantiu que a SECADI está atuando para reconfigurar a educação a partir de uma base que não seja apenas a troca do eurocentrismo pelo afrocentrismo. “A maior parte da escola pública brasileira é negra, então, é preciso garantir o direito de uma educação que leve o conhecimento a partir das bases que nos constituem como população”, declarou.

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FOTOS: Ògan Luiz Alves

SECRETARIA DE COMBATE AO RACISMO

A Secretaria de Combate ao Racismo da CNTE tem como objetivo coordenar, propor e encaminhar políticas de combate ao racismo e de promoção da igualdade racial desenvolvidas pela CNTE; fortalecer o Coletivo Nacional de Combate ao Racismo Dalvani Lellis e fomentar a criação e o funcionamento de Coletivos Estaduais e Municipais junto às entidades filiadas.


Fonte: CNTE

Bolsonaro vai depor à PF na próxima terça. Em quem vai botar a culpa dessa vez?

 

Jair Mentira Bolsonaro

Está marcado novo depoimento de Jair Bolsonaro na próxima terça, dia 16, na sede da PF em Brasília. A PF investiga o envolvimento de Bolsonaro no caso dos certificados falsos de vacinação para ele e sua filha, Laura.

Bolsonaro já declarou anteriormente que não pediu certificado porque nunca foi solicitado que apresentasse um em país algum. E, contraditoriamente, disse que não pediu certificado "porque não tomou vacina". Mas, exatamente por não ter tomado vacina é que ele precisaria de um certificado falso...

Bolsonaro nega também que tenha pregado golpe de Estado, que tenha querido ficar com as joias de quase R$20 milhões da Arábia Saudita, que tenha pedido os certificados falsos de vacinação. Tudo é culpa dos outros, que tomavam atitudes que o beneficiariam, contra a vontade dele. 

Pensa que engana quem?

Fonte: https://www.blogdomello.org

quarta-feira, 10 de maio de 2023

TSE inicia produção de quase 20 mil novas urnas eletrônicas para serem utilizadas nas eleições de 2024

 Foto: Divulgação/TSE

Foi iniciada nesta quinta-feira (4), em Ilhéus (BA), a produção das novas urnas eletrônicas, modelo UE 2022. O lote inicial será de 300 unidades, que serão fabricadas durante o mês de maio. A previsão é de que sejam produzidos 219.998 equipamentos até fevereiro do ano que vem, para serem utilizados nas Eleições 2024. Esta será a segunda maior produção da história, ficando atrás apenas das 225 mil urnas UE 2020, fabricadas para as Eleições 2022.

A urna eletrônica tem uma vida útil de 10 anos (aproximadamente seis eleições). Logo, o próximo pleito contará não só com as novas urnas, mas também com as de modelos 2020, 2015, 2013 e, eventualmente, 2011.  Os equipamentos de 2009 e de 2010 provavelmente serão descartados. As duas últimas grandes produções (UE 2020 e UE 2022) visam, além de modernizar o sistema, substituir os aparelhos que não serão mais utilizados.

Rafael Azevedo, coordenador de Tecnologia Eleitoral (Cotel) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), explica que, devido ao cenário pandêmico, houve um pequeno atraso na execução do projeto das novas urnas, que é de 2020 e totalmente desenvolvido pela Justiça Eleitoral.

De acordo com ele, há uma equipe da Cotel presente na fábrica em Ilhéus para fiscalizar o processo produtivo. “Todos os lotes de urna eletrônica, que contêm até 50 unidades cada, passam por uma auditoria de qualidade pelo TSE. Nós aprovamos uma amostra desse lote e também fazemos uma auditoria de segurança na fábrica”, acrescenta o coordenador.

As 300 urnas a serem produzidas inicialmente serão entregues ao próprio TSE e a alguns Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Testes

Depois de realizados vários testes de qualidade nos protótipos, as urnas são submetidas a testes de resistência (tempo funcionando, temperatura etc.) realizados pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, para avaliar se a urna está corretamente projetada e adequada. Também são feitos simulados, tanto com as novas quanto com as urnas mais antigas, para testar o ecossistema da urna.

Os equipamentos UE 2022 também serão submetidos ao Teste Público de Segurança (TPS), instituído pelo TSE. Qualquer brasileiro poderá testar a segurança e as funcionalidades da urna e, se achar necessário, apresentar propostas à Justiça Eleitoral. “Se encontrarem alguma vulnerabilidade, eles apresentam as sugestões para correção”, informa Rafael Azevedo.

Evolução

O coordenador de Tecnologia Eleitoral ainda afirma que esse novo projeto é quase idêntico ao da UE 2020. “Vai haver aperfeiçoamento no que a gente percebeu de problema em 2020. Mas, como a de 2020 foi o grande salto, foi muito exitosa, foi muito boa, não tem muito o que mudar, não tem por que mudar”, esclarece.

Ele ainda destaca que a produção de urnas é um processo muito delicado, mesmo com o modelo atual sendo similar ao último produzido. “A gente tenta fazer a parte preventiva com muito afinco para não dar problemas depois”, conclui.

Fonte: TSE

Com POTIGUAR NOTÍCIAS


CPC-RN (Centro Potiguar de Cultura) PREPARA-SE PARA MAIS UMA NOITE DAS HOMENAGENS NOS SEUS 14 ANOS DE EXISTÊNCIA !

 Imagem: DANDARA, SIMBÓLO DE RESISTÊNCIA!!!

O Centro  Potiguar de Cultura - CPC-RN se prepara para os seus 14 anos de fundação - lutas e conquistas !

O evento já é tradição, momento em que a entidade promove a NOITE DAS HOMENAGENS, cujo e único OBJETIVO é o de agraciar artistas, grupos de danças, cantores/as, entre outros.

A direção estuda a possibilidade de se fazer a nível regionais, ou seja por regiões, pois para o CPC-RN desta forma atingirá mais grupos culturais, individuais, entre outros.

Brevemente haverá reuniões visando justamente discutir essa importante mudança!

Brevemente após a realização desta reunião o CPC-RN divulgará ás datas, ás cidades que serão beneficiadas pelo evento!

Aguardem!

EDUARDO Henrique Félix de VASCONCELOS

Presidente do CPC-RN

(Centro Potiguar de Cultura)

Operação é deflagrada e Polícia Civil do RN desarticula facção criminosa da Paraíba que atuava em Alexandria


 Foto: SECOMS/PC-RN

Policiais civis da 76ª Delegacia de Polícia (DP de Alexandria), com apoio da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN) deflagraram, nesta terça-feira (09), a Operação “Turistas Malditos”, com o objetivo de desarticular organização criminosa de origem paraibana, a qual tentava se estabelecer no município de Alexandria desde janeiro deste ano.

Durante as diligências, quatro suspeitos foram presos em flagrante por integrar associação criminosa armada, por tentativa de homicídio duplamente qualificada, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, por receptação e dano ao patrimônio público. São eles: Cleytson Jose Araujo da Silva, também conhecido como “Véi do Rio”; Jose Policarpo Dantas Neto; Eric Da Silva Ferreira, também conhecido como “Erikinho”; e Bruna Rafaela Luz Santos.

Na posse deles, foram encontrados e apreendidos: um bastão de madeira com inscrições e símbolos referentes a uma organização criminosa de origem paulista, com atuação em âmbito nacional; um revólver de calibre 38, com numeração raspada, utilizada na tentativa de homicídio contra Francisco Fabrício Alves de Lima, também conhecido como “Bananão”; munições de calibre 380 e de calibre 38; uma faca e um punhal; aparelhos celulares diversos; uma tornozeleira eletrônica rompida, e um moletom utilizado por Cleytson Jose, durante a prática de um roubo.

Ademais, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na Colônia Agrícola Penal de Souza, na Paraíba, onde Jorge Luiz Faustino Da Silva, também conhecido como “Jorginho”, encontra-se preso. Ele estaria coordenando o tráfico de drogas em Alexandria, e determinando homicídios contra os rivais e antigos aliados. Em sua posse, foram encontrados dez aparelhos celulares, quantidade elevada de maconha, assim como anotações referentes ao tráfico de drogas. Todo o material ficou à disposição da Polícia Penal da Paraíba.

Os criminosos passaram a intensificar a sua atuação criminosa em Alexandria após o homicídio de Wellington Hugo da Silva, cometido em 27 de dezembro de 2022. Ele, associado ao seu irmão, Wesley Igor da Silva, coordenavam o tráfico de drogas na região e tinham relações com outra organização criminosa, que se opôs à chegada dos rivais.

De fato, após o homicídio de Wellington Hugo, ocorreram sucessivos homicídios na região, fazendo com que o índice de mortes violentas e intencionais crescesse em mais de 200%, quando comparado ao mesmo no período no ano anterior. Outros crimes como roubo com emprego de arma de fogo e tráfico de drogas também passaram a ser praticados com maior frequência.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Fonte: SECOMS/PC-RN

Com POTIGUAR NOTÍCIAS

domingo, 7 de maio de 2023

PL 2630: Explicamos o “PL das Fake News” e mais 10 pontos para você entender por que defender a proposta

 

O PL 2630/20 é um projeto de lei que estabelece normas para as plataformas digitais (redes sociais, aplicativos de trocas de mensagens e ferramentas de busca) disponibilizarem seus serviços, a fim de combater riscos de utilização ilegal, tais como a disseminação de conteúdos que estimulem o ódio, a violência e o preconceito.

O texto, que tramita na Câmara desde 2020 e voltou a ganhar destaque depois dos recentes ataques violentos em escolas no último mês de abril, estava previsto para ser votado nesta terça (2/5), mas foi adiado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

É importante ressaltar que o PL 2630 não traz nenhum tipo de censura ou restrição à liberdade de expressão, ou às liberdades individuais. Pelo contrário, o projeto normatiza os direitos e combate às fake news, sem afetar a imprensa ou as liberdades individuais.

Um dos seus principais objetivos é tornar a internet um espaço livre de conteúdos que promovam a violência, o bullying, o assédio e a discriminação e foi definido como a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.

Em resumo, a proposta visa tornar a internet um espaço mais seguro e responsável, combatendo a disseminação de conteúdos prejudiciais e violentos. É uma medida importante para promover a liberdade, a responsabilidade e a transparência na internet, e contribuir para um ambiente digital mais saudável e democrático.

10 Motivos para apoiar o PL:

1. Combate à violência nas escolas

Uma das principais razões para a aprovação do PL 2630 é o combate à violência nas escolas. Muitos ataques a escolas são planejados na internet, e o projeto de lei pode ajudar a desmascarar as milícias organizadas que atacam escolas e universidades.

2. Internet sem ódio

O PL 2630 busca tornar a internet um espaço livre de conteúdos que estimulem o ódio, a violência ou o preconceito. A ideia é tornar a internet um lugar mais seguro e saudável para todos os usuários.

3. Combate ao cyberbullying

O cyberbullying é um assédio moral realizado nas redes sociais, sites, blogs, etc. O PL é necessário para combater a violência, assédio e preconceito, além de poder identificar o agressor.

4. Internet sem fake news

O PL visa combater a disseminação de notícias falsas na internet. As plataformas digitais serão responsáveis por verificar a veracidade das informações publicadas em suas plataformas e poderão ser penalizadas caso não façam isso.

5. Responsabilidade das plataformas digitais

As plataformas digitais terão a responsabilidade de monitorar e remover conteúdos nocivos, como discurso de ódio, violência e preconceito. Além disso, serão obrigadas a identificar os usuários que compartilham informações falsas e retirar esses conteúdos do ar.

6. Transparência na internet

O PL visa promover a transparência na internet. As plataformas digitais serão obrigadas a divulgar informações sobre a origem dos conteúdos publicados, como a identidade dos usuários que os compartilham.

7. Proteção de dados pessoais

O projeto de lei prevê a proteção dos dados pessoais dos usuários da internet. As plataformas digitais serão obrigadas a solicitar a autorização dos usuários antes de coletar e utilizar seus dados.

8. Liberdade de expressão

O PL não afeta a liberdade de expressão, uma vez que não prevê nenhum tipo de censura ou restrição à imprensa ou às liberdades individuais. Ele apenas normatiza direitos e combate às Fake News.

9. Debate democrático

O PL 2630 prevê a realização de debates democráticos para aprimorar a legislação sobre a internet e suas implicações sociais e políticas.

10. Mundo digital mais democrático

A regulação das plataformas digitais é realidade em diversas democracias do mundo, como na Europa, Alemanha, França e na Austrália. O PL 2630 tem inspiração em parte dessas iniciativas, especialmente na Lei de Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês), aprovada pela União Europeia ainda em 2023.

Fonte: UBES - União Brasileira dod Estudantes Secundaristas

Nova arma contra os fungos


 
Foto: Sesai/MS

Mais de 11,7 milhões de brasileiros e brasileiras foram vacinados com a dose bivalente da vacina contra a Covid-19. Desse total, 8,8 milhões foram aplicadas na população idosa a partir de 60 anos, grupo vulnerável com maior contingente no país. Além da vacinação por faixa etária, que já soma mais de 9,2 milhões de doses aplicadas, os grupos focais mais vacinados até esta sexta-feira (28) são:

  • trabalhadores da saúde: mais de 1 milhão de doses aplicadas;
  • pessoas com comorbidades: mais de 747 mil doses aplicadas;
  • povos e comunidades tradicionais: mais de 150 mil doses aplicadas;
  • pessoas institucionalizadas: mais de 82 mil doses aplicadas; e
  • povos indígenas: mais de 63 mil doses aplicadas.

No total geral, as mulheres foram as que mais se vacinaram com o reforço bivalente: 6,7 milhões de doses. Entre os homens, 4,9 milhões de doses foram aplicadas até agora. Os dados são da plataforma LocalizaSUS.

Nesta semana, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação com a dose de reforço bivalente para toda a população acima de 18 anos. A recomendação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e ampliar a cobertura vacinal em todo país. Cerca de 97 milhões de brasileiros podem ser vacinados nesta etapa do Movimento Nacional pela Vacinação.

A imunização com a vacina bivalente é voltada a quem já completou o esquema básico contra o vírus ou para quem recebeu uma ou duas doses de reforço. O intervalo entre a dose mais recente deve ser de quatro meses. O Ministério da Saúde reforça que, tanto as vacinas monovalentes quanto as bivalentes, têm segurança comprovada e são igualmente eficazes na proteção contra o coronavírus.

Nathan Victor
Ministério da Saúde

segunda-feira, 1 de maio de 2023

1º DE MAIO | DIA DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA Fonte: SINPRO-DF - JORNALISTA: MARIA CARLA Fonte: SINPRO-DF

Este ano, o 1º de Maio do Magistério Público do Distrito Federal será o marco na história da categoria porque demarca o momento da preparação da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas. Com faixas, cartazes e, sobretudo, disposição de luta, a categoria se reúne na Praça da Feira Central da Ceilândia, às 10h, para mostrar à sociedade que irá paralisar as atividades, a partir do dia 4 de maio, contra o descaso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a educação e pela reestruturação da carreira.

“Emprego, Direitos, Renda e Democracia”. Este é o tema do 1º de Maio de 2023, data em que todo o planeta comemora o 137º Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. No Brasil, o feriado foi reconhecido e instituído em 1925.  O Sinpro-DF está engajado no 1º de Maio que a CUT-DF realiza na capital do País, com luta do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.

Este ano, o 1º de Maio do Magistério Público do Distrito Federal será o marco na história da categoria porque demarca o momento da preparação da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas. Com faixas, cartazes e, sobretudo, disposição de luta, a categoria se reúne na Praça da Feira Central da Ceilândia, às 10h, para mostrar à sociedade que irá paralisar as atividades, a partir do dia 4 de maio, contra o descaso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a educação e pela reestruturação da carreira.

A greve foi aprovada no dia 26 de abril, durante a Assembleia Geral da categoria e faz parte do tema do 1º de Maio de 2023 das centrais sindicais, que, nesta edição, abrange várias pautas da classe trabalhadora, como valorização do salário mínimo; fim dos juros extorsivos; fortalecimento da negociação coletiva; mais emprego e renda; direitos para todos; Convenção 156 da OIT; salário igual para trabalho igual; aposentadoria digna; valorização do(a) servidor(a) público(a); regulamentação do trabalho por aplicativos; em defesa das empresas públicas; revogação dos marcos regressivos da legislação trabalhista; fortalecimento da democracia; revogação total do “Novo” Ensino Médio; desenvolvimento sustentável com geração de emprego de qualidade.

Compatível com o pleito geral da CUT-DF, a pauta do Magistério Público do País e do Distrito Federal também reivindica pontos cruciais para a valorização da carreira e, ao mesmo tempo, da educação pública. Afinal, as duas coisas são interligadas. Para que esse reconhecimento ocorra nacionalmente, é preciso, urgentemente, a revogação, por completo, do Novo Ensino Médio e aplicação imediata da Lei do Piso. É preciso que o Governo do Distrito Federal (GDF) realize a reestruturação da carreira e estabeleça condições de trabalho justas. Afinal, se nos últimos 6 anos a própria educação pública brasileira acumulou graves prejuízos salariais e pedagógicos por causa do projeto neoliberal da extrema direita, no Distrito Federal, os prejuízos já se arrastam por mais de 8 anos.

Os três últimos governos locais instituíram o congelamento salarial, várias escolas públicas foram militarizadas, o Novo Ensino Médio colocado em curso, não realizaram concurso público para atender à demanda, enfim, um total descaso com a educação, que levou a categoria a uma insatisfação intensa a ponto de optar pela greve a partir do dia 4 de maio. O reajuste de  que o governador Ibaneis Rocha (MDB) concedeu, em três parcelas de 6%, sendo a primeira a ser paga este ano; a segunda, em 2024; e, a terceira, em 2025, não resolve nem de longe o problema da recomposição salarial e muito menos o da reestruturação da carreira. O Sinpro avisou que isso não era suficiente em todas as negociações e mostrou que a única forma de resolver o problema é estabelecendo um novo Plano de Carreira com foco na isonomia e na paridade. Por isso, a saída da greve está nas mãos do governador Ibaneis.

Com a reestruturação da carreira, haverá possibilidade de se incorporar a Gaped/Gase ao vencimento básico; garantir melhorias para a progressão na tabela salarial; gerar benefícios para professores de contrato temporário; valorizar aposentados(as); e outros pleitos que fortalecem e valorizam a carreira e a educação. Tudo isso caminha lado a lado com a realização periódica e regular de concurso público e a convocação dos(as) aprovados(as) no último certame realizado em 2022.

Neste 1º de Maio, como nos primórdios da luta da classe trabalhadora por jornada de trabalho de 8h, salários e condições de trabalho dignos, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do Distrito Federal se preparam para iniciar uma greve por valorização profissional, condições dignas de trabalho, salário justo, revogação do Novo Ensino Médio e defesa do direito à educação pública, gratuita, universal, laica, inclusiva, democrática, socialmente referenciada, que assegure ao Brasil sua soberania tão atacada nos últimos 6 anos.

Fonte: SINPRO-DF