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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Eleições 2016: o que faz um vereador


A cada quatro anos, brasileiros em todo o país se mobilizam para eleger os vereadores das suas cidades. Em 2012, mais de 56 mil vereadores foram eleitos em todo o país para ocupar as Câmaras de cada uma das cidades do Brasil.
Mas o que faz um vereador? Veja abaixo os principais pontos para entender melhor o cargo político.
Requisitos

Para se candidatar a vereador, a pessoa precisa ter o domicílio eleitoral na cidade em que ela pretende concorrer até o dia 2 de outubro de 2015 – ou seja, um ano antes da eleição – e precisa estar filiada a um partido político até o dia 2 de abril de 2016. Além disso, precisa ter nacionalidade brasileira, ser alfabetizada, estar em dia com a Justiça Eleitoral, ser maior de 18 anos e, caso seja homem, ter certificado de reservista.

Número de vagas

Cada Câmara pode ter no mínimo 9 e no máximo 55 vereadores. O total de vagas depende do tamanho da população de cada cidade. Em São Paulo, por exemplo, que é a maior cidade do país, com quase 12 milhões de habitantes, são 55 vereadores eleitos a cada quatro anos. Já no menor município do país, Serra da Saudade (MG), que tem apenas 818 pessoas, são apenas 9 vereadores.

Salário e horário de trabalho

O salário dos vereadores segue a mesma lógica, ou seja, depende do número da população da cidade. Em cidades pequenas, de até 10 mil pessoas, os salários devem ser no máximo 20% do salário de um deputado estadual daquele estado. O percentual aumenta de acordo com o número de habitantes, até chegar a 75%, no caso das cidades com mais de 500 mil habitantes.

Quanto ao horário de trabalho, ele muda de cidade para cidade, pois não há uma regra fixa. É possível propor e aprovar projetos de lei determinando horários específicos ou cargas horárias a serem cumpridas, mas isso depende de cada cidade.
Trabalho no Legislativo

Os vereadores fazem parte do poder Legislativo e, como tal, elaboram, discutem e votam as leis municipais – ou seja, que envolvem impostos municipais, educação municipal, linhas de ônibus, saneamento, entre outros temas da cidade.

Para discutir e votar durante as sessões legislativas, os vereadores se organizam em partidos. Há os partidos que são considerados da base do governo (não apenas o partido do próprio prefeito, mas outros que apoiam a sua gestão) e os considerados de oposição.
Mas isso não quer dizer necessariamente que um vereador que faz parte da oposição vai votar sempre contra as propostas do prefeito, pois, apesar das disputas políticas, os parlamentares devem ter seus interesses pautados pelo interesse da coletividade. Isso porque cada vereador é eleito de forma direta, pelo voto, sendo um representante da população. Por isso, deve propor projetos que estejam de acordo com os interesses e o bem-estar da população.
Votações de projetos

Mesmo com as disputas políticas, acordos têm que ser feitos para chegar a decisões, já que são os votos da maioria que contam. Isso acontece quando são apresentados projetos, emendas e resoluções, por exemplo. Eles têm que passar por comissões, como a de Constituição e Justiça e a de Finanças, e ir para votação no plenário.

Mesmo depois de aprovados, projetos e emendas precisam passar pelo prefeito, que pode vetar total ou parcialmente ou aprovar. Quando há aprovação, o projeto é publicado no Diário Oficial da cidade e vira lei.
Caso o projeto seja vetado, mesmo que parcialmente, ele deve voltar a ser discutido pelos vereadores, que têm que decidir se aceitam ou não a decisão do prefeito.
É importante destacar que não são apenas os vereadores e o prefeito que podem apresentar projetos de lei. Os eleitores também podem propor mudanças na Lei Orgânica do município. Para isso, precisam coletar assinaturas de pelo menos 5% do eleitorado da cidade.
Função fiscalizadora

Além das votações, os vereadores também têm o poder e o dever de fiscalizar a administração, cuidando da aplicação dos recursos e observando o orçamento. Ou seja, é dever deles acompanhar o poder Executivo, principalmente em relação ao cumprimento das leis e da boa aplicação e gestão do dinheiro público.

São os vereadores que julgam as contas públicas da cidade – julgamento que acontece todo ano com a ajuda do Tribunal de Contas, que é um órgão assessor de fiscalização do próprio poder legislativo, apesar de seu nome sugerir que ele faça parte do poder judiciário.
É dever dos vereadores examinar bem as contas da cidade, sendo que ela apenas são rejeitadas se dois terços dos parlamentares concordarem com isso.
Juntamente a esse dever, os vereadores também devem checar se o prefeito e outros funcionários públicos, incluindo eles mesmos, estão desrespeitando alguma lei.
Dever do eleitorado

Para companhar se os vereadores estão cumprindo bem seus deveres perante a população, os eleitores podem ir às sessões legislativas ou mesmo conversar com os vereadores em seus gabinetes. Caso o eleitor descubra alguma irregularidade, é possível fazer uma denúncia ao Ministério Público. 

Isso porque, resumindo, o vereador é a ligação entre o governo e o povo. Ele tem o poder de ouvir o que os eleitores querem, propor e aprovar esses pedidos na Câmara e ficar de olho para ver se o prefeito e seus secretários estão colocando essas demandas em prática. Por isso, é importante acompanhar para ver se o trabalho está sendo bem desenvolvido.
Fonte: noticiasnoroeste.com.br

Qual é o valor do seu voto?



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A reflexão a seguir tem como objetivo discutir o direito ao voto, assim como seu valor para cada cidadão, a falta de consciência popular, os problemas sociais causados em função da má escolha e de representantes despreparados no poder.
Conforme afirma o sociólogo Betinho: “Só a participação cidadã é capaz de mudar o país.”, para que hajam mudanças efetivas na sociedade e na política como um todo, as pessoas devem primeiramente rever suas atitudes, sair das amarras da corrupção mesmo nos pequenos atos do dia a dia.
O primeiro passo é transformar a concepção do povo, sobretudo, a sua educação a fim de que a partir de um pensamento novo busquem-se novos ideais, novas condutas e que se possa escolher com mais consciência às indagações de cunho político.
Quando do surgimento da democracia, essa, não era exatamente uma democracia de fato, as pessoas não tinham tanta liberdade de escolha. Exemplo disso era o voto de cabresto, no qual, a pequena parcela da população que possuía direito ao voto, não o exercia conforme suas convicções, sofriam ameaças por parte de seus patrões com o intuito de que votassem no candidato apoiado. A pressão era tamanha, que, se não obedecessem as ordens estabelecidas, juntamente com sua família, corriam risco de vida.
Ao longo dos anos diversas mudanças ocorreram em relação ao direito ao voto. Entre elas, por meio de revoltas e muita luta por parte da população, o sufrágio passou a integrar o direito subjetivo de praticamente todos.
Entretanto, com o tempo, a política foi banalizada, o povo se orgulha em dizer: "Não gosto de política", os cidadãos não dão valor ao poder que possuem em suas mãos, o poder de decidir o futuro de seu país, por meio do voto, da participação popular nas decisões importantes, a maioria apenas exerce seu direito, pelo fato de esse, ser obrigatório e não por entender o verdadeiro valor desse instrumento jurídico de caráter público.
Diante disso é importante ressaltar que cada pessoa tem o seu papel no complexo sistema da sociedade, porém, com atitudes reprováveis, principalmente na esfera da política, como: compra e venda de votos, falsas promessas, é que se rompe com a harmonia desse percurso, onde cada um deveria fazer a sua parte. Os políticos, por sua vez, valem-se dessa quebra do andamento habitual para se promover e colocam seus interesses pessoais em primeiro plano.
A cada interstício de dois anos, quando ocorrem as eleições, a chuva de propostas ao comércio de votos é imensa: R$ 100,00, conta de luz, gasolina, cerveja, cargo de confiança, são algumas das ofertas proporcionadas aos eleitores que preocupados com suas dificuldades atuais, aceitam tais benefícios, sem pensar no futuro, nas maiores vantagens que conseguiriam posteriormente se tivessem escolhido com consciência o seu representante.
Em decorrência de que a classe política ao longo do tempo vêm sendo desacreditada e marginalizada, os indivíduos de boa conduta e qualificados, os quais seriam os mais indicados a concorrer aos cargos eletivos não o fazem, pois a imagem que o povo tem, é de que quem segue essa carreira é corrupto e bandido, diante disso, uma parte de quem se dispõe a concorrer aos cargos por vias eleitorais geralmente são pessoas com o mínimo de escrúpulos possíveis, e assim, perpetuam-se nesse ciclo vicioso.
Devido a esse ciclo vicioso quem sai perdendo é a população, a qual, eterniza-se em último plano aos olhos de nossos governantes, em decorrência disso, muitos problemas sociais surgem, há máculas na educação, na saúde, no transporte, em praticamente todos os setores por os quais a administração pública é responsável. O voto é direto, secreto, periódico, universal e com o valor igual para todos como a diz aConstituição Federal, por isso, é necessário que seja valorizado e não jogado no lixo quando as pessoas vendem o seu voto. Ou seja, para que tenhamos mudança no país, torna-se indispensável à participação cidadã de cada um.

Academia de direito na UNOESC. Micro empresaria. Estagiaria no Fórum da Comarca de Xanxerê-SC.
Fonte: Jusbrasil

terça-feira, 28 de junho de 2016

Sancionada lei que permite entrada forçada em imóveis com focos de Aedes

A lei que permite entrada forçada de agentes de saúde em imóveis suspeitos de terem focos doAedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como zika, dengue e chikungunya foi publicada hoje (28) no Diário Oficial da União. A origem da lei foi uma Medida Provisória publicada em janeiro pela presidenta afastada Dilma Rousseff, com o objetivo de definir as regras para o combate ao mosquito.
Entre os vetos do presidente interino, Michel Temer, está o que isentava de impostos produtos como repelentes, larvicidas e inseticidas usados para o combate ao Aedes. O artigo que previa incentivo fiscal do imposto devido por pessoas físicas e jurídicas que fizessem doações a projetos de combate ao mosquito também foi vetado.
Fonte: Robson Pires

Onda gigantes se aproximam de Natal

A Marinha do Brasil emitiu um alerta para a possibilidade de ondas que podem chegar a 4 metros de altura na área litorânea entre Natal, capital do Rio Grande do Norte, e São Luís, no Maranhão. A ressaca, segundo a Capitania dos Portos, começou às 21h da segunda-feira (27) e tem previsão para terminar às 12h desta quinta-feira (30).

A Capitania dos Portos recomenda que as embarcações de pequeno porte evitem navegar no mar nestes dias e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores e casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança. Outras informações sobre previsões meteorológicas estão disponíveis no site do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM).

Fonte: Robson Pires

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Cultura do Estupro: Uma luta conjunta e diária! – Por Nellyse Dantas*


No último mês o Brasil acordou com o choque de uma notícia triste, uma adolescente foi estuprada na periferia do Rio de Janeiro, o crime ainda está sendo investigado, e várias versões surgiram sobre tal, mas o que mais nos chamou atenção foi o assunto, que por muito tempo é varrido para baixo do tapete e veio à tona de supetão; a “cultura do estupro”.
No Brasil a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada, esse número também inclui o estupro de vulneráveis, e destes apenas 37% dos casos são registrados. A pergunta que paira é: por quê que essas mulheres e/ou meninas não denunciam? A resposta é bem simples, MEDO e VERGONHA de serem julgadas por aqueles que deviriam apoia-las, medo de sofrerem represálias, pois, na maioria dos casos o estuprador faz parte ou/é amigo da família.
Infelizmente a maioria das mulheres não tem conhecimento sobre o que é essa tal “cultura do estupro”, pois crescemos com a ideia que este crime só acontece na rua, e as vítimas são sempre garotas que não se “comportam bem”, não se vestem de “forma adequada”, saem de casa em “horários impróprios para moças”, mas, sabemos que essa realidade é bem diferente, o primeiro contato com algum tipo de violência sexual acontece dentro de casa, aquele lugar seguro, onde nada de ruim poderia lhe acontecer.
O que quero mostrar é que ser VÍTIMA de um estupro vai muito além da maneira que você se comporta, e o que temos que entender é que independente disto, NENHUMA mulher merece ou deveria ser estuprada. E o que se entende por estupro como de acordo com o Código Penal Brasileiro em seu artigo 213 (na redação dada pela Lei n° 12.015, de 2009), é “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”. Mas que fique bem claro, o estupro não pode ser um crime relacionado apenas a sexo ou ao desejo sexual, refere-se à intimidação da mulher, intimidação esta que faz com que vivamos em um estado de medo permanente.
Me doí como mulher abrir a boca para chamar um crime hediondo de “cultura”, mas isso é possível porque a violência contra a mulher se tornou algo normal dentro da sociedade. É comum passarmos na rua e recebermos cantadas absurdas e imorais, sabe aquele “Ei, psiu”? Aquele comum “Gostosa”? Aquela “mão boba”? Aquela “encoxada” no ônibus, no metrô, na fila do mercado? É assim, de uma forma encoberta que se inicia o estupro.
Mais o que o Movimento Feminista tem feito sobre essa questão? Hoje o Movimento Feminista problematiza a causa e eu como feminista, defensora dos direitos das mulheres, vejo que ao invés de nos unirmos em uma só causa, estamos abrindo leques para que o movimento se torne fraco e por muitas vezes ridicularizado. É muito fácil problematizarmos o assunto e buscarmos novas adeptas para o movimento (busco isto todos os dias), mas neste momento não deveríamos estar discutindo um problema, e sim deveríamos buscar soluções para tal.
Vejo e converso com muitas amigas, parceiras de causa e de luta e percebo o repúdio total contra os homens, ERRADO. Há um tempo li um post em uma rede social o qual dizia “Homens não podem dizer nada sobre o estupro, pois todos eles são estupradores”, esse post era (espero que depois de toda um discussão ela tenha apagado o post) de uma amiga, militante feminista, juro que busquei a opção “desver”. Enquanto tivermos essa mentalidade em que todo homem é estuprador, teremos que aceitar que toda mulher merece ser estuprada.
Devemos repudiar o estupro não como mulher ou homem, e sim como humanos, devemos mostrar a sociedade de forma conjunta que o estupro é um crime e tem que ser denunciado e combatido. Que eu posso ir e vir a hora em que eu achar melhor, que eu posso usar meu short, minha saia, meu cropped, e que não devo ser estuprada por isso; que eu sou mulher livre, que tenho meus direitos e que vou usá-los. Mas dizer que todo homem é um estuprador em potencial, isso não, desta forma estamos amenizando aqueles que são realmente culpados, seria dizer que ele segue a “cultura” e que foi educado a agir assim, ser homem é diferente de ser desumano.
Não pensem mal, eu não estou aqui para defender os homens, existem homens cruéis, desumanos, que são capazes sim de estuprar. Assim como existem aqueles que não seriam capazes de estuprar, mas que são machistas, e muitas vezes sem perceber, e usam  constantemente as celebres frases “se estivesse em casa isso não teria acontecido”, “se fosse minha namorada não usaria essas roupas”, “se não bebesse tanto não seria estuprada”. Sim, repudio este tipo de homem, que não é o estuprador, mas que compactou com o ato. Caro amigo que leu este texto até aqui, que se sentiu defendido no parágrafo anterior, se uma destas frases ou outras parecidas com essas saíram da sua boca, repense a forma que você vê a mulher, por favor.
Problematizar o estupro e colocá-lo como um problema cultural, fazer com que a vítima seja ridicularizada e que entenda que a violência sexual (ou não) cometida contra ela não teve outra culpado a não ser ela mesma é muito fácil. Difícil mesmo é encontrar soluções, discutir políticas públicas para solucionar este câncer social. Não devemos lutar apenas contra a cultura do estupro, devemos lutar contra os estupradores, identificá-los, julgá-los e puni-los; em uma luta conjunta e diária entre homens e mulheres que estão cansados de ver o estupro transformado em apenas mais uma manchete comum de jornal.

coluna*Nellyse Dantas, paraense, 20 anos. Atualmente está cursando Zootecnia na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), militante da UJS na cidade de Mossoró – RN. Secretaria de Organização da UJS no município, Feminista e Comunista.

NOVA CRUZ AGORA TEM Games Arsenal Cyber House, CONHEÇA!

 Proprietário> O querido amigo, Wedma Avelino
 Um lugar atrativo para toda a galera, confira!
Lan House e Livraria em só lugar, confira!  - Rua Franco de Oliveira - São Sebastião - NOVA CRUZ - Fone> (84) 99449-9897

Mas uma novidade na lan e livraria Games Arsenal Cyber House. O livro Depois de Você. Em Depois de você, Lou ainda não superou a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do terraço. 

O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la. Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.

Venha e confira galera temos muitos livros.
https://www.facebook.com/Games-Arsenal-Cyber-House-287027…/…


sábado, 25 de junho de 2016

NOVA CRUZ/RN: PREFEITO CID ARRUDA PARTICIPA DO PRIMEIRO FESTIVAL DE QUADRILHAS NA CIDADE DO SOL SUPERA SUAS EXPECTATIVAS


Marceliano entre o Prefeito Cid Arruda, Valéria Arruda (SME) Rita de Cássia (SMS) e o amigo M|atheus com sua filhinha participando do Primeiro Festival de Quadrilha Matutas e Estilizada da Vizinhança – Cidade do Sol – NOVA CRUZ
Realização: Marceliano Nunes
Perfeito Cid Arruda entregando o troféu e certificado ao 1º Lugar a Quadrilha SUÍÇA DO AGRESTE da Cidade de Montanhas do Festival de Quadrilha do Arraia da Vizinhança.
Secretária Municipal de Educação, Drª Valéria Arruada entrega o troféu do 2º lugar Quadrilha Arroxono da Cidade de São José de Mipibu.
Hudson Tourinho entrega o troféu ao 3º lugar a Quadrilha Luar do Sertão do Festival se Quadrilha Matutas e Estilizada da Vizinhança.
 Mesa de convidados
  Apresentações das quadrilhas


 Momento lindo no clic do Eduardo Vasconcelos

  Apresentações das quadrilhas


  Apresentações das quadrilhas


  Apresentações das quadrilhas

 Apresentações das quadrilhas


 Foto linda!
 Momento especial: Encontrar o amigo, Lenilson Belo acompanhado de sua mulher, foi legal!
Foi um momento prazeroso, pois não só os moradores do bairro participaram como de outros bairros.  Parabéns aos organizadores.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Fátima defende ampla discussão de projeto que altera a Lei Maria da Penha

fatima_penha
Senadora FÁTIMA BEZERRA - PT//RN
A senadora Fátima Bezerra defendeu, nesta quinta-feira, uma discussão mais profunda sobre o PLC 7, de 2016, que altera a Lei Maria da Penha no Congresso Nacional, antes de a matéria ser votada. O projeto aumenta as medidas protetivas às mulheres, mas artigo que permite que a autoridade policial determine medidas protetivas de urgência, como o afastamento do agressor de sua residência sem autorização do juiz, está sendo criticado, especialmente por promotores e magistrados. A senadora leu, em Plenário, artigo da ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, com críticas ao projeto.
“Qualquer alteração na Lei Maria da Penha, obrigatoriamente, tem que passar também por um amplo, sério e profundo debate; jamais ser aprovada no calor da emoção, até porque isso, em vez de significar um passo a mais na luta, no combate à violência contra as mulheres, pode significar um passo atrás”, declarou.
Menicucci destaca, por exemplo, que as Delegacias de Defesa das Mulheres do País encontram-se completamente abandonadas e sem profissionais suficientes para o atendimento eficaz e célere das mulheres. Portanto, ampliar as atribuições da autoridade policial precisa ser melhor discutida. (Continuar lendo…)
Fonte: Robson Pires

quinta-feira, 23 de junho de 2016

STF tenta frear cultura do estupro


No Cena Política desta semana, as deputadas Angela Albino, Luciana Santos e Jandira Feghali falam sobre a luta feminina por dignidade.  

Clic: http://www.vermelho.org.br/noticia/282751-1

Sorrentino: O custo da tentativa de impeachment e as saídas políticas



Mas, vejamos o “custo” da solução de Temer. Um governo alcançado fora da legalidade e sem legitimidade, para deixar de ser interino, precisa antes de tudo aprovar o impeachment. Depois, serão outros quinhentos.

Para aprovar o impeachment, faz-se um governo “congressual”, ou seja, paga-se o botim ao malfadado Centrão; e a política econômica fica blindada, à margem da crise política, esta que era a segunda perna de união entre os golpistas, sendo a primeira o compromisso de derrubar Dilma.

De imediato, uma conta é simples. Aprovou-se um deficit fiscal de R$ 170 bilhões. E aprovou-se um teto para gastos do Estado, mais uma regra que limita seu crescimento por vinte pretendidos anos! Isso feito por um governo interino, uma aventura irresponsável com a nação.

A mídia plutocrática saudou como “transparência” essa irresponsabilidade de engrossar o deficit para comprar o essencial: Temer deixar de ser interino. Sabia-se que o consórcio golpista daria uma moratória ao governo, uma espécie de lua de mel, só não era evidente o tamanho do cinismo.

Com esse deficit, deram bondosamente perto de R$ 60 bilhões para aumento dos servidores públicos, em especial do Judiciário (!). Depois, um acordo com governadores, ao custo de R$ 50 bilhões. Mais uma pequena ajuda de emergência de R$ 3 bi ao Rio de Janeiro em estado de calamidade. Sem falar na autorização das emendas parlamentares, mais alguns bilhões. Tudo partes da regra, mas contradizem o rigor fiscal.

Quer dizer, são R$ 170 bilhões de imediato, por assim dizer, para comprar a aprovação do impeachment. Estava precificado, como se diz no jargão estúpido do senhor mercado.

Afinal, derrubar Dilma e tentar desmontar 14 anos de avanços de um projeto democrático e de interesse nacional e popular, não tem preço. Para a plutocracia, vale qualquer preço mudar a Constituição quanto aos deveres do Estado e direitos do cidadão. Meirelles declara: “Ou mudamos a Constituição, ou não resolvemos a dívida”, a malfadada falácia de que o Estado não cabe no PIB.

Como disse, depois serão outros quinhentos. Aprovado o impeachment, vem na esteira a reforma da Previdência – não uma reforma em defesa da Previdência, mas em desfavor dos trabalhadores. Mais: no fim do arco-íris há um pote de ouro. Nele estão as desnacionalizações e privatizações, o regime de partilha do pré-sal e muito mais bondades contra o interesse nacional – ontem mesmo se aprovou autorização para aéreas com 100% de capital estrangeiro, imaginem os interesses envolvidos! Aliás, esta é a parte do botim disputada a tacape entre tucanos e peemedebistas.

Isso tudo serve, mais uma vez, para compreender algumas coisas. Primeiro, não se enganar quanto à real correlação de forças que abriu caminho para pôr o país na marcha da regressão nacional e de direitos sociais de modo violento. É um quadro que impõe ao campo democrático, progressista e popular uma situação de defensiva e resistência, mas acumulando forças na luta se for hábil, firme e amplo.

Segundo, não desprezar a crueldade e sagacidade das forças do governo interino para fazer o “serviço sujo” que limpa o terreno onde se semeará a regressão. As mesmas características que estarão presentes quando elas se contrapuserem entre si, motivadas pelas inúmeras contradições do consórcio golpista. Vão tirar Cunha da cena do crime… Podem mesmo chegar a substituir Temer, se for necessário, depois da “prestação de serviços” contratada, mediante, por exemplo, eleições indiretas.

Terceiro, mais que tudo, dar à luta de resistência ao golpe e ao governo ilegal e ilegítimo com seu programa ultraliberal uma perspectiva política, propor saídas políticas que se sobreponham a qualquer pacto das elites. Sem isso não há desfecho para a crise, ela se prolonga até 2018. Deixar o país sangrar até 2018, como se quanto pior para o país melhor para a oposição popular, seria uma irresponsabilidade, nem sequer discutível – explicitaria a falta de opção de nossas forças. O mais fundamental será a esquerda política e social, as forças democráticas e progressistas, protagonizarem a luta por essa perspectiva, para reconquistar a confiança da real maioria do povo trabalhador.

Há aceso debate sobre saídas possíveis na esquerda, nas forças progressistas, na sociedade. Dilma mostrou ter apreço e aceitar uma que vai se fazendo de crescente apelo: antecipar eleições diretas se o povo assim o decidir em um plebiscito convocado para esse fim. O trabalho de consenso em torno disso vai se lavrando e pode representar a bandeira que vai mais à mente e coração das massas, à compreensão da maioria do povo: Fora Temer, e remeter as saídas que deem desfecho à crise política a um mandato presidencial confirmado pela força do voto popular, para que não fique refém de um sistema político que já passou, há muito, do ponto de fadiga.


*Walter Sorrentino é médico e vice-presidente nacional do PCdoB