SOU FORTE, SOU GUERREIRO, SOU BRASILEIRO!

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Enquanto Houver Razões Eu Não Vou Desistir

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Revista Veja: Laboratório de invenções da elite - " Vale LÊ! Eduardo Vasconcelos


“Veja faz um jornalismo de trás para a frente”, explica Cláudio Julio Tognolli. “Assim, a revista ensina à classe média bebedora de uísque o que pensar”, alfineta

- Por Anselmo Massad, da revista Fórum

Um movimento popular ganhava atenção e simpatia da opinião pública fazia dois anos. Era preciso desmoralizá-los. 

Em junho de 1998, a capa da revista semanal com maior tiragem do país enquadrava uma das lideranças do movimento com uma iluminação avermelhada produzida nas telas de um computador sobre o rosto com uma expressão tensa. 

A chamada não deixava dúvidas: “A esquerda com raiva”. O rosto demonizado era de João Pedro Stédile, líder do movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), e a publicação, Veja.

Na matéria, além de explicitar sua posição, descredenciando o movimento por defender idéias contrárias às defendidas pela revista, os sem-terra eram apresentados como grupo subversivo-revolucionário, quase terrorista. 

Apesar das quase duas horas de entrevista, só foram aproveitadas declarações do líder de debates sobre socialismo em congressos devidamente descontextualizados. 

Stédile conta que, após a publicação daquela reportagem, ele e as lideranças do movimento tomaram a decisão de não atender mais à revista. Na época, uma carta anônima circulou por correio eletrônico revelando supostos detalhes de como a matéria teria sido produzida. 

A carta não comprova nada, e atribui ao secretário geral de Comunicações de Governo de Fernando Henrique Cardoso, Angelo Matarazzo, a “encomenda” para desmoralizar os sem-terra.

A iniciativa de não dar entrevistas à Veja também foi adotada por Dom Paulo Evaristo Arns, ex-arcebispo da Arquidioscese de São Paulo, quando presidia a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O motivo era a distorção da cobertura. Procurado, não quis discutir o tema, apesar de manter a determinação de não conversar com jornalistas do veículo.

O presidente venezuelano Hugo Chávez é o mais recente alvo no plano internacional. Em 2002, Veja chegou às bancas no domingo com a chamada "A queda do presidente fanfarrão", quando a reviravolta já havia ocorrido e a manobra golpista denunciada. 

A "barriga", jargão jornalístico empregado a erros da imprensa, não foi sequer corrigida ou remediada. Em 4 de maio desse ano, Hugo Chávez voltou a ser alvo da revista, com a pergunta na capa "Quem precisa de um novo Fidel?", ditador cubado a quem a revista sempre se esperneou.

A lista é extensa, mas as razões derivam de uma fórmula simples. “Veja faz um jornalismo de trás para a frente”, explica Cláudio Julio Tognolli, repórter do semanário na década de 1980 e hoje professor da USP. Segundo ele, se estabelece uma tese e a partir dela se parte para a rua, para a apuração. 

Ouvir lados diferentes da história e pesquisar sobre o tema são práticas que não alteram a “pensata”, jargão para definir a tese que a matéria deve comprovar. Dentro da redação, o melhor repórter é o que traz personagens e fontes para comprovar a tese. “Assim, Veja ensina à classe média bebedora de uísque o que pensar”, alfineta.

Júlio César Barros, secretário de redação da revista, negou esse tipo de procedimento, em entrevista realizada em meados de 2003. Ele admitiu, porém, que a posição da revista é muito clara e conhecida por todos, do estagiário ao diretor. 

“Medidas irresponsáveis, que atentem contra as leis de mercado ou tragam prejuízos para a economia não terão apoio da revista, que prefere políticas austeras e espaço para o empresariado”, resumiu. 

A versão oficial do jornalismo praticado pela revista é de que, depois de ouvir especialistas e as pessoas envolvidas, o repórter normalmente já tem uma opinião formada sobre o assunto e a reproduz na matéria. Quem já trabalhou na revista nega.

“As assinaturas das matérias são uma ficção”, sintetiza um ex-colaborador da revista que não quis se identificar. As matérias são reescritas diversas vezes. 

O repórter entrega o texto que é modificado pelos editores, depois refeito pelos editores executivos e, por fim, pelos diretores de redação. 

No final da “linha de montagem”, o repórter, que pacientemente aguardou a edição para uma eventual necessidade de verificação de dados, não tem acesso ao texto até ver um exemplar impresso. 

O processo é narrado no livro do ex-diretor de redação da revista Mário Sérgio Conti, que fez parte da cúpula da publicação até 1997, como chefe de redação e diretor. A opinião que prevalece é a da revista, ainda que todos os entrevistados tenham dito o oposto, mesmo que para isso seja preciso omiti-las do leitor.

A criação de frases de efeito para os entrevistados foi, durante a década de 1980, prática comum, conforme narram diversos jornalistas ex-Veja. 

É do inventivo do ex-diretor Elio Gaspari a frase assumida por Joãozinho Trinta: “Quem gosta de pobreza é intelectual”. Outras foram criadas, algumas sem consulta, no caso de fontes mais próximas aos repórteres e diretores, que ganhavam carta-branca como porta-vozes de certas personalidades.

No quesito busca de frases, Tognolli conta que elaborou com colegas um dicionário de fontes que incluía verbetes como “Sindicalista que fala bem da direita” ou “Militar que fala bem da esquerda”. O material informal de consulta chegou a 70 verbetes e inúmeros nomes. Algo essencial para os dias de fechamento e encomendas de declarações sob medida.

Veja por dentro

Assim como outras revistas semanais, a estrutura é extremamente centralizada. Até o cargo de editor, o jornalista ainda é considerado de “baixa patente”, ou seja, não decide grandes coisas sobre o que será publicado. 

Dos editores executivos para cima já se possui poder sobre a definição do conteúdo, mas os profissionais são escolhidos a dedo. Além de competência profissional — qualidade de texto, capacidade intelectual e ampla bagagem cultural — é preciso estar muito alinhado com a editora.

Afinados, os diretores têm grande liberdade para controlar a equipe. 

Quanto ao conteúdo, o espaço é considerável, ainda que o presidente do conselho do grupo, Roberto Civita, o herdeiro do império da Editora Abril, participe das reuniões que definem a capa de Veja, junto do diretor de redação, do diretor-adjunto (cargo hoje vago), do redator-chefe e, eventualmente, do editor-executivo da área.

O ex-redator-chefe, atualmente diretor do jornal Diário de São Paulo relata que Civita sempre foi muito presente na redação, ainda que sem vetos ou imposições do patrão. Leite sustenta que as matérias e capas sempre foram feitas ou derrubadas a partir de critérios jornalísticos. 

“Roberto Civita acompanhava a confecção da revista, sabia de seu conteúdo e dava sua opinião em reuniões regulares com os diretores da revista. Mas, de vez em quando, até saíam matérias com as quais ele não estava de acordo”, garante. 

Leite afirma que, nesses casos, cobrado por políticos e empresários, Civita respondia que “não controlava aquele pessoal”. “Claro que controlava, mas sabia que fazer revista não é igual a fabricar sabonete”, compara.

A revista busca agradar a quem a compra: a classe média conservadora. A tiragem semanal da revista é de 1,1 milhão de exemplares, sendo 800 mil assinantes e o restante vendido em banca. 

“A maioria dos que compram, gostam das opiniões, gostam do Diogo Mainardi”, lamenta Raimundo Pereira, um dos primeiros editores da revista na época em que lá ainda trabalhava o seu criador, Mino Carta.

A cúpula da publicação reflete esse perfil. O diretor de redação Eurípedes Alcântara e o ex-diretor da revista Exame Eduardo Oinegue, autor da matéria de 1998 sobre os sem-terra, são membros do São Paulo Athletic Club, o Clube Inglês, freqüentado pela elite paulistana. 

Oinegue costumava defender que os jornalistas devem circular e manter amizades no meio em que cobrem. Entre empresários, se a editoria é Economia, políticos, se é Brasil etc.

Os preconceitos da elite são refletidos pela revista. Além dos movimentos sociais, há quem relate que um dos bordões de Tales Alvarenga, atual diretor de publicações, em sua fase à frente da revista era: “Não quero gente feia”. 

Por gente bonita, referia-se não apenas a padrões estéticos de magreza, mas também aqueles ligados à cor da pele. Segundo colaboradores próximos, fotografar negros seria quase certeza de material desperdiçado.

A despeito de comentar o livro de Mário Sérgio Conti, o ex-editor-executivo de Veja, hoje diretor do Diário de São Paulo, Paulo Moreira Leite, criticava a obra por ser parcial demais e não ser fiel aos fatos, especialmente os que envolviam os amigos do diretor. 

“A amizade e a proximidade excessiva com os poderosos são o caminho mais comum e mais eficaz para a impostura e a falsidade, o erro e a arrogância”, afirmava na época. Procurado novamente para falar a respeito, recusou-se a falar mais sobre Conti.

Falando em amizades, um caso em que essas relações foram reveladas, mas nem por isso foram explicadas ocorreu em novembro de 2001. O nome da editora de economia de Veja, Eliana Simonetti, aparecia na agenda do lobista Alexandre Paes dos Santos. 

Ela recebeu a quantia de 40 mil reais em empréstimos, segundo sua própria estimativa. A revista, de acordo com a jornalista, sabia do relacionamento. Quando os repasses vieram a público, ela foi demitida, sob a alegação de "relacionamento impróprio" com uma fonte.

O maior problema é que a informação surgiu a partir de uma agenda do lobista, envolvido com empresas transnacionais e influência direta sobre funcionários do Palácio do Planalto. 

Quem revelou a existência do documento foi Veja, cuja reportagem fez vista grossa ao nome da colega. Para dar satisfação à opinião pública, a revista publicou somente uma nota a respeito. Nenhuma investigação foi promovida sobre eventuais matérias compradas, hipótese negada pela ex-editora e pela revista. 

Simonetti não respondeu aos contatos, mas afirmou, à época, que "todo jornalista tem seu lobista", colocando toda a classe sob suspeita. Ela processou a Abril, e ganhou em primeira instância no ano seguinte o direito à indenização de 20 vezes o valor do último salário.

Império

Publicações tradicionais do mundo todo têm sua posição claramente conhecida pelo público, sem roupagem de imparcialidade. Os questionamentos éticos aparecem quando as relações por trás desses interesses não são transparentes ao público leitor. 

Um dos motivos dessa falta de transparência é o surgimento dos grandes conglomerados de comunicação. Esse fenômeno adquire contornos mais dramáticos no Brasil, que permite a propriedade cruzada dos meios de comunicação (uma mesma empresa detém meios impressos e televisivos, por exemplo).

O presidente da Radiobrás e ex-diretor de publicações da Abril, Eugênio Bucci, alerta que os grupos transnacionais de entretenimento compram TVs e jornais e os restringem a um mero departamento. “A pergunta que se colocava antes era se o jornalismo é capaz de ser independente do anunciante. Hoje se questiona se ele é capaz de ser independente do grupo que o incorporou”, avalia.

A concentração dos veículos de comunicação nas mãos de poucos grupos, ainda que nacionais, é a marca da história da mídia no Brasil. 

O grupo Abril não foge à regra. Ele abarca um complexo que envolve 90 revistas, duas editoras de livros (Ática e Scipione), uma rede de TV (MTV), uma de TV a cabo (TVA) e uma rede de distribuição de revistas em banca de jornal (Dinap), além de inúmeras páginas na internet.

Tem sete das dez revistas com maior tiragem no país e, nesse quesito, Veja é a quarta maior do mundo. “A Abril faz o que for preciso para expandir seu império, se for preciso derrubar um artigo da Constituição, alterar leis ou políticas, ela usa suas publicações para gerar pressão”, sustenta Giberto Maringoni, jornalista, chargista e doutorando em história da imprensa.

A evolução do império Abril dá uma mostra de como ela soube usar bem sua, digamos, habilidade. O início das atividades se deu em 1950, com a publicação das revistas em quadrinhos do Pato Donald, personagem de Walt Disney. 

O milanês Victor Civita aproveitava a licença para a América Latina e a amizade do irmão Cesar com o desenhista norte-americano para lançar os produtos. Apesar de simbólico, não se pode dizer que o grupo tenha sido um propalador de enlatados norte-americanos ou produzido materiais de má qualidade em sua história.

O surgimento de diversas revistas, incluindo Veja, um semanário informativo — e não uma revista ilustrada, como o nome e as concorrentes sugeriam —, o lançamento de coleções na década de 1960, como A conquista do espaço, a revista infantil Recreio, sob o comando da escritora Ruth Rocha, e a revista Realidade, uma das melhores feitas no país até hoje, são exemplos de publicações de qualidade da editora. 

Qualidade que não se manteve, segundo o diretor responsável pela criação de Veja em 1968, Mino Carta. Ele considera a publicação da Abril muito ruim, assim como todas da grande imprensa brasileira, à qual lê muito pouco, para “não sofrer demais”. 

Na época em lançou o livro Castelo de Âmbar (Editora Record, 2000), afirmou aos quatro ventos a incompetência e até a “imbecilidade”, em suas palavras, dos donos da Abril, que “não entendiam nada de Brasil, assim como não entendem ainda hoje.”

O episódio da demissão de Carta do seu posto na revista Veja é um exemplo do tipo de interesses que pautam os donos da Abril e o jornalismo de suas publicações. A censura prévia havia sido suspensa em março de 1974, com a posse do general Ernesto Geisel. 

Combativa, a redação publicou três capas seguidas com duras críticas ao governo. A gota d'água para o regime foi uma charge de Millôr Fernandes, que apresentava um preso acorrentado e um balão com a fala de um carcereiro oculto, do lado de fora da cela: “Nada consta”.

Na negociação operacional da censura, Carta conta que Roberto Civita, filho de Victor, ofereceu a cabeça de Millôr a Golbery do Couto e Silva, chefe da Casa Civil, para tentar evitar a censura. 

O então ministro da Justiça, Armando Falcão, queria a cabeça de Carta. No livro, ele menciona uma carta escrita por Sérgio Pompeu de Souza, o preferido de Falcão e diretor da sucursal de Brasília, sugerindo ao conselho a demissão do diretor para facilitar as coisas para a revista. 

Carta afirma que, entre as facilidades, estava incluso a liberação de um financiamento da Caixa Econômica Federal para saldar uma dívida de 50 milhões de dólares no exterior.

Na versão oficial, reproduzida no livro de Conti, os Civita queriam noticiar os progressos do país e Carta, só os aspectos negativos do regime. Queriam ainda expandir o grupo, com a construção de hotéis. Foi preciso ceder ao governo. 

O episódio decisivo foi a exigência da demissão do dramaturgo Plínio Marcos, colunista da revista. A negativa de Carta em fazê-lo foi o motivo alegado para o seu desligamento, em abril de 1976. Dois meses depois, a censura na revista acabou.

Desde então, Veja tem servido a interesses políticos e econômicos para preservar os seus, ainda que isso implique mudança de posição. Um exemplo foi o comportamento na ascensão e queda do ex-presidente Fernando Collor de Melo. 

O livro Notícias do Planalto, de Mário Sérgio Conti, conta em detalhes o período, ainda que inclua a maioria da grande imprensa. Da capa sobre "O caçador de marajás", em 1988, até a “Caso encerrado”, sobre a morte de Paulo César Farias, a despeito do laudo do médico-legista Fortunato Badan Palhares, em 1993. 

A adesão automática à candidatura alternativa aos perigosos Leonel Brizola e depois Luiz Inácio Lula da Silva, favoritos naquele pleito, foi dando lugar aos escândalos de corrupção no decorrer do governo.

Os que têm seus interesses atendidos pela revista também mudam. Para Tognolli, durante a década de 1980, a revista vivia sob a tutela de Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), quando Elio Gaspari era o diretor da revista. 

Nos anos de Mário Sérgio Conti, houve uma pequena melhora, até a transição ocorrida nos anos de Fernando Henrique em Brasília. “O que antes era ninho dos baianos, hoje é ninho dos tucanos. Quem começou a campanha da mídia contra o atual governo foi Veja”, sustenta.

Um levantamento das capas entre os anos de 2000 e 2005 mostram claramente o seu jornalismo tendencioso. Política interna e economia são os temas de capa mais freqüentes em 2000, 2002 e 2005. 

Curiosamente, em 1998, ano de eleições federal e estadual, esses temas estiveram bem ausentes: só foram destacados em 11 das 52 edições. 

Nada se compara a 2005, em que quase metade das 28 capas produzidas até o fechamento desta reportagem destaca temas políticos. Desnecessário dizer que o prato principal era a corrupção.

Um exemplo foi o uso de uma pesquisa do Instituto Ipsos Opinion, divulgado pela revista na edição de 13 de julho. No levantamento, constatou-se que 55% dos entrevistados acreditavam que Lula conhecia o esquema de corrupção, ao mesmo tempo em que a popularidade pessoal e do governo permaneciam estáveis em relação ao estudo anterior.

A avaliação dos analistas do grupo, de que a imagem do presidente permanecia intacta, foi omitida, o inverso do apregoado pela reportagem de capa. A visão dos autores só foi publicada depois de duas edições na seção de cartas, sem o menor destaque.

Raimundo Pereira acredita que, se não fosse o caso do financiamento de campanha, é bem possível que se achasse outro assunto para desmoralizar o atual governo. 

“Veja não está isolada em sua ação, mas é a ponta de lança, a que tem mais prestígio e circulação”, avalia.

Tratamento bem diferente daquele dado ao caso da compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição, em 1997. 

Naquele ano, apenas uma capa foi feita sobre o assunto, com o rosto de Sérgio Motta, então ministro-chefe da Casa Civil, e a chamada “Reeleição” e “A compra de votos no Congresso”, em letras menores. Como se não fosse corrupção. 

Assepsia total para o Planalto. Um servilismo ao governo que, com os petistas no poder, se transformou em ódio.

Para ler mais denúncias e análises sobre a Veja, clique neste link.
Fonte: Tudo em cima

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

NATAL É VALORIZAR NOSSAS RAÍZES, POR ISSO VISITE E COMPRE NAS LOJAS ELLAS FASHION E SHOKANTE MIX EM NOVA CRUZ/RN, VALORIZE O QUE É DA SUA TERRA!






Três (3) lojas em só lugar, todos os novacruzenses devem se orgulharem de ter entre si pessoas que lutam e vencem, como os nossos comerciantes Dida, /Aninha e Família que há décadas atuam e trabalham no comércio de Nova Cruz!  Pessoas que acreditaram  no progresso e desenvolvimento da nossa cidade. É nessa linha que essa família se destacou e se destaca no comércio da nossa querida cidade.  Portanto, novacruzenses, antes de comprar, visitem as lojas daqueles que sempre contribuíram para o desenvolvimento da sua cidade: Ellas Fashion, Shokante Mix e Visual Modas.

Nós que fazemos a imprensa e os meios de comunicações, temos o dever de prestigiar essas ações, esses comerciantes!  Façamos a nossa parte e você visite as lojas pioneiras e locais:  Ellas Fashion; Visual Modas e Shokante Mix, todas localizadas na Rua Professor Mário Pinott,, 150/110 - Bairro São Sebastião - Nova Cruz/RN - Ligue: (84) 3281 3361

Parabéns a Dida, Aninha e Família, Nova Cruz os parabenizam pelos seus esforços e perseverança!

Aninha, Dida e Família desejam aos seus clientes um Natal e Ano Novo um Clima de Paz, Amor e Perseverança!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Brasil tem 50 mil casos de estupros por ano

No ano de 2013, 50.320 casos de estupro (incluindo homens e mulheres) foram registrados pela polícia em todo país, segundo dados do 8º Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta terça-feira (11) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O número é um pouco maior que o registrado no ano anterior, quando foram computados 50.224 estupros. Mesmo com a alta no número absoluto, a taxa de estupros caiu de 25,9 para 25 por cada 100 mil pessoas no ano passado. Além dos casos consumados, o número de tentativas de estupro também cresceu e, em 2013, chegaram 5.931 –média de 2,9 por cada 100 mil.
Fonte: Robson Pires

Universidades potiguares receberam emendas de consenso

Encerrada a reunião da bancada federal, em Brasília, os deputados federais e senadores potiguares elegeram emendas de consenso para a Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Federal do Semiárido (UFERSA), além de ações para a saúde.
Participaram da reunião no plenário 5 da Câmara dos Deputados a governadora Rosalba Ciarlini, seu sucessor Robinson Faria e o prefeito de Natal, Carlos Eduardo. Cada parlamentar terá direito a uma emenda coletiva.
Fonte: Robson Pires

SAUDADE É DIFERENTE - JOÃO CUNHA

SAUDADE É DIFERENTE
João Cunha

MINHA SAUDADE É DIFERENTE DA SUA...

MINHA SAUDADE É DIFERENTE...
TÃO BELA!... TÃO NUA!..
MINHA SAUDADE PASSA DE REPENTE,
FINDA AO SOL... RENASCE À LUA.

MINHA SAUDADE ME FAZ TÃO FELIZ!
DO MARCO ZERO À IMPERATRIZ.
DERRAMANDO POESIA EM CANÇÕES
VIOLINOS, VIOLÕES,
CLARINETES, CLARINS!

NA ARSENAL TODOS PARAM PRA VER
O MEU POVO, EM SAUDADE, NA RUA...
SÓ ALI VOCÊ ENTENDE POR QUE
MINHA SAUDADE DIFERE DA SUA...

MINHA SAUDADE É DIFERENTE
CANTA PONTES, RIO E MAR...
MINHA SAUDADE,
PASSA CANTANDO PRA GENTE
FAZ MEU RECIFE SONHAR...

MINHA SAUDADE É DIFERENTE DA SUA...
LÁ, LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, LÁ...

SINSP/RN COBRA PAGAMENTO DO 13º DOS SERVIDORES ESTADUAIS



A direção do SINSP/RN foi no dia 11/12 na SEARH cobrar o pagamento do 13º salário dos Servidores Estaduais. A categoria está impaciente e revoltada com as recentes declarações do atual secretário de Planejamento, Obery Rodrigues, que disse não ter garantia de que pagará toda a folha de pagamento do funcionalismo no mês de dezembro.

Mais uma vez  o governo alega dificuldades financeiras do Estado, sobretudo no que diz respeito à insuficiência de recursos frente às despesas crescentes com planos e folha de pagamento, principalmente, das secretarias de Saúde e de Educação, por exemplo, são os "causadores do desiquilíbrio".  Porém os servidores não são os culpados pelo desajuste nos recursos estatais. Na verdade o desgoverno que assola o Rio Grande do Norte é o verdadeiro causador do problema, ou seja, "o que falta é gestão não é o tostão".

De acordo com a presidente do SINSP/RN, Janeayre Souto, a SEARH informou que o pagamento do 13º salário dos Servidores Estaduais, será realizado na próxima sexta-feira (19), a partir das 12 horas. A direção do Sindicato ficará vigilante e acompanhará o pagamento do 13º salário dos Servidores Estaduais, relata a presidenta do SINSP.

Fonte: SINSP/RN.

sábado, 13 de dezembro de 2014

QUEREMOS A REABERTURA DO AEROPORTO AUGUSTO SEVERO!

Por que isto é importante

Caros cidadãos, como todos já sabem, o Aeroporto Internacional Augusto Severo foi fechado arbitrariamente no último mês de junho deste ano de 2014, sem o conhecimento prévio da população usuária e sem consulta pública sobre a vontade soberana da maioria.
Contudo, precisamos lembrar à Administração pública de que este aeroporto foi construído há muitos anos, constituindo-se num patrimônio de nossa cidade, e reformado nos últimos anos com o dinheiro do contribuinte, ou seja, com o dinheiro de cada cidadão. Portanto, temos o justo direito de continuar usufruindo do bem pelo qual pagamos, se assim o quisermos.
Também é correto lembrarmos à Administração pública de que o seu papel no governo é o de administrar os nossos bens, representando democraticamente a vontade da maioria, pois o poder de decisão emana do povo, segundo nossa Carta Magna.
Em vez disso, nossa Administração pública resolveu passar por cima da vontade da maioria, ignorando seus anseios e necessidades, para conceder direitos exclusivos de exploração a uma empresa privada, que construiu um novo aeroporto muitos quilômetros distante da capital potiguar, submetendo os usuários e funcionários do sistema aeroportuário do RN a um acesso difícil e perigoso que arrisca suas vidas, além de causar atrasos e transtornos frequentes. Sem contar que destruiu o meio de vida de muitos taxistas, que investiram alto para atender às exigências da FIFA durante a Copa e simplesmente se encontram abandonados e desempregados atualmente.
Esse novo aeroporto era desnecessário, mas já que quiseram construí-lo, que permaneça. Porém, nós queremos continuar tendo o direito de utilizar o Aeroporto Augusto Severo também, pois o direito de escolha é democrático e é saudável do ponto de vista econômico que haja concorrência de preços, forçando taxas e serviços a continuarem dentro de patamares aceitáveis, coisa que não anda ocorrendo. Quem já pagou estacionamento no novo aeroporto vai entender perfeitamente do que se trata.
Se você concorda com essa reivindicação, por favor, assine esta petição, pesquise a respeito do assunto para descobrir quem tomou essas decisões contrárias ao interesse público e divulguem a petição ao máximo, pois ainda podemos reverter o processo se nos unirmos em torno desta causa justa e democrática. Lembrando a todos que estamos em ano eleitoral e os novos representantes que vamos eleger precisam verdadeiramente nos representar; portanto, cobrem essa promessa de campanha ao seu candidato!
Fonte: Avaaz. org - Petições da Comunidade

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

NOVA CRUZ/RN: PROJETO PROFESSOR E TURMA DESTAQUE - CEMEI

 Secretária Valéria Arruda Câmara entregando a premiação a professora Destaque, Maria do Socorro Oliveira ao lado da diretora do CEMEI, Francisca Borges
 Matilde Soares entregando a 2ª professoras Destaque,  professora, Luciene Moura ao lado da diretora do CEMEI, Francisca Borges

 Secretária Valéria Arruda e a professora, Maria do Socorro
 Matilde Soares e a professora, Maria do Socorro
Valéria Arruda Câmara, Equipe Pedagógica e professoras do CEMEI

Coordenador Pedagógico, Miguel Rosa Filho (direita) falando aos professores presentes

A Secretaria Municipal de Educação - SME de Nova Cruz/RN implantou recentemente o Projeto DESTAQUE, iniciando pelo CEMEI - Centro Municipal de Educação Infantil com objetivo de estimular e incentivar professores/as a estimular seus alunos, que são avaliado seu aprendizado, respeito com o próximo, comportamento, frequência e premiação.

Após alguns meses sendo sendo acompanhados pela Equipe Pedagógica da SME, através das professoras, Ivana Lúcia de Paiva Carvalho e Matilde Soares e após uma avaliação/prova feitas com alunos do 1º ao 3º do Ensino Infantil do CEMEI a turma vencedora foi o 1º Ano "B" vespertino e a professora Maria do Socorro Oliveira e sua assistente, também professora, Maria José e 2º Lugar (empate técnico) foi a turma do 2º  Ano "A" - Matutino, professora Luciene Dias Moura.  

Após uma rápida reunião entre professores, direção do CEMEI com a secretária, Valéria Arruda Câmara, que estava acompanhada da Equipe Pedagógica, cujo objetivo foi justamente os esclarecimentos do projeto e seus objetivos foi feita simbolicamente as entregas das premiações.

- 1º Lugar: Professora Maria do Socorro Oliveira - 1º ano "B" - Vespertino - Um tablete.
- 2º Lugar: Professora Luciene dias Moura - 2º ano "A" - Matutino.

As professoras ficaram muito felizes e todos se comprometeram a se esforçarem mais e oferecer toda a dedicação para com seus alunados.  O professor Miguel Rosa Filho, coordenador pedagógico que também participou da reunião falou da importância do projeto e quem ganha são os alunos, evitando assim a evasão, a desistência e a repetência e sim ganhando mais educação de qualidade, fraterna e humana.  A diretora do CEMEI, Francisca Borges também elogiou o projeto e a notícia da reforma da escola.

A Secretária Valéria Arruda disse que o projeto estará sendo ampliado para outras escolas, já em 2015 e que o CEMEI passará por uma grande reforma ganhando mais sala, cozinha, pátio, sala de direção, entre outras coisas, todos ficaram super felizes, pois terão uma escola mais confortável para receber seus alunos.

TRE / RN suspeita de Caixa 2 e quebra sigilo bancário e fiscal da federal eleita Zenaide Maia...




Ao que parece, é algo de família. Depois que o ainda deputado federal João Maia, presidente estadual do PR, passou o atual mandato respondendo a uma denúncia de caixa 2 em sua campanha, agora, a irmã dele, a deputada federal eleita, Zenaide Maia, também do PR, também está sendo investigada pela mesma irregularidade. O indício neste caso é tão forte, inclusive, que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Zenaide, para que o caso possa ser apurado de maneira mais completa.

“A unidade técnica, no que foi seguida pela douta representante da Procuradoria Regional Eleitoral, constatou que algumas falhas apontadas em exame técnico preliminar persistiram mesmo após diligências”, explicou o juiz eleitoral Verlano Medeiros, autor da quebra de sigilo bancário da deputada federal eleita.Segundo o magistrado, verificou-se “não ter restado sanada/esclarecida a seguinte irregularidade apontada no item 2.1: ‘Os recursos próprios estimáveis em dinheiro abaixo não integram o patrimônio declarado pelo candidato por ocasião do registro de candidatura, contrariando o artigo 23, § 1º, da resolução do TSE nº 23.406/2014′”.

De acordo com essa resolução, artigo e parágrafo, “os bens e/ou serviços estimáveis em dinheiro doados por pessoas físicas e jurídicas devem constituir produto de seu próprio serviço, de suas atividades econômicas e, no caso dos bens permanentes, deverão integrar o patrimônio do doador. Tratando-se de bens estimáveis em dinheiro fornecidos pelo próprio candidato, esses deverão integrar o seu patrimônio em período anterior ao pedido de registro da respectiva candidatura”.

Ou seja: Zenaide doou para a campanha dela um dinheiro que não tinha, mesmo enquanto médica e casada com o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado. Ou, pelo menos, não o tinha quando declarou seus bens à Justiça Eleitoral. “Tal lacuna, quando verificada em conjunto com as demais falhas, ganha relevância jurídica, porquanto revela uma nódoa de irregularidade que, se não esclarecida por meio de documentos contáveis consistentes, obstam a fiscalização estatal com o objetivo de averiguar e coibir irregularidades no pleito eleitoral tendentes a ferir a igualdade da disputa, como a existência de recursos provenientes de fontes vedadas, ‘caixa dois’, ou mesmo a burla ao limite de despesa informada pela ocasião do registro”, analisou Verlano Medeiros.

DOAÇÃO SUSPEITA

De acordo com a prestação de contas da campanha de Zenaide Bezerra, dos R$ 770 mil arrecadados pela deputada federal eleita pelo PR, mais de R$ 186,7 mil foram doados pelo próprio bolso da candidata. Desse montante, a maior parte foi repassada por meio de cheques, contudo, é possível constatar também doações por meio de “transferência eletrônica” e, até, em dinheiro vivo (cerca de R$ 9,1 mil).

A questão aí é que ela não declarou ter todo esse dinheiro guardado e disponível para a doação. Afinal, segundo o próprio Tribunal Superior Eleitoral, por meio de seu site “DivulgaCand”, Zenaide Bezerra tinha, em 2013, na declaração do imposto de renda R$ 1,4 milhão em bens. Desse valor, R$ 660 mil era referente a um terreno em Ponta Negra; R$ 364 mil a uma casa em Morro Branco; R$ 74 mil de um Toyota Corolla e mais R$ 326 do Life Protection – HBSC, uma espécie de previdência privada.

QUEBRA DE SIGILO

A quebra de sigilo, determinada pelo juiz Verlano Medeiros, está (publicada na edição do último sábado do Diário de Justiça Eletrônico) e o envio de ofício foi encaminhado para a Receita Federal e os bancos (do Brasil, Caixa, Nordeste, Itaú, Bradesco e Santander) para, “no caso de constar entre seus clientes a citada candidata, informar o valor total, por conta, dos recursos financeiros movimentados entre junho a outubro de 2014, e entre o mesmo período do ano passado”.

“De modo que, a fim de aferir como rigor a regularidade das presentes contas de campanha, determino a quebra de sigilo bancário e fiscal de Zenaide Maia Calado Pereira dos Santos, oficiando as instituições regionais identificadas abaixo para, no prazo de 48 horas, enviar a este Tribunal as seguintes informações, por meio de envelopes lacrados”, acrescentou.

Jornal de Hoje