terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Apresentados por Francisco do PT, projetos de combate ao racismo avançam na ALRN - " PARABÉNS A FRANCISCO DO PT/RN PELA BELISSÍMA INICIATIVA!" - Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN)

 Fonte: Potiguar Notícias

Estão prontas para serem votadas, no plenário da Assembleia Legislativa do RN (AL-RN), duas iniciativas de combate ao racismo apresentadas pelo deputado estadual Francisco do PT. Expectativa é que as matérias sejam apreciadas logo após o retorno das atividades da AL-RN. 

O PL 290/2020 proíbe a nomeação para cargos em comissão de pessoas que tenham sido condenadas pela Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte. Já o PL 288/2020 determina a afixação de cartaz em órgãos públicos e privados, informando que racismo, injúria racial e discriminação racial são crimes. 
 
Segundo o deputado estadual Francisco do PT, “existe um racismo estrutural no Brasil, por mais que algumas poucas vozes falem que não. As estatísticas, informações, dados sobre empregos e salários, mortes, violências das mais diversas sofridas, ocupação de cargos públicos e eletivos, tudo isso corrobora com a tese do racismo estrutural. Nesse sentido, é fundamental que seja construído pela sociedade e Estado brasileiros um arcabouço institucional e legislativo que combata esse racismo estrutural”.
 
Em dezembro de 2020, os projetos de lei foram aprovados por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Fonte: Potiguar Notícias

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

ESTÃO TENTANDO EXUMAR A SENÇURA


A
ndré Mendonça (preciso me beliscar para conferir se não estou tendo um pesadelo igual aos do Kafka e ele é mesmo ministro da Justiça do Brasil!) afirmou que vai ordenar a abertura de um inquérito policial contra o Ruy Castro (por causa de sua coluna dominical Saída para Trump: matar-se) e contra o Ricardo Noblat (por haver republicado alguns trechos).

Inquérito policial pra quê? Nada existe para ser apurado. Não é nenhuma conspiração, mas, apenas, um texto, preto no branco. O Mendonça poderia passar logo ao que interessa, a apresentação da denúncia, que seria, como as outras, fulminada pelo STF, pois o direito de opinião está inscrito em nossa Constituição..

Ele ficou escandalizado com a sugestão de que Trump deveria matar-se e Bolsonaro, seguir-lhe o exemplo. 

Da minha parte, fico escandalizado é com o fato de que tanto Trump quanto Bolsonaro, por incompetência ou má fé em suas atuações referentes à pandemia do coronavírus, foram responsáveis direitos, inegáveis e indiscutíveis pela morte de dezenas de milhares de cidadãos cujos óbitos poderiam ter sido evitados caso os dois agissem como reais presidentes da República.

Às vezes eu republico as colunas mordazes do Ruy Castro, mas neste domingo resolvi não fazê-lo por considerá-la despropositada.

Cinéfilo que sou desde sempre, lembrei-me de um trecho do filme Operação Yakuza, de Sydney Polack (1974), no qual um japonês explica a Robert Mitchum o que significa dever para os nipônicos.

Se o cidadão acredita que possui um dever, diz ele, tem de fazer de tudo para cumpri-lo, inclusive arriscando a vida. Se não acredita, pode agir como bem entender.

Então, considerei bizarra a sugestão do Ruy, pois dever e consciência são palavras que não significam absolutamente nada para os Trumps e Bolsonaros da vida.

O ridículo de suas performances como golpistas trapalhões lhes é tão indiferente quanto o genocídio que foi a consequência prática da inépcia e/ou sabotagem de ambos no trato da covid.


Esperar que eles se suicidassem é tão despropositado quanto acreditar na possibilidade de palhaços de mafuá representarem tragédias shakespearianas

 (por Celso Lungaretti) 
https://naufrago-da-utopia.blogspot.com/

"Fátima tomou a frente para trazer a vacina contra o Covid" diz Dr. Jaime Calado

Por: Jessyanne Bezerra

Nesta sexta-feira (08), o jornalista Pinto Jr. entrevistou o secretário desenvolvimento econômico do Rio Grade do Norte, Dr. Jaime Calado. Na conversa foram debatidos temas relacionados ao programa de vacinação S.O.S Vacina, o desenvolvimento do plano de vacinação do estado e sobre a omissão do governo federal em relação a pandemia.

Aos alcançar a marca de 200 mil mortes por Covid-19, o Brasil se tornou um dos piores países nas políticas de combate ao vírus. Enquanto para o governo federal, a vida dos brasileiros tem o mesmo valor de uma seringa, os gorvernos dos estados se mobilizam e tentam evitar mais mortes e o colapso do sistema público de saúde. A vacina é a única saída. "Pessoas que estão contra a vacina sofreram um retrocesso civilizatório", afirma Dr. Jaime Calado e complementou "o Brasil possui o maior sistema de vacinas do planeta, nós temos mais de 20 vacinas".

Os esforços do governo potiguar em trazer a vacina são visiveis e em relação a isso, o secretário de desenvolvimento econômico declarou "Fátima tomou a frente para trazer a vacina contra o Covid, ela esteve já com o Instituto Butantan, várias vezes e adquirindo vacinas para começar o programa" e complementou "o Rio Grande do Norte está pronto pra vacinar a população, está tudo pronto, a governadora Fátima tomou todas as providências e todos os prefeitos e equivalentes estão a postos. O que está faltando é autorização do Governo Federal".

Em relação a omissão do Presidente Bolsonaro, o Dr. Jaime Calado disse "é uma coisa muito triste nomearem um ministro da saúde que não sabe dar uma injeção, ora, se queria um general, por que não colocou um general médico?" e acrescentou "desde o começo o mundo inteiro sabia que o único remédio era a vacina e iria precisar de seringa, e 8 meses depois o presidente vai querer comprar as vacinas? Enquanto fica nessa falta de planejamento, tem 1.000 pessoas morrendo por dia e é como se fosse uma coisa normal pra ele".

Para saber mais e assistir a entrevista na íntegra veja o link: https://youtu.be/hvv2gNpgD6E

Fonte: Potiguar Notícias

General Etchegoyen, que conspirou para derrubar Dilma, agora tergiversa sobre risco de ruptura. Por Jeferson Miola

Temer e Etchegoyen. Foto: Marcos Corrêa/PR

 Nunca os militares se manifestaram para corrigir para lá ou para cá”.

Por Jeferson Miola

Esta assertiva patética e risível foi feita pelo general da reserva Sérgio Etchegoyen ao jornal Valor Econômico em entrevista [8/1/2021].

Este general não é nenhum desinformado ou alienado. E, menos ainda, alguém alheio à acidentada história do Brasil no último século. Ele sabe, mais que ninguém, o quanto seu avô, seu pai, seu tio, seu último comandante [Villas Bôas] e ele mesmo conspiraram e intervieram para “corrigir” o país.

Sérgio Etchegoyen legou da família a tradição da intromissão antiprofissional dos militares na política brasileira pelo menos desde a 2ª metade dos anos 1920.

Seu avô Alcides, então 1º tenente, atuou na conspiração para derrubar Washington Luís, impedir a posse do eleito Júlio Prestes e instalar Getúlio Vargas na presidência. Duas décadas depois, em 1955, e já como general, vovô Alcides conspirou para impedir a posse de Juscelino Kubitschek e João Goulart como presidente e vice eleitos.

Em 1964, o pai dele – Leo Etchegoyen – e seu tio Cyro Etchegoyen participaram do golpe que derrubou Jango. Em recompensa, ocuparam postos relevantes na ditadura.

Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, o coronel Paulo Malhães apontou o tio Cyro Etchegoyen como responsável pela Casa da Morte – um conhecido centro macabro e de tortura do Exército em Petrópolis/RJ.

O próprio Sérgio Etchegoyen, honrando tal tradição familiar, conspirou para derrubar a presidente Dilma. Como se lê no livro de um dos ideólogos golpistas do MDB, Denis Rosenfield, mesmo ele sendo Chefe do Estado-Maior do Exército nomeado pela presidente Dilma, o traidor acompanhou o então comandante do Exército, general Villas Bôas, outro traidor também nomeado pela presidente Dilma, em encontros secretos com o também traidor e conspirador vice-presidente Temer. Tais encontros começaram 1 ano antes do golpe.

Não por coincidência, em 12 de maio de 2016, no mesmíssimo dia em que o Senado afastou Dilma da presidência na farsa do impeachment, Sérgio Etchegoyen entrou para a reserva no Exército e, simultaneamente, assumiu como ministro do Gabinete de Segurança Institucional [GSI] do governo usurpador.

No GSI, Etchegoyen empoderou as Forças Armadas, recompôs as áreas de informação, controle e inteligência do Estado desde a perspectiva militar e iniciou o processo de colonização e aparelhamento do Estado por militares, que hoje se traduz em quase 10 mil postos civis de trabalho e comando do setor público ocupados por militares.

Na entrevista ao Valor, Sérgio Etchegoyen ainda tergiversou defendendo Bolsonaro e responsabilizando ministros do STF por atentados à Constituição: “Qual a atitude efetiva do Bolsonaro, em termos de desapreço à Constituição Federal, comparável a de alguns ministros do STF que não se constrangeram em agredir a gramática para dar sustentação à esdrúxula tese de apoio à reeleição, na mesma legislatura, dos presidentes das duas Casas do Congresso?”, desafiou o general.

É claro que Etchegoyen tem razão quanto à absurda discussão, pelo STF, da reeleição das presidências do Congresso. Mas, se tivesse mínimo apego à verdade, ele reconheceria que Bolsonaro já cometeu vários atentados à Constituição e ameaçou o fechamento do Congresso e do STF inclusive em frente ao Quartel General do Exército e na rampa do Planalto – com o agravante de estar acompanhado nesta escalada golpista por militares da ativa e da reserva.

Etchegoyen outra vez tergiversou ao analisar os riscos do Bolsonaro promover em 2022 o mesmo que Trump no Capitólio. E ele outra vez defendeu Bolsonaro e desdenhou da ameaça de ruptura como mera “retórica oposicionista” [“narrativa”]: “Dizer agora que a invasão do Capitólio é uma prévia do que pode acontecer aqui é antecipar o reforço a uma narrativa que hoje se opõe incondicionalmente ao governo Bolsonaro, é torcer pra isso acontecer, é trabalhar contra o país”, disse ele.

Etchegoyen sabe que se o país não estivesse sob um regime de exceção com tutela militar, Bolsonaro sequer poderia ter concorrido, quanto menos eleito presidente. E ele também sabe que é graças a este garrote jurídico-militar sobre as instituições e poderes de Estado que Bolsonaro ainda não foi removido do cargo e preso.

Mas o general pensa que todo mundo é otário, e então tergiversa à vontade. Não é o caso de classificá-lo como um hipócrita ou cínico, mas sim de lembrar que Etchegoyen age assim porque tem uma mente militar adestrada para dissimular, confundir, executar operações psicológicas e promover táticas diversionistas para estontear os adversários e enganar os inimigos no campo de batalha.

E, ao final da guerra, quando se percebe a realidade concreta, que é antagônica à paisagem bucólica pintada por ele com sua fala dissimulada, aí já é tarde demais.

Não é prudente, portanto, confiar-se nas palavras dele. Afinal, como confiar num general com currículo de conspirador como Sérgio Etchegoyen, que em pleno 2021 ainda sustenta que “Nunca os militares se manifestaram para corrigir para lá ou para cá”?

Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

sábado, 9 de janeiro de 2021

Após ter posts excluídos, Trump é suspenso pelo Twitter

 

Donald Trump foi suspenso permanentemente do Twitter nesta sexta (08) após ter sido bloqueado por violar as regras da plataforma.

“Após uma análise cuidadosa das postagens recentes do @realdonaldtrump e do contexto que o cerca, congelamos a conta de forma permanente devido ao risco de mais incitação à violência”, disse a rede social.

Ontem (07), o Twitter já tinha exigido que o presidente removesse três tuítes por ‘violações repetidas e graves de nossa Política de Integridade Cívica’.

Em um post no blog da companhia, a empresa explicou sua decisão, dizendo que autoridades não estão acima das regras da plataforma e nem podem usar a rede social para incitar violência.

“Há anos deixamos claro que essas contas não estão acima de nossas regras e não podem usar o Twitter para incitar a violência, entre outras coisas. Continuaremos a ser transparentes em relação às nossas políticas e sua aplicação”, diz trecho do post.

A plataforma estava sendo pressionada para tomar medidas drásticas desde que apoiadores de Trump invadiram o Congresso, na quarta (6), onde acontecia a reunião que certificou a vitória Joe Biden..

A manifestação foi incentivada pelo presidente e marcada por violência e vandalismo, resultando na morte de pelo menos 5 pessoas. Trump chegou a publicar um vídeo elogiando o grupo e questionando a legitimidade das eleições. A publicação em questão foi deletada pelo Twitter.

Facebook e o Instagram bloquearam Trump temporariamente após a invasão de apoiadores do presidente ao prédio do Capitólio para contestar a eleição.

Leia íntegra do post do Twitter explicando a suspensão de Trump:

Após uma análise detalhada dos tweets recentes da conta @realDonaldTrump e do contexto em torno deles – especificamente como estão sendo recebidos e interpretados dentro e fora do Twitter – suspendemos permanentemente a conta devido ao risco de mais incitação à violência.

No contexto de eventos horríveis nesta semana, deixamos claro na quarta-feira que violações adicionais das Regras do Twitter potencialmente resultariam neste mesmo curso de ação.

Nossa estrutura de interesse público existe para permitir que o público ouça diretamente as autoridades eleitas e os líderes mundiais. Baseia-se no princípio de que as pessoas têm o direito de manter o poder de prestar contas abertamente.

No entanto, há anos deixamos claro que essas contas não estão totalmente acima de nossas regras e não podem usar o Twitter para incitar a violência, entre outras coisas.

Continuaremos a ser transparentes em relação às nossas políticas e sua aplicação. A seguir está uma análise abrangente de nossa abordagem de aplicação de políticas neste caso.

Visão geral

Em 8 de janeiro de 2021, o presidente Donald J. Trump tweetou:

“Os 75 milhões de grandes patriotas americanos que votaram em mim, AMERICA FIRST, e MAKE AMERICA GREAT AGAIN, terão uma VOZ GIGANTE por muito tempo no futuro. Eles não serão desrespeitados ou tratados injustamente de nenhuma forma, forma ou forma !!! ”

Pouco depois, o presidente tweetou: “A todos os que me pediram, não irei à posse no dia 20 de janeiro.”

Devido às tensões em curso nos Estados Unidos e um aumento na conversa global em relação às pessoas que invadiram violentamente o Capitólio em 6 de janeiro de 2021, esses dois Tweets devem ser lidos no contexto de eventos mais amplos no país e no maneiras pelas quais as declarações do presidente podem ser mobilizadas por diferentes públicos, inclusive para incitar a violência, bem como no contexto do padrão de comportamento desse relato nas últimas semanas.

Depois de avaliar a linguagem nesses Tweets contra nossa política de Glorificação da Violência, determinamos que esses Tweets violam a Política de Glorificação da Violência e o usuário @realDonaldTrump deve ser imediatamente suspenso permanentemente do serviço.

Avaliação

Avaliamos os dois Tweets mencionados acima em nossa política de Glorificação da Violência, que visa prevenir a glorificação da violência que poderia inspirar outras pessoas a replicar atos violentos e determinamos que eles eram altamente propensos a encorajar e inspirar as pessoas a replicar os atos criminosos que ocorreram no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021.

Essa determinação é baseada em uma série de fatores, incluindo:

A declaração do presidente Trump de que não comparecerá à posse está sendo recebida por vários de seus apoiadores como mais uma confirmação de que a eleição não foi legítima e é vista como ele negando sua reivindicação anterior feita por meio de dois tweets (1, 2) por seu vice Chefe de Gabinete, Dan Scavino, que haveria uma “transição ordenada” em 20 de janeiro.

O segundo Tweet também pode servir de incentivo para aqueles que potencialmente consideram atos violentos de que a posse seria um alvo “seguro”, pois ele não comparecerá. O uso das palavras “American Patriots” para descrever alguns de seus apoiadores também está sendo interpretado como apoio aos que cometeram atos violentos no Capitólio dos Estados Unidos.

A menção de seus apoiadores terem uma “VOZ GIGANTE no futuro” e que “Eles não serão desrespeitados ou tratados injustamente de qualquer maneira, forma ou forma !!!” está sendo interpretado como uma indicação adicional de que o presidente Trump não planeja facilitar uma “transição ordeira” e, em vez disso, planeja continuar a apoiar, capacitar e proteger aqueles que acreditam que ele ganhou a eleição.

Planos para futuros protestos armados já começaram a proliferar dentro e fora do Twitter, incluindo um ataque secundário proposto ao Capitólio dos EUA e aos edifícios do Capitólio estadual em 17 de janeiro de 2021.

Dessa forma, nossa determinação é que os dois Tweets acima provavelmente inspirarão outras pessoas a replicar os atos violentos ocorridos em 6 de janeiro de 2021, e que há vários indicadores de que eles estão sendo recebidos e entendidos como incentivo a fazê-lo.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br

Licença de José Maranhão gera mais um “Mãe e filho” no Senado

 veneziano e mae Licença de José Maranhão gera mais um “Mãe e filho” no Senado

José Maranhão, do MDB da Paraíba, ainda está tentando vencer a Covid-19. Como não há previsão para término do tratamento, o senador de 87 anos se afastará do cargo por tempo indeterminado.

No lugar dele, assumirá a sua primeira suplente, a ex-deputado federal Nilda Gondim (MDB), que é mãe do senador Veneziano Vital do Rêgo — e também do ministro do TCU Vital do Rêgo.

Já há outro caso de mãe e filho no Senado: Kátia Abreu é mãe de Irajá.

Antagonista.

Robson Pires

Meio milhão de vacinados na Itália - Por ROBSON PIRES - " E no BRASIL?" - Eduardo Vasconcelos - blogueiro - radialista e ativista

 vacina mundo Meio milhão de vacinados na Itália

A Itália, ontem à noite, chegou a meio milhão de vacinados.

O país recebeu até agora 908 mil doses da vacina da Pfizer, de um total de 81 milhões. Em breve, passará a receber também 16 milhões de doses da vacina da Moderna.

Esses números bastariam para vacinar todos os italianos acima de 16 anos (ainda não há uma vacina pediátrica). O gargalo está na velocidade dos laboratórios, lentos demais para prevenir uma terceira onda da Covid-19.

Fonte: ROBSON PIRES

Morreu Padre Tércio - Por Robson Pires

 padre tercio com data Morreu Padre Tércio

Veio a óbito em Natal (RN) onde estava internado há vários dias vítima da Covid-19, o Monsenhor Ausônio Tércio de Araújo, ou Padre Tércio, como era conhecido.

Ele estava internado no Hospital São Lucas, em Natal (RN). O sepultamento está previsto para hoje (9) na Paróquia de São José.

Monsenhor Ausônio Tércio de Araújo nasceu em 12 de outubro de 1935, dia de Nossa Senhora Aparecida.

Foi ordenado sacerdote em 22 de fevereiro de 1960, e desde então exerceu importante papel na educação, comunicação, e principalmente evangelização.

Padre Tércio foi diretor dos meios de Comunicação da Diocese de Caicó, Diretor do CDS, de onde, também, foi professor, e professor da URFN. Foi Conselheiro Estadual da Educação.

Deixa uma lacuna irreparável no RN.

sábado, 12 de dezembro de 2020

Covid-19: Registro de 672 óbitos nas últimas 24h no Brasil - Por Robson Pires

 

COVID-19

Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o Coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (11):

– Registro de 672 óbitos nas últimas 24h, totalizando 180.437 mortes;

– Foram 54.428 novos casos de coronavírus registrados, no total 6.836.227 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 5.954.745, com o registro de mais 22.968 pacientes curados. Outros 701.045 pacientes estão em acompanhamento.

Fonte: Robson Pires

Após 10 meses de Pandemia, Itália libera uso de Hidroxicloroquina no tratamento precoce da Covid-19 - Por ROBSON PIRES

Segundo publicação de um dos maiores jornais da Itália, a hidroxicloroquina passou a ser liberado para tratamento do Covid-19.

O medicamento agora pode ser usada como terapia para Covid-19, mediante prescrição de um médico e em qualquer caso, conforme exigido pelas autoridades de saúde do governo, sem reembolso pelo Serviço Nacional de Saúde. Todos os detalhes legais encontram-se no Despacho do Conselho de Estado nº 7097/2020 publicado hoje (11) pela manhã.

AIFA – órgão máximo sanitário na Itália – havia emitido nota em 22 de julho proibindo os médicos de prescrever o medicamento. Entretanto, um grupo de clínicos gerais entrou com um recurso contra a medida considerada “irracional” dizendo não haver sequer motivos legais que justificassem a proibição de médicos prescreverem um medicamento já utilizado há tempos no tratamento de outras doenças.

Fonte: ROBSON PIRES

domingo, 6 de dezembro de 2020

O Aprofundamento do Racismo na nova Lei do Saneamento - Por PEDRO JUNIOR

 

Foto memorável! Pedro Celestino (esquerda), sendo homenageado pelo SINDERN!

O Aprofundamento do Racismo na nova Lei do Saneamento

Por ser um negro, penso como um negro. Minha raça, minha pesquisa e meu dia a dia como um sanitarista negro determina minha compreensão de como aprestação dos serviços de saneamento opera numa sociedade marcada por uma profunda desigualdade de racial e de classe.

Numa sociedade racista a segregação espaçoracial é algo visível. Os bairros e branco privilegiados possuem rede de esgoto, sistemas de drenagem eficiente, serviço de coleta de lixo regular e água com qualidade e quantidade adequada.

Por outro lado, as áreas conhecidamente ocupadas pela grande maioria do povo preto a coleta de lixo é deficitária, a irregularidade do fornecimento de água é constante e a qualidade é duvidosa e a presença de ruas sem sistemas de drenagem e esgoto nas vias é algo comum.

Na condição de negro, senti e sinto na pele o racismo entranhado nas estruturas da gestão do saneamento. Presenciei e presencio o descaso da gestão pública para com as áreas tipicamente habitada por negros e grupos marginalizados.

Um rápido olhar para periferias de Natal irá presenciar esgoto a céu aberto, lixões espalhados por todos os cantos, irregularidade no abastecimento de água, ruas sem calçamento e drenagem. Enquanto isso bairros tipicamente ocupados por brancos de classe média alta ostentam uma situação favorável de salubridade.

Um sanitarista engajado na superação das desigualdades social, em

particular, na promoção do saneamento, procura identificar aquelas práticas que causam danos ao status social daqueles grupos marginalizados e a partir delas reformula ações que garantam um serviço de qualidade aqueles e aquelas que mais necessitam. Dessa forma, superar as desigualdades sociais e raciais pelo saneamento deve ser o foco do sanitarista que pensa como um negro.

Pretendo neste breve ensaio criticar uma perspectiva interpretativa que entende que grupos socialmente marginalizados e historicamente subalternizados sejam tratados de forma equivalente aos historicamente dominantes. Que as áreas menos assistidas com serviços de saneamento deve ser tratada de forma igual, ou ainda que a análise técnica de situações/problemas deva manter uma neutralidade.

Este ensaio teórico procura ainda oferecer uma interpretação alternativa às narrativas presentes no discurso neoliberais de privatização do saneamento.

O estranhamento ou a recusa da relação existente entre raça e condições precárias de saneamento demonstra o quanto fomos ensinados para ignorar esta relação, reforçando assim o racismo. Aqueles que acreditam que não há racismo no

Brasil, respaldados por pensadores brancos brasileiros, do início do Século XX, os quais propagaram a famigerada Democracia Racial, vão sempre se perguntar por que se deve analisar e considerar nas pesquisas e estudos de saneamento aquestões raciais?

Ao negar o caráter racial na análise do déficit de saneamento do Brasil o pesquisador impede uma investigação mais aprofundada da origem do problema.

Expurgar raça da equação causal só contribui para a manutenção da negação dos serviços de saneamento para estas populações. É dever de qualquer cientista, que dedica seus estudos e pesquisa do saneamento no Brasil, considerar a temática raça como um componente importante na análise. Sem esse recorte racial não seremos capazes de compreender a realidade de exclusão no Brasil, seja desaneamento ou de qualquer outra forma de negação de políticas públicas.

Por outro lado, focar a análise dos baixos índices de atendimento somente pela ótica da renda, como vem sendo feito na academia e muito bem utilizado pelos propagadores do liberalismo, mascara o caráter racista que está por trás da negação dessas políticas públicas ao povo preto.

É preciso que se diga. As periferias brasileiras e seus altos índices de insalubridade ambiental, violência e desemprego é um produto do descaso de um Estado estruturalmente racista, o qual destina pouquíssimos (ou nenhum) recursos do orçamento, naquelas áreas habitadas por uma maioria negra. Ao contingenciar recursos e políticas públicas nestas áreas o Estado produz um espaço de exclusão social generalizado. Então não esperem um paraíso social.

O impacto da negação dos serviços de saneamento vai mais além do que a questão da salubridade ambiental. O abandono do Estado, em não promover políticas públicas de saneamento, gera reflexos negativos para a economia local, que por sua vez, pode gerar situações de criminalidade, por exemplo. Um bairro repleto de lixo nas ruas, esgoto escoando pelas valas e sarjetas, área que alagam com a menor chuva e que a irregularidade no abastecimento é algo rotineiro, impedequalquer projeto de economia local. Quem iria investir num bairro insalubre? Um bairro ou uma comunidade sem atividades comerciais, sem emprego e sem renda, está propenso a criminalidade. Ao negar saneamento a estas populações só reforça o grau de exclusão que estes grupos já são submetidos.

Com a aprovação da nova Lei do Saneamento (14.026/2020), que prevê a substituição de empresas públicas por empresas privadas, é dado início a uma nova era da prestação dos serviços de saneamento básico no Brasil. Entusiastas da causa enxergam nesse novo modelo de prestação privada de serviço de água e esgoto a solução para os baixos índices de atendimento destes serviços.

Essa nova etapa da história do Brasil, iniciada com a derrocada das forças progressistas e a vitória do atual Presidente da República, está sendo marcada pela negativa declarada do Estado, de  investimento em áreas estratégicas, para a superação das desigualdades sociais e raciais, em particular do saneamento. A nova onda (talvez um tsunami) liberal, surgida com a crise econômica mundial de2008, veio para desmontar tudo àquilo que estava sendo construído com muita luta e resistências pelas populações marginalizadas do Brasil.

Presenciamos nos últimos quatro anos ataques de políticas neoliberais em direitos trabalhistas, bem como nos orçamentos da saúde e da educação, com a lei do teto de gastos, e ainda na reforma trabalhista, a qual dificulta a aposentadoria de várias categorias de trabalhadores. O empobrecimento da população, que já registra altos índices, se agravará com a nova lei da privatização do saneamento, na medida em que será inevitável o aumento do valor das tarifas e o desinteresse de investimentos em áreas da cidade que não trarão retorno financeiro, como as comunidades carentes.

Definitivamente, a eliminação do racismo nas estruturas da sociedade brasileira não será por vias liberais. Fragilizar o Estado é fragilizar o combate ao racismo. Fragilizar políticas estatais e instrumentos de combate à pobreza, de combate ao racismo, de combate a desigualdade racial, de gênero e social é a marca do liberalismo, onde se faz presente no mundo.

Não custa nada lembrar aos adeptos do liberalismo que estes direitos estão garantidos na nossa Constituição, em particular o Art. 3o da nossa Constituição, nosincisos III e IV.

Art. 3º

...

III - Erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV - Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,

sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Sendo assim, toda e qualquer ação de política de saneamento deve levar em consideração a promoção da igualdade de status social. Todo é qualquer recurso destinado ao saneamento básico deve levar em consideração a superação das condições precárias de salubridade ambiental. Portanto o foco do saneamento deve ser as áreas mais carentes, aquelas onde os índices de saneamento são os mais baixos e não áreas as áreas mais ricas, predominantemente ocupadas por brancos.

A luta pela igualdade de direitos, pela igualdade racial deve partir de um princípio que tem como propósito a eliminação de processos de marginalização social do povo preto. Quando se destina grandes volumes de recursos em áreas da cidade com infraestrutura já consolidada e ignora áreas periféricas, áreas conhecidamente deficitárias, reforça o grau de marginalização dessas áreas da cidade, bem como reflete o grau de racismo estrutural presente nessa tomada de decisão.

Cabe ao Estado e não a iniciativa privada promover as transformações sociais. É a partir de políticas públicas que grupos sociais racializados são incluídos em ações de promoção à superação de suas condições de vida humilhantes. Não é pela iniciativa privada que virá o milagre da igualdade racial. Pelo contrário. No atual estágio do capitalismo, a interferência do neoliberalismo nas políticas publica tem aumentado significativamente, gerando retrocesso civilizacional e aprofundando as desigualdades.

Apoiar esse novo marco do saneamento é contribuir com políticas racistas, é contribuir com o a exclusão social do povo preto, é contribuir para agravar ainda mais a triste realidade do saneamento no Brasil.

A classe média se engana ao achar que privatizar os serviços de saneamento irá melhorar a qualidade dos serviços. Ora vejamos. Como não será possível atender a todos, o número de usuários diminuirá, fazendo com que a tarifa, agora, seja rateada entre poucos. Além do que agravará a saúde da população carente elevando os gastos com saúde.

Não se pode negar que há uma dívida histórica do Estado para com a população negra. O Brasil escravizou os negros por 350 anos. Gerou riqueza para sua elite, para a nobreza e contribuiu para a acumulação primitiva do capital, o qual foi fundamental para a Revolução Industrial da Inglaterra. Com o fim da escravidão os ex-escravos foram abandonados a própria sorte. Esse descaso se reflete até hoje com as péssimas condições de salubridade vividas pelas periferias de todo o Brasil.

 

Ignorar essa história é pensar como branco. Homem branco meritocrata, que não consegue se livrar de um racismo estrutural que corrói sua alma. Quando falo branco não me refiro a todos os brancos, falo daqueles embevecidos de branquitude, de universalidade, de superioridade, que acredita numa supremacia racial e exercita todo ódio aos não brancos.

Não dá para ser antirracista e ser a favor da privatização do saneamento. Não basta dizer que não é racista e ser a favor do enfraquecimento do Estado. Combater o racismo institucional, o racismo estrutural é incompatível com o discurso liberal.

Fala que é um ativista antirracista, mas apóia e defende a intervenção privada em áreas estratégicas para a superação das desigualdades, como o saneamento básico, não dá né?

Portanto, nossa bandeira de luta mais urgente é banir e eliminar qualquer iniciativa liberal em áreas estratégicas de superação das desigualdades sociais e raciais. Negar qualquer proposta governamental que leve em consideração políticas liberais ou neoliberais (não vejo diferença) de empobrecimento dos trabalhadores e das populações negras que vivem em condições precárias de saneamento.

Não à privatização do Saneamento Básico!!!

Natal, 02 de setembro de 2020

Por PEDRO CELESTINO DANTAS JÚNIOR

NATAL – RN

Geógrafo e Mestre em Engenharia Sanitária

Analista de Regulação em Saneamento


terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Moro muda para Washington depois de destruir o país em aliança com FBI

Sergio Moro e fachada do FBI (Foto: Reuters)

Sergio Moro está de mudança para Washington. É o que está previsto no contrato milionário que fechou para ser diretor da consultoria estadunidense Alvarez & Marsal, informa Lauro Jardim.

247 - Sergio Moro está de mudança para Washington. É o que está previsto no contrato milionário que fechou para ser diretor da consultoria estadunidense Alvarez & Marsal, informa Lauro Jardim. Em Washington fica a sede do FBI, o  Federal Bureau of Investigation, com quem a Operação Lava Jato firmou um acordo ilegal para investigações de caráter persecutório contra a esquerda e empresas brasileiras, em especial o ex-presidente Lula e a Odebrecht.

Depois de destruir a Odebrecht, que de líder da engenharia nacional com projeção global tornou-se uma empresa em recuperação judicial, Moro foi contratada pela Alvarez & Marsal, que está lidando com os escombros da empresa brasileira. 

Coincidentemente, em Washington está a sede do FBI, com quem a Lava Jato, liderada pelo ex-juiz em parceria com o procurador Deltan Dallagnol, firmou um acordo de cooperação ilegal, conforme reconhecido oficialmente pelo Ministério da Justiça aos advogados de Lula dias atrás. O Ministério da Justiça confirmou à defesa de Lula que não há nenhum documento nas dependências da pasta que formalize a cooperação entre procuradores norte-americanos e brasileiros no processo do triplex do Guarujá, que levou o ex-presidente Lula a ser condenado e preso.Em 18 de março de 2019, como ministro, Sergio Moro foi a Washington com Jair Bolsonaro e reuniu-se com o diretor do FBI, Christopher Wray, conforme informação oficial do governo Bolsonaro. Leia aqui. Na visita, Moro foi à CIA - esta visita não constou da agenda oficial.

Fonte: Brasil 247

Lançamento de livro celebra 200 anos de Engels

Nesta terça-feira (1°), o livro “Engels 200 anos: ensaios de teoria social e política” será lançado em evento com transmissão ao vivo pelo YouTube às 19h

No último sábado, dia 28 de novembro, celebramos os 200 anos de nascimento do alemão Friedrich Engels. Parceiro intelectual de Karl Marx, Engels não foi apenas o grande teórico do marxismo, mas também o organizador do movimento socialista internacional na segunda metade do século XIX.

A obra teórica é vasta e perpassa os mais variados temas como a economia política, a sociologia, a filosofia, a educação e o direito. Engels foi pioneiro nos estudos sobre a questão urbana no início do século XIX e criou as bases intelectuais para o que chamamos de direito à cidade.

Em homenagem ao legado desse grande intelectual, o professor Theófilo Rodrigues lança nesta terça-feira o livro “Engels 200 anos: ensaios de teoria social e política” (Compre aqui). Editado pela Anita Garibaldi com apoio da Fundação Mauricio Grabois, o livro conta com 16 capítulos escritos por pesquisadores e intelectuais brasileiros. O prefácio foi redigido pelo professor Luis Manuel Rebelo Fernandes do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio.

De acordo com Theófilo Rodrigues, Engels sempre foi modesto. “Ele se apresentava como um segundo violino de Marx. Mas sempre foi muito mais do que isso”, diz o organizador do livro.

Além de Theófilo, o lançamento do livro nesta terça-feira, às 19:00, contará com a participação dos professores Luis Fernandes, Fábio Palácio e Alecilda Oliveira, sob a mediação da coordenadora do LAPPCOM, Mayra Goulart, e será transmitido pelo canal do Youtube da Escola de Formação Castro Alves.

O livro pode ser comprado pelo site da Editora Anita Garibaldi: https://www.livrariaanita.com.br/produto/450218/engels-200-anos-ensaios-de-teoria-social-e-politica

No Rio de Janeiro, o livro está sendo vendido na Livraria Leonardo da Vinci.

Entre os dias 01 e 07 de dezembro, o LAPPCOM e a Escola de Formação Castro Alves oferecerão um curso gratuito sobre a obra de Engels a partir dos capítulos do livro. Para se inscrever no curso o link é: https://m.ujs.org.br/curso-engels

Fonte: O Cafezinho

Covid-19: Pesquisadores da UFRJ pedem fechamento de praias

O grupo da UFRJ dedicado ao combate à pandemia publicou nota técnica nesta segunda-feira (30) com alerta para o aumento no número de casos de Covid-19. A informação é do Estadão.

Segundo o texto, “estamos evoluindo em curto período para o colapso da rede de assistência aos pacientes, especialmente os mais graves”. As eleições, reconhecem os pesquisadores, também geraram aglomerações.

A nota técnica pede o fechamento das praias e a suspensão de eventos esportivos, sociais e culturais.

Fonte: Por ROBSON PIRES