domingo, 24 de janeiro de 2021

LIÇÕES DA DEBACLE TRUMPIANA – 2 (continuação deste post) -

 

O comando político sob o capital, com suas diferenciações mais ou menos trágicas, termina sempre no eclodir de uma forma de relação social negativa que embute no seu DNA todas as concepções segregacionistas e desumanas que lhe são própria, tal qual uma pequena semente já traz em si toda a concepção da futura árvore. 

Infelizmente, ao invés de impulsionar a solução da dita no sentido de procedimentos humanistas futuros desconhecidos mas cuja contribuição para o bem de todos se pode desde já antever, a crise do capital  leva, ao mesmo tempo, à formação de cancros de procedimentos tresloucados e surrealistas como aqueles dos fanatizados seguidores de Trump na invasão do Capitólio, o parlamento dos Estados Unidos.

Ali vimos retrógrados seguidores trompistas que iam desde ridículos personagens fantasiados de vikings, com chifres e a empunhar lanças, até patriotas embandeirados e pintados; cowboys valentões; civis semifardados empunhando armas como se estivessem numa guerra contra os ganhos civilizatórios considerados por eles como retrocessos da humanidade, etc. 


Mas, esses tipos eram, sobretudo, representados por um covarde, sem terem a exata dimensão disso. Diante do malogro de suas primárias intenções golpistas, próprias aos energúmenos ditadores de repúblicas bananeiras, eis que o 
presidente destrumpelhado negou suas intenções em discurso que fez logo em seguida, absolutamente contraditório com aquele que havia pronunciado momentos antes da invasão do Capitólio, incitando seus seguidores.

Descobriu-se, portanto, um novo e desabonador predicado nele: a pusilanimidade!

A revolução francesa, que em muito se espelhou na Constituição dos EUA no século 18, tinha como pressuposto básico a descentralização do poder absolutista monárquico. 

Naquela altura não se poderia perceber claramente que um poder despótico ainda mais perigoso substituiria o esgotado modelo feudal e escravista direto: o capitalismo. 

Escravista indireto e segregacionista por meio de uma lógica matemática de exploração impessoal, o capitalismo é tão tirânico quanto seu antecessor, como se constata ao vê-lo personificado no bilionário Donald Trump. 

O capital dá ordens ao capitalista, transformando-o em seu súdito privilegiado a cumprir determinações esquizofrênicas que podem ser ainda mais cruéis do que as adotadas pelos tiranos de todos os tempos. 

O holocausto é um exemplo histórico do que é capaz o ser humano submetido às ordens capitalistas num momento de depressão econômica como o então existente na Alemanha, que propiciou a ascensão ao poder dos truculentos supremacistas arianos. 


O nazismo nada mais é, portanto, do que a serpente tornada ativa quando parida do ventre capitalista num momento de sua inviabilidade, notadamente quando tal forma de relação social atingiu o seu limite histórico de sobrevivência. Agora não há novo 
Plano Marshall e Green New Deal que o sustente.

Hoje vivemos um momento mais grave, qual seja o do atingimento deste limite existencial; as consequências que podem daí advir requererão providências e sabedorias imunes ao fetichismo que caracteriza aqueles comportamentos em sentido inverso à solução dos problemas que se apresentarão. 

O entrechoque de comportamentos retrógrados que caracterizam a máscara de caráter burguês é facilmente identificado em personalidades como Donald Trump e Joe Biden: 

— de um lado, negacionistas que querem se manter no poder a qualquer custo, numa desesperada fuga para a frente que se traduz em genocídio e barbárie;

— do outro lado, as posturas políticas institucionais mais civilizadas e suasórias da democracia burguesa, que buscam a salvação de um sistema exaurido a partir de medidas imanentes ao dito cujo.

Entretanto, sem debelarmos o mal na sua raiz causal –ou seja, sem a substituição do modo de produção mercantil burguês e seu correspondente sistema institucional, ambos esgotados–, viveremos sob um movimento pendular entre direita ultraconservadora e socialdemocracia sem resultados satisfatórios e com o acirramento dos problemas sociais e ecológicos.

Devemos estar atentos à causa original do mal social, pois somente conhecendo a sua natureza mais profunda e desumana poderemos caminhar na direção de comportamentos fora da imanência da forma-valor (dinheiro e mercadorias) e da superação definitiva do escravismo que caracteriza a história da humanidade nos últimos milênios. 

Quanto a Donald Trump, no seu turbulento e destrambelhado ocaso, ele deixou evidenciada como nunca a sua máscara de caráter fetichista burguês. (por Dalton Rosado).

Fonte: https://naufrago-da-utopia.blogspot.com

Live: O impeachment de Bolsonaro vai gerar a estabilidade que o Brasil p...


Fonte: http://nogueirajr.blogspot.com

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Margin Call: O Dia Antes do Fim Dublado


Fonte: https://naufrago-da-utopia.blogspot.com

20 DE JANEIRO - DIA DE SÃO SEBASTIÃO!

 Por Eduardo Vasconcelos

Imagem de São Sebastião: Imagem do Google

São Sebastião era um soldado romano que foi martirizado por professar e não renegar a fé em Cristo Jesus. Sua história é conhecida somente pelas atas romanas de sua condenação e martírio. Nessas atas de martírio de cristãos, os escribas escreviam dando poucos detalhes sobre o martirizado e muitos detalhes sobre as torturas e sofrimentos causados a eles antes de morrerem. Essas atas eram expostas ao público nas cidades com o fim de desestimular a adesão ao cristianismo.

São Sebastião, soldado romano e cristão

São Sebastião nasceu na cidade de Narbona, na França, em 256 d.C. Seu nome de origem grega, Sebastós, significa divino, venerável. Ainda pequeno, sua família mudou-se para Milão, na Itália, onde ele cresceu e estudou. Sebastião optou por seguir a carreira militar de seu pai.

No exército romano, chegou a ser Capitão da 1ª da guarda pretoriana. Esse cargo só era ocupado por pessoas ilustres, dignas e corretas. Sebastião era muito dedicado à carreira, tendo o reconhecimento dos amigos e até mesmo do imperador romano, Maximiano. Na época, o império romano era governado por Diocleciano, no oriente, e por Maximiano, no ocidente. Maximiano não sabia que Sebastião era cristão. Não sabia também que Sebastião,  sem deixar de cumprir seus deveres militares, não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos.

Por isso, São Sebastião é conhecido por ter servido a dois exércitos: o de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade, visitava os cristãos presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos que precisavam.

Missionário no exército romano

De acordo com Atos apócrifos atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião teria se alistado no exército romano já com a única intenção de afirmar e dar força ao coração dos cristãos, enfraquecidos diante das torturas.

Martírio de São Sebastião

Ao tomar conhecimento de cristãos infiltrados no exército romano, Maximiano realizou uma caça a esses cristãos, expulsando-os do exército. Só os filhos de soldados ficaram obrigados a servirem o exército. E este era o caso do Capitão Sebastião. Para os outros jovens a escolha era livre. Denunciado por um soldado, o imperador se sentiu traído e mandou que Sebastião renunciasse à sua fé em Jesus Cristo. Sebastião se negou a fazer esta renúncia. Por isso, Maximiano mandou que ele fosse morto para servir de exemplo e desestímulo a outros. Maximiano, porém, ordenou que Sebastião tivesse uma morte cruenta diante de todos. Assim, os arqueiros receberam ordens para matarem-no a flechadas. Eles tiraram suas roupas, o amarraram num poste no estádio de Palatino e lançaram suas flechas sobre ele. Ferido, deixaram que ele sangrasse até morrer.

Recuperação

Irene, uma cristã devota, e um grupo de amigos, foram ao local e, surpresos, viram que Sebastião continuava vivo. Levaram-no dali e o esconderam na casa de Irene que cuidou de seus ferimentos.

Segundo martírio de São Sebastião

Depois de curado, Sebastião continuou evangelizando e se apresentou ao imperador Maximiano, que não atendeu ao seu pedido. Sebastião insistia para que ele parasse de perseguir e matar os cristãos. Desta vez o imperador mandou que o açoitassem até morrer e depois fosse jogado numa fossa, para que nenhum cristão o encontrasse. Porém, após sua morte, São Sebastião apareceu a Lucina, uma cristã, e disse que ela encontraria o corpo dele pendurado num poço. Ele pediu para ser enterrado nas catacumbas junto dos apóstolos.

Sepultamento

Alguns autores acreditam que Sebastião foi enterrado no jardim da casa de Lucina, na Via Ápia, onde se encontra sua Basílica. Construíram, então, nas catacumbas, um templo, a Basílica de São Sebastião. O templo existe até hoje e recebe devotos e peregrinos do mundo todo.

Devoção a São Sebastião

Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. São Sebastião é celebrado no dia 20 de janeiro. Existe também uma capela em Palatino, com uma pintura que mostra Irene tratando das feridas de Sebastião. Irene também foi canonizada e sua festa é no dia 30 de março.

Oração a São Sebastião

São Sebastião glorioso mártir de Jesus Cristo e poderoso advogado contra a peste, defendei a mim, minha família e todo o país do terrível flagelo da peste e de todos os males para que servindo a Jesus Cristo alcancemos a graça de participar de vossa Glória no céu. Amém.

VEJA TAMBÉM EM SÃO SEBASTIÃO

Fonte: https://cruzterrasanta.com.br

"A partir de hoje (20/01/2021) serei devoto de São Bastião! Com fé, amor e devoção! Motivos? Muitos!" - Eduardo Vasconcelos - radialista, blogueiro, ativista, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e Agente de Cultura.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

A escolha de um velhaco, por Durval de Noronha Goyos Júnior - Fonte: Walter Sorrentino

 

É costumeiro, nos meios jurídicos, o uso do brocardo de que “o advogado em causa própria é um incompetente que tem um cretino por cliente”, situação que, infelizmente, ainda está a ocorrer com alguma frequência em nosso país, dentro e fora dos tribunais. Um exemplo recente foi a publicação, por Michel Temer, do livro “A ESCOLHA – Como um presidente conseguiu superar grave crise e apresentar uma agenda para o Brasil”, sob a forma de uma entrevista servil combinada com o jornalista Denis Rosenfield, pela Editora Noeses. A obra tem 205 páginas e é ilustrada com fotografias.Continue lendo 

Sindipetro/RN e IFRN dialogam sobre remanejamento de trabalhadores da Petrobrás

Esta semana a diretoria do SINDIPETRO-RN teve uma importante reunião com o reitor do IFRN, José Arnóbio de Araújo Filho, com objetivo de debater alternativas para remanejamento de empregados da Petrobrás ao Instituto Federal, por meio de cessão ou movimentação.

Durante o encontro, a administração do Instituto Federal do Rio Grande do Norte declarou que há sim necessidade de novos profissionais para suas várias unidades no Estado, e que entende que os empregados da Petrobrás seriam uma boa opção, por serem bem qualificados.
 
O representante do IFRN se comprometeu em verificar a possibilidade jurídica e institucional de receber empregados da Companhia, com base na portaria 282/2020 do governo federal, que trata de movimentação de servidores e empregados federais para compor força de trabalho em outras instituições públicas.

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

CABAL INCOMPETÊNCIA: Disputa pela vacina mostra que Bolsonaro não tem condições de continuar, diz analista - Por Brasil REDE ATUAL

Bolsonaro demonstrou problemas cognitivos e de personalidade. E Pazuello "é muito parecido com ele".

De acordo com o professor Willians Gonçalves (UERJ), atual presidente já demonstrou toda sua incapacidade e insensibilidade. Agenda Guedes é o que o mantém no poder.


São Paulo – A disputa pelo protagonismo da vacina entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria, é “algo que não se vê em nenhuma parte do mundo”, afirma o professor de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Willians Gonçalves. Segundo ele, nada que se refere à vida “comove” o presidente. “Todo esse processo mostra que Bolsonaro não tem a menor condição de continuar como presidente. Ele está jogando o país no abismo.”

Em entrevista ao Jornal Brasil Atual, nesta segunda-feira (18), Gonçalves afirmou que Doria “merece elogios”, por ter se cercado de uma equipe confiável e ter apostado na ciência.

Nesta domingo (18), a enfermeira Monica Calazans foi a primeira pessoa no país a receber a vacina contra o novo coronavírus. A aplicação ocorreu em São Paulo, minutos depois da coronavac ter sido aprovada pela Anvisa para uso emergencial. O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, acusou Doria de promover uma jogada de “marketing”. Bolsonaro, por outro lado, se calou.

De acordo com o professor, Pazuello é um “suposto” especialista em logística que não demonstrou “racionalidade, nem capacidade de cálculo”. Ele repete, assim, a mesma incapacidade demonstrada por Bolsonaro para lidar com a questão da vacina. “Que ele é uma pessoa sem capacidade e sem qualificações necessárias para conduzir o governo de um país grande e complexo, até as pedras sabem.”

Impeachment

Com o agravamento da pandemia, com cenas de pessoas morrendo sem oxigênio em Manaus, além dos desencontros em relação à vacinação, deram novo impulso aos pedidos de impeachment contra Bolsonaro. Para o especialista, a responsabilidade pela sua permanência é do Congresso Nacional e dos tribunais superiores. Essas instituições, se estivessem funcionando adequadamente, já poderiam ter colocado freios em suas ações.

No entanto, Gonçalves avalia que o que mantém Bolsonaro é o ministro da Economia, Paulo Guedes, apoiado pelos empresários e operadores do sistema financeiro. No entanto, sua agenda de corte de gastos e redução de direitos sociais também vem conduzindo o país à “ruína”. “É por isso que Bolsonaro continua. Porque a sua incapacidade e falta de dignidade todo mundo sabe. O problema é que querem sustentar Guedes e sua política econômica enlouquecida, que está jogando o país na miséria”, declarou.

EUA

O professor também acredita que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “não deve criar problemas” para a posse do seu sucessor, Joe Biden. Ele disse que Trump “traiu” seus apoiadores, ao condenar a invasão ao Capitólio e prometer uma transição pacífica de governo. Sem liderança, ele diz que os movimentos de extrema-direita devem permanecer, mas sem a mesma força, o que representaria menor “periculosidade”.

Assista à entrevista

Redação: Tiago Pereira – Edição: Helder Lima

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Apresentados por Francisco do PT, projetos de combate ao racismo avançam na ALRN - " PARABÉNS A FRANCISCO DO PT/RN PELA BELISSÍMA INICIATIVA!" - Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN)

 Fonte: Potiguar Notícias

Estão prontas para serem votadas, no plenário da Assembleia Legislativa do RN (AL-RN), duas iniciativas de combate ao racismo apresentadas pelo deputado estadual Francisco do PT. Expectativa é que as matérias sejam apreciadas logo após o retorno das atividades da AL-RN. 

O PL 290/2020 proíbe a nomeação para cargos em comissão de pessoas que tenham sido condenadas pela Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte. Já o PL 288/2020 determina a afixação de cartaz em órgãos públicos e privados, informando que racismo, injúria racial e discriminação racial são crimes. 
 
Segundo o deputado estadual Francisco do PT, “existe um racismo estrutural no Brasil, por mais que algumas poucas vozes falem que não. As estatísticas, informações, dados sobre empregos e salários, mortes, violências das mais diversas sofridas, ocupação de cargos públicos e eletivos, tudo isso corrobora com a tese do racismo estrutural. Nesse sentido, é fundamental que seja construído pela sociedade e Estado brasileiros um arcabouço institucional e legislativo que combata esse racismo estrutural”.
 
Em dezembro de 2020, os projetos de lei foram aprovados por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Fonte: Potiguar Notícias

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

ESTÃO TENTANDO EXUMAR A SENÇURA


A
ndré Mendonça (preciso me beliscar para conferir se não estou tendo um pesadelo igual aos do Kafka e ele é mesmo ministro da Justiça do Brasil!) afirmou que vai ordenar a abertura de um inquérito policial contra o Ruy Castro (por causa de sua coluna dominical Saída para Trump: matar-se) e contra o Ricardo Noblat (por haver republicado alguns trechos).

Inquérito policial pra quê? Nada existe para ser apurado. Não é nenhuma conspiração, mas, apenas, um texto, preto no branco. O Mendonça poderia passar logo ao que interessa, a apresentação da denúncia, que seria, como as outras, fulminada pelo STF, pois o direito de opinião está inscrito em nossa Constituição..

Ele ficou escandalizado com a sugestão de que Trump deveria matar-se e Bolsonaro, seguir-lhe o exemplo. 

Da minha parte, fico escandalizado é com o fato de que tanto Trump quanto Bolsonaro, por incompetência ou má fé em suas atuações referentes à pandemia do coronavírus, foram responsáveis direitos, inegáveis e indiscutíveis pela morte de dezenas de milhares de cidadãos cujos óbitos poderiam ter sido evitados caso os dois agissem como reais presidentes da República.

Às vezes eu republico as colunas mordazes do Ruy Castro, mas neste domingo resolvi não fazê-lo por considerá-la despropositada.

Cinéfilo que sou desde sempre, lembrei-me de um trecho do filme Operação Yakuza, de Sydney Polack (1974), no qual um japonês explica a Robert Mitchum o que significa dever para os nipônicos.

Se o cidadão acredita que possui um dever, diz ele, tem de fazer de tudo para cumpri-lo, inclusive arriscando a vida. Se não acredita, pode agir como bem entender.

Então, considerei bizarra a sugestão do Ruy, pois dever e consciência são palavras que não significam absolutamente nada para os Trumps e Bolsonaros da vida.

O ridículo de suas performances como golpistas trapalhões lhes é tão indiferente quanto o genocídio que foi a consequência prática da inépcia e/ou sabotagem de ambos no trato da covid.


Esperar que eles se suicidassem é tão despropositado quanto acreditar na possibilidade de palhaços de mafuá representarem tragédias shakespearianas

 (por Celso Lungaretti) 
https://naufrago-da-utopia.blogspot.com/

"Fátima tomou a frente para trazer a vacina contra o Covid" diz Dr. Jaime Calado

Por: Jessyanne Bezerra

Nesta sexta-feira (08), o jornalista Pinto Jr. entrevistou o secretário desenvolvimento econômico do Rio Grade do Norte, Dr. Jaime Calado. Na conversa foram debatidos temas relacionados ao programa de vacinação S.O.S Vacina, o desenvolvimento do plano de vacinação do estado e sobre a omissão do governo federal em relação a pandemia.

Aos alcançar a marca de 200 mil mortes por Covid-19, o Brasil se tornou um dos piores países nas políticas de combate ao vírus. Enquanto para o governo federal, a vida dos brasileiros tem o mesmo valor de uma seringa, os gorvernos dos estados se mobilizam e tentam evitar mais mortes e o colapso do sistema público de saúde. A vacina é a única saída. "Pessoas que estão contra a vacina sofreram um retrocesso civilizatório", afirma Dr. Jaime Calado e complementou "o Brasil possui o maior sistema de vacinas do planeta, nós temos mais de 20 vacinas".

Os esforços do governo potiguar em trazer a vacina são visiveis e em relação a isso, o secretário de desenvolvimento econômico declarou "Fátima tomou a frente para trazer a vacina contra o Covid, ela esteve já com o Instituto Butantan, várias vezes e adquirindo vacinas para começar o programa" e complementou "o Rio Grande do Norte está pronto pra vacinar a população, está tudo pronto, a governadora Fátima tomou todas as providências e todos os prefeitos e equivalentes estão a postos. O que está faltando é autorização do Governo Federal".

Em relação a omissão do Presidente Bolsonaro, o Dr. Jaime Calado disse "é uma coisa muito triste nomearem um ministro da saúde que não sabe dar uma injeção, ora, se queria um general, por que não colocou um general médico?" e acrescentou "desde o começo o mundo inteiro sabia que o único remédio era a vacina e iria precisar de seringa, e 8 meses depois o presidente vai querer comprar as vacinas? Enquanto fica nessa falta de planejamento, tem 1.000 pessoas morrendo por dia e é como se fosse uma coisa normal pra ele".

Para saber mais e assistir a entrevista na íntegra veja o link: https://youtu.be/hvv2gNpgD6E

Fonte: Potiguar Notícias

General Etchegoyen, que conspirou para derrubar Dilma, agora tergiversa sobre risco de ruptura. Por Jeferson Miola

Temer e Etchegoyen. Foto: Marcos Corrêa/PR

 Nunca os militares se manifestaram para corrigir para lá ou para cá”.

Por Jeferson Miola

Esta assertiva patética e risível foi feita pelo general da reserva Sérgio Etchegoyen ao jornal Valor Econômico em entrevista [8/1/2021].

Este general não é nenhum desinformado ou alienado. E, menos ainda, alguém alheio à acidentada história do Brasil no último século. Ele sabe, mais que ninguém, o quanto seu avô, seu pai, seu tio, seu último comandante [Villas Bôas] e ele mesmo conspiraram e intervieram para “corrigir” o país.

Sérgio Etchegoyen legou da família a tradição da intromissão antiprofissional dos militares na política brasileira pelo menos desde a 2ª metade dos anos 1920.

Seu avô Alcides, então 1º tenente, atuou na conspiração para derrubar Washington Luís, impedir a posse do eleito Júlio Prestes e instalar Getúlio Vargas na presidência. Duas décadas depois, em 1955, e já como general, vovô Alcides conspirou para impedir a posse de Juscelino Kubitschek e João Goulart como presidente e vice eleitos.

Em 1964, o pai dele – Leo Etchegoyen – e seu tio Cyro Etchegoyen participaram do golpe que derrubou Jango. Em recompensa, ocuparam postos relevantes na ditadura.

Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, o coronel Paulo Malhães apontou o tio Cyro Etchegoyen como responsável pela Casa da Morte – um conhecido centro macabro e de tortura do Exército em Petrópolis/RJ.

O próprio Sérgio Etchegoyen, honrando tal tradição familiar, conspirou para derrubar a presidente Dilma. Como se lê no livro de um dos ideólogos golpistas do MDB, Denis Rosenfield, mesmo ele sendo Chefe do Estado-Maior do Exército nomeado pela presidente Dilma, o traidor acompanhou o então comandante do Exército, general Villas Bôas, outro traidor também nomeado pela presidente Dilma, em encontros secretos com o também traidor e conspirador vice-presidente Temer. Tais encontros começaram 1 ano antes do golpe.

Não por coincidência, em 12 de maio de 2016, no mesmíssimo dia em que o Senado afastou Dilma da presidência na farsa do impeachment, Sérgio Etchegoyen entrou para a reserva no Exército e, simultaneamente, assumiu como ministro do Gabinete de Segurança Institucional [GSI] do governo usurpador.

No GSI, Etchegoyen empoderou as Forças Armadas, recompôs as áreas de informação, controle e inteligência do Estado desde a perspectiva militar e iniciou o processo de colonização e aparelhamento do Estado por militares, que hoje se traduz em quase 10 mil postos civis de trabalho e comando do setor público ocupados por militares.

Na entrevista ao Valor, Sérgio Etchegoyen ainda tergiversou defendendo Bolsonaro e responsabilizando ministros do STF por atentados à Constituição: “Qual a atitude efetiva do Bolsonaro, em termos de desapreço à Constituição Federal, comparável a de alguns ministros do STF que não se constrangeram em agredir a gramática para dar sustentação à esdrúxula tese de apoio à reeleição, na mesma legislatura, dos presidentes das duas Casas do Congresso?”, desafiou o general.

É claro que Etchegoyen tem razão quanto à absurda discussão, pelo STF, da reeleição das presidências do Congresso. Mas, se tivesse mínimo apego à verdade, ele reconheceria que Bolsonaro já cometeu vários atentados à Constituição e ameaçou o fechamento do Congresso e do STF inclusive em frente ao Quartel General do Exército e na rampa do Planalto – com o agravante de estar acompanhado nesta escalada golpista por militares da ativa e da reserva.

Etchegoyen outra vez tergiversou ao analisar os riscos do Bolsonaro promover em 2022 o mesmo que Trump no Capitólio. E ele outra vez defendeu Bolsonaro e desdenhou da ameaça de ruptura como mera “retórica oposicionista” [“narrativa”]: “Dizer agora que a invasão do Capitólio é uma prévia do que pode acontecer aqui é antecipar o reforço a uma narrativa que hoje se opõe incondicionalmente ao governo Bolsonaro, é torcer pra isso acontecer, é trabalhar contra o país”, disse ele.

Etchegoyen sabe que se o país não estivesse sob um regime de exceção com tutela militar, Bolsonaro sequer poderia ter concorrido, quanto menos eleito presidente. E ele também sabe que é graças a este garrote jurídico-militar sobre as instituições e poderes de Estado que Bolsonaro ainda não foi removido do cargo e preso.

Mas o general pensa que todo mundo é otário, e então tergiversa à vontade. Não é o caso de classificá-lo como um hipócrita ou cínico, mas sim de lembrar que Etchegoyen age assim porque tem uma mente militar adestrada para dissimular, confundir, executar operações psicológicas e promover táticas diversionistas para estontear os adversários e enganar os inimigos no campo de batalha.

E, ao final da guerra, quando se percebe a realidade concreta, que é antagônica à paisagem bucólica pintada por ele com sua fala dissimulada, aí já é tarde demais.

Não é prudente, portanto, confiar-se nas palavras dele. Afinal, como confiar num general com currículo de conspirador como Sérgio Etchegoyen, que em pleno 2021 ainda sustenta que “Nunca os militares se manifestaram para corrigir para lá ou para cá”?

Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

sábado, 9 de janeiro de 2021

Após ter posts excluídos, Trump é suspenso pelo Twitter

 

Donald Trump foi suspenso permanentemente do Twitter nesta sexta (08) após ter sido bloqueado por violar as regras da plataforma.

“Após uma análise cuidadosa das postagens recentes do @realdonaldtrump e do contexto que o cerca, congelamos a conta de forma permanente devido ao risco de mais incitação à violência”, disse a rede social.

Ontem (07), o Twitter já tinha exigido que o presidente removesse três tuítes por ‘violações repetidas e graves de nossa Política de Integridade Cívica’.

Em um post no blog da companhia, a empresa explicou sua decisão, dizendo que autoridades não estão acima das regras da plataforma e nem podem usar a rede social para incitar violência.

“Há anos deixamos claro que essas contas não estão acima de nossas regras e não podem usar o Twitter para incitar a violência, entre outras coisas. Continuaremos a ser transparentes em relação às nossas políticas e sua aplicação”, diz trecho do post.

A plataforma estava sendo pressionada para tomar medidas drásticas desde que apoiadores de Trump invadiram o Congresso, na quarta (6), onde acontecia a reunião que certificou a vitória Joe Biden..

A manifestação foi incentivada pelo presidente e marcada por violência e vandalismo, resultando na morte de pelo menos 5 pessoas. Trump chegou a publicar um vídeo elogiando o grupo e questionando a legitimidade das eleições. A publicação em questão foi deletada pelo Twitter.

Facebook e o Instagram bloquearam Trump temporariamente após a invasão de apoiadores do presidente ao prédio do Capitólio para contestar a eleição.

Leia íntegra do post do Twitter explicando a suspensão de Trump:

Após uma análise detalhada dos tweets recentes da conta @realDonaldTrump e do contexto em torno deles – especificamente como estão sendo recebidos e interpretados dentro e fora do Twitter – suspendemos permanentemente a conta devido ao risco de mais incitação à violência.

No contexto de eventos horríveis nesta semana, deixamos claro na quarta-feira que violações adicionais das Regras do Twitter potencialmente resultariam neste mesmo curso de ação.

Nossa estrutura de interesse público existe para permitir que o público ouça diretamente as autoridades eleitas e os líderes mundiais. Baseia-se no princípio de que as pessoas têm o direito de manter o poder de prestar contas abertamente.

No entanto, há anos deixamos claro que essas contas não estão totalmente acima de nossas regras e não podem usar o Twitter para incitar a violência, entre outras coisas.

Continuaremos a ser transparentes em relação às nossas políticas e sua aplicação. A seguir está uma análise abrangente de nossa abordagem de aplicação de políticas neste caso.

Visão geral

Em 8 de janeiro de 2021, o presidente Donald J. Trump tweetou:

“Os 75 milhões de grandes patriotas americanos que votaram em mim, AMERICA FIRST, e MAKE AMERICA GREAT AGAIN, terão uma VOZ GIGANTE por muito tempo no futuro. Eles não serão desrespeitados ou tratados injustamente de nenhuma forma, forma ou forma !!! ”

Pouco depois, o presidente tweetou: “A todos os que me pediram, não irei à posse no dia 20 de janeiro.”

Devido às tensões em curso nos Estados Unidos e um aumento na conversa global em relação às pessoas que invadiram violentamente o Capitólio em 6 de janeiro de 2021, esses dois Tweets devem ser lidos no contexto de eventos mais amplos no país e no maneiras pelas quais as declarações do presidente podem ser mobilizadas por diferentes públicos, inclusive para incitar a violência, bem como no contexto do padrão de comportamento desse relato nas últimas semanas.

Depois de avaliar a linguagem nesses Tweets contra nossa política de Glorificação da Violência, determinamos que esses Tweets violam a Política de Glorificação da Violência e o usuário @realDonaldTrump deve ser imediatamente suspenso permanentemente do serviço.

Avaliação

Avaliamos os dois Tweets mencionados acima em nossa política de Glorificação da Violência, que visa prevenir a glorificação da violência que poderia inspirar outras pessoas a replicar atos violentos e determinamos que eles eram altamente propensos a encorajar e inspirar as pessoas a replicar os atos criminosos que ocorreram no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021.

Essa determinação é baseada em uma série de fatores, incluindo:

A declaração do presidente Trump de que não comparecerá à posse está sendo recebida por vários de seus apoiadores como mais uma confirmação de que a eleição não foi legítima e é vista como ele negando sua reivindicação anterior feita por meio de dois tweets (1, 2) por seu vice Chefe de Gabinete, Dan Scavino, que haveria uma “transição ordenada” em 20 de janeiro.

O segundo Tweet também pode servir de incentivo para aqueles que potencialmente consideram atos violentos de que a posse seria um alvo “seguro”, pois ele não comparecerá. O uso das palavras “American Patriots” para descrever alguns de seus apoiadores também está sendo interpretado como apoio aos que cometeram atos violentos no Capitólio dos Estados Unidos.

A menção de seus apoiadores terem uma “VOZ GIGANTE no futuro” e que “Eles não serão desrespeitados ou tratados injustamente de qualquer maneira, forma ou forma !!!” está sendo interpretado como uma indicação adicional de que o presidente Trump não planeja facilitar uma “transição ordeira” e, em vez disso, planeja continuar a apoiar, capacitar e proteger aqueles que acreditam que ele ganhou a eleição.

Planos para futuros protestos armados já começaram a proliferar dentro e fora do Twitter, incluindo um ataque secundário proposto ao Capitólio dos EUA e aos edifícios do Capitólio estadual em 17 de janeiro de 2021.

Dessa forma, nossa determinação é que os dois Tweets acima provavelmente inspirarão outras pessoas a replicar os atos violentos ocorridos em 6 de janeiro de 2021, e que há vários indicadores de que eles estão sendo recebidos e entendidos como incentivo a fazê-lo.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br

Licença de José Maranhão gera mais um “Mãe e filho” no Senado

 veneziano e mae Licença de José Maranhão gera mais um “Mãe e filho” no Senado

José Maranhão, do MDB da Paraíba, ainda está tentando vencer a Covid-19. Como não há previsão para término do tratamento, o senador de 87 anos se afastará do cargo por tempo indeterminado.

No lugar dele, assumirá a sua primeira suplente, a ex-deputado federal Nilda Gondim (MDB), que é mãe do senador Veneziano Vital do Rêgo — e também do ministro do TCU Vital do Rêgo.

Já há outro caso de mãe e filho no Senado: Kátia Abreu é mãe de Irajá.

Antagonista.

Robson Pires

Meio milhão de vacinados na Itália - Por ROBSON PIRES - " E no BRASIL?" - Eduardo Vasconcelos - blogueiro - radialista e ativista

 vacina mundo Meio milhão de vacinados na Itália

A Itália, ontem à noite, chegou a meio milhão de vacinados.

O país recebeu até agora 908 mil doses da vacina da Pfizer, de um total de 81 milhões. Em breve, passará a receber também 16 milhões de doses da vacina da Moderna.

Esses números bastariam para vacinar todos os italianos acima de 16 anos (ainda não há uma vacina pediátrica). O gargalo está na velocidade dos laboratórios, lentos demais para prevenir uma terceira onda da Covid-19.

Fonte: ROBSON PIRES

Morreu Padre Tércio - Por Robson Pires

 padre tercio com data Morreu Padre Tércio

Veio a óbito em Natal (RN) onde estava internado há vários dias vítima da Covid-19, o Monsenhor Ausônio Tércio de Araújo, ou Padre Tércio, como era conhecido.

Ele estava internado no Hospital São Lucas, em Natal (RN). O sepultamento está previsto para hoje (9) na Paróquia de São José.

Monsenhor Ausônio Tércio de Araújo nasceu em 12 de outubro de 1935, dia de Nossa Senhora Aparecida.

Foi ordenado sacerdote em 22 de fevereiro de 1960, e desde então exerceu importante papel na educação, comunicação, e principalmente evangelização.

Padre Tércio foi diretor dos meios de Comunicação da Diocese de Caicó, Diretor do CDS, de onde, também, foi professor, e professor da URFN. Foi Conselheiro Estadual da Educação.

Deixa uma lacuna irreparável no RN.