sexta-feira, 17 de junho de 2022

Ataque malicioso à Lei Rouanet envenena debate sobre fomento cultural - " Simplesmente um ABSURDO!" - Toda a solidariedade a LEI ROUANET! - Eduardo Vasconcelos - CPC-RN

 

Especialista em cultura e desenvolvimento, Javier Alfaya, diz que a deformação que o bolsonarismo provoca no debate cultural visa a atacar e impedir o acesso de artistas progressistas ao fomento, para favorecer artistas mais conservadores.

Uma das fake news mais disseminadas na eleição de 2018, que circulava sob a desconfiança de que teria origem no bolsonarismo, era a da Lei Rouanet e a suposta mamata dos artistas de esquerda. Desde então, se ouve gente na rua falando do financiamento de artistas por essa lei, sem que o crítico em questão tenha a menor noção de como funciona a tal legislação.

Recentemente, esta mentira simplória foi usada por um artista apoiador de Bolsonaro num show, para atacar outro artista crítico do presidente, e o debate virou inquérito policial e expôs a desinformação e manipulação generalizada.

No dia 12 de maio, um comentário demonizando a Lei Rouanet feito pelo músico sertanejo Zé Neto, parceiro de Cristiano, em um show em Sorriso (MT) foi usado para atacar a cantora pop Anitta, o que despertou a ira dos fãs dela. “Nós somos artistas que não dependemos de Lei Rouanet. Nosso cachê quem paga é o povo. A gente não precisa fazer tatuagem no ‘toba’ para mostrar se a gente está bem ou mal”, disse Zé Neto para uma multidão, referindo-se a uma famosa tatuagem íntima de Anitta, cantora que faz campanha contra a reeleição de Bolsonaro.

O comentário infeliz do artista acabou expondo os mecanismos de cultura que favorecem artistas bolsonaristas e facilitam desvio de verbas em pequenas prefeituras. Mas fizeram também todos se perguntarem o que está por detrás desse ataque sistemático a uma legislação cultural que visa, justamente, controlar e dar transparência ao fomento à cultura.

Javier Alfaya

O arquiteto, especialista em Cultura e Desenvolvimento pela UFBA, secretário nacional de Cultura do PCdoB, Javier Alfaya explica que a polêmica da Lei Rouanet, entre os bolsonaristas, nasceu de um debate saudável, deformado pela desinformação e desonestidade para demarcar campo para uma cultura mais conservadora e atacar artistas ligados ao campo progressista. “Assim, envenenam de forma maliciosa a discussão sobre fomento à cultura no Brasil”, lamenta, em entrevista ao Portal Vermelho.

Privatização da gestão

A crítica original à Lei Rouanet, é que o estado desloca a responsabilidade sobre o fomento cultural, e de certa forma, a gestão da cultura, para os departamentos de marketing e comunicação das empresas. Com a Rouanet, disseminou-se por todos os níveis da administração pública um modelo de leis de renúncia fiscal, em que as empresas deixam de pagar parcela do seu imposto, podendo escolher os artistas e projetos culturais que lhe interessarem mais.

O problema dessa privatização da gestão cultural, segundo Javier, é que passa a haver uma concentração de fomento em regiões mais ricas, onde as grandes empresas estão, no Sudeste. Além disso, pode acontecer de serem sempre os mesmos artistas famosos e celebrados comercialmente os escolhidos, impedindo o acesso de grupos menores com projetos culturais alternativos. Com isso, o debate visa a aprimorar a legislação, criando mecanismos que devolvam ao governo a gestão de quem terá acesso a estes recursos de renúncia fiscal.

O objetivo de devolver ao estado a gestão dos recursos é garantir uma justa distribuição por todo o país, descentralizando e regionalizando os incentivos. Desta forma, a renúncia fiscal poderia ir para algum fundo de cultura, compondo o orçamento do Ministério da Cultura. O governo também pode criar mecanismos de destinação de recursos de lucros de empresas estatais para fomento.

Javier observa que os ataques bolsonaristas, no entanto, nada têm a ver com essa crítica construtiva. Criou-se uma caricatura de fomento cultural, em que, supostamente, artistas ligados ao PT teriam privilégios para acessar os recursos públicos nos governos de Lula e Dilma. Mas o próprio mecanismo da lei não permite isso. E os artistas mencionados, como Chico Buarque, sequer utilizam desse tipo de edital para fazer seus shows.

Pequenas prefeituras, grandes negócios

Depois do comentário polêmico atacando Anitta, começou uma briga de fãs. No meio do caos das redes sociais, uma série de posts do jornalista Demétrio Vecchioli mostrou que a dupla sertaneja não usa a Rouanet, mas leva centenas de milhares dos cofres públicos de pequenas cidades, como Sorriso, que bancou R$ 400 mil de cachê para o show sertanejo.

Segundo levantamentos feitos pela imprensa, antes do governo Bolsonaro, os cachês destes artistas eram metade do valor que recebem hoje.

Apesar do episódio folclórico, não são apenas músicos sertanejos que se utilizam do expediente bolsonarista contra a Lei Rouanet. Músicos pop e sambistas também atacam a lei, fazendo seus shows com altas verbas municipais.

Esses shows de prefeituras, entre outras atividades culturais, movimentam a economia local, geram empregos e reúnem multidões, inclusive das cidades ao redor, com retorno parcial do recursos gastos para os cofres municipais. Mas os critérios de escolha, de fiscalização e de contrapartidas para a cidade não costumam ter controle e transparência, permitindo que os altos valores circulem sem que ninguém saiba quem se beneficiou.

A Lei Rouanet, por outro lado, surgiu em 1991 para racionalizar o volume de verba pública destinada a atividades culturais, ao mesmo tempo que daria transparência ao processo. A disputa pelo edital do governo não garante o recurso, apenas a autorização para que o projeto cultural tente convencer o marketing das empresas. Javier relata que os beneficiados pela Lei Rouanet geralmente são projetos caríssimos que projetam a marca da empresa patrocinadora. É o caso de restauro de áreas históricas, de museus importantes ou realização de musicais da Broadway. Até o internacional Cirque du Soleil foi beneficiado por essa lei, mesmo tendo público elitizado, farto e garantido com ingressos caros.

“Algumas empresas têm receio de usar a legislação de renúncia fiscal para cultura ou esporte, por medo de serem auditadas e fiscalizadas”, afirma Javier sobre outro aspecto polêmico.

Desmonte do fomento cultural

É fácil saber quais são os artistas envolvidos num edital da Rouanet, quanto receberam e com o que gastaram. Eles precisam apresentar projetos minuciosos, além de recibos, documentação e imagens de tudo que fizeram. O processo é tão complicado que somente artistas com equipes especializadas em montar esses projetos e geri-los podem participar dos editais. Essa é uma das críticas de grupos de interior ou periferias menos aparelhados.

Para saber quanto aqueles artistas que atacam a Rouanet receberam das prefeituras, já é bem mais difícil. Não há um sistema ou regras de divulgação: cada prefeitura publica de um jeito. Os shows municipais, em geral, são feitos por escolha direta, sem licitação. Ou seja, o prefeito escolhe o artista de sua preferência e paga o que bem entender sem precisar prestar contas de imediato. O mesmo ocorre com o artista que apenas faz o show e recebe o depósito na conta. Posteriormente, conforme explica Javier, a Câmara Municipal aprova o orçamento geral e o Tribunal de Contas vai analisar isso anos depois. Um privilégio que os artistas beneficiados por editais da Rouanet não têm.

“Na verdade, o privilegiado é aquele contratado sem um processo de avaliação pública ou controle fiscal e social e não um beneficiário da Lei Rouanet”, diz o especialista em gestão e políticas culturais. Apenas 16% dos municípios dispõem de Secretaria de Cultura no país. Ele também menciona que, para além da concentração de renda entre certos artistas ligados a esses políticos, o recurso exagerado para produção de eventos pode implicar em desvio de recursos.

O que está por detrás dessa polêmica bolsonarista, segundo Javier, é o desmonte das políticas de fomento controladas pelo estado. Os ataques à Lei Rouanet não indicam propostas para legislações melhores, como a Lei Aldir Blanc 2, por exemplo, que foi vetada pelo presidente Bolsonaro. Permanece o limbo do fomento cultural localizado, entregue à boa vontade ou má intenção de políticos ligados ao bolsonarismo em prefeituras e governos.

“Fazem críticas com o objetivo de destruir o pouco que tem. Resolve-se o problema ampliando os mecanismos de fomento, desconcentração, descentralização, fiscalização e controle. É uma argumentação desonesta e mentirosa com objetivos políticos”, resumiu.

Para Javier, Bolsonaro está obrigando um futuro governo progressista a responder de forma “muito mais ofensiva, criativa, abrangente e poderosa do que tudo que foi feito até agora”. Para ele, mesmo as inovações importantes do ministério da Cultura nos governos de Lula e Dilma foram tímidas diante do que seria necessário para consolidar uma mudança do caráter de fomento que ampliasse o orçamento pífio destinado ao setor. Algo que deveria estar à altura de uma cadeia produtiva de alto consumo e alta produção, se comparada com outros países.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Reforma trabalhista: cinco anos de prejuízos - Por WALTER SORRENTINO

Além de ter alterado ou revogado mais de 100 artigos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), a reforma trabalhista ainda rende muitos prejuízos à classe trabalhadora, com aumento da precarização, e ao Brasil após cinco anos de aprovação. O mercado interno foi desintegrado e a renda pública foi colocada em risco, sobretudo o orçamento da Previdência Social, e os 6 milhões de empregos não foram gerados como prometido.

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Lula presta homenagem a Bruno e Dom e fala de compromisso com a demarcaç...


Fonte: https://blogdeumsem-mdia.blogspot.com

Empresa americana vai pagar 2 mil dólares para quem soltar 100 baratas em casa


 Foto: Freepik

Uma empresa americana está oferecendo US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil reais) para quem permitir que 100 baratas sejam soltas dentro de suas casas. O objetivo da The Pest Informer, com sede na Carolina do Norte, é testar a eficácia de uma “técnica específica de controle de pragas”.

A ideia é que até sete pessoas sejam selecionadas para o estudo após a inscrição. Os selecionados soltariam as 100 baratas em casa durante 30 dias e permitirão que a ação de controle de insetos seja realizada e filmada.

O estudo das baratas tem apenas algumas estipulações: requer a aprovação por escrito do proprietário, que deve ter pelo menos 21 anos de idade, e a casa deve estar localizada em algum lugar nos EUA.

Durante o processo de 30 dias, os proprietários de casa estão proibidos de usar outras técnicas de controle de pragas. No entanto, como a empresa apresenta um novo produto, de forma experimental, se a infestação de baratas não for contida, a promessa é a adoção de ‘medidas tradicionais’ sem custos extras para os participantes.

Fonte: Correio Braziliense

Lula cumpre agenda em Natal nesta quinta; Bolsonaro chega na sexta

  Foto: Reprodução

O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, movimentam a agenda política de Natal neste feriado prolongado (sexta é ponto facultativo). Lula chega nesta quinta e Bolsonaro tem agenda na sexta-feira.

Nesta quinta, Lula almoça com os governadores que integram o Consórcio Nordeste. Em seguida, visita a Feira Nordestina de Agricultura Familiar (Fenafes) e depois participa com a governadora Fátima Bezerra (PT) do Grande Ato Público “Juntos pelo RN”, que acontece no estacionamento da Arena das Dunas, a partir das 17 horas – o evento é aberto ao público e vai contar com a participação dos partidos políticos que compõem a aliança “Vamos Juntos pelo Brasil”, movimentos sociais e sociedade civil.

Acompanham a comitiva de Lula no Rio Grande do Norte a presidente Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, os ex-ministros Gilberto Carvalho e Aloizio Mercadante, o pré-candidato a vice-presidente da república Geraldo Alckmin (PSB), Janja e Lu Alckmin. Além de Natal, a viagem de Lula ao Nordeste tem passagens por Maceió e Aracaju.

Na sexta., às 11 horas, no bairro Pitimbu, na Zona Sul da cidade, o ministro das Comunicações, Fábio Faria,  recebe, na Praça Mãe Peregrina,  o presidente Jair Bolsonaro (PL), para lançamento do Programa Internet Brasil, com as distribuições de  chips de banda larga, inicialmente, para alunos dos municípios de Caicó e  Mossoró (RN), Caruaru e Petrolina (PE), Juazeiro (BA) e Campina Grande (PB).

Na ocasião, o Governo Federal também anunciará a distribuição de kits de conversores digitais para famílias do Rio Grande do Norte, do Ceará e do Maranhão.

 Além disso, será assinada ainda, por meio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), uma ordem de serviço para a perfuração de poços artesianos em todo o Estado e a instalação de dessalinizadores. Além disso, 2,7 mil documentos titulatórios serão entregues pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

Deputada Natália Bonavides realiza aniversário aberto e com atrações artísticas - " PARABÉNS, GRANDE GUERREIRA!" - Eduardo Vasconcelos - CPC-RN

 


Música e diversão, assim será o aniversário da deputada federal Natália Bonavides (PT/RN). A festa será realizada na próxima sexta-feira (17), no Ateliê, localizado no Bairro na Ribeira, em Natal, a partir das 19h. 

“Depois de dois anos sem comemorar meu aniversário presencialmente, estamos organizando essa festa. Vai ser muito bom encontrar toda a galera novamente, em um momento de festejar. Espero que todo mundo possa ir lá me dar um abraço. Tô bem ansiosa”, disse Natália. 

A comemoração vai contar com artistas conhecidos no estado. O evento é aberto e gratuito. 

Atrações musicais: 

20h Dani Cruz

21h30 Frevo Banda do Negão

22h Batuque de um Povo

01h Vic Kabulosa 

Serviço: 

Comemoração do Aniversário da deputada Natália Bonavides

Local: Ateliê Bar e Petiscaria (endereço: R. Chile, 39 - Ribeira, Natal/RN)

Quando: 17 de Junho, sexta-feira

Horário: 19h

Mais informações: Celinna Carvalho +55 84 98608 6814


Foto: Luana Tayze

…

Mandato Natália Bonavides

Contato: +55 84 98608 6814

Celinna Carvalho - assessora de imprensa


Fonte: Assessoria do Mandato de Natália Bonavides

segunda-feira, 13 de junho de 2022

Programação cultural será destaque na Feira Nordestina da Agricultura Familiar


ASSECOM/RN

Artistas potiguares e nacionais mostrarão suas obras em dois palcos

 A I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária – FENAFES será realizada no Centro de Convenções de Natal (RN), de 15 a 19 de junho de 2022. A programação é bem diversificada e oferece exposição (venda e degustação) de produtos da agricultura familiar e economia solidária, atividades formativas como seminários, encontros, rodas de conversa, e também shows, apresentações de teatro e poesia. De quarta-feira até sábado (a feira vai até domingo), um total de 26 atrações estão programadas. As apresentações têm início a partir das 16h. A entrada e o estacionamento são gratuitos.

Artistas potiguares e nacionais mostrarão suas obras em dois palcos especialmente montados para o evento. No pavilhão Nísia Floresta funcionará o Coreto e, na área externa (doca), será montado o palco principal. Estão confirmados nomes como a cantora paulista Mariana Aydar, o sanfoneiro sergipano Mestrinho e a cantora pernambucana Lia de Itamaracá.

Entre as atrações locais estarão o compositor e instrumentista Carlos Zens, os grupos Fuxico de Feira e Meirões do Forró, as cantoras Deusa do Forró e Cida Lobo, a companhia teatral Casa de Zoé com o espetáculo “Meu Seridó” e os poetas populares Amâncio Sobrinho e Antônio Francisco.

O evento está sendo realizado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (Sedraf), Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RN), Fundação José Augusto (FJA), e pela Unicafes-RN (União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária). Foram investidos R$ 640 mil na promoção da I Fenafes, com recursos garantidos pelo empréstimo junto ao Banco Mundial, com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE).

A Secretaria de Estado do Tabalho, da Habitação e Assistência Social (Sethas) e a Agência de Fomento do Rio Grande do Nrte (AGN) também participam do evento. O evento é uma iniciativa da Câmara Temática da Agricultura Familiar do Consórcio Nordeste, coordenada pela governadora Fátima Bezerra e coordenada pelo secreta´rio Alexandre Lima (Sedraf)

Espera-se que a FENAFES conte com a participação de mais de 150 cooperativas e associações, envolvendo mais de 500 expositores com um público visitante total de mais de 10 mil pessoas durante todo o evento.

INSCRIÇÕES

Os pavilhões de exposição, degustação e venda dos produtos da agricultura familiar e economia solidária estarão abertos ao público das 16h às 22h. A programação formativa começa ainda pela manhã. O acesso é gratuito ao evento em si e para todas as atividades abertas ao público em geral (visto que algumas são restritas para grupos específicos), sendo que é necessário se inscrever para garantir vagas e gerar certificado de participação. O formulário para inscrição está disponível no link https://doity.com.br/fenafes.

A feira também será um espaço estratégico para reafirmação da nossa identidade cultural, saberes e sabores que marcam e caracterizam o povo nordestino, onde contará com a cozinha “Sabores da Terra” e Festival Gastronômico.

PROGRAMA DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS

O objetivo central da FENAFES é de fortalecer iniciativas de integração de políticas públicas articuladas em torno do Programa de Alimentos Saudáveis do Nordeste – PAS/NE; criar um espaço de intercâmbio das experiências sobre políticas públicas de apoio à agricultura familiar já em curso na região, envolvendo governos e movimentos sociais; fortalecer o cooperativismo solidário e o processo de comercialização, através de encontro de negócios, para o mercado institucional e privado.

As atividades de formação, palestras, oficinas e cursos versarão sobre as temáticas centrais: acesso à terra; sistemas agroalimentares e produção de alimentos saudáveis; agroecologia; assistência técnica e extensão rural e acesso ao crédito; mudanças climáticas; acesso aos mercados e cooperativismo solidário, protagonismo feminino. 

Fonte: FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO - FJA

Casas de Cultura

 

FJA/Informática

As Casas de Cultura

            As Casas de Cultura Popular foram pensadas para descentralizar e democratizar as ações do Estado na área da cultura. Com elas, o Estado deixa de concentrar suas ações na capital e nas maiores cidades e chega a um maior número de municípios. Sem dúvida nenhuma, elas são um equipamento cultural importante. Nossa esperança é vê-las dotadas de estrutura adequada para acolher os diversos eventos artísticos e culturais existentes nas diferentes regiões do estado do Rio Grande do Norte.

            Criadas em 2003, na gestão do escritor François Silvestre, muitas dessas casas destaca-se pela singularidade arquitetônica. Seguindo o objetivo inicial, e que se mantém até hoje, casarões históricos, sobrados neocoloniais e antigas estações de trem foram restaurados gradativamente para abrigar a programação cultural produzida espontaneamente pela sociedade civil e aquela derivada das políticas públicas planejadas pelo Governo do Estado por meio da Fundação José Augusto.

            Projeto ousado, ele antevia a existência de centros culturais em todos os municípios do estado. Isso possibilitaria a artistas, mestres populares, artesãos e a todos os produtores de bens culturais um lugar de encontro com o público. O projeto baseava-se no princípio republicano do acesso democrático à cultura, propondo transformar todas as cidades, pequenas, médias ou de grande porte, em potenciais promotoras de suas identidades artística e cultural.

            De fato, as Casas de Cultura, a depender de uma política pública consistente e de uma boa interação com a comunidade, podem transformar a cena cultural de cada cidade. Apesar da grande descontinuidade das políticas nessa área, as Casas de Cultura têm conseguido manter uma dinâmica surpreendentemente presente e criativa, com exposições de pintura, sessões de cinema, shows musicais, apresentações teatrais e formação artística.

            Com a participação das Prefeituras, de organizações não-governamentais, dos artistas, agentes culturais, produtores e demais atores sociais, as Casas de Cultura Popular têm sido o grande elo a integrar o poder público, a sociedade civil, a iniciativa privada e o mercado de bens culturais. Desse modo, agindo como elo integrador, elas contribuem para a preservação do patrimônio cultural, para a sustentabilidade da cadeia produtiva da cultura e para o desenvolvimento social e econômico da região. Ampliar e aprofundar esta missão é o grande desafio para as Casas de Cultura Popular e, consequentemente, para os seus gestores.

            Sejam bem-vindos. Para todos nós que participamos deste momento e deste desafio, é um privilégio ter a oportunidade de, em nome da cidadania e do bem comum, colaborar com a profissionalização da gestão pública estadual, dialogando com o universo da diversidade cultural. Somos todos convidados a deixar nossa “marca” na democratização da cultura do estado do Rio Grande do Norte.

Por, Aécio Cândido – Diretor Administrativo da FJA.

Clique em cada Casa de Cultura para maiores informações.

Alexandria

Angicos

Apodi

Assú

Caicó

Caraúbas

Cruzeta

Currais Novos

Florânia

Goianinha

Grossos

Janduís

Jardim do Seridó

João Câmara

Lajes

Macaíba

Martins

Nova Cruz

Parelhas

Pau dos Ferros

Santa Cruz

Santana do Matos

São José do Campestre

Serra Negra do Norte

Tibaúba dos Batistas

Umarizal

Viçosa

 Fonte: FJA - FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO

Exposição exibe história dos festejos juninos

 

Carlos Costa - FJA

Uma exposição especial apresenta a trajetória das festividades juninas nesta quarta-feira (15) a partir das 8h30 na sede da Fundação José Augusto – FJA (Rua Jundiaí, 641, Tirol ).  A mostra “A História dos Festejos Juninos” apresenta 19 banners que contêm costumes, culinária e música que retratam uma das mais antigas manifestações do povo nordestino.

A exposição itinerante é uma realização das Casas de Cultura Popular, mantidas pela FJA, que será levada para as casas de culturas, localizadas no interior do RN.  Nos banners está narrada a origem, a história da gastronomias os santos padroeiros, quadrilhas, balões juninos, fogueiras, pau de sebo, as simpatias de casamento, entre outros costumes da festividade.

Haverá uma degustação de comidas típicas juninas, além de uma apresentação musical do sanfoneiro Reynaldo Jr e do espetáculo “Gonzagando” da Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (CDTAM).

A exposição itinerante está sendo realizada simultaneamente nas casas de cultura de Santa Cruz, Goianinha, Nova Cruz e Florânia.  A partir de segunda-feira (20), amostra será levada para as Casas de Cultura de Umarizal, Paus dos Ferros, Alexandria e Janduís.  No dia 28 a exposição estará aberta nas casas de cultura de Parelhas, Jardim do Seridó e Currais Novos, João Câmara, Lajes, Assu e Grossos.

“A História dos Festejos Juninos”

Data: 15/06

Horário: 8h30

Local: sede da Fundação José Augusto – FJA (Rua Jundiaí, 641, Tirol

Entrada Franca

Hoje é Dia de Santo Antônio

 

O Dia de Santo Antônio é comemorado anualmente em 13 de junho.

Santo Antônio de Lisboa, ou Santo Antônio de Pádua nasceu em Lisboa no dia 15 de agosto, provavelmente entre os anos de 1191 e 1195.

Este é considerado um dos santos mais populares entre os brasileiros e portugueses. No Brasil, Santo Antônio é conhecido por ser o “Santo Casamenteiro”, sendo que o Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho no Brasil por ser a véspera do Dia de Santo Antônio.

De acordo com a crendice popular brasileira, neste dia as pessoas que desejam casar ou conseguir um namorado preparam simpatias para Santo Antônio, acompanhadas de orações.

Saiba mais sobre o Dia dos Namorados.

O Dia de Santo Antônio faz parte das celebrações da Festa Junina, assim como o Dia de São João e Dia de São Pedro.

Origem do Dia de Santo Antônio

O Dia de Santo Antônio é comemorado a 13 de junho por ser a data de sua morte. Santo Antônio morreu em Pádua, na Itália, no dia 13 de junho do ano de 1231.

Santo Antônio foi inicialmente um frade agostiniano, tendo mais tarde entrado na ordem Franciscana (1220).

Foi muito conhecido pela sua vida despojada de riquezas, apesar de ter nascido em uma família afluente. O seu trabalho com os pobres foi essencial para que fosse rapidamente reconhecido como santo após sua morte.

A canonização de Santo Antônio aconteceu poucos anos após sua morte, e muitos consideram que terá sido uma das canonizações mais rápidas da história.

Oração de Santo Antônio

Existem muitas orações a Santo Antônio, a maior parte delas ligadas ao fato de Santo Antônio ser conhecido como o “Santo Casamenteiro”.

“Meu grande amigo Santo Antônio,

tu que és o protetor dos namorados,

olha para mim, para a minha vida,

para os meus anseios.

Defende-me dos perigos,

afasta de mim os fracassos,

as desilusões, os desencantos.

Faz que eu seja realista,

confiante, digna(a) e alegre.

Que eu encontre um(a) namorado(a)

que me agrade, seja trabalhador,

virtuoso e responsável.

Que eu saiba caminhar para o futuro

e para a vida a dois

com as disposições de quem recebeu de Deus

uma vocação sagrada e um dever social.

Que meu namoro seja feliz

e meu amor sem medidas.

Que todos os namorados

busquem a mútua compreensão,

a comunhão de vida

e o crescimento na fé.

Assim seja”.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

sábado, 11 de junho de 2022

FIQUEM LIGADOS! HOJE (11) DAS 19 HORAS ÁS 19:30 FIQUEM LIGADOS NA RÁDIO AGRESTE FM - 107.5 "PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA!" - UMA INICIATIVA DO CPC-RN

 

PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA - INICIATIVA DO CPC-RN (Centro Potiguar de Cultura)
TODO OS SÁBADOS - DAS 19 HORAS ÁS 19:30 - NA AGRESTE FM - 107.5
Lembre - se! Logo mais ás 19 horas nas ondas Rádio AGRESTE FM - 107.5 PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA!

Uma iniciativa do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, uma instituição fundada em 30 de dezembro de 2009, no SESC de PONTA NEGRA - NATAL -RN, com sede em NOVA CRUZ-RN.

Um espaço dos artistas potiguares!
Participem! Fiquem ligados!

Apresentações de Eduardo Vasconcelos - Presidente e Cláudio Lima. Ambos radialistas, Eduardo, presidente e Cláudio Lima, tesoureiro.

Contamos com a sua sintonia!

Contatos: Eduardo Vasconcelos: 98805 6338 e 99196 6212 e Cláudio Lima: 99472 8011

Rendimentos de brasileiros caíram 8,7% no primeiro trimestre de 2022

 

Estudo divulgado nesta sexta pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os rendimentos habituais reais médios dos brasileiros caíram 8,7% no primeiro trimestre de 2022, ou seja, entre janeiro e março, em comparação com o primeiro trimestre de 2021, chegando a um valor de R$ 2.548.  

Segundo o Ipea, essa queda impactou mais os domicílios de renda mais alta, o que fez com que, nos três primeiros meses de 2022, houvesse uma redução de desigualdade, em relação ao mesmo período de 2021. Os dados do estudo mostram que os domicílios de renda mais alta foram os que tiveram uma queda da renda habitual de 3,98%, enquanto a faixa de renda baixa teve uma queda de 1,17%.

De acordo com o Ipea, a maior redução dos rendimentos entre aqueles com renda mais alta deve-se a queda da renda dos trabalhadores do setor público. Os empregados com carteira no setor privado, sem carteira no setor privado e, sobretudo, do setor público encontraram dificuldade em negociar reposições salariais ao longo de 2021, apesar da recuperação do crescimento da atividade econômica observada no ano.

No primeiro trimestre de 2022 a renda domiciliar do trabalho da faixa de renda alta era 28 vezes maior que a da faixa de renda muito baixa, valor menor que no primeiro trimestre de 2021: que era 28,8.

Em 2022 houve ainda um aumento da proporção de domicílios com renda do trabalho. Isso, segundo o Ipea, é uma das consequências da pandemia. No primeiro trimestre de 2020, 22,35%, o equivalente a pouco mais de um a cada cinco domicílios no país, não possuía renda proveniente do trabalho. Essa porcentagem aumentou para 28,55% no mesmo período de 2021 e, em 2022, chegou a 23,35%.

O recorte regional indica que a renda efetiva mostrou maiores quedas nas regiões Sudeste e Sul, com quedas de 8,2% e 6,1% respectivamente. Em relação ao gênero, as mulheres tiveram queda maior que os homens nos rendimentos efetivos e habituais. Segundo o Ipea, essas quedas foram de 6,7% para as mulheres contra 5,5% para os homens na renda efetiva no primeiro trimestre de 2022 e de 8,7% para as mulheres contra 8,3% para os homens na renda habitual.

O estudo mostra ainda que, apesar da queda na renda no primeiro trimestre de 2022 em relação ao mesmo trimestre de 2021 se deve, em parte, ao retorno de trabalhadores menos qualificados ao mercado de trabalho, tanto a renda efetiva quanto a habitual ainda estão abaixo dos níveis anteriores à pandemia, havendo queda da renda em comparação com os primeiros trimestres de 2019 e 2020.

O Ipea considera a renda efetiva como o que os trabalhadores receberam de fato pelo trabalho e a habitual como o que costumam receber.

Menor valor desde 2012

Ontem (10) também o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Rendimento de todas as fontes 2021. A pesquisa do IBGE mostra que, no segundo ano de pandemia, em 2021, o rendimento médio dos brasileiros caiu para o menor patamar registrado desde 2012. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita em 2021 foi de R$ 1.353. Em 2012, primeiro ano da série histórica da pesquisa, esse rendimento era o equivalente a R$ 1.417. Em 2020, no primeiro ano de pandemia, era de R$ 1.454.

A pesquisa do IBGE considera não apenas a renda por trabalho, mas todos os rendimentos, incluindo, por exemplo, aqueles provenientes de programas sociais como o auxílio emergencial. Os dados são referentes ao ano passado e não chegam, como o Ipea, a tratar de 2022.

Fonte: Agência Brasil

Adaptado pelo eduagreste.blogspot.com, 11-06-2022

Fontes: Agência Brasil e Potiguar Notícias

Bolsonaro está muito preocupado e estressado com inflação e combustíveis...

 

FONTE: http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/

Abertas inscrições para o Programa Cultural Câmara Cascudo

 

FJA - (Fundação José Augusto)

Produtores culturais do RN têm até 31 de agosto para inscrever seus projetos no programa Cultural Câmara Cascudo, do Governo do Estado, por meio da Fundação José Augusto. Pelo edital o valor individual será no máximo dez por cento (10%) do valor da renúncia anual que este no atingiu R$ 10 milhões. Também ficou definido que cada proponente, individualmente, através de pessoa física ou jurídica ou interposta pessoa, somente poderá apresentar dois projetos. A portaria para inscrições foi publicada pela FJA no Diário Oficial do Estado (DOE) no último dia 31 de maio.  

O Programa Cultural Câmara Cascudo é um dos principais instrumentos de democratização do acesso à cultura no Rio Grande do Norte e consiste na renúncia fiscal do ICMS por parte do Estado para que o valor correspondente à contribuição seja investido em projetos culturais.

A operacionalização do programa é realizada pela Fundação José Augusto, através da Comissão de Cultura. O artista, grupo de artistas ou instituição interessada na captação dos recursos inscreve seu projeto que será analisado, para confirmar adequação às normas da Lei, e decidida sua aprovação.

As inscrições deverão ser feitas somente de forma presencial na sede da FJA, localizada na Rua Jundiaí, 441, Tirol. Email  para informações: projetosleicc@gmail.com

Fonte: FJA (Fundação José Augusto)