domingo, 25 de julho de 2021

Mulheres negras querem um país que caiba em seus sonhos de igualdade, sabedoria e respeito

 


Por Marcos Aurélio Ruy

Desde 1992, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha – 25 de julho –, foi decretado em um encontro na República Dominicana naquele ano. Desde então, leva milhares de mulheres negras a marcharem pelas ruas da América Latina na luta por seus direitos, por vida digna e para serem respeitadas como devem.

Os números, porém, são aterradores e na pandemia pioraram. Tanto que as mulheres negras ganham 44,4% a menos que os homens brancos nessa parte do continente americano, mesmo com mais escolaridade, revela a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

No setor privado, as mulheres negras dificilmente ocupam algum cargo de maior relevância. Além disso, representam apenas 10,6% da força de trabalho nas 500 maiores empresas do Brasil, por exemplo, revela a Cepal. Somente 8,2% atuam como supervisoras, 1,6% como gerentes e 0,4% como executivas.

Já nas profissões de remuneração mais baixa, a presença das mulheres negras é de absoluta maioria. São cerca de 80% das trabalhadoras domésticas no país e atualmente têm grande presença nas ruas como vendedoras ambulantes, em trabalho absolutamente precário.

O racismo se estruturou para dominar a maioria da população e as mulheres negras permanecem na base da pirâmide social, carregando sobre os seus ombros toda uma sociedade racista, machista e patriarcal.

Na escravidão trabalhavam lado a lado com os homens também escravizados e produziam tanto quanto eles. Também eram as trabalhadoras domésticas, amas de leite, e todo o trabalho a ser realizado para manter as senhoras e os senhores de escravos no ócio.

E muitos tentam negar a história de mulheres como Luiza Mahin, Tereza de Benguela (também homenageada no 25 de julho no Brasil), Mariana Crioula, Xica da Silva, Chiquinha Gonzaga, Elza Soares, Clementina de Jesus, Carolina Maria de Jesus, Ruth de Souza, Leci Brandão, Marielle Franco, entre muitas outras, e dessa juventude que vem chegando para construir o novo, como diz Rozana Barroso, presidenta da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), “queremos um Brasil que caiba nos nossos sonhos”. Entendendo a educação como a possibilidade de transformação de uma sociedade.

Tarefa árdua num país em que a média salarial das mulheres negras, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020, foi de R$ 1.573, enquanto dos homens brancos foi de R$ 3.467, uma diferença de 54,63%. Enquanto na taxa de desemprego, as mulheres negras representaram 18,25% e os homens brancos foram pouco mais da metade das mulheres negras sem emprego, 9,6%.

Para homenagear as mulheres negras da América Latina e do Caribe e empoderar a luta por uma sociedade igualitária, que não distinga ninguém a não ser pelo seu talento e pela sua individualidade, o Portal CTB ouviu as histórias e as vivências de algumas mulheres negras para mostrar a necessidade de todos os movimentos sociais se unirem para derrotar a extrema-direita, representada neste momento pelo presidente Jair Bolsonaro, e recuperar as políticas públicas em favor dos direitos de todas as pessoas viverem sem medo e com dignidade.

Mônica Custódio, secretária de Igualdade Racial da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Para pagar os meus estudos, comecei a trabalhar numa indústria metalúrgica. E assim, não depender do meu pai que queria “definir” o que era o melhor para mim. Foi quando conheci Fátima Duda, uma metaleira militante e feminista que me perguntou um dia se eu queria a liberdade. Respondi que sim e ela me disse: “vá até ela”. Eu fui.

Trabalhei na Faet S/A, só pra começar. Depois entrei no colégio Elpídio Evaristo dos Santos, Colégio Metalúrgico. E depois, por conta dessa gente linda que me cercou, me formei licenciada em Geografia e me especializei em Administração e Políticas Públicas. Também sou mestranda em Geografia. Eu aprendi que a vida não pode parar.

Como mulheres negras, que escravizadas por quase quatro séculos, é importante acentuar que o nosso contexto histórico em África e na diáspora nunca nos fez diferentes de nossos irmãos homens. Então nossa condição de “responsabilidade” no trato da construção social e humana de nosso povo é nossa base até os dia atuais.

É o que se chama de cuidados de esteio ou chefe de família. E isso se constitui em meio a toda a uma estruturação de nação, que nos dias atuais em face a uma crise quase cíclica aprofundada por uma crise sanitária e um governo fascista, está nos levando ao ápice da luta pela sobrevivência física, psíquica e espiritual.

A morte se põe à nossa frente, diariamente, como um cenário, que parece filme. São vários os caminhos. Querem nos matar pela fome, pela violência e pela pandemia. Por isso, entrei no movimento sindical e fui ser dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro. Em 1996, já estava na coordenação da Corrente Sindical Classista e na direção nacional da Central Única dos Trabalhadores, em 2000.

A CTB nasceu em 2007 e teve e tem um papel respeitável na construção de um novo caminho de formulações constritivas de unidade de ação pelo bem comum. Eu tenho muita alegria, orgulho e gratidão de fazer parte da fundação da CTB. Desse central que só cresce, de uma ponta a outra de forma harmoniosa e sem pressa, sem vacilo.

A direção chegou para mim em 2013, com a Secretaria de Igualdade Racial. Um presente, que leva à gratidão de toda a minha companheirada. Teremos um novo quadro a frente dessa secretaria essencial na luta por dias melhores, por vida melhor, por relações e condições de trabalho melhores.

Enquanto isso, nós população negra, nos posicionamos a ser esse instrumento transformador na luta política social, histórica e econômica do nosso país, por dias melhores e um novo governo.

Cartaz da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo

Ana Paula Evangelista Neris, professora de educação infantil

Na infância e na adolescência acreditava que nada poderia ser pior do que tudo aquilo que vivia. Éramos em sete irmãos. Meu pai e minha mãe, ambos em trabalhos precários, viviam constantemente em situação de extrema vulnerabilidade. Sempre moramos no Itaim Paulista, extremo leste da cidade de São Paulo, onde ainda moro.

As dificuldades foram inúmeras, mas acredito que a dificuldade de acesso à escola foi uma das piores, pois eu não conhecia referências que pudessem me inspirar a ir além. Minha mãe trabalhava como auxiliar de limpeza em um hospital, meu pai era pedreiro e essa era a minha perspectiva de vida. Arrumar um trabalho e ajudar meus pais, nada além disso.

Durante a minha infância não se falava em racismo, mas sabíamos bem como era viver isso na pele. Os apelidos, a maneira como eu era olhada e até às distinções que faziam em determinados espaços. O olhar de nojo da professora da antiga quarta série, a não indicação para uma determinada vaga de trabalho. Ser dita como feia. Ocupar apenas vagas de trabalhos operacionais, mesmo tendo condições de uma vaga melhor. Tudo isso me fez ter baixa estima, a duvidar das minhas capacidades e a me sentir inferior às demais pessoas. Passei por um processo tão ruim na infância e na adolescência que em determinado momento cheguei a negar a minha negritude, afinal de contas, ser mulher e negra era um fardo muito pesado.

As coisas começaram a mudar quando soube de uma bolsa de estudos para entrar na universidade, eu sempre sonhei em estar lá, só não sabia como. Foi muito difícil, mas consegui e ao chegar lá me deparei com um turbilhão de possibilidades. Conheci muita gente, expandi meus horizontes, me reconectei com a minha ancestralidade e me achei, achei aquela “tribo” que tanto procurava.

Conheci quatro mulheres negras ativistas, elas eram bem jovens e eu sentia algo diferente quando estava perto delas. Queria sugar todo aquele conhecimento, queria recuperar o tempo perdido, pois foi a partir daqueles diálogos que passei a entender tudo o que vivi durante toda a minha vida.

A militância me salvou. O ativismo me ensinou tudo aquilo que eu deveria ter aprendido na escola, nos livros didáticos. Me foram apresentadas heroínas negras, cientistas negras, médicas e médicos negros e hoje eu posso dizer que sou melhor, uma professora muito melhor do que as que eu tive e, não por arrogância, mas por entender que somos diversos e respeitar isso. Por não expor “minhas” crianças ao ridículo, por não as classificar pela cor da pele e por respeitar suas subjetividades. Tenho certeza que as crianças que me têm como educadora, terão boas lembranças e não traumas.

Cláudia Rodrigues, presidenta União Brasileira de Mulheres (UBM) na cidade de São Paulo e do Conselho Municipal de Políticas para Mulheres

Nasci na periferia de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, em uma família humilde. Comecei a trabalhar como empregada doméstica aos 8 anos. Depois fui recepcionista, secretária e atendente em posto de gasolina.

Consegui com muito custo, me formar em Educação Física, em 2004, e desde então trabalho nessa área. Fui diretora de clube municipal na capital paulista e coordenadora do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte. Atualmente trabalho no setor privado, no ramo de infraestrutura esportiva.

Quando estudante, presidi o grêmio da minha escola e também o Diretório Central de Estudantes da universidade onde me formei. Cheguei a ser presidenta da União da Juventude Socialista na capital paulista.

Desde 2015 sou presidenta da União Brasileira de Mulheres (UBM) na cidade de São Paulo, cujo trabalho é centrado em bairros da periferia paulistana. Quando começou a pandemia da covid-19, iniciei a campanha chamada “Isolamento Sem Fome”, uma rede de solidariedade em apoio às mulheres dessas comunidades da periferia, onde a entidade atua.

Em fevereiro de 2021, assumi a presidência do Conselho Municipal de Políticas para Mulheres (CMPM). Venho lutando pela construção da Casa da Mulher Brasileira na Zona Leste da cidade, a mais populosa de São Paul. Há poucos dias, a proposta foi escolhida como prioridade em votação popular organizada pela prefeitura para definição do orçamento municipal de 2022.

Generosa Maria Lima, formada em Orientação Comunitária e agente de prevenção Ists/AIDS projeto da Secretaria Municipal de Saúde

Ocupo São Paulo com meu corpo preto, ciente de que podemos estar em qualquer espaço. E assim o faço com o Ilú Obá De Min, grupo com mais de quatrocentas mulheres onde sou integrante há 10 anos. Do centro, Vale do Anhangabaú onde ensaiamos, às periferias, Casas de Cultura, Fábricas de Cultura,  Centros Educacionais Unificados, aos grandes palcos como os Sescs, Centro Cultural São Paulo, Teatro Municipal e muitos festivais. Apresentamos e engrandecemos a força da mulher preta e o Asè dos Xirês que ao som dos tambores reproduz de forma artística a representação das religiões de matriz africana.

Outra forma em que me encontro na cidade é literalmente ocupando meu espaço de moradia, há aproximadamente 10 anos moro no centro de São Paulo e há quase 5 anos moro na Ocupação 9 de Julho, num prédio que estava abandonado por volta de 20 anos, sem função social, e hoje abriga mais de 100 famílias com dignidade e formação política pelo Movimento Sem Teto do Centro, que nos ensina que direito não é privilégio e que moradia faz parte dos direitos determinados pela Constituição Federal, por isso ousamos estar onde desejamos estar, afrontamos o mundo capitalista que considera que trabalhadores de baixa renda deve viver à margem da cidade.

Mais uma vez ocupo a cidade, agora com a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, onde estou há 6 anos e me aquilombo, uma articulação autônoma e que atua em coletivos diversos. Nascemos do potente processo que nos levou a Brasília em 18 de novembro de 2015. A Marcha é um espaço de fortalecimento mútuo, aprendizado e resgate das nossas tradições ancestrais e do legado de luta e resistência das mulheres negras. Assim permaneço viva, irmanada  na luta contra o racismo, o machismo,  a violência e pelo bem viver.

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Rosa Anacleto, presidenta da União de Negros e Negras pela Igualdade (Unegro) no estado de São Paulo,  diretora de Gênero da Federação dos Metrôs

Nesse 25 de julho, que foi cunhado pelas mulheres negras no 1º Encontro em São Domingos, República Dominicana, em 1992, fico sempre emotiva e emocionada porque no Brasil construímos o mês de julho para falarmos das nossas coisas de mulheres pretas e cunhamos o Julho das Pretas. Onde falamos e discutimos as  dificuldades de sermos mulheres negras,  nesses país que é machista, racista e muitas vezes misógino.

E o julho das Pretas também é  momento para falarmos da violência contra as mulheres negras, do feminicídio que recai de forma tão perversa sobre nós. É hora de falarmos de pertencimento, de amor, das lutas. É o momento também de falarmos de reconstrução, de tratarmos estratégias de superação de todas as opressões.

A violência do Estado se abate sobre a periferia e deixa corpos negros jovens sem vida em nome do racismo que estrutura suas ações. Outras ações do Estado são as abordagens policiais onde essas ações causam traumas e até a morte e que também despertam a necessidade de lutar para mudar essa realidade de exclusão e racismo.

Cada 25 de julho renova a confiança nos dias que virão com a superação do racismo,  do machismo e misoginia e com muita luta   contra esse estado coisas e por políticas públicas em favor da vida, da justiça e da igualdade de direitos.

Cada 25 de julho renova a esperança na luta por trabalho decente, com salário igual para trabalho igual, independente do gênero. A cada 25 de julho acontece a ocupação de espaço de poder no Legislativo, no Executivo e no Judiciário.

Defender a  democracia e lutar para avançar as pautas dos movimentos sociais, em especial o movimento negro e de mulheres negras.  Porque somente num ambiente  democrático podemos avançar para o mundo justo com o qual sonhamos.

Mulheres Negras, de Yzalú

Rozana Barroso, presidenta da Ubes

Eu conheci o movimento estudantil por causa de minha mãe, mulher negra, empregada doméstica e ainda estudante do ensino de jovens adultos. Comecei a questionar do porquê ela sofria tanto e não podia estudar.

Foi aí que descobri uma luta pelas mulheres negras. Descobri que éramos, e somos, capazes de transformar as nossas vidas, através da educação e assim contribuir para o avanço do Brasil, apesar de todo o sofrimento pelo qual passamos neste país.

Tive uma infância e adolescência muito difíceis. Não só pelo racismo, machismo, LGBTfobia, mas principalmente pela desigualdade como um fator importante para nos colocar para trás. E neste momento, o Bolsonaro tenta trazer de volta esse sentimento para a juventude brasileira. Esse sentimento de que nós não pertencemos à educação, que o ensino superior não nos pertence, que nós não podemos ser os primeiros da família a entrar na universidade. Como eu sonho em ser a primeira da minha família na universidade.

Toda essa trajetória histórica de minha mãe, minha avó e das mulheres negras da minha família, me dá forças para lutar junto com os estudantes para deixar claro a Bolsonaro que nós não aceitaremos esse caminho traçado de desprezo e desrespeito às mulheres negras brasileiras.

Principalmente as mulheres jovens. Não aceitaremos o subemprego, a fome, a falta de acesso à educação, a violência sexual, a violência doméstica. Nós não aceitaremos morrer de fome, morrer de tiro, morrer de covid. Nós queremos viver e amar como todas as pessoas desejam e têm o direito humano a isso. Nós queremos um Brasil onde possamos de fato seguir com os nossos sonhos. Um Brasil que caiba nos nossos sonhos.

Foi muito difícil enfrentar tudo isso na minha vida. Mas tudo também me transformou na mulher que sou, de pensar no coletivo. Na menina, na jovem que sou e de pensar sempre no coletivo. Porque nunca é sobre a Rozana. É sobre várias outras mulheres e meninas negras pelo Brasil inteiro, que também têm os mesmos sonhos como eu. E que também lutam para transformar as suas vidas.

Há pouco tocamos uma campanha na Ubes “Menos Um Sufoco”, que pagou o boleto de inscrição para o Enem para quase 600 estudantes. Campanhas como essa, reforçam para as meninas que elas são capazes. Nós lutamos no Congresso para garantir internet de graça para 18 milhões de estudantes da educação básica, do Brasil inteiro. Bolsonaro entrou na justiça para impedir esse acesso porque o projeto dele é para que as meninas negras não tenham acesso à educação, não tenham esse meio de transformação na vida. Ele quer nos desenhar um único caminho. Mas eu tenho a certeza de que as meninas secundaristas, as meninas negras vão desenhar com suas próprias mãos o caminho da vida, pão, vacina e educação.

Nós realizaremos esse sonho de sermos as primeiras da família na universidade, de sermos essas pessoas, que através da educação, vão transformar a realidade. Tenho a certeza de que vamos derrotar o Bolsonaro.

Foi muito difícil sim e é sempre. Porque o racismo está presente no nosso país e isso me motiva a lutar muito mais por um Brasil livre do racismo, do machismo, da LGBTfobia, principalmente nestes tempos de Bolsonaro. Nós verdadeiros patriotas, verdadeiras patriotas com certeza o derrotaremos nas ruas, nas redes e nas urnas.

Fonte: https://ctb.org.br

sábado, 24 de julho de 2021

Atentado contra a vida de Lula? Entenda

 

Foto: cartacapital.com.br

Por: Otávio Albuquerque

Flávio Dino (PSB), governador do Maranhão, recomendou recentemente que o ex-presidente Lula tenha cuidado com sua integridade física durante a campanha presidencial de 2022. De acordo com o político esquerdista, devido ao clima de polarização, a próxima eleição será marcada pela violência de ambas as partes e que o petista não pode se expor a riscos desnecessários.
 

No último encontro que tiveram, Dino, que mudou recentemente de legenda (do PC do B para o PSB) a fim de concorrer ao Senado, ressaltou ao ex-mandatário da nação um risco real de atentado contra sua vida, sobretudo se o cenário das pesquisas, que apontam a sua vitória, for confirmado.


Para Flávio Dino, Jair Bolsonaro, ao insistir na mudança do sistema de votação no Brasil para a forma impressa, prepara um cenário de golpe contra a democracia. O apoio militar, incluindo os chefes do exército, marinha e aeronáutica, além do general Braga Neto, atual ministro da defesa, suscitam no governador a certeza de que existe um plano concreto para desqualificar o resultado do pleito e provocar um clima de animosidade nas ruas. 


Ademais, conforme os relatos do governador maranhense, o abrandamento na compra de armas por parte da população também se configura como um dos fatores que provocariam atos criminosos, provocados principalmente pelos adeptos mais radicais do governo federal, sejam cidadãos comuns ou “fardados”. 


Para ratificar a preocupação de Dino, a assessoria petista e os conselheiros do ex-presidente já recomendaram que suas aparições públicas se tornem pontuais durante a corrida presidencial. Nesse sentido, Lula, provavelmente, dedicará a maior parte do seu tempo à gravação dos programas de propaganda no rádio e na televisão, aos debates virtuais ou não, e a ações nas redes sociais. 

Fonte (informações) - Carta Capital 

Reprodução do Potiguar Notícias

Brasil registra mais 1.324 mortes por covid-19; total de mortes passa de 548 mil

 

O Brasil registrou oficialmente ontem sexta-feira (23/07) 1.324 mortes ligadas à covid-19, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).
 
Também foram confirmados 108.732 novos casos da doença. Com isso, o total de infecções reportadas no país chega a 19.632.443, e os óbitos oficialmente identificados somam 548.340.
 
Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.
 
Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 609 mil óbitos, mas têm uma população bem maior. É ainda o terceiro país com mais casos confirmados, depois de EUA (34,3 milhões) e Índia (31,3 milhões).
 
Já a taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 260,9 no Brasil, a 8ª mais alta do mundo, atrás apenas de alguns pequenos países europeus e do Peru.
 
Ao todo, mais de 192,9 milhões de pessoas contraíram oficialmente o coronavírus no mundo, e foram notificadas 4,1 milhões de mortes associadas à doença, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.
 
O Conass não divulga o número de recuperados. Segundo o Ministério da Saúde, 18.259.711 pacientes no Brasil haviam se recuperado da doença até quinta-feira.
 
No entanto, o governo não específica quantos desses recuperados ficaram com sequelas ou outros efeitos de longo prazo. A forma como o governo propagandeia o número de "recuperados" já foi criticada por cientistas, que classificaram o número como enganador ao sugerir que os infectados estão completamente curados da doença após a fase aguda ou alta hospitalar.
 
Estudos no exterior estimaram que entre 10% e 38% dos infectados sofrem efeitos da "covid longa" meses após o vírus ter deixado o organismo. Um estudo alemão apontou que sequelas podem surgir até mesmo meses depois da fase aguda da doença. Já uma pesquisa da University College London em pacientes de 56 países listou mais de 200 sintomas observados em pacientes com sequelas pós-covid."
 

Fonte: DW Brasil

Com Potiguar Notícias

Publicado ontem (23)sexta-feira

24 de julho: às ruas pelo Fora Bolsonaro e Mourão

O próximo dia 24 de julho promete ser mais um grande dia de protestos em todo o país contra o governo de Bolsonaro e Mourão. As centrais sindicais, as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, partidos políticos e diversas entidades da sociedade civil, que compõem a Campanha Nacional Fora Bolsonaro, estão reforçando o chamado às manifestações e, pelo país, já realizam plenárias e reuniões para preparar os atos.

Esse será o quarto dia nacional de protestos pelo Fora Bolsonaro, que tem levado às ruas centenas de milhares de manifestantes de norte a sul do Brasil, em uma expressão concreta do descontentamento da população com este governo de ultradireita.

As denúncias de corrupção, que revelam que Jair Bolsonaro e membros de seu governo não se preocuparam em adquirir vacinas para salvar vidas, mas agiram, segundo indicam as investigações, para obter propinas, aumentaram ainda mais a indignação popular. De acordo com pesquisa divulgada na última semana, 70% da população acredita que o governo é corrupto, 51% considera o governo ruim ou péssimo e 63% classifica que Bolsonaro é incapaz de liderar o país.

Durante o 12º Conad Extraordinário do ANDES-SN, foi deliberado pela participação do Sindicato Nacional e suas seções sindicais na construção dos atos do dia 24 de Julho nos estados e municípios, seguindo todas as medidas de segurança sanitária e também contra possível repressão por parte das forças policiais. Confira a circular 259/2021 com orientações do ANDES-SN.

As delegadas e os delegados aprovaram, ainda, estimular a organização de comissões de segurança para combater a violência contra as e os manifestantes, organizar o bloco “ANDES-SN em luta” nas manifestações de rua para fortalecer as lutas contra os cortes orçamentários na Saúde e Educação; contra as intervenções nas Universidades, Institutos Federais e Cefet, e contra a reforma Administrativa.

Ao encerrar o encontro, ocorrido nos dias 2, 9 e 16 de julho, a presidenta do Sindicato Nacional reforçou a importância dos e das docentes da base do ANDES-SN participarem dos atos, nas ruas e nas redes, contra o governo Bolsonaro e em defesa da vida e dignidade da população. “Nesse sentido, fazemos o chamado para a categoria para realizar um grande dia de luta no 24 de julho, impor derrotas à esse governo e pressionar pela abertura do processo de impeachment desse governo genocida, que banaliza a vida. Saímos daqui com a certeza de que resistir é a nossa marca, e enfrentar é a nossa história. Vamos engrossar fileiras no dia 24, é uma tarefa histórica que está em nossas mãos”, afirmou Rivânia Moura.

Fonte: ANDES SN

CULTURA! FIQUEM LIGADOS! HOJE(24), ÁS 19H. NAS ONDAS DA RÁDIO AGRESTE FM - 107.5 - NOVA CRUZ-RN - PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA - PRO, CPC-RN

 


quinta-feira, 22 de julho de 2021

Justiça intima Governo Federal e Petrobras, em ação movida pela deputada Natália Bonavides, para explicarem o aumento nos preços do gás de cozinha e da gasolina

 

Justiça intima Governo Federal e Petrobras, em ação movida pela deputada Natália Bonavides, para explicarem o aumento nos preços do gás de cozinha e da gasolina

 

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte intimou a Petrobras e o Governo Federal para que apresentem, no prazo deaté 72h, explicações sobre os novos aumentos nos preços do gás de cozinha, da gasolina e do diesel. A intimação é decorrente da ação movida pela deputada federal Natália Bonavides (PT/RN), que acionou o judiciário contra o aumento dos preços.

 

“A política de preços praticada pela Petrobras, com aumentos periódicos nos preços do gás e dos combustíveis, tem tornado ainda mais difícil a situação do povo brasileiro, que vem buscando alternativas para sobreviver à pandemia e ao governo Bolsonaro.

Não podemos aceitar que o povo pague a conta da política econômica desastrosa do Governo Federal. Fundamental que a justiça tenha intimado o governo e a Petrobras para que expliquem essa política totalmente equivocada”, destacou Natália Bonavides.

 

O aumento no preço do gás de cozinha tem feito o botijão custar mais de cem reais. Com isso, diversas pessoas estão utilizando lenha e carvão para cozinhar. Os casos de acidentes domésticos com queimaduras graves estão se tornando frequentes e é um dos sintomas da elevação do preço. Em algumas cidades o valor tem chegado à R$ 105 reais.

 

A ação da parlamentar leva em conta o fato da Petrobras ter em seu regimento o dever de tomar suas decisões visando não apenas o retorno financeiro de seus acionistas, mas considerando a responsabilidade social que possui, conforme estabelecem os artigos 219 e 170 da Constituição de 1988. Assim a empresa não pode ser contrária aos interesses sociais e coletivos do povo brasileiro.


Fonte: Natália Bonavides - Imprensa

A professora e doutora Andrezza Tavares - Por Dr. EVANDRO BORGES - Advogado

Dr. EVANDRO BORGES - Advogado

A professora doutora Andrezza Tavares é colunista do Potiguar Notícias, com vínculo no IFRN – Instituto Federal, jovem e com um extenso currículo dando representatividade ao Portal, um  dos mais visualizados do Estado. Conheci a educadora potiguar em diversas jornadas de trabalho,  uma cientista e cristã católica,  natural de Natal e crescida no bairro do Bom Pastor, mãe de três graciosos filhos e esposa de Francisco Kayrin Medeiros da Silva, advogado e atual Vice-Prefeito de Pureza/RN.

A doutora e mestre da Educação pelo curso de pedagogia da UFRN, Andrezza Maria Batista do Nascimento Tavares, Pós-graduada em Psicopedagogia clínica é professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, onde realiza atividades de ensino, pesquisas e extensão, atuando nos cursos do pós graduação acadêmica do IFRN. Na extensão coordena desde o ano 2017 o projeto “Diálogos sobre capital cultural e práxis do IFRN”.
 
Na pesquisa é membro do Grupo de Pesquisa vinculado ao CNPQ “Escola Contemporânea e Olhar Sociológico” (ECOS) que realiza investigação no campo das ciências da educação junto a linha de pesquisa “Sociologia Educacional e Ação Pedagógica” na UFRN e no Portal do Potiguar Notícias na PNTV realça no jornalismo este campo com jornalismo de opinião e com entrevistas com ênfase na educação, dando a maior contribuição a sociedade e a cidadania.
 
A pesquisadora é uma das professoras que recebeu uma “Menção Elogiosa”, deferência prestada ao grupo de docentes que mais se destacaram na área de Pesquisa e Inovação, tanto no que se refere à produtividade quanto à qualidade de seus trabalhos. A homenagem foi uma iniciativa da Diretoria de Pesquisa e Inovação, a partir do trabalho de mapeamento diagnóstico realizado pela DIPEQ, como forma de reconhecer e aplaudir o trabalho dos pesquisadores dos grupos de pesquisa do campus Natal-Central (CNAT).

Está com Profa. Andrezza Tavares na barra de colunistas do Portal do Potiguar Notícias e conviver com o seu jornalismo educacional na bancada da PNTV,  contando com o seu convívio consiste em um contínuo aprendizado, sempre apresentando ideias inovadoras, participante ativa das jornadas executadas pelo complexo de comunicação do Potiguar Notícias. Na última jornada contribuiu na elaboração e participou do 8 de março em homenagem a este dia de luta e inclusão social da mulher.
 
A menção elogiosa que vai integrar o seu já vasto currículo foi recebido em regozijo pelos que fazem o  Potiguar Notícias, pelos seus amigos que apreenderam a gostar da sua personalidade, sempre alegre e uma verdadeira luz, uma referência para a militância social, proferindo inúmeras animações dedicadas e desprendidas no Estado, e recebeu o incentivo, apoio e admiração do Patrono do Potiguar Notícias, jornalista Pinto Júnior.

Fonte: Potiguar Notícias

Haverá debate em 2022? - Por Otávio Albuquerque

 


Foto: metropoles.com

Mesmo não admitindo uma eventual derrota em 2022, se por acaso o voto impresso não seja estabelecido, o presidente Jair Bolsonaro ainda não ratificou sua presença no próximo pleito presidencial. Atualmente, o chefe do executivo federal aparece em notória desvantagem nas pesquisas eleitorais contra o petista Lula.

Em entrevista na última semana em meio aos seus apoiadores, Bolsonaro insinuou que pode não se candidatar à reeleição, uma vez que não acredita na confiabilidade do sistema eletrônico de votação. No entanto, o atual presidente ainda não apresentou provas que ratifiquem as fraudes suscitadas pelas urnas, quando ele apontou, por exemplo, que poderia ter vencido no primeiro turno de 2018.

Em consonância às suas denúncias, Bolsonaro lançou uma proposta de emenda constitucional ao Congresso, requerendo a mudança do sistema de voto no Brasil, que é eletrônico desde 1996. Porém, a possibilidade real de derrota do seu projeto condicionaria a presença do atual mandatário da nação na corrida presidencial

Por outro lado, seu maior rival na disputa e na tendência de polarização para o ano que vem, o ex-presidente Lula já garantiu sua presença no pleito em diversas ocasiões. A empreitada do petista pelo retorno ao poder foi fomentada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela suspeição do ex-ministro Sérgio Moro, no processo da Lava-Jato. 

Fonte: Potiguar Notícias

Senador Jean cumpre agenda com a governadora Fátima no Alto Oeste

 Por: Andrezza Tavares

 

Foto: Assessoria de Imprensa - Gabinete Jean Paul Prates

O Senador Jean estará no Alto Oeste durante o fim de semana, para agendas junto com a governadora Fátima Bezerra em diferentes cidades da região. Essa é uma da série de viagens que Jean tem feito para ouvir as demandas da comunidade dos municípios e também das prefeitas e prefeitos do interior.

O senador já esteve na região do Mato Grande, inclusive, dialogando com os gestores municipais de Pureza/RN (21), na Região metropolitana e também no Oeste e na região do Vale do Açu. Nesta quinta-feira (22), Jean sai de Natal e passa por Riachuelo e Lajes, onde também cumpre agendas, em direção ao Alto Oeste. Já na sexta (23), o Senador Jean cumpre agenda em Martins e na cidade de Pau dos Ferros, esta acompanhando a governadora Fátima.

Ainda na sexta, o senador estará em São Miguel e Venha Ver. No sábado (24), Fátima e Jean seguem para Francisco Dantas, Riacho de Santana, Alexandria e Almino Afonso.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Gabinete Jean Paul Prates

Com Potiguar Notícias

terça-feira, 20 de julho de 2021

Montanhas: Cinquenta e oito anos de emancipação política - Por Dr. EVANDRO BORGES

Montanhas/RN conta com uma população de 11.251 habitantes no último censo de 2010 e com uma área territorial de 82,2 km², situado no Agreste do Estado com uma distância de 16 km de Nova Cruz e a 82 km de Natal capital do Estado, administrado pelo Prefeito Manuel Gustavo, reeleito em 2020, engenheiro de formação realizando uma administração austera e pagando aos servidores dentro do mês.

Alguns dados sociais, com base no exercício de 2018 podem ser dados visibilidade, tais como: o IDH de 0557, escolarização na faixa de 6 a 14 anos de 94,6% e PIB per capita de R$ 8.155,25, no cadastro único constam 3.020 famílias com beneficiários da bolsa família atingindo 2.124 famílias. E no cadastro da saúde há 1.879 famílias sendo acompanhadas 83,66% das famílias, acima do índice nacional que chega atingir 76,255.
 
O Município de Montanhas tem uma população urbana de 8.870  e na zona rural 2.543 habitantes com uma sociedade civil aritculada com a maior expressão no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Montanhas e nas associações comunitárias rurais destacando Santa Luzia de Ingá, agremiações esportivas e a Liga Montanhense de Futebol. A municipalidade conta com festas tradicionais como a Festa de Reis, São João e as homenagens da emancipação que mobiliza a sua comunidade.
 
Os Municípios como entes federativos e autonomia de ordem política é uma conquista da Constituição promulgada em 1988. As cores da bandeira de Montanhas em amarelo, branco e azul, com o seu brasão dando destaque para o nome de Montanhas e seu belo Hino instituído por Lei Municipal nº 505/2020, com letra de Ubiratan Gonçalves de Melo e arranjo musical e partituras do maestro Célio Murilo.
 
O Município de Montanhas no dia 20 de julho do fluente ano completa cinquenta e oito anos de emancipação, constituído no dia 20 de julho de 1963, desmembrado do Município de Pedro Velho/RN, a sua história tem marcos de 1754, do século XVIII com o recebimento pelo Padre José Vieira Afonso da sesmaria de Lagoa das Queimadas, na Ribeira do Rio Curimataú como consta na obra de Luís da Câmara Cascudo intitulada de Nomes da Terra, publicada pela editora Sebo Vermelho.
 
Assim Câmara Cascudo registrou sobre Montanhas, ressaltando o seguinte: “A tradicional amenidade do clima, explicada pela altitude, recomendava-a com um legítimo sanatório, merecendo, em certas épocas, estação de repouso recuperador. A constante, afabilidade da população, acolhendo carinhosamente os hóspedes, sugeriu ao poeta Cícero Moura, (1882-1906), denomina-la SUIÇA DO AGRESTE: Ligada a Natal pela Estrada de Ferro desde outubro de 1882. Capela de São João Batista em 1897, reconstruída posteriormente. Mercado, escola, comércio suficiente às necessidades locais”.
 
Marcos César Cavalcanti de Morais no seu livro Terras Potiguares publicado pela Editora Foco, registra o seguinte que pode ser dado ênfase: “A povoação, que vinha alcançando progresso a partir da fertilidade de suas terras que garantiam grande produção de cereais, passou a desenvolver-se ainda mais com a chegada da estrada de ferro, interligando a região à capital do Estado, no ano de 1882. Lagoa de Montanhas foi considerada distrito do município de Pedro Velho em outubro de 1938. E, no dia 8 de janeiro de 1962, de acordo com a Lei nº 2.727 sancionada pelo então Governador do Estado, Dr. Aluízio Alves, o distrito desmembrou-se de Pedro Velho e tornou-se município. Mas, somente em 20 de julho do ano seguinte, a localidade passou a se chamar definitivamente de Montanhas”.  
 
Estes são os dados históricos e sociais do Município de Montanhas/RN que se pode destacar nestes cinquenta e oito anos de emancipação e de tanta transformação, sendo um rincão gracioso de agradáveis pracinhas e passeio público e de uma população identificada e comprometida com a sua municipalidade, capaz de alavancar o desenvolvimento sustentável, enfrentando os desafios do início do século em curso.

Fonte: Potiguar Notícias

SEMANA DA AGRICULTURA FAMILIAR Agricultura Familiar: a força de quem alimenta o Brasil

A agricultura familiar é responsável pela produção de mais de 70% dos alimentos que chegam à mesa da população brasileira e a 8ª maior produtora de alimentos do planeta, segundo dados do Censo Agropecuário e do Banco Mundial. São 15 milhões de trabalhadores rurais agricultores e agricultoras familiares que contribuem com a soberania e segurança alimentar e nutricional dos brasileiros e brasileiras, produzindo alimentos saudáveis, de forma sustentável, com mais sabor, potencial nutritivo e preservando os hábitos alimentares locais, o meio ambiente e a cultura local.

Todo esse potencial e protagonismo dos povos do campo, da floresta e das águas demandou a criação da Lei 11.326/2006, que estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Mais recentemente, para dar ainda mais visibilidade ao setor, foi aprovada a Lei 13.776/2018, que instituiu a Semana Nacional da Agricultura Familiar, a ser celebrada, anualmente, na semana que compreender o dia 24 de julho, dia em que foi publicada a Lei 11.326/2006, também conhecida como a Lei da Agricultura Familiar.

Portanto, agora em 2021, a Semana da Agricultura Familiar será celebrada de 19 a 24 de julho, com a realização de diversas atividades, como eventos regionais e nacional por plataforma virtual, divulgação de materiais de divulgação, lançamento do Comitê Nacional da Agricultura Familiar, entre outras ações. A CONTAG também está incentivando a realização de ações nos estados e municípios durante esse período.

“Será uma semana com várias atividades, debates e ações que visam dar visibilidade ao setor, articulada à agenda da Década da Agricultura Familiar. A CONTAG reafirma o seu compromisso para fortalecer a agricultura familiar e para dar visibilidade aos homens e mulheres que alimentam o Brasil”, destacou o presidente da CONTAG, Aristides Santos.

Confira a agenda dos eventos regionais e do encontro nacional – realização pela plataforma Zoom com transmissão no Facebook e Portal da CONTAG:

Norte – 19/07, às 15 horas (horário de Brasília)

Sul – 20/07, às 10 horas (horário de Brasília)

Centro-Oeste – 20/07, às 15 horas (horário de Brasília)

Sudeste – 21/07, às 10 horas (horário de Brasília)

Nordeste – 21/07, às 14 horas (horário de Brasília)

Nacional – 22/07, às 14 horas (horário de Brasília)


FONTE: Assessoria de Comunicação da CONTAG - Verônica Tozzi


domingo, 18 de julho de 2021

🔴 AS 20 MELHORES MÚSICAS DE ZÉ RAMALHO - "GRANDE MESTRE, ZÉ RAMALHO" - Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN


Fonte: YOUTUBE

Zeca Baleiro - Telegrama - "SHOW" - EDUARDO VASCONCELOS


Fonte: YOUTUBE

Zeca Baleiro - Zeca Baleiro Canta Zé Ramalho - Chão de Giz (DVD Completo)


Fonte: YOUTUBE 

Sem apoio de Bolsonaro, governadores lançam plano de reflorestamento da Amazônia - Por Diário do Centro do Mundo

Originalmente publicado em O CAFÉZINHO

Na ultima sexta-feira, 16, nove governadores de estados que fazem parte da região amazônica lançaram, sem o apoio do Governo Bolsonaro, um plano de recuperação verde e de combate às queimadas.

Nesta sexta-feira, 16, nove governadores de estados que fazem parte da região amazônica lançaram, sem o apoio do Governo Bolsonaro, um plano de recuperação verde e de combate às queimadas.

A iniciativa foi anunciada em Brasília sob a presidência do governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB). Também estava presente o governador Waldez Góes (PDT-AP) e representantes diplomáticos da Alemanha, Estados Unidos e França.

Um dos objetivos é conseguir R$1,5 bilhão em recursos para desenvolver a economia verde e sustentável que deve não contribuir somente no combate ao desmatamento, mas de beneficiar mais de 30 milhões de brasileiros que vivem nos estados cobertos pela Amazônia Legal. Esse montante será do setor privado, bancos de fomento e fundos de investimento.

A Leaf Coalition foi a primeira a fechar parceria. Na prática, a Leaf é um conjunto de empresas privadas e também dos governos dos Estados Unidos, Noruega e Reino Unido que devem contribuir para o desenvolvimento sustentável.

“Com o investimento do grupo, o Consórcio da Amazônia vai criar um sistema de mensuração de resultados nas políticas de preservação ambiental. A criação do sistema é o primeiro passo para os estados da região fazerem uso dos mecanismos de remuneração da preservação previstos no dispositivo 6 do Acordo de Paris sobre o clima”, diz o documento.

Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

CENTRAL DO CIDADÃO: Governadora garante para agosto o funcionamento em Nova Cruz.

Foto: Eduardo Vasconcelos - "Central do Cidadão"
Foto: Divulgação
A governadora do estado do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) visitou o novo prédio da Central do Cidadão de Nova Cruz, que está em fase de conclusão no bairro Frei Damião acompanhada de autoridades da cidade e secretários e deputados. Na oportunidade ela garantiu que as atividades naquele novo estabelecimento se iniciarão no mês de agosto. 
(Governadora junto com Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura e Marcelo Assis diretor da 3a DIREC)

O prédio próprio da Central do Cidadão em Nova Cruz, que tem uma área total de 581 metros quadrados foi construído graças ao programa GOVERNO CIDADÃO, com recursos da ordem de 2,5 milhões de Reais, advindos de financiamentos ao governo do estado juntos ao Banco Mundial.

Fonte: Claudio Lima
Adaptado pelo Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura, em 17 de julho de 2021

Artistas gravam música pelo impeachment de Bolsonaro

A música diz que o Brasil vive uma época sombria, de luto e tristeza r que preciso estar essa sangria.

Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Letícia Sabatella, Dira Paes, Camila Pitanga, Denise Fraga, Ailton da Graça, Bárbara Paz, Gero Camilo e Julia Lemmertz estão entre os que gravaram a música “Desgoverno”, de Zeca Baleiro e Joãozinho Gomes, que diz “Já que o anjo do mal não renuncia/Tudo com véu da escuridão/Vamos por toda nossa energia/Nesse grito de indignação/Um homem sem juízo e sem noção/Não pode governar esta nação”.

Desgoverno

(Zeca Baleiro/Joãozinho Gomes)

Muito luto, tristeza, noite e dia

É preciso calar a negação

Nós estamos em época sombria

Mas no fim desse túnel há clarão

É preciso estancar esta sangria

Com o bem se desfaz a maldição

Com amor se retoma a alegria

Reacende-se o  riso   da nação

Já que o anjo do mal não renuncia

Vamos por toda nossa energia

Nesse grito de indignação

Um homem sem juízo e sem noção

Não pode governar esta nação

Fonte: Portal BRASIL CULTURA (https://www.brasilcultura.com.br/arte-espaco/artistas-gravam-musica-pelo-impeachment-de-bolsonaro/)

Comissão de Cultura cancela debate sobre balanço da Lei Aldir Blanc Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados cancelou a audiência pública que realizaria nesta terça-feira (13) para fazer um balanço da Lei Aldir Blanc, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado e que garantiu auxílio-emergencial, recursos para manutenção de espaços culturais e programas de fomento ao setor cultural, durante a pandemia.

O pedido para o debate é da presidente da Comissão, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA). Ela é uma das autoras de projeto de lei que cria uma política nacional permanente de fomento ao setor cultural brasileiro, inspirada na Lei Aldir Blanc (PL 1518/21).

Pela proposta, a política seria executada de forma descentralizada, nos estados, municípios e Distrito Federal, com recursos federais. Somente no primeiro ano da lei estão previstos R$ 3 bilhões para os entes federativos.

Ainda não foi marcada nova data para o debate.

Da Redação – MB

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Com Portal BRASIL CULTURA

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Rio Grande do Norte é o 2º Estado do país em crescimento de desembarques aéreos

Potiguar Notícias


Levantamento realizado pelo Governo do Estado, por meio da Emprotur,  em parceria com a empresa europeia de Big Data, a ForwardKeys revelou que a demanda por passagens aéreas domésticas no Brasil tem crescido substancialmente nas últimas semanas. Entre os destinos nacionais, o Rio Grande do Norte teve o segundo maior crescimento na emissão de passagens aéreas para chegadas até setembro, em relação ao período pré-pandêmico de 2019, sendo o primeiro do Nordeste.

     "O resultado é fruto de muitas ações de promoção e apoio à comercialização do destino, pois sabemos que a emissão de bilhetes aéreos é um indicador importante a respeito do status da reativação do mercado. O Governo do RN está trabalhando, junto com todo o trade potiguar, para que esse crescimento seja cada vez mais consolidado, inicialmente no mercado doméstico, mas depois iremos avançar para o internacional", contou Bruno Reis, responsável pela promoção do destino. 
 
       Somente em junho deste ano, o Rio Grande do Norte obteve um aumento de mais de 200% em quantidade de passagens aéreas emitidas, considerando somente as viagens domésticas, nos quais as cidades de Belo Horizonte (423%) e Brasília (235%) registraram as maiores altas de envios de passageiros, porém São Paulo continua correspondendo a maior fatia de visitantes que desembarcam no RN, com 44% do total. O trabalho da Secretaria de Estado de Turismo do RN e da Empresa Potiguar de Promoção Turística foram reconhecidos na análise de dados. Os principais pontos que definem a vinda dos viajantes para o Estado são: a qualidade e quantidade de atrativos turísticos, a sua localização e as ofertas de mercado. 
  
MOVIMENTAÇÃO NO AEROPORTO  
 
Em junho de 2021, o movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de São Gonçalo volta a atingir a casa dos seis dígitos, ultrapassando os 120 mil passageiros domésticos,  somando embarques (62 mil) e desembarques (59,6 mil), e alcança 80% da demanda de 2019. O fluxo de passageiros do mês de junho foi aproximadamente 28% superior ao mês de maio. Esse é o segundo mês de crescimento consecutivo de movimentação de passageiros e aeronaves, tendência que deve ser mantida nos próximos meses.
 

Fonte: Emproturn