
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (9/9) que o teto do funcionalismo público, medido pelo salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 39,2 mil, é muito baixo.
Fonte: Metropoles
C/ Potiguar Notícias

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (9/9) que o teto do funcionalismo público, medido pelo salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 39,2 mil, é muito baixo.
Fonte: Metropoles
C/ Potiguar Notícias

Via Brasil 247 -
Publicado originalmente no Jornal GGN
Por Luis Nassif
Em 2015, a mídia fez terrorismo amplo com a explosão dos preços do tomate. Não existe estoque regulador para tomate. A explosão de preços depende de problemas climáticos. Mesmo assim, o Jornal Nacional chegou a produzir reportagens lembrando os tempos dos reajustes diários de preços nos supermercados.
Já o arroz depende substancialmente de estoques reguladores. Trata-se de uma prática saudável de política econômica, que beneficia o consumidor, mas não o produtor. Os estoques impedem altas especulativas ou de desequilíbrios de oferta.
Desde 2016, a nova matriz econômica, de Michel Temer-Henrique Meirelles e Bolsonaro-Paulo Guedes, abandonaram os estoques reguladores. A loucura de atender a todas as demandas de mercado e de aliados, em detrimento do consumidor, acabaram com os estoques reguladores.
Confira o gráfico abaixo, em cima dos relatórios da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), responsável pela gestão dos estoques reguladores.
Bastou o primeiro desequilíbrio no mercado para os preços explodirem.
Fonte: http://nogueirajr.blogspot.com
Foto: Natali_Mis / Getty Images
A Rússia liberou nesta terça-feira, 8, o primeiro lote de vacina contra o novo coronavírus para circulação. O anúncio foi feito pelo ministério da saúde russo, que afirmou que a proteção “passou nos testes laboratoriais de qualidade necessários”.
Nessa segunda-feira (7), o Ministério da Saúde da Rússia informou que a liberação da Sputnik V para a população ocorrerá junto com os testes clínicos da Fase 3.
Na última semana foram divulgados os primeiros resultados preliminares da “Sputnik V”, que apontaram que a vacina foi capaz de induzir resposta imune nos voluntários e se mostrou segura nos testes de fase 1 e 2. Segundo o Instituto Gamaleya, que está produzindo a vacina, cerca de 80 milhões de doses precisariam ser produzidas para atingir a imunidade de rebanho.
O ministro da saúde da Rússia, Mikhail Murashko, afirmou nesta segunda-feira, 7, que as primeiras entregas da vacina serão “pequenas”. Anteriormente ele havia dito que a vacina seria dada primeiramente para profissionais da área da saúde e professores.
O instituto russo também disse que recrutou cerca de 25 mil voluntários dos 40 mil que farão parte da fase 3 (a última) de testes.
C/ Mídia Ninja

Caetano
Veloso e Guga Chacra, por caminhos bem distintos, colocaram Jones Manoel no
centro do debate político. Jornalista da Globonews mandou aviso ao
"stalinista", que respondeu em entrevista exclusiva à Fórum.
PorLelê Teles
Continua repercutindo a entrevista que o cantor e compositor Caetano Veloso deu a Pedro Bial, da Rede Globo, neste sábado (5), onde o artista baiano afirmou que desistira de suas posições liberais, ou “liberalóides”, como ele diz, a partir de vídeos que assistiu do professor e youtuber Jones Manoel, que lhe apresentou, entre outras coisas, as ideias do filósofo italiano Domenico Losurdo (1941-2018) contra o liberalismo, posicionando os liberais como racistas, escravagistas e apoiadores de intervenções em países periféricos, que se situam fora do eixo central do capitalismo.
São questões lógicas, ideológicas e ontológicas que estão sendo colocadas nesse debate. O professor Sílvio Almeida, Phd em filosofia e teoria geral, já havia falado sobre a questão, do liberalismo e sua correlação com regimes escravagistas, em um longe fio em seu Twitter:
O correspondente internacional da Globonews, Guga Chacra, foi ao Twitter e rebateu as falas do intelectual pernambucano Jones Manoel, sem citá-lo, porém. Referindo-se à entrevista de Caetano Veloso, Chacra se restringiu a chamar Jones de stalinista, tentando desqualificar o posicionamento do professor marxista com uma tirada abjetamente olavista.
Guga, porém, tomou lapadas de todos os lados, internautas criticaram seu posicionamento que liberais não são assassinos.
Tiveram que lembrá-lo que os liberais estavam na linha de frente no massacre contra Kaddafi e, consequentemente, contra ao povo líbio, estavam com os estadunidenses no Vietnã, no Iraque, na Síria, no diabo.
O dado concreto é coisa incendiou a rede sociai. O debate se estendeu em longos fios no Twitter, mas Guga, que costuma ostentar um tom professoral de lá de sua base nos Estrados Unidos, dessa vez se via debatendo-se com as costas grudadas nas cordas, sentindo as pancadas que vinham de todos os lados.
O professor e historiador, Jones, rebateu a fala de Chacra com ironia, disse Mister Jones:
Falando à Forum, Jones Manoel avalia que a repercussão de sua fala, a partir do posicionamento de Guga Chacra foi “um desvio do debate, uma vez que o Caetano Veloso em nenhum momento citou Stalin ou a União Soviética, o que ele disse foi que hoje ele tinha um respeito pelos estados socialistas e que achava um absurdo fazer uma equiparação do nazismo e do nazi fascismo com as experiências socialistas”, diz o historiador.
Na entrevista com Bial, o ex-apresentador do Big Brother havia feito uma correlação entre o nazismo e o socialismo, foi daí que surgiu a revelação de Caetano e a sua citação a Jones Manoel e a Domenico Losurdo, autor de Contra a História do Liberalismo. Jones lembrou que essa comparação não é nenhuma novidade no debate acadêmico, uma vez que intelectuais como Hannah Arendt, sobretudo na sua obra As Origens do Totalitarismo, já o havia feito. “A grande questão”, segundo Manoel, “foi a crítica ao liberalismo, porque no Brasil se debate tudo, mesmo o dogma liberal na política e o dogma liberal na economia”. no entanto, o professor chama essa pseudo dialogia de falso pluralismo, porque “no Brasil, onde se tem uma tradição autoritária e concentrada na comunicação”, o debate não permite sair de um quadro de referência pré-estabelecido.
Mas Jones Manoel não foge do debate, e rebate as palavras do jornalista da Globo que tenta defender o liberalismo de forma superficial e rasteira: “O Guga Chacra parte de uma visão apologética, idealista, falsa, mentirosa e cínica sobre o que é o mundo e sobre o que é, especialmente, o mundo liberal. Os governos dos Estados Unidos são os principais responsáveis pelo apoio diplomático, o apoio político, geopolítico, financeiro às ditaduras empresarial-militares na América Latina. Essas ditaduras não perseguiram liberais, não perseguiram seguidores do Adam Smith ou do John Locke, elas perseguiram comunistas, anarquistas, socialistas, trabalhistas… as ditaduras militares foram feitas contra as esquerdas, com apoio do campo liberal e interno de cada país, e com o apoio da principal pátria representante do liberalismo que são os Estados Unidos. Antes do golpe militar no Brasil, os estadunidenses apoiaram um golpe na Indonésia que matou um milhão de pessoas, o bioma do país foi modificado, tinha tantos corpos nas ruas e nos rios que a dinâmica ambiental foi alterada”, esclarece o professor. “O liberalismo nasce atrelado à defesa da escravidão e à defesa do colonialismo e com a defesa dos processos de colonização de África, de Ásia…”
Manoel acredita que na verdade o que se pretende é barrar as críticas acadêmicas, sérias e fundamentadas ao liberalismo e usam o espantalho do stalinismo pra barrar essa crítica.
Jones ressalta que não houve nenhuma crítica séria à fala de Caetano e tampouco à obra de Losurdo, ninguém pegou um único livro do filósofo, que tem mais de 26 obras publicadas no Brasil, e tentou contestar as ideias contidas nelas, que se faz é um discurso vazio, arredio e insustentável. Jones também não deixa de ver um pouco de covardia na crítica de Guga: “É no mínimo estranho, pra ser simpático, que Caetano Veloso dê uma entrevista citando um autor italiano e dizendo que o meu papel foi mostrar a ele os argumentos do autor italiano, e só eu apanhe”.
Muita gente achou que Guga foi racista ao escolher o seu alvo num garoto negro; no tiro ao alvo, o alvo geralmente é preto. Manoel diz sobre isso que estranha “não aceitarem que um dos maiores ícones da cultura popular brasileira e latino-americana tenha como referência intelectual um professor da rede básica, que não tem doutorado, que é negro, nordestino, que faz um trabalho de popularização do conhecimento e que se coloca como revolucionário”.
O dado concreto é que Jones furou a bolha em que se encontravam de um lado o MBL e de outro a Tábata Amaral como extremos aceitáveis no debate político e econômico, porque eles mantêm as coisas onde estão, e Jones é o cara que chuta a porta.
Essa histeria chacriana que se estabeleceu a partir da fala de Caetano, e que não tem Caetano como alvo, não cita as obras de Jones Manoel, não as analisa e nem fala sobre as dezenas de vídeos onde Janes, em seu canal com mais de 100 mil inscritos, faz o que chama de popularização do conhecimento; e o faz com maestria.
Jones finaliza dizendo que o que pretende continuar fazendo é “uma crítica de alto nível, não tomar um debate fácil, pegar o liberalismo em seu contexto histórico, nos seus melhores autores e nas suas contradições, e tentar cada vez mais construir uma esquerda antiliberal, uma esquerda revolucionária, popular e anti-imperialista no Brasil”.
Manoel diz que tem uma rede de novos comunicadores marxistas fazendo esse papel e destaca o trabalho da Sabrina Fernandes – também citada e entrevistada por Caetano Veloso – além de Humberto Matos, a Laura Sabino, o Chavoso da USP etc. Manoel também acha que é urgente, além de determinar um campo discursivo antiliberalismo, questionar também o nosso modelo democrático burguês que não representam os anseios do povo oprimido, “é nessa democracia que 130 mil pessoas estão morrendo durante a pandemia, sem mecanismos institucionais concretos pra impedir o maior morticínio da história brasileira, além disso a violência policial vem aumentando durante a pandemia, o número de pessoas mortas no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza, cresceu; então é uma democracia que sequer protege o mais básico e fundamental que é a vida. Esse sistema deve ser confrontado com uma proposta revolucionária, uma proposta realmente socialista, fundamentada no poder popular, com os trabalhadores e trabalhadoras gerindo a riqueza, produzindo a riqueza e a distribuindo”, finaliza o professor.

Foto: Flávio Bolsonaro Pedro França/Ag. Senado
Fonte: Congresso Em Foco
C/ Potiguar Notícias

Em editorial de página inteira, jornal da
família Frias mostra alinhamento com a política econômica bolsonarista e diz
que o teto de gastos estabilizou a dívida interna, quando os dados verdadeiros
mostram outra realidade.
247 – Alinhada à política econômica de Paulo Guedes, a Folha de S. Paulo manipula dados econômicos para defender a manutenção do teto de gastos, política aprovada após o golpe de 2016, que reduziu despesas do estado, congelou investimentos públicos e também o ritmo de crescimento da economia brasileira, afetando negativamente a arrecadação de impostos.
247 – Alinhada à política econômica de Paulo Guedes, a Folha de S. Paulo manipula dados econômicos para defender a manutenção do teto de gastos, política aprovada após o golpe de 2016, que reduziu despesas do estado, congelou investimentos públicos e também o ritmo de crescimento da economia brasileira, afetando negativamente a arrecadação de impostos.
No texto Em defesa do teto, a Folha afirma que, "entre 2013 e 2016, a dívida pública saltaria quase 20 pontos, atingindo 70% como proporção do PIB (Produto Interno Bruto)", tentando jogar a crise do endividamento no colo da ex-presidente Dilma Rousseff, afastada em maio de 2016. Os dados verdadeiros, no entanto, mostraram que os governos Lula e Dilma reduziram o endividamento – e que ele cresce em 2015, quando ela foi sabotada e impedida de governar pela conspiração golpista e em 2016, já na gestão de Michel Temer, assim como nos anos seguintes.
O texto também afirma que "a dívida pública manteve-se estável nos últimos dois anos ao redor de 76% do PIB", o que não é verdade, pois o endividamento seguiu crescendo mesmo antes da pandemia, em razão do baixo dinamismo da economia brasileira no período posterior ao golpe. O editorial aponta os juros baixos, mas que são consequência da depressão econômica – e não necessariamente do teto de gastos. O que o editorial revela é que a Folha segue aferrada a dogmas neoliberais de eficácia extremamente duvidosa.
Fonte: BRASIL 247

Colunista Bernardo Mello Franco questiona as
recorrentes "passadas de pano" do ministro Dias Toffoli para o
bolsonarismo.
247 – O colunista Bernardo Mello Franco tomou de empréstimo uma canção de Chico Buarque para lamentar a postura de Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal. O golpe passou na janela, e só Toffoli não viu. "Toffoli deixa o comando do Supremo Tribunal Federal na próxima quinta-feira. Em sua gestão, o governo atacou e ameaçou a Corte de forma inédita desde o fim da ditadura. O ministro fingiu não perceber o que ocorria. Calou-se diante das ofensas e se comportou como um aliado do capitão", afirma Bernardo.
"Em 20 meses no poder, Bolsonaro fez quase tudo para minar a autoridade do Supremo. Ofendeu ministros, ameaçou descumprir decisões e participou de manifestações que pediam o fechamento da Corte. Em maio, o deputado Eduardo Bolsonaro declarou que uma 'ruptura' era apenas questão de tempo. Seu pai sugeriu o mesmo em falas públicas e reuniões privadas", lembra ainda o jornalista.
Pois na sexta-feira passada, Toffoli fingiu não ter visto nada disso. “De todo o relacionamento que tive com o presidente Jair Bolsonaro e com seus ministros de Estado, nunca vi diretamente da parte deles nenhuma atitude contra a democracia”, disse.
Fonte: BRASIL 247

“A vontade é encher tua boca com uma porrada, tá?”, disse o valentão, cercado por seguranças e admiradores.
Assim que a notícia com e a ameaça circulou, um movimento ganhou o Twitter: repetir a pergunta feita pelo profissional do Globo: “presidente Jair Bolsonaro, por que sua esposa, Michelle, recebeu 89.000 de Fabrício Queiroz?” Jornalistas, artistas e até políticos aderiram ao movimento. Do deputado Major Olímpio, ex aliado do presidente, a parlamentares do Partido Novo, até atrizes globais como Bruna Marchezine e Paolla de Oliveira. O tema foi parar nos assuntos mais comentados da rede e ganhou a adesão até em forma de desenho. A cartunista Laerte desenhou a pergunta que o mandatário não quis responder. Segundo Fabio Malini, pesquisador das mídias sociais, a pergunta foi repetida no Twitter a cada 40 segundos. Ao final, foram mais de 1 milhão mensagens com a mesma pergunta. [El País]