segunda-feira, 29 de junho de 2020

“Folha precisa abrir mão do golpismo antes de dar lições de democracia” __+++__ Democracia proposta pela Folha não inclui a esquerda e é tolerante com Bolsonaro

"O que ela quer nos vender como democracia está longe até da encarnação mais pálida do ideal democrático", critica o professor de Ciência Política da UnB Luis Felipe Miguel sobre o editorial da Folha deste domingo

Por Luis Felipe Miguel, em seu Facebook - "Um jornal a serviço da democracia", diz o novo slogan da Folha.

É o jornal que apoiou o golpe de 1964 e não fez nem a autocrítica hipócrita que a Rede Globo fez.

É o jornal que cedia seus furgões para que a Operação Bandeirantes levasse prisioneiros para os porões da ditadura, mas que até hoje finge que isso não ocorreu.

É o jornal cujo pranteado "publisher" dizia que no Brasil não teve ditadura: foi uma "ditabranda", que prendeu, exilou, torturou e matou tão pouquinha gente.

É o jornal que apoiou o golpe de 2016 e não permite que, nas suas páginas, se diga que o golpe foi golpe.
O jornal que fez coro a todos os outros na defesa da Lava Jato e de suas arbitrariedades, do lawfare contra o ex-presidente Lula, da criminalização da esquerda.

O jornal que bateu na tecla de que PT e Bolsonaro eram radicalismos simétricos, como forma de favorecer o apoio envergonhado da direita que se deseja civilizada a um projeto com nítidos tons neofascistas.
O jornal que é defensor infatigável da retirada de direitos da classe trabalhadora, da redução do Estado e da desnacionalização da economia. 

E que age, de forma deliberada e cuidadosa, com o objetivo de estreitar o debate público sobre todas essas questões.

Fiel a seu espírito megalômano, a Folha se coloca agora no papel de timoneira da luta pela democracia.
Decidiu até fazer uma exortação para que todos usem amarelo. É, obviamente, mais uma tentativa de reforçar o paralelo mentiroso com a campanha das diretas.
A Folha quer derrubar Bolsonaro - acho ótimo. Fico feliz, de verdade. 

Quanto mais gente, melhor.

Mas, aliada na luta contra Bolsonaro, a Folha não o é na luta pela democracia. 

O que ela quer nos vender como democracia está longe até da encarnação mais pálida do ideal democrático.

Não merece seu nome uma "democracia" em que o campo popular tem papel fixo - o papel de derrotado, já que, quando há o risco dele obter alguma vitória, os poderosos têm a alternativa de virar a mesa.

Não merece seu nome uma "democracia" que quer tirar Bolsonaro, mas blindar Guedes (ou, pelo menos, suas políticas).

Antes de dar lições de democracia, a Folha tem que estar disposta a abrir mão do seu golpismo.

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Democracia proposta pela Folha não inclui a esquerda e é tolerante com Bolsonaro

O jornal reconhece seu erro por ter apoiado o golpe militar de 1964, mas não faz seu mea culpa pelo apoio ao golpe de 2016, que abriu caminho para a ascensão do fascismo verde-amarelo

Folha e Bolsonaro (Foto: Reprodução Wikipedia)

247 – O velho Karl Marx já ensinava que a história se repete. Primeiro, como tragédia. Depois, como farsa. A tragédia brasileira se deu em 1964, quando um consórcio de veículos de comunicação deu suporte a um golpe militar, que lançou o Brasil numa ditadura de 21 anos. A farsa aconteceu em 2016, quando este mesmo consórcio liderou a mobilização pelo golpe parlamentar contra a ex-presidente Dilma Rousseff, que abriu espaço para a ascensão de um neofascismo verde-amarelo.

Integrante deste consórcio nos dois momentos, a Folha de S. Paulo decidiu vestir a camisa da democracia neste domingo. Num editorial em que diz que é sólido o edifício democrático brasileiro, que o próprio jornal ajudou a demolir em dois momentos históricos, a Folha pede que os brasileiros usem amarelo – a cor apropriada pelos fascistas – em defesa da democracia.

O editorial tem um único mérito. Pela primeira vez, a Folha admite ter apoiado o golpe de 1964. "A censura calava a imprensa, que apoiou o novo regime num primeiro momento, caso desta Folha, que errou. Este jornal viu-se rapidamente engalfinhado pelo novo sistema de poder, perdendo a capacidade de reagir antes mesmo de percebê-lo", aponta o texto.

No entanto, o chamado democrático da Folha deste domingo não traz nenhuma autocrítica pelo apoio explícito que o jornal emprestou ao golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff e à cassação arbitrária dos direitos políticos do ex-presidente Lula. Portanto, o novo pacto proposto pela Folha não inclui uma experiência de 13 anos de governo, que aprofundou a democracia e a inclusão social no Brasil.

Ao mesmo tempo, a Folha se mostra alinhada com a pregação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que ajudou a organizar o golpe de 2016 e hoje prega "tolerância" com Jair Bolsonaro. No editorial, a Folha não só defende a permanência de Bolsonaro até o fim de seu mandato, a despeito de todos os crimes de responsabilidade já cometidos, como também propõe o uso do amarelo até lá

"As vitrines das edições dominicais trarão uma faixa dessa cor com os dizeres #UseAmarelo pela Democracia, e o slogan da Folha desde 1961, UM JORNAL A SERVIÇO DO BRASIL, passa temporariamente para UM JORNAL A SERVIÇO DA DEMOCRACIA até as próximas eleições presidenciais", aponta o texto.

Não se iludam: a democracia da Folha não inclui a esquerda e está fechada com Bolsonaro até 2022.

Irã emite ordem de prisão de Trump e pede à Interpol sua captura


O Irã emitiu um mandado de prisão e pediu à Interpol ajuda na detenção do presidente dos EUA, Donald Trump, e dezenas de outros que acredita terem realizado o ataque por drones que matou o general Soleimani em janeiro perto do Aeroporto Internacional de Bagdá. As acusações são "assassinato e terrorismo".

O procurador de Teerã, Ali Alqasimehr não identificou mais ninguém procurado além de Trump, mas enfatizou que o Irã continuaria a perseguir sua acusação mesmo após o término de seu mandato como presidente.

A Interpol, com sede em Lyon, França, ainda não respondeu ao pedido.

O Irã teria solicitado à Interpol "bandeira vermelha", o mais alto grau de notificação contra Trump e os demais, com determinação para que sejam presos em qualquer lugar onde se encontrem.

Fonte: AlJahzeera

domingo, 28 de junho de 2020

RN atinge pico da pandemia

Elisa Elsie / Assecom-RN

O Rio Grande do Norte enfrenta neste momento o pico da pandemia do novo coronavírus, de acordo com os dados da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). A informação foi dada pela sub-coordenadora do órgão, Alessandra Lucchesi, na entrevista coletiva desta quinta-feira, 25, para apresentação dos números da Covid19 e prestação de contas das ações do Governo do Estado. A especialista informou que nas duas últimas semanas os casos confirmados vêm crescendo e a ocupação de leitos críticos tem ficado sempre acima de 80%.

"O cenário mostra que estamos no pico da pandemia. É preciso atenção redobrada. O Governo continua realizando testes e já enviou a todos os 167 municípios o total de 88.440 testes rápidos fornecidos pelo Ministério da Saúde", afirmou Alessandra. Os testes do tipo RT-PCR são aplicados em pessoas acima de 60 anos de idade, com comorbidades, pessoal da saúde e segurança pública. Os testes rápidos se aplicam para quem sentiu sintomas há até sete dias e está há três dias sem manifestá-los. O estoque de testes rápidos disponível nos municípios é de 28.994 unidades.

O acompanhamento da pandemia pela Sesap também revela a redução do distanciamento social para 39,8%, muito abaixo do recomendado pelas autoridades sanitárias, de 60 a 70%.

A taxa de transmissibilidade, ou seja, para quantas pessoas cada contaminado transmite, variava entre 1,9 e 2,1, mas atualmente está em 0,6. "Abaixo de 1 é uma taxa razoável. Mas é preciso que esta taxa se mantenha assim por um período de, pelo menos, sete a dez dias", afirmou Alessandra Lucchesi. A sub-coordenadora alerta para que as pessoas fiquem atentas a sinais como febre ou desconforto respiratório ao fazer atividades rotineiras, como tomar banho ou subir escadas. Quem tiver estes sintomas deve buscar atendimento nas unidades de saúde nos bairros e UPAs. 

Sobre os demais dados, foi informado que a taxa de ocupação de leitos Covid no RN hoje é de 96%. Na região Oeste, o índice chega a 97,9%, enquanto em Pau dos Ferros e Guamaré atinge 100%.  Na região metropolitana de Natal o número chega a 97,2%; no Seridó, 86,25%. Nos hospitais públicos e privados há 750 pessoas internadas, sendo 376 em leitos críticos. A fila de regulação tem 84 pacientes aguardando um leito crítico, mais 37 esperam leitos clínicos e 25 aguardam transporte sanitário.

Os casos confirmados e pessoas residentes no RN com Covid são 22.599. Os casos suspeitos são 30.635, mais 35.265 descartados, 858 óbitos (sendo 5 nas últimas 24 horas) e há 144 óbitos em investigação.

Ministério da Saúde anuncia parceria com Oxford para vacina contra covid-19

Foto: Ministério da Saúde anuncia parceria para produção de vacina contra covid-19 [Reprodução/ TV Brasil]
 
O Ministério da Saúde anunciou neste sábado (27) que vai firmar um acordo de cooperação entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade de Oxford e AstraZeneca para o desenvolvimento tecnológico e acesso do Brasil à vacina para covid-19.
 
O acordo prevê a compra de lotes da vacina e da transferência de tecnologia. A princípio, serão dois lotes entregues entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando 30 milhões de doses.  Se demonstrada eficácia, haverá mais 70 milhões de doses à disposição da população brasileira. A prioridade, neste caso, será a vacinação de população vulnerável, profissionais de saúde e segurança pública.
 
Nessa fase inicial, o valor total será de U$ 127 milhões, dos quais U$ 30 milhões serão destinados à aquisição de insumo e adequação do parque fabril de Bio-Manguinhos. Cada dose custará U$ 2,30.
 
“É um grande avanço no desenvolvimento tecnológico e científico. Nesta entrega estão previstos dois lotes de cerca de 30 milhões de doses. Mas essa vacina já está na fase clínica e nosso país é membro do conjunto de países que estão testando o medicamento. Pela USP, entre dois e cinco mil brasileiros vão participar desse estudo. Não somos os únicos a testar e, portanto, temos oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta dessa encomenda tecnológica. É óbvio que a entrega para a população será feita mediante protocolos farmacológicos de segurança”, disseram os técnicos do ministério.
 
O acordo tem duas etapas. Começa com uma encomenda em que o Brasil assume também os riscos da pesquisa. Ou seja, será paga pela tecnologia mesmo não tendo os resultados dos ensaios clínicos finais. Em uma segunda fase, caso a vacina se mostre eficaz e segura, será ampliada a compra.
 
“Os resultados de eficácia serão avaliados mês a mês e a ideia é que os resultados preliminares sejam apresentados entre outubro e novembro [de 2020]. Os pacientes serão acompanhados por um ano, mas até outubro já teremos dados preliminares da vacina”, apontaram os técnicos.
 
O governo federal considera que esse risco de pesquisa e produção necessário devido a urgência pela busca de uma solução efetiva para manutenção da saúde pública.
 
“Caso a vacina não se mostre eficaz, acima de tudo, teremos acesso a insumos adquiridos que poderão nos ajudar na fabricação de outras vacinas. O que é importante. Nós iremos aprender com a transferência da tecnologia e a vacina será produzida e envasada em nosso território por Bio-Manguinhos”, complementaram.
 
Se a vacina for segura e eficaz e tiver o registro no Brasil, serão mais 70 milhões de doses, no valor estimado em US$ 2,30 por dose. Com o acordo que será firmado, o Brasil se coloca na liderança do desenvolvimento da vacina contra o coronavírus. A iniciativa, assim, não apenas garante que o produto esteja à disposição, mas dará autonomia brasileira na produção.
 
"Uma vez chegadas as 30 milhões de doses e tendo a segurança farmacodinâmica da vacina, a distribuição é rápida, questão de semanas, porque somos o SUS e temos larga experiência em vacinação rápida. Fizemos estudos epidemiológicos de qual a cobertura vacinal que podemos apresentar. Teríamos para essa cobertura várias questões e cálculos para chegarmos ao quantitativo de doses. Nosso estudo diz que, confirmada a eficácia, com aproximadamente 100 milhões de doses teríamos a cobertura dos pacientes idosos, com comorbidades, indígenas, profissionais de saúde, professores, pessoas em privação de liberdade, profissionais da segurança pública, motoristas de transporte coletivo." Antes da distribuição, a vacina também precisará passar pelo crivo da Anvisa.
 
Além do ministério da Economia e a Fiocruz, participaram do processo de acordo nos últimos 15 dias, a Casa Civil, o ministério da Economia, a Embaixada Britânica, o ministério das Relações Exteriores e a Controladoria-geral da União.
 
Fonte: Congresso em Foco
C/ Potiguar Notícias

Exclusivo: União Europeia proibirá entrada de brasileiros devido ao coronavírus

Integrantes do bloco e da zona Schengen planejam reabrir fronteiras externas em 1º de julho apenas para países com a pandemia sob controle.
de Bruxelas (Bélgica)
A União Europeia detalhou nesta quinta-feira (11) uma plano para a reabertura das suas fronteira externas a partir do próximo dia 1º de julho. De acordo com as regras, não será permitida a entrada de quem reside em países onde a pandemia de coronavírus não está controlada, informou a Comissão Europeia, o poder Executivo do bloco, em anúncio acompanhado pela Fórum.
Os números de novas infecções e a taxa de contagio atuais do Brasil, na prática, o colocam entre os países que terão os seus residentes barrados nas fronteiras europeias. A lista dos países ainda não está definida, mas começa a ser elaborada já nesta quinta.
A comissária para Assuntos Internos da União Europeia, Ylva Johansson, afirma que a situação epidemiológica de cada nação será o principal critério de decisão sobre quem terá acesso ao território europeu, e a lista será ampliada aos poucos. Além dos dados sobre a propagação do vírus, quantidade de testes, rastreamento de contatos e medidas de prevenção de contágio também serão considerados.
“Como a situação da saúde em certos países terceiros permanece crítica, a Comissão não propõe um levantamento geral da restrição de viagens nesta fase. A restrição deve ser levantada para os países selecionados com base em um conjunto de princípios e critérios objetivos”, diz trecho do comunicado.
A se confirmar a inclusão na lista, os brasileiros podem ser impedidos de entrar em todos os 27 países membros e nos outros quatro que fazem parte do espaço Schengen de livre circulação (Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein).
Epicentro da pandemia, isolado do mundo
Até a manhã desta quinta, o Brasil continuava com o segundo maior número de casos de coronavírus no mundo (mais de 775 mil), atrás apenas dos Estados Unidos (mais de 2 milhões). Com quase 40 mil óbitos, o país também caminha para ultrapassar o Reino Unido e ter o segundo maior número de mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.
Nos últimos sete dias, o Brasil registrou 7.096 mortes por covid-19, o que configura em uma média de 1.013 por dia. Com isso, o país agora também concentra a maior média de óbitos diários no mundo, superando até mesmo EUA e Reino Unido. 
Fator decisivo na reabertura de fronteiras europeias, a taxa de contágio indica para quantas pessoas cada contaminado transmite o coronavírus, baseado na análise da progressão de novos casos. 
A taxa do Brasil chegou a 2,8 e continua a acima de 1. No entanto, com a subnotificação e baixa testagem, a propagação pode ser até maior. Para que o contagio seja considerado sob controle, é preciso estar abaixo, como em Alemanha (0,83) ou Portugal (0,79).
Em maio, os EUA anunciaram veto à entrada de pessoas vindas do Brasil por causa da pandemia. O presidente Donald Trump sinalizou com o crescimento acelerado da infecção no território brasileiro.
Exceções e circulação interna
Iniciado em março, o fechamento das fronteiras externas da zona Schengen seria encerrado no próximo dia 15, mas foi estendido até 30 de junho. O objetivo é ter mais tempo para estabelecer as novas regras de entrada e também liberar deslocamentos internos antes da reabertura para viajantes de fora do bloco.
Os países que integram a área de livre circulação europeia devem encerrar todos os controles nas fronteiras internas até 20 de junho, mas Comissão recomenda que a abertura seja feita já na próxima segunda (15). Alguns países tem anunciados datas e regras específicas, como testes e quarentena voluntaria para viajantes.
A autoridade europeia ainda sinalizou que pode haver exceções para viajantes países que ficarem de fora da lista de acesso. Quem tem familiares que residem na União Europeia ou na zona Schengen, estudantes internacionais ou trabalhadores considerados essenciais podem ter a entrada liberada.
Fonte: Revista Fórum

Requião diz que FHC propõe que o Brasil seja transformado numa "casa de tolerância"

Requião: demita Paulo Guedes, Bolsonaro

Ex-senador Roberto Requião criticou duramente a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que, depois de articular o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, agora prega "tolerância" com os crimes de responsabilidade cometidos por Jair Bolsonaro.
'247 – "No momento em que o Fernando Henrique, um dos inspiradores da frente ampla, declara que devemos ter tolerância com Bolsonaro e com os ferimentos duros à soberania do Brasil, por ele causados,temos uma conclusão: a frente proposta não é uma frente, é uma casa de TOLERÂNCIA", postou o ex-senador Roberto Requião, em seu twitter. 

'
No português mais claro, Casa de TOLERÂNCIA é prostíbulo; frente de TOLERÂNCIA é PUTARIA! Com meu pedido de perdão aos mais sensíveis! Mas é o que penso e acredito", escreveu ainda Requião. Saiba mais sobre a posição de FHC:





Dirigente do PSDB e articulador do golpe de Estado contra Dilma, Fernando Henrique Cardoso disse em entrevista à Rádio Jornal, na sexta-feira, 26, que é preciso ter mais tolerância com Jair Bolsonaro, colocando-se novamente contra um processo de impeachment dele, que já cometeu diversos crimes de responsabilidades.








“Nós nos acostumamos a tirar do poder [com] impeachment. Como agora. Eu não sei nem se tem razão. Se inventa a razão, se cria a razão. Eu acho que tem que ter um… Se o presidente errar muito, aí não há o que fazer (…) Nós criamos uma democracia que é relativamente jovem e já tiramos dois presidentes. É muita coisa. Eu acho que tem que ter um pouco mais de tolerância”, disse.
“Nós nos acostumamos a tirar do poder [com] impeachment. Como agora. Eu não sei nem se tem razão. Se inventa a razão, se cria a razão. Eu acho que tem que ter um… Se o presidente errar muito, aí não há o que fazer (…) Nós criamos uma democracia que é relativamente jovem e já tiramos dois presidentes. É muita coisa. Eu acho que tem que ter um pouco mais de tolerância”, disse.
Ele foi, entretanto, um dos principais organizadores e defensores do impeachment de Dilma Rousseff, que foi afastada em um processo fajuto sem ter cometido nenhum crime. O impeachment de 2016 foi um golpe que colocou a coalizão MDB-PSDB no poder e abriu o caminho, através da campanha contra o PT, para a chegada de Bolsonaro no poder.
Todavia, ele procurou justificar o golpe contra a ex-presidente. “A presidente Dilma, eu fui muito reticente até que não havia mais jeito. E quando não há mais jeito? Quando o governo para de governar, quando a rua começa a gritar e quando o governo incorre em alguma coisa da Constituição e da lei. Tem que ter esses fatores juntos, mas não é bom”.
Enquanto defende a permanência de Bolsonaro, que está destruindo o País e desrespeitando diversos artigos da Constituição - além de estar ameaçando de impor uma ditadura - o golpista defende que, no caso da Dilma, “não havia mais jeito”, porque a rua começou a “gritar”. Ele esquece de mencionar o fato de que Bolsonaro é alvo de críticas em todos os lugares por onde passa; que até em eventos de entretenimento, como o carnaval, bailes funk do Rio e shows de música, o “Fora Bolsonaro” é predominante.
Fonte: Brasil 247

Glauber Braga rebate Ciro Gomes: água não se privatiza

Por https://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/


sábado, 27 de junho de 2020

Prisão de Queiroz pode ter enquadrado Bolsonaro e militares do governo, diz o Globo em editorial

Foto: Marcos Corrêa/PR
Fonte; Revista Fórum - Redação
Em editorial publicado neste sábado (27), o jornal O Globo afirma que a prisão de Fabrício Queiroz teria “acalmado” tanto o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) quanto militares do governo.
Para o jornal, após a prisão do ex-assessor e ex-motorista do seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), “o presidente Bolsonaro tem cumprido um período de rara calmaria, sem agredir e ameaçar as instituições e o jornalismo profissional, um exercício que ele vinha praticando com regularidade”.
O texto diz ainda que o “enquadramento de Bolsonaro em padrões condizentes com o cargo, coincidência ou não, tem se propagado no governo. O general Augusto Heleno, por exemplo, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), prestou testemunho à Polícia Federal no inquérito sobre a saída do ministro Sergio Moro do governo e confirmou que o presidente não tinha qualquer dificuldade para fazer trocas em sua ‘segurança pessoal’, como disse na reunião ministerial de 22 de abril”. De acordo com Heleno, “Bolsonaro estava se referindo mesmo à sua intenção de interferir na PF para proteger a ‘família e amigos’. O editorial reitera que “Heleno ajudou a desmontar de vez aquela versão inverossímil”.
O jornal ainda vai mais longe e lembra que, mesmo após participar de diversas manifestações contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso, “Bolsonaro, na presença do presidente do STF, Dias Toffoli, enalteceu o ‘entendimento’ entre ele, o ministro do Supremo e os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, como prenúncio de ‘dias melhores’ para o país. Tem razão, mas ele não agia assim”, lembra o texto.
Outra das razões apontadas pelo Globo para este arrefecimento no comportamento de Bolsonaro pode estar também na saída do “militante de extrema direita Abraham Weintraub do cargo de ministro da Educação”, substituído, “pelo professor Carlos Alberto Decotelli da Silva, um técnico, indicado pelos militares da cúpula do governo”.
O jornal aponta ainda como outro indício destes novos “bons tempos” a decisão de Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo, de passar para a reserva. “Na democracia, um general não faz rima com um cargo que trata de negociações políticas, por mais competente que ele seja. Além disso, especulava-se que Ramos poderia substituir Edson Pujol no comando do Exército. Seria uma péssima sinalização, algo que lembraria o chavismo na Venezuela. Ramos não apenas irá para a reserva como, em carta, registrou, acertadamente, que sua permanência na ativa perdera o sentido e tornara-se prejudicial ao Exército”.
Ao final, um tanto otimista, o editorial do Globo afirma que talvez Bolsonaro tenha passado a entender, com a prisão de Queiroz, que “causar danos à estabilidade institucional também o afeta”.

Ordem de Bolsonaro faz Exército ter estoque de cloroquina para 18 anos. Prazo de validade é de apenas dois


Prejuízo milionário. É isso o que vai trazer ao Brasil a ordem absurda de Jair Bolsonaro, sem qualquer base médica ou científica, de ordenar ao Exército a produção em massa de cloroquina para combater o coronavírus — o que se verificou ineficaz.

Resultado: hoje, o Exército tem estoque do produto que daria para uso regular em 18 anos. Só que o prazo de validade da cloroquina, segundo a Farmanguinhos, do Instituto Oswaldo Cruz, é de apenas dois anos.

Quanto dinheiro vai parar no lixo, ou, então, como fez Trump (que mandou dois milhões de comprimidos para o Brasil), vai ser desovado em países subalternos.

Bolsonaro deve responder por improbidade administrativa, lei 8429, que diz, em seu Artigo 10º:

Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei.
Já há pedido de investigação de Bolsonaro sobre isso:
O subprocurador-geral, Lucas Furtado, pede que seja apurada a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na determinação de que aumentasse a produção do medicamento, sem que houvesse evidências científicas comprovando sua eficácia no tratamento da Covid-19. [Extra]

Motivos não faltam para impeachment, interdição e afastamento de Bolsonaro do cargo para investigação. Falta apenas vontade política, pois o Centrão está faturando alto com o governante moribundo. E o Rodrigo "Botafogo" Maia talvez tenha medo do que pode vir no processo da Odebrecht.





Blog do Mello

Haddad dialoga com jovens sobre ativismo

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Militares derrotam Olavismo e emplacam novo ministro da Educação; saiba quem é Carlos Alberto Decotelli

MAIS UMA BOMBA!!! MILITARES TRAÍDOS!!! THAIS OYAMA REVELA DEMISSÃO EM MASSA

CID GOMES vota a favor da privatização da água junto com SENADOR COCA COLA